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23/03/2006 18:00:38
O CTG E OS FANDANGOS DO TRADICIONALISMO GAÚCHO BRASILEIRO!
 
Fazer Tradicionalismo Brasileiro é fortalecer as raízes da antiga e campeira
Tradição dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul!
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Um Centro das Tradições Gaúchas do Pampa Sul-brasileiro é uma Entidade Cultural Tradicionalista que centraliza a preservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado, originado dos Pampeanos do Rio Grande do Sul. Tal mister integra a Filosofia de Atuação Cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Na prática, contudo, não é bem isso o que acontece em um grande número de CTGs. Nem todas essas Entidades Culturais Tradicionalistas Gaúchas Brasileiras cultuam, preservam, zelam, defendem, retransmitem e corretamente divulgam os antigos e autênticos usos, costumes, valores morais, históricos e demais aspectos regionalista-tradicionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. Muitas dessas Sociedades da Tradição do Rio Grande, ao permitirem no seu interior danças como a do maxixe, a execução da Tchê Music, da música sertaneja, do forró e outras; a presença em seus palcos tradicionalistas de Bandas musicais com artistas e músicos meramente sul-rio-grandenses, mas não gaúchos, despilchados, mal pilchados, com seus modismos comerciais, o volume de seus sons exagerado e o ambiente escuro e próprio das boates; seus estilos importados, seus conteúdos, ritmos e compassos musicais incompatíveis com o antigo, o autêntico Fandango da verdadeira Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, não estão elas Fazendo Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro nem Tradição Gauchesca do Rio Grande do Sul, mas mero comércio, lucro, Corrupção Cultural Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira. Em contrapartida, Patronagens de outras Entidades Culturais filiadas ao MTG Brasileiro continuam a valorizar suas Invernadas Campeiras, Culturais, Artísticas, Desportivas; a promover a efetiva Educação Tradicionalista entre seus integrantes e visitantes, formando-os legítimos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Nos seus Bailes Tradicionalistas Gaúchos os Conjuntos Musicais, seus integrantes e os artistas tradicionalistas contratados respeitam a típica e oficial Pilcha Gaúcha de Honra do Estado do Rio Grande do Sul e a autêntica Música Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense. Nessas Sociedades Tradicionalistas, em nome da antiga e campeira Tradição dos Gaúchos Pampeanos do Sul do Brasil, também acontecem Fandangos Tradicionalistas com gaita, violão e pandeiro, um café servido à meia-noite, revivendo-se as tradições dos Antepassados Interioranos do Pampa Sul-rio-grandense, em ambiente salutar, familiar, tradicional, sem modismos hodiernos, interesses comerciais ou eleitoreiros, mulheres travestidas de peão e coberturas à cabeça sob o teto de seus salões. Por isso, se os atos de culto, preservação, retransmissão e adequada divulgação das antigas, regionais e campeiras Tradições dos Gaúchos do Pampa Sul-brasileiro nada representarem para algumas Patronagens de alguns CTGs e outras Entidades Tradicionalistas Gaúchas, o melhor que eles podem fazer é apeiar de seus cavalos e entregar as rédeas para quem for, realmente, Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, para quem valorize mais a Cultura Regionalista-tradicional dos Gaúchos do Brasilem vez de priorizarem apenas as gordas bilheterias e outras eventuais vantagens econômico-financeiras, mercadistas, político-eleitoreiras. Afinal, eles poderão enganar muitos, por algum tempo; mas não a todos, o tempo todo. Os cidadãos sul-rio-grandenses, brasileiros, gaúchos e tradicionalistas gaúchoscomo detentores dessa rica Herança Regionalista-tradicional recebida dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, todos têm o direito e o dever de exigir a requerida Coerência Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense e a necessária e devida Propriedade Tradicionalista Gaúcha Brasileira, nas ações daqueles que se propuseram a cumprir e a fazer cumprir a Filosofia da Carta de Princípios do MTG Brasileiro sem qualquer outro fim que não aquele estampado na Doutrina do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil. E assim deve ser, pois cidadão é quem conhece e defende seus direitos, dentre estes os de culto, zelo, defesa, preservação, retransmissão e adequada divulgação, para o Brasil e o mundo, do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul e suas verdadeiras, autênticas, e regionais Tradições oriundas dos Antepassados Campeiros do Pampa Sul-brasileiro!

