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Alex Hohemberger:
Xote Laranjeira

 

11/11/2005 14:36:57
TRADICIONALISMO GAÚCHO OU MODIFICALISMO ESDRÚXULO?
 
Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro: preservação da antiga e campeira
Tradição dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul!
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Alterar o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul, seja por interesses de mercado ou não, não é, por uma questão de lógica, ato compatível com os verdadeiros Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, mas uma ação própria de um Movimento do Modificalismo Gaúcho Brasileiro. E neste caso encontrar-se-á ausente o elemento essencial que caracteriza o MTG Brasileiro: o estado de consciência tradicionalista de preservação daquilo que é tradicional justamente por ser uma herança dos antepassados gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense. É este estado de consciência que faz com que as coisas boas, morais, campeiras, tradicionais, do Rio Grande do Sul, possam vir a ser retransmitidas, de forma preservada e contínua, às novas e futuras gerações de gaúchos brasileiros. Portanto, na falta dessa tradicionalista consciência, comprometida estará toda a antiga Tradição dos Gaúchos Sul-brasileiros. Para citar um exemplo, o chapéu ou qualquer outro tipo de cobertura, por um costume antigo, tradicional, não deve ser usado no interior dos recintos cobertos. As exceções limitam-se aos palcos e às apresentações artísticas, aonde o mesmo atua como um dos componentes cênicos. É preciso que se entenda, ainda, que nos estilismos das Danças Folclóricas Sul-rio-grandenses, apresentadas nos Festivais Tradicionalistas, ali não está caracterizada a verdadeira maneira de vestir dos gaúchos sul-rio-grandenses que dançavam nos antigos Fandangos do RS. É certo que naqueles tempos peões e prendas não dançavam com trajes idênticos num Baile de Fazenda nem os peões dançavam com o chapéu à cabeça ou portavam armas à cintura ou esporas nas botas; que todo o peão deixava na posse do dono do baile suas armas e no cabide o seu chapéu. Esta é a verdadeira, a antiga Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. O ato de deixar de observá-la revela uma falta de conhecimento ou uma consciente e infeliz Incoerência Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense, por parte daqueles que transgridem e corrompem o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Os gaúchos formadores da Tradição Sul-rio-grandense, isto é, os campeiros da região do Pampa Sul-brasieiro, desde sempre retiraram a cobertura ao adentrar o interior das residências, dos bolichos ou de qualquer outro recinto fechado. Afinal, nesses locais não há sol nem chuva nem sereno; e, por consequência, motivos não há para que no meio tradicionalista gaúcho brasileiro peões venham a manter na cabeça uma boina ou um chapéu. Os cabideiros de parede e os pedestais comprovam esse antigo e tradicional costume gaúcho sul-rio-grandense. Esses porta-chapéus sustentaram, também, o respeito dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul, tanto pelos donos da casa como pelos demais presentes no recinto. Assim, o uso de chapéu ou de boina no interior dos salões de CTGs, independentemente do momento e do tipo do evento, não pode ser tido como correto diante dos antigos usos e costumes gaúchos tradicionais do Estado Garrão-sul do Brasil. Além disso, tais procedimentos acabam causando desconforto às pessoas que se encontram no interior daqueles que são - ou deveriam ser - os Santuários da Tradição dos Gaúchos Brasileiros. Dessa forma, além da afronta a um tradicional costume dos gaúchos interioranos do Rio Grande do Sul, o uso de coberturas à cabeça no interior das diversas Entidades Tradicionalistas Gaúchas representa uma grande falta de educação, uma enorme Incoerência Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense e uma baita de uma Impropriedade Tradicionalista Gaúcha Brasileira. Assim as camisas com cores pretas, vermelhas ou fortes, vibrantes, contrastantes, "berrantes", como o azulão, o verdão, o amarelão e outras, as quais também não se coadunam com o antigo e tradicional Jeito Gaúcho de Vestir dos Campeiros do Rio Grande. Estas não foram usadas nem repassadas, espontânea e continuamente, de pais para filhos e pelo tempo, pelos homens simples e comedidos do interior pampeano sul-rio-grandense e, portanto, não fazem parte da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado do Rio Grande do Sul. Dessa forma, diante da Filosofia de Atuação Intitucional e das Diretrizes Culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, aqueles que se dizem ou que se consideram Tradicionalistas Gaúchos, por fazerem parte de uma Entidade Tradicionalista filiada ao sistema MTG do Brasil, não devem - ou não deveriamsobrepor aos antigos, regionais, campeiros, tradicionais, usos e costumes dos Antepassados Gaúchos do Pampa Sul-brasileiro as suas preferências meramente pessoais e as suas tendências ao uso dos modismos ofertados pelos mercados sem fronteiras culturais, como o musical, o comercial-nativista, o crioulista-mercosurista, o tchesista-urbano e o country-texa-sertanejo. É com o necessário e efetivo Estado de Consciência Tradicionalista que poderá haver um Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro realmente cultural e regionalista-tradicional gaúcho sul-rio-grandense, capaz de desestruturar esse Movimento Trambiqueiro Gaúcho e seus interesses essencialmente comerciais e eleitoreiros. É com a observância da autenticidade dos usos e costumes antigos, tradicionais, dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul que poderão ser evitadas as atuais, corriqueiras e lamentáveis atrocidades culturais regionalista-tradicionais e as aberrações tradicionalistas praticadas atualmente no sistema MTG Brasileiro organizadoCaso contrário, o que passaremos a ter, substituindo o verdadeiro Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, será um malfadado, criminoso, extravagante e corrupto Movimento do Modificalismo Gaúcho Brasileiro!

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19/06/2007 14:17:35 cintia - presidente lucena / RS - Brasil
Adoro este site! Acesso-o todos os dias...
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