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Tchê Barbaridade:
O Rio Grande me criou, de Walther Morais
Volmir Dutra e Marcelo Noms

 

15/04/2006 10:19:38
A INFÂNCIA NO TRADICIONALISMO GAÚCHO BRASILEIRO!
 
Piazito Tradicionalista Gaúcho na Califórnia Petiça, de Uruguaiana-RS!
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O culto à antiga e campeira Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul não visa lucro, no Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil. Mas essa Cultura Gauchesca Sul-rio-grandense vai, naturalmente, alastrando-se por todo o território brasileiro! E nos Rodeios Crioulos da antiga Tradição do Rio Grande é normal se encontrar crianças de 3 a 12 anos acompanhadas de seus pais, nos fandangos, nas campereadas e nas Invernadas Artísticas de Danças Folclóricas Gaúchas Sul-rio-grandenses. Piazitos pilchados, orgulhosos de seus trajes gauchescos, e prendinhas ostentando com orgulho seus vestidos de prenda, espalham florescência na Cultura Regionalista-tradicional dos Gaúchos do Sul do Brasil. Seguem eles os caminhos de seus pais e avós, que têm a estampa gaúcha do Rio Grande do Sul e conseguiram repassar essa antiga Tradição Regional para seus filhos e netos. São crianças que querem ser "igualzitos aos pais" e que já participam de uma roda de chimarrão familiar cultivando o respeito aos mais velhos, porque assim lhes foi ensinado. Os piás ficam pacholas, quando acompanham os pais nas lidas de campo; as meninas aprendem, com as mães, a doce arte de administrar um lar, a costurar ou cozinhar, treinando, muitas vezes, ao fazerem almoços para suas bonecas. No Rodeio de Vacaria cruzei com um taura carregando uma gaita, acompanhado de seu filho - um gaiteiro, supus -, criança de mais ou menos 7 anos de vida. Ambos se encontravam devidamente pilchados. Aproximei-me deles e fiquei sabendo que o gaiteiro era o menino Maiquinho do Acordeom. O pai carregava a gaita, porque o gurizito não suportava o peso. Tão pequeno e já mantendo acesa a Chama da Tradição dos Gaúchos Sul-brasileiros! E seguiram os dois, para o concurso de Gaiteiro Mirim, estufados de orgulho; orgulho de serem gaúchos! Devido à grande afluência de crianças nos Cursos de Danças Gaúchas, muitos destes já estão se adequando: preparam os filhos dos instrutores, piazinhos e prendinhas, para também ensinarem os passos da Dança Gaúcha para as crianças que, como seus pais, querem aprendê-la. Um bom exemplo disso é o Guilherme, Instrutor de Danças em Itajaí-SC. Ele é um desses piazitos que tem rodinhas nos pés. Bem pilchado e todo entonado, vai ensinado os sete passos às guriazinhas que frequentam o Curso de Danças, com postura, evolução e, principalmente, respeito às antigas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. E este é só mais um piá que leva no peito a saga e o orgulho de ser gaúcho brasileiro! Pais tradicionalistas: filhos tradicionalistas! Assim a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul vai florescendo e conquistando novos adeptos e novas fronteiras, por todo o Brasil! (do colaborador do BL e Mangrulho do ONTGB no Sul do Brasil: Ademir Canabarro - um Missioneiro!)

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15/04/2010 22:49:12 PATRCK - BRASILIA / DF - Brasil
ACHEI MUITO LEGAL. VCS ESTÃO D PARABENS. MEUS IRMÃOS TAMBÉM DANÇAM NO ELENCO DO CTG QUERÊNCIA DA SERRA, DE CRUZ ALTA.
Sítio: *****
05/04/2008 00:52:50 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é, o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com indumentárias de coloridos fortes, pretas, calças, cintas urbanas, “guaiacas porchetão freio de ouro”, “rastras” platinas, coletes e lencitos atexanizados, virados, botinhas à meia-canela, chapéus chaparral, claros, copa alta, aba caída, “countries”, e boinas coloridas importadas à cabeça dentro dos recintos cobertos e ao dançar; a masculinização comercial das Prendas Gaúchas; o maxixe, a "tchê music", a música sertaneja, o forró, a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e as provas comerciais crioulistas importadas do “universo texano” e outros assassinatos culturais regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista - "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Comercial-nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
04/04/2008 17:31:03 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida, coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando necessitar e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que nas chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
Sítio: *****
24/03/2007 16:50:35 várguinson - brochier / RS - Brasil
Rio Grande, melhor que todos!
Sítio: *****
15/04/2006 14:09:59 Carol
PARABÉNS! Também me orgulho da nossa tradição. Fico feliz que existam pessoas que fazem realmente com que a nossa riqueza cultural seja levada adiante! BJUX
Sítio: *****
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