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Mano Lima e seu filho
Pedro Vargas de Lima
:
Quando eu crescer

 

27/07/2006 10:49:17
O CAVALO VERDE
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Joveniano Centeno era flaco de corpo e largo de alardes Num cair

de tarde de quase janeiro, apeou na venda do Noquinha e foi molhar

a palavra, como era de costume. Pé no cepo, cotovelo na mesa, por lá

foi se ficando numa mais outra. Quando o lusco-fusco já aquietava os

cuscos, colocou a bota fora do portal e se deparou com o seu cavalo

tordilho, pintado de verde. Respirou fundo e entrou na venda, se

plantando embaixo do lampião com pose de quero-quero. Se tem mãe

de respeito, quem fez o desaforo que se apresente, gritou Jovenciano.

Lá do fundo da venda, caminhando devagar como quem trafega atoleiro,

vem vindo Salustiano, um “aspa-torta” com dois metros de altura e uma

“feiúra de partir espelho”. Vinha limpando as unhas com uma

carneadeira luminosa. – Pois um matungo na cor dos campos te serve

melhor de montaria, seu maturrango! – falou e disse o desabusado.

“Bêbado de susto” e atropelo, Jovenciano teve tempo apenas de aliviar

os acontecidos. - Êpa, êpa! – retrucou Jovenciano. – Eu só vim avisar que

a primeira demão já ta sêca, chê!

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  Autor: Luiz Coronel
Causo enviado Por: Rodrigo Marques Teixeira - Brasília / DF
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21/08/2011 16:15:17 defevel - laguna / PA - Brasil
q groga
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06/07/2009 20:40:36 Luis Veleda - São Jose Do Norte / RS - Brasil
Esse é dos bons! Gaúcho com o chamado "jeitinho brasileiro". Valeu!!!
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09/02/2007 00:34:09 eris saldivar
mas bha che nao ha de vê que tô entendendo ênternnetes chês
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