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24/03/2009 21:09:18 José Itajaú Oleques Teixeira - Taguatinga / DF - Brasil
Prezado Danilo. O sítio Bombacha Larga agradece as tuas honrosas visitas e o importante comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho brasileiro. A tua preocupação, em parte, tem razão de existir. E ela bem demonstra que esse Vivente é muito mais gaúcho do que certos sul-rio-grandenses que se dizem gaúchos e que fraudam a opinião pública dizendo-se “Tradicionalistas”, mas que na realidade não o são, por estarem vendendo chapéus claros, copa alta, aba frontal caída nos olhos, no estilo chaparral, as “rastras” platinas, as cintas urbanas, as "guaiacas porchetão freio de ouro", as calças justas com alças no cós e bolsos traseiros, as botas curtas à meia-canela, os lencitos floriados, pretos, curtos, virados, folclóricos, exagerados, por fora da gola da camisa, os coletes texanos e as grifes coloridas a um público desconhecedor de sua própria Cultura Regionalista-tradicional, e mais "modista" do que gaúcho na acepção correta do termo, enquanto valorização do Jeito Gaúcho de Viver dos Antepassados Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. E com o fim de elucidar a esse prezado colaborador e aos demais prezados visitantes, informamos a todos que este Espaço Tradicionalista Gaúcho Brasileiro - defensor da Filosofia Tradicionalista estabelecida na Carta de Princípios do MTG do Brasil, único instrumento de, se adequadamente cumprido, promover a preservação da autenticidade das antigas e regionais Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul - não é uma Entidade Tradicionalista filiada ao sistema MTG Brasileiro organizado. E é a própria Doutrina Tradicionalista que prevê, no item XXI da referida Carta de Princípios do Tradicionalismo, que aquele Órgão Tradicionalista Federativo é que deve “estimular e amparar as células que fazem parte de seu organismo”. Dessa forma, em sendo aquela Constituição Tradicionalista a Base Filosófica e Doutrinária da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha – CBTG –, o referido princípio vale tanto para aquele Órgão Máximo do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro como para os Movimentos Tradicionalistas Gaúchos Regionais integrantes do mesmo, espalhados por todo o Brasil. Portanto, se há CTGs “filhos de ninguém”, a culpa será do MTG ao qual eles se encontram filiados; e, também, dos seus próprios dirigentes, pois para organizar Eventos verdadeiramente Tradicionalistas não se fazem necessários vultuosos recursos, uma vez que o mais importante é o culto, a preservação e a correta divulgação das antigas e campeiras Tradições dos Antepassados Gaúchos do Pampa do Rio Grande do Sul, podendo isso se dar em eventos pequenos, contínuos, para os sócios, com músicos "pratas da casa", sem nenhuma necessidade dos megaeventos mercadistas que atendem aos indevidamente conveniados mercados musical, crioulista de cavalos de lugares estranhos ao Rio Grande, político-eleitoreiro patrocinado pelo Mercado "Country-texa-sertanejo"; e aos interesses econômicos, pessoais, privados, de artistas que não são Tradicionalistas Gaúchos, porquanto estão a desnaturar, deturpar, modificar, corromper os antigos usos e costumes tradicionais dos Antepassados Gaúchos Interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul, dentro dos ambientes "tradicionalistas gaúchos brasileiros". E outras informações se fazem necessárias, no presente esclarecimento: 1) não devemos nos esquecer de que muitas Entidades Tradicionalistas foram criadas, em determinadas regiões do Rio Grande do Sul e do país, com fins muito mais econômico-financeiros, eleitoreiros e comerciais do que propriamente culturais e compromissados com a efetiva aplicação da Filosofia do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro (vejas que há até empresas com várias filiais com o nome de CTG!?!); 2) que a teoria de que os CTGs pequenos, diante de eventuais dificuldades, tornar-se-ão, necessariamente, Casas do Shows não se sustenta, uma vez que há muito que um elevado número de "grandes" CTGs já se transformaram em Empresas Comerciais em nada comprometidas com os verdadeiros Fins Culturais e os Postulados Iniciais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, e sem qualquer observância à Filosofia Tradicionalista do Órgão que insistem em continuar integrando e explorando com fins diversos a sigla CTG (leia-se aí "Exploração do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo verdadeiranente Gaúcho do Rio Grande do Sul, e da Instituição MTG Brasileiro"); 3) que hoje qualquer Entidade Tradicionalista Gaúcha poderá se tornar, como muitas já o fizeram, em uma OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público -, o que poderá lhes permitir recursos para o desenvolvimento das suas atividades tradicionalistas, sendo essa uma orientação do próprio Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, conforme pode se verificar no endereço eletrônico http://www.cbtg.com.br/_sitio/DocumentosCBTG/ctg2osip.doc (resta-nos saber se isso é para fomentar, apenas, a corrupção cultural que vige em nome da Cultura Tradicional Gaúcha do RS em nome dos interesses politiqueiros e comerciais que os financiam!); 4) que a frequente justificativa de que há que se promover eventos - em que pese a enorme degradação que eles causam nas atividades tradicionalistas de culto, defesa, preservação, retransmissão e correta