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João Luiz Corrêa:
Fandango em Soledade,
de João Luiz Corrêa

 

17/04/2006 08:41:13
A VALORIZAÇÃO DA ATUAL PILCHA GAÚCHA DE HONRA DO RIO GRANDE!
 
Fandango Tradicionalista Gaúcho, no CTG Estância Gaúcha do Planalto,
de Brasília-DF!
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A atual, história e oficial Pilcha Gaúcha de Honra do Rio Grande do Sul é de ser, sempre, valorizada e respeitada nos Centros de Tradições Gaúchas e em todos os Eventos Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, assim como em todos os Desfiles e Data Comemorativas do Estado Sulino em que esteja envolvida a antiga e campeira Tradição Regional dos Antepassados Gaúchos do Pampa Sul-brasileiro. Porém, é comum haver confusão, diante da ausência de uma Educação Tradicionalista efetiva, entre o uso da atual, típica e oficial Pilcha Gaúcha da Tradição do Rio Grande e as antigas Pilchas do Folclore Gaúcho Sul-rio-grandense. No entanto, nos termos do art. 1º da Lei Estadual nº 8.813, de 10 de janeiro de 1989, e de acordo com as Diretrizes do Movimento Tradicionalista Gaúcho do RS - http://www.bombachalarga.org/ver_educacao.php?id=7 -, é oficializado como traje de honra e de uso preferencial no Rio Grande do Sul, para ambos os sexos, a indumentária denominada “PILCHA GAÚCHA”. O parágrafo único do art. 1º da referia lei sul-rio-grandense estipula que será considerada “Pilcha Gaúcha” somente aquela que, com autenticidade, reproduza com elegância a sobriedade da nossa indumentária histórica, conforme os ditames e as diretrizes traçadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho. O art. 2º estabelece que  a "Pilcha Gaúcha" poderá substituir o traje convencional em todos os atos oficiais públicos ou privados realizados no Rio Grande do Sul. Assim, a atual, típica e tradicional Pilcha Gaúcha do Rio Grande do Sul inclui o uso da BOMBACHA, de largura compatível com a etimologia do próprio termo, isto é, com a calça larga dos gaúchos campeiros do Pampa Sul-brasileiro; da GUAIACA, o tradicional cinturão sul-rio-grandense largo com bolsas; dos LENÇOS DE PESCOÇO - atados com nós, nas cores regionalistas e dispostos por sobre o pescoço - e dos CHAPÉUS REGIONAIS DO PAMPA DO RIO GRANDE DO SUL: tapeados, de copa baixa e de cores escuras; das BOTAS DE CANO ALTO, russilhonas; das CAMISAS SÓBRIAS DE CORES CLARAS, amenas, neutras; e do VESTIDO DE PRENDA, a fiel indumentária das antigas mulheres interioranas do Pampa do Rio Grande do Sul. É importante salientar, ainda, que os Trajes de Época, os quatro trajes fundamentais, dentre eles o masculino chiripá, referendados pelos 23º e 43º Congressos Tradicionalistas Gaúchos do MTG/RSdevem ser usados apenas nos momentos especiais do Tradicionalismo. Assim, podem esses Trajes do Folclore Morto serem usados nas mostras culturais, nas apresentações em Festivais de Artes e Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense e nos concursos artísticos do MTG Brasileiro organizado. Portanto, o uso dessas Pilchas Folclóricas, em desuso desde antes da Era da Bombacha (1870), deve ser evitado seja nos Fandangos dos Centros de Tradições Gaúchas seja nos demais Eventos Tradicionalistas, em nome da valorização da atual, histórica e oficial Pilcha Gaúcha de Honra do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul!

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15/01/2011 11:04:07 nadir ferreira sommavilla - santo angelo / RS - Brasil
É gratificante saber que mesmo longe do pago gaúcho temos tradicionalistas que, como nós, honram nossa pilcha e nossa indumentária, nossos usos e costumes. Por isso temos em comum uma cultura riquíssima. Parabens! E nosso RGS está com as porteiras abertas para recebê-los. Sou idealizadora do CTG Tio Bilia. Será um enorme prazer recebê-los.
