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Walther Morais e João Luiz Corrêa:
Gineteada em Alegrete

 

08/12/2005 04:36:38
CTG: PALANQUE DA TRADIÇÃO DOS GAÚCHOS BRASILEIROS!
 
A gineteada gaúcha tradicional do MTG Brasileiro
deve contemplar, obrigatoriamente, as lidas campeiras autênticas
e a Pilcha Gaúcha Oficial do Estado do Rio Grande do Sul!
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Os moradores de Coxilha Bonita eram Tradicionalistas; gostavam de manter as boas coisas recebidas dos gaúchos antepassados do Pampa do Rio Grande do Sul; preservavam usos e costumes tradicionais, retransmitidos pelos bisavós, avós e pais, desde muito tempo. Porém, foi com a fundação do Centro de Tradições Gaúchas que eles passaram a organizar melhor o culto, o cuidado, a preservação das Tradições Regionais dos Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul, das quais tanto se orgulhavam. E um dos fundadores do CTG foi o avô de Maneco. Gaúcho criado nas lidas campeiras, Seu Bento sempre valorizou a cultura nativa e a História do Rio Grande do Sul. A idéia de fundar uma Entidade Tradicionalista Gaúcha surgiu quando ele notou um acentuado esquecimento, por parte dos habitantes da região, de sua herança cultural regionalista-tradicional. Os jovens, mesmo aqueles criados conforme o Jeito Gaúcho Campeiro de Viver, começavam a trocar a música regionalista gaúcha tradicional por outras da região central do país e dos países vizinhos. E para piorar as coisas, passavam a valorizar um ritmo próprio dos vaqueiros norte-americanos, sem qualquer vínculo com a música regionalista-tradicional sul-brasileira. Além disso, Bento não podia concordar com as novidades surgidas no modo de vestir da gurizada de Coxilha Bonita. Calças justas com alças para cintas, em vez das bombachas; botas mais curtas que coice de porco; cintos, cintas e rastras platinas, no lugar das guaiacas; lenços estampados, pretos, curtos, virados, escondidos, folclóricos, exagerados, triangulares, à meia-espalda; ponteiras metálicas na gola das camisas, de cores pretas, fortes, berrantes, vermelhas, azulão, amarelas, alaranjadas, verde-limão; boinas coloridas importadas, desbeiçadas; chapéus claros, chaparral, countries, com distintivos e abas laterais viradasencordoamento do Texas, em vez de rédeas e do laço trançado de couro cru dos gaúchos do Rio Grande; peleguito ou arreio sem pelego grande; e até brinco na orelha, tatuagem no corpo e drogas já estavam usando. Porém, nada disso fazia parte das campeiras e antigas tradições do lugar. Cansado desse estado de coisas, um dia Seu Bento resolveu que era chegado o momento de a comunidade criar uma Entidade Tradicionalista, nos moldes daquela que os guris de 1948 haviam fundado em Porto Alegre. E esse Centro Tradicional englobaria as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Nele a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense estaria sendo cultuada, cultivada, zelada, preservada, adequadamente divulgada e protegida daquelas e de quaisquer outras influências estranhas. O avô do piazito Maneco, então, reuniu alguns amigos e expôs a todos a necessidade de se fazer algo em prol da defesa das antigas Tradições Gaúchas do Rio Grande do Sul. Puseram-se, assim, a decidir qual o nome a ser atribuído à Entidade Tradicionlista. Após algumas sugestões e a votação, optaram pelo nome Centro de Tradições Gaúchas Palanque da Tradição. A maioria votou na proposta apresentada por Seu Bento, acatando a explicação de que como o palanque, que é o pau onde se amarra os cavalos, aquela Entidade Tradicionalista também estaria amarrando a Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, evitando que a mesma se perdesse no tempo pelo abandono, pelo esquecimento e pelas influências negativas dos interesses dos mercados e de seus financiados políticos e pseudostradicionalistas. Antes, porém, todos seriam obrigados a assinar um Termo de Responsabilidade Tradicionalista, pelo qual os membros da Patronagem e o sócios em geral obrigavam-se a respeitar, aplicar na prática, cumprir e fazer cumprir a Carta de Princípios do MTG Brasileiro, sob pena de desligamento sumário dos quadros da Entidade Cultural Tradicionalista daqueles que viessem a descumprir suas palavras empenhadas. Nascia, assim, naquela localidade de Coxilha Bonita, pela mão de seus Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, mais um Centro das Tradições Gaúchas oriundas do Pampa Sul-brasileiro; mais um Santuário da Tradição do Rio Grande do Sul, para o culto, o zelo, a defesa, a preservação e a correta divulgação dos usos e costumes regionalista-tradicionais dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!

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