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Leopoldo Rassier:
Pilchas, de Luiz Coronel e Airton Pimentel

 

22/10/2009 11:37:39
MEU BAIO!
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Um vivente, que morava na campanha, uma vez por mês

ia até a cidade, de a cavalo, para fazer compras. Certa

feira, numa das suas vindas de volta para o rancho, o

índio parou na sombra de uma árvore, para comer um

friambre. Depois, de pandulho cheio, encostou-se e tirou

uma rápida soneca. Mas ao acordar não encontrou mais

o seu cavalo. Seguiu, então, a pezito, até um vilarejo.

Chegando lá foi direto a uma pensão pedir uma pousada.

A dona da pensão falou ao xiru: só tem um quarto, mas

já está reservado para um casal que vem para a lua de

mel. O gaúcho, então, respondeu-lhe: eu fico só até eles

chegarem; depois vou embora. E lá ficou o vivente,

tranquilito no más. De repente o casal chega e o xiru não

conseguiu sair do quarto. O jeito foi entrar embaixo da

cama. Lá pelas tantas a prenda começou a preparar-se,

tirando a blusa; e quando retirou o corpinho, o esposo

disse: ESTOU VENDO MEIO MUNDO PELA FRENTE! Nesse

instante o xiru velho, debaixo da cama, gritou com voz

firme: OLHA, TCHÊ! SE ENXERGAR O MEU BAIO POR AÍ

ME AVISA!

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  Autor: Luis Mar Gomes Azevedo
Causo enviado Por: Luis Mar Gomes Azevedo - Rosário do Sul / RS
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18/11/2010 09:31:51 Fernanda Duarte - pelotas / RS - Brasil
Gostei bastante do conto. Não imaginava que iria acabar de um jeito tão engraçado... Um grande abraço!
Sítio: http://******
21/02/2010 19:52:09 joão clovis bagetti - porto alegre / RS - Brasil
Essa tá boa, índio velho, não podia deixar de dizer. Daqui uns dias estarei contando uns causos bem gaudérios; sei de muitos como o teu, bem dignos de acreditar. Abraços de um gaúcho, que como tu mostra as coisas boas de nossa terra.
Sítio: *****
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