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20/04/2009 16:21:47 Juarez Zaias - Newark, New Jersey-USA / PR - Brasil
Daqui de longe quero prender meu grito pra toda essa indiada buena que estão peleando, barbaridade, pela preservação da autenticidade de nossa tradição. Me acolhero com todos vocês, xiruzada, e vamos dar de mango nestes maulas, pois como diz o grande Mano Lima: "temos que ir costeando os mal costeados, chê"!
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20/04/2009 12:17:26 Deroci Freitas de Moraes - Santa Maria / RS - Brasil
Penso que este espaço de comentários não se destina a contestações das opiniões aqui expressadas, mas com relação ao uso do chapéu em ambientes fechados, consta o seguinte nas Diretrizes da Pilcha Gaúcha: É vedado usar : "O gaúcho, por convenção social, não deve usar chapéu no interior dos ambientes, ou seja, dentro de casa, CTG, etc. " Não está determinado que não pode e sim que "não deve", mas é vedado, portanto cabe ao peão observar esta norma, pois sempre quando se cumprimenta uma prenda, nossa educação de gaúcho manda que se tire o chapéu em sinal de respeito, o que deve ser um orgulho para ela. Dançar de chapéu em ambiente fechado é falta de consideração dupla. Se está convencionado, tem que ser cumprido, pois o "jeitinho brasileiro" é que faz com que deixemos cair a peteca.
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20/04/2008 12:33:50 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Aos prezados missivistas Zatti, Tatiane e Cristiane o agradecimento deste espaço cultural tradicionalista gaúcho, pelas suas importantes participações. O tema Pilcha Gaúcha Tradicionalista é, sem dúvida alguma, um aspecto cultural importantíssimo no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. São fins essenciais da CBTG - Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha - a valorização, organização, defesa, promoção e representação das tradições e da cultura gaúcha sul-rio-grandense (Art. 1. do Estatuto Social da CBTG). E, ainda, dentre outras finalidades da Entidade Maior do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro está a de prestar orientação às entidades confederadas no sentido de manterem a autenticidade das manifestações gauchescas e a fidelidade às suas origens (item VIII do art. 3. do Estatuto Social da CBTG). Além disso, todos os fins e objetivos da CBTG devem ser cumpridos com a devida observância dos postulados filosóficos definidos na Carta de Princípios do MTG Brasileiro, aprovada no VIII Congresso Tradicionalista Gaúcho do MTG/RS, realizado em 1961, na cidade de Taquara. Por consequência, a referida Filosofia Tradicionalista deve reger todas as ações do Tradicionalismo, como, p. ex., a de "preservar o nosso patrimônio sociológico representado, principalmente, pelo linguajar, 'vestimenta', arte culinária, forma de lides e artes populares" e a de "zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais" (itens VI e XX do Parágrafo Único do Art. 2. do Estatuto do MTG/RS). Portanto, dentre outros, esses são deveres institucionais, estatutários e morais de toda e qualquer Entidade Tradicionalista filiada ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Tradicionalistas devem exercer a coerência cultural regionalista-tradicional sul-rio-grandense e a propriedade tradicionalista gaúcha brasileira correspondente aos referidos princípios tradicionalistas básicos, estampados na Filosofia de Atuação do Tradicionalismo. E para isso, essas Entidades Culturais estão obrigadas a prestar a necessária e competente Assessoria Tradicionalista ao seu público interno e ao público visitante, no sentido de levar a todos o conhecimento cultural pertinente aos seus Fins Culturais e Filosóficos de Santuários da Antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Com essas providências estatutárias efetivamente concretizadas todos saberão que, conforme a antiga Tradição dos Gaúchos Interioranos do Sul do Brasil, a cor preta só deve ser usada para os casos de luto; que as camisas vermelhas e de outras cores fortes, berrantes, como o verdão, o azulão, o amarelão e outras, nunca foram do uso tradicional do homem