Usuário:
 
  Senha:
 
 

Teixeirinha:
Rancho do Capivari

 

05/12/2005 17:28:43
NA ERA DOS ASSASSINOS ECONÔMICOS E CULTURAIS!
 
A Tradição Gaúcha Brasileira tem origem nos usos e costumes
dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sul!
............................................................................

Os assassinos culturais, assim como os assassinos econômicos, naturalmente que agem aonde estiverem os seus intere$$e$. Aniquilando Patrimônios e Identidades Regionalistas de inúmeros povos periféricos, todos eles destroem culturas locais construídas ao longo de séculos. Com o fim de esclarecer melhor a questão, revelamos um dos meios utilizados por esses exploradores para atingir seus objetivos. John Perkins, no livro “Confissões de um assassino econômico”, mostra o dia a dia do trabalho de executivos de grandes grupos econômicos, para submeterem países em desenvolvimento aos desígnios norte-americanos. Para Eduardo Araia, autor da matéria que tem por título "Assassinos Econômicos", publicada na revista Planeta de dezembro de 2005, essas graves denúncias merecem crédito, pois o próprio Perkins já fora um destacado assassino econômico. Esses agentes – os AEs -, têm salários astronômicos e entre as suas tarefas está a de convencer os governantes de países do Terceiro Mundo a construir, mediante empréstimos, uma grande infra-estrutura. O fechamento dos negócios, na verdade, rende rios de dinheiro para as empresas envolvidas (de preferência norte-americanas), uma boa bolada para os governantes desses países e uma conta impagável para suas populações. E a Era da Globalização Econômica trouxe novidades à imagem clássica de um assassino econômico. Segundo Perkins, executivos de corporações como Monsanto, Nike e Wal-Mart entraram na seara dos AEs, com objetivos muito específicos: encontrar mão-de-obra baratíssima, recursos acessíveis e os maiores mercados. Localizado o alvo, prometiam-lhe crescimento econômico, oferecíam-lhe escolas, estradas, telefones, televisores e serviços médicos. Se descobrissem outro lugar mais adequado aos seus fins, não hesitavam em largar os primeiros escolhidos à própria sorte para mudarem-se. Isso nos faz lembrar, por exemplo, a indústria dos empréstimos junto ao FMI, realizados no Brasil por muito tempo; a recente  tentativa de instituir no país a indústria da segurança privada, com a pretendida política de desarmamento da desprotegida população brasileira; e, ainda, os esforços atuais de se implantar no Brasil, depois do êxito em Portugal, México e, brevemente, no Uruguai, da indústria estrangeira nacionalizada das Clínicas de Aborto. Visível, também, a atual presença no Brasil dos assassinos desportivos, influenciando a tudo e a todos, desde as grandes redes de comunicação até tribunais que deveriam, atendendo às suas funções intrínsicas, observar a legislação pátriaAssassinos culturais na Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, então, são muitos e crescem diariamente. Segmentos da mídia, atendendo aos interesses espúrios dos que estão a explorar a Cultura Regional do Gaúchos Brasileiros, vão inserindo no contexto regional os aparentemente e inofensivos modismos da indústria globalizada, de algumas pretensas culturas hegemônicas. Artistas, como sempre o fizeram, por interesses de mercado, mudam suas pilchas, passando a portar chapéus claros, chaparral, de caubói; as cores pretas e fortes, as boinas coloridas de outras plagas, os lencitos virados e os coletes texanos, as cintas urbanas, as rastras da moda mercosur e as guaiacas porchetão freio de ouro; adequam suas denominações ao tipo de letra texano, submetem-se a cláusulas contratuais limitadoras do antigo, regional e campeiro Jeito Gaúcho Tradicional de Vestir, Cantar e Tocar dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sule vendem suas almas por alguns dólares no bolso das suas novas calças justas, com alças no cós e bolsos traseiros. O Povo Gaúcho Brasileiro, por sua vez - parte dele por falta de consciência, outra pela cegueira ética ou ingênuo deslumbramento pelo consumismo imposto por tais assassinos econômicos e culturais - desportivos, educacionais, políticos e sociais -, deixam de valorizar o que é de sua Terra para proporcionar lucros a quem os explora. Para mudar esse estado de coisas é preciso educar. O problema, ao que tudo indica, está justamente no péssimo quadro educacional brasileiro, comprovado nas últimas aferições dos organismos internacionais, resultante, certamente, das ações desses segmentos que preferem ver consumidores alienados do que cidadãos conscientizados. Entretanto, embora a tarefa pareça ser muito difícilnão é impossível de ser realizada. Os assassinos econômicos e culturais continuarão a existir, mas esse fato não significa que tenhamos de morder a isca ou entregar a rapadura, embora esta última já se encontre patenteada por estrangeiros. A arma que nos defenderá dessas investidas interesseiras e assassinas tem um nome: ÉTICAAlguns nunca a conheceram, outros a trocaram por alguma moedae muitos, ainda, terão a oportunidade de escolha. Diante das evidências, a conivência é nefasta e a reação necessária. A contribuir para a meditação do tema, uma frase do Marquês de Maricá: a impunidade é segura quando a cumplicidade é geral! Mas não podemos deixar de perguntar aos que são ou deveriam ser os responsáveis pelas ações de defesa, zelo, proteção, preservação e correta divulgação do rico Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul: até quando constataremos a falta de Ética Tradicionalista nas ações desenvolvidas no sistema Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado? Até quando os assassinos culturais - dentre eles os politiqueiros e os mercadistas que assaltam o MTG Brasileiro com fins eminentemente pessoais - darão as cartas dentro de um vilipendiado, desnaturado e, em muitos setores, há muito já corrompido MTG do Brasil? (Observação Cultural: para a aquisição de CDs e DVDs de Teixeirinha, acesses o sítio www.teixeirinha.com.br)

............................................................................
 
 
Nome:
Cidade:
Estado:
País:
E-mail:
(O E-mail não é Publicado no Comentário)
Sítio:
Comentário:
   
 
NENHUM COMENTÁRIO ATÉ O PRESENTE MOMENTO!
Untitled Document