divulgação da antiga, regional e campeira Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul – que gerem altas receitas, como os Bailões Comerciais e os "shows" em nada tradicionais ou tradicionalistas, não se justifica, pois há muito CTG que nem sede própria possui, que aluga um salão de igreja, p. ex., e que cumpre muito mais a Filosofia do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro do que muitas dessas renomadas Entidades "Tradicionalistas", com grande estrutura física e financeira, mas que estão a atender tão-somente aos interesses dos Calaveiras da Tradição do Rio Grande e dos Picaretas do MTG Brasileiro, que delas se apossaram com fins pessoais e para promoverem as Culturas Regionais do Uruguai, da Argentina, de Barretos, do Texas, etc.; atendendo aos interesses dos mercados Musical, "Mercosur-crioulista", "Tchesista-urbano", "Comercial-nativista", "Country-texa-sertanejo" e suas Empresas Promotoras dos "Rodeos" Texanos, já desenvolvidos no interior de um grande número de Empresas Comerciais com a designação de "Centros de Tradições Gaúchas", criminosamente filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, mas que de Tradicionalistas nada têm, uma vez que são Modistas, Mercadistas, essencialmente Eleitoreiras e Comerciais, mas não Sociedades Culturais Tradicionalistas Gaúchas Brasileiras. Assim, prezado Danilo, louvamos as tuas relevantes preocupações, expressadas no teu importante comentário. Entretanto, alertamos a esse prezado colaborador que se há CTGs que não cumprem os seus reais Fins Institucionais, isso se dá ou por incompetência de suas respectivas Patronagens ou – e cremos que esta, na maioria dos casos, é a razão mais provável – por pura má-fé e por atos de criminosa Corrupção: Econômico-financeira e Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense, todos em nome dos globalizados interesses da Nova Ordem Mundial. Com as Saudações Tradicionalistas segue o nosso quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente colaborador do sítio Bombacha Larga: na luta pela preservação das verdadeiras, das autênticas, Tradições dos Gaúchos Brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
23/03/2009 16:55:09 Danilo de Almeida Cabral de Mello - Rio de Janeiro / RJ - Brasil
Prezados. Acho maravilhosa a chamada de consciência da patronagem que, em algum momento, tomada de grande e fervorosa paixão por essa cultura tão esplêndida em valores, estética e hábitos, construiu ou apenas assumiu a direção do CTG da Terra Sulina do Rio Grande. Entretanto, ao visitar os CTGs, em viagem apaixonada, de perigrinação em busca dessa fabulosa cultura, deparei-me com a triste situação de alguns CTGs isolados, sem nenhum apoio financeiro e principalmente institucional, dependendo de qualquer auxílio para sobreviver. Por favor, senhoras e senhores que conclamam aos patrões a pura dedicação, a tão-amada e venerada cultura, organizem-se para salvar os CTGs filhos de ninguém, com meia dúzia de bons gaúchos, simples, do chão empoeirado e marcado dos cascos do seu símbolo maior; da coragem de quem ama e quer viver dessa e para essa cultura. É preciso que os CTGs que mais possuem experiência e recursos apoiem o desenvolvimento dos CTGs menores. Caso contrário, os mesmos acabarão se rendendo às dificuldades e tornar-se-ão apenas casa de shows para os que buscam qualquer diversão. Sou um carioca meio gaúcho; tenho grande admiração pela cultura equestre do Rio Grande do Sul, por sua história, tradição e pelo seu povo. Não gostaria de ver um estado com tanta tradição, inclusive no campo do associativismo, perder seus espaço de culto a tão-belo modo de vida único. Parabéns pela chamada, mas não esqueçam das ações de cooperação com os menores. Mando um grande e valente abraço aos amantes dessa cultura e saudações calorosas aos companheiros que conheci, nos CTGs por onde passei. Danilo Cabral
Sítio: *****
08/04/2008 18:30:20 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com indumentárias de coloridos fortes, pretas, calças, cintas urbanas, coletes e lencitos atexanizados, botinhas à meia-canela, chapéus chaparral, claros, copa alta, aba caída, “countries”, e boinas coloridas importadas à cabeça dentro dos recintos cobertos e ao dançar; a masculinização comercial das Prendas Gaúchas; o maxixe, a "tchê music", a música sertaneja, o forró, a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e as provas comerciais crioulistas importadas do “universo texano” e outros assassinatos culturais regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista - "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Comercial-nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
08/04/2008 13:30:31 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida, coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando assim necessitar, e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: Não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
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06/12/2005 12:27:52 Renê Costa
É lamentável o que está ocorrendo hoje no meio tradicionalista, principalmente nos Centros de Tradições que são locados a terceiros para realização de bailes ou domingueiras, são as famosas parcerias as quais inclusive inflacionam os preços dos grupos musicais , esses terceiros vão desde empresários e Emis/ soras de Rádio os quais não tem compromisso nenhum em cultuar nossas tradiçõe .
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