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Os Bertussi:
A Volta do Tropeiro

 

19/05/2008 23:06:46
DIRETRIZES PARA AS ENCILHAS E REGULAMENTO CAMPEIRO DO MTG/RS
 
A encilha tradicional do gaúcho campeiro do Sul do Brasil!
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MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO DO ESTADO DO

RIO GRANDE DO SUL

 

DIRETRIZES PARA AS ENCILHAS DOS EQÜINOS NAS ATIVIDADES CAMPEIRAS

 

O Movimento Tradicionalista Gaúcho, reunido na 67ª Convenção Tradicionalista Gaúcha, realizada em 29 e 30 de julho de 2005, na cidade de Tramandaí, aprovou as presentes DIRETRIZES para as encilhas dos eqüinos nas atividades campeiras, com alterações introduzidas pela 69ª Convenção Tradicionalista Extraordinária, realizada no dia 20 de maio de 2006, na cidade de Bento Gonçalves.

 

As encilhas dos animais serão compostas das peças conforme citações e descrições que seguem:

 

XERGÃO ou BAIXEIRO: de lã natural.

 

CARONA: de sola, de couro cru ou lona em ambos os lados. A carona pode ser forrada em couro ou feltro.

 

ARREIOS: bastos, lombilhos, serigotes-cela ou serigote, com as basteiras de couro ou feltro.

 

TRAVESSÃO e LÁTEGOS: de couro cru ou sola.

 

BARRIGUEIRA do TRAVESSÃO – de algodão, seda (sem tingi mento), crina ou couro torcido, com as tramas em algodão ou couro. Podendo ter algum detalhe colorido nas tramas junto às argolas.

 

PELEGO ou “COCHONILHO”: branco, preto marrom, sempre natural, ou seja, sem tingi mento.

 

BADANA: de uso opcional. Quando usada sempre em couro.

 

SOBRE-CINCHA e LÁTEGOS: de couro cru ou sola.

 

BARRIGUEIRA da SOBRE-CINCHA: de algodão, seda (sem tingimento), crina ou couro torcido, com as tramas em seda ou couro. Podendo ter algum detalhe colorido nas tramas junto às argolas.

 

LAÇO: de couro cru, não podendo ser emborrachado ou ainda revestido com fitas plásticas, podendo ser pintado, nas cores preta ou marrom, desde que se visualize a trança.

 

MANGO: de couro cru. Com adornos em prata, metal ou chifre, com cabo de madeira, revestido de couro ou não, trançado (rabo de tatu), com ou sem argola e com tala de, no mínimo 5cm de largura por 30cm de comprimento, deverá ser usado sempre no pulso.

 

LOROS: de couro cru ou sola, não podendo ter nenhum tipo de reforço que não seja destes dois materiais.

 

ESTRIBOS: de ferro, inoxidável, latão, bronze, prata, alpaca, osso ou chifre, podendo ser retovados de couro.

 

JOGO DE CORDAS

 

CORDAS DE CABEÇA: deverão ser de couro.

 

RÉDEAS: deverão ser de couro, lã, crina ou algodão, sem nenhum tipo de reforço interno que não seja destes materiais, nas cores, branca, preta ou marrom (cores naturais da lã), as de algodão, deverão ser na cor natural (sem tingi mento).

 

Obs. É vetado o uso de rédeas de couro de cabrito (Paraíba), que têm fio de nylon interno.

 

O BUÇAL c/CABRESTO, PEITEIRA e RABICHO: são de uso opcional, porém quando usados deverão respeitar as características das cordas mencionadas acima.

 

Fonte: http://www.mtg.org.br/DIRETRIZES%20PARA%20AS%20ENCILHAS_completo.doc

 

 

 

 

REGULAMENTO CAMPEIRO DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO DO RIO GRANDE DO SUL

 

Título I

REGULAMENTO CAMPEIRO

 

Capítulo I

DAS FINALIDADES

 

         Art.1º - O REGULAMENTO CAMPEIRO DO ESTADO tem por finalidade:

         I - preservar e divulgar os hábitos, os costumes, as tradições e o folclore do campeiro rio-grandense;

         II - estabelecer normas claras para as demonstrações e lides campeiras, possibilitando a sua adoção em todo o Estado;

         III - facilitar a realização de eventos campeiros e torná-los homogêneos, permitindo que os participantes conheçam as regras antecipadamente e elas sejam adotadas por todo o MTG;

          IV - estimular a realização de cavalgadas de cunho cultural, turístico e ecológico, com controle e coordenação da Ordem dos Cavaleiros do Rio Grande do Sul (OrCav) e dos Departamentos Campeiros das Regiões Tradicionalistas.

 

Capítulo IV

DA INDUMENTÁRIA E DOS APEROS

 

(2) - Alteração aprovada na 69ª Convenção Tradicionalista em maio de 2006 em Bento Gonçalves.

 

         Art. 71 - Para todas as provas, os concorrentes deverão estar pilchados de acordo com as Diretrizes de Indumentária definidas pelo MTG, respeitada a tradição e o folclore sul-rio-grandense.

          § 1º - O uso de esporas será obrigatório. E deverão ser dotadas de rosetas não pontiagudas.

          § 2º - O uso da faca na cintura é obrigatório para todas categorias, exceto na gineteada, vedado para piás e guris e facultativo para, vaqueanos, veteranos e prendas.

          § 3º - A faca, quando utilizada, deverá ter no mínimo 15cm e no máximo 30cm de lâmina e ser adequada ao uso campeiro.(2)

          § 4º - A indumentária feminina para as provas campeiras segue as Diretrizes de Indumentária do MTG

  

         Art. 72 - Os aperos dos animais deverão ser aqueles adequados à tradição gaúcha.

         § 1º - Na montaria é exigido arreio, lombilho, serigote, basto ou serigote-cela, conforme modelo e descrição em anexo, todos podendo ter basteiras de feltro, com seus complementos e pelegos. (2)

         § 2º - As peças devem ser fabricadas em couro natural sendo vedado o uso do nylon e plástico.

          § 3º - As caronas de lona ou couro poderão ser forradas com feltro. (2)

    § 4º - Os laços são de couro, podendo ser chumbados e ou pintados nas cores preta ou marrom, desde que a trança permaneça visível. (2) - Alteração aprovada na 69ª Convenção Tradicionalista em maio de 2006 em Bento Gonçalves.  

         § 5º - Para as provas a cavalo é obrigatório o uso do mango, no braço, exceto na gineteada, quando não será utilizado. (1)

 

         Art. 92 - A indumentária (pilcha gaúcha) e a encilha dos animais dos participantes das atividades previstas neste Regulamento obedecerão as Diretrizes de Indumentária e as Diretrizes das Encilhas, aprovadas pelo MTG. (1) - Alteração aprovada na 67ª Convenção Tradicionalista em julho de 2005 em Tramandaí.

 

Fonte: http://www.mtg.org.br/regulamento%20campeiro.doc

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