simples e comedido do Pampa do Rio Grande do Sul, cuja preferência fora sempre pelas cores claras, amenas, neutras; que o chapéu nunca foi o claro chaparral; e a boina fronteiriça da antiga Tradição do Rio Grande sempre fora a preta; e que jamais uma cobertura deve ser mantida à cabeça dentro dos recintos cobertos, como são os dos salões dos CTGs; e, muito menos, ainda, no ato de dançar, pois isso caracteriza uma baita falta de educação, de respeito, e uma gravíssima incoerência cultural regionalista-tradicional sul-rio-grandense e uma enorme impropriedade tradicionalista gaúcha brasileira; que o chiripá é um traje muito antigo, de origem indígena, tendo sido o primeiro modelo usado antes de 1730, e o segundo tipo entre 1820 e 1865, e que, por isso mesmo, essa peça masculina está incluída como parte de uma Pilcha Gaúcha Folclórica, não devendo ela ser usada em situações diversas daquelas relacionadas com as apresentações artísticas ou as mostras culturais; que a "rastra" da moda “mercosur", comercialmente imposta hoje aos gaúchos do Rio Grande, nunca fez parte da Pilcha Gaúcha dos Campeiros Sul-rio-grandenses, pois é a guaiaca - o cinturão com bolsas, de origem açoriana - o cinto tradicional e característico dos Gaúchos Sul-brasileiros; que os lenços estampados não estão previstos nas Diretrizes do Tradicionalismo porque eles nunca fizeram parte da Tradição Regional do Rio Grande - retransmissão reiterada, espontânea e preservada, de pais para filhos, pelo tempo, dos usos e costumes dos antigos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul; que o “eslaque” não é bombacha (calça larga), mas apenas uma calça urbana com alças no cós para as cintas dos modismos texanos implantados com o mercado de cavalos "crioulista"; e que essa calça não está prevista nas Diretrizes do MTG para o uso da Pilcha dos Gaúchos Sul-brasileiros porque ela não fora peça tradicional, ou seja, do uso reiterado, contínuo, espontâneo, repassado de pai para filho, ao longo do tempo, até os dias de hoje, sendo apenas mais uma imposição das modas de mercado; que a bombacha feminina não faz parte da indumentária tradicional da Prenda Gaúcha Brasileira, devendo essa peça masculina ser usada pela mulher tradicionalista gaúcha apenas na realização de provas campeiras ou nas cavalgadas rurais não oficiais; que as invenções musicais, como a "tchê music" e outras com um forte apelo sensual, erótico e comercial - também nos conteúdos das composições -, que deturpam a moral, os bons costumes, os ritmos e os compasso musicais da antiga Tradição Regional do Rio Grande do Sul, nada têm a ver com a Música Regionalista tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, não sendo, portanto, Tradição do Rio Grande, mas somente mais uma exploração de alguns comercialistas assassinos do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul, os quais longe estão de serem Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, isto é: gaúchos que prezam muito as antigas Tradições dos antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. E, assim, muitos outros aspectos culturais, regionalistas, tradicionais, peculiares do Jeito Gaúcho de Viver dos Campesinos Sul-brasileiros. O que mais importa, no entanto, é que a Educação Tradicionalista, uma vez levada a sério dentro dos Centros de Tradições Gaúchas filiados ao Tradicionalismo, certamente que poderá reverter o atual e sombrio quadro vivenciado nesse mais comercial do que cultural Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, desde que essa educação se desenvolva dissociada dos interesses político-partidários, eleitoreiros, econômico-financeiros e comerciais. Obviamente que se esses escusos fins continuarem a explorar o Tradicionalismo da forma como o fazem hoje a tendência, infelizmente, será a da continuidade da Corrupção Cultural, Econômica, Financeira, em muitos dos procedimentos “tradicionalistas”. A esperança, entretanto, é a última que morre. É chegado o momento de se verem cumpridos os juramentos que os ocupantes dos atuais cargos do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro proferem - se é que ainda o fazem - nas posses de seus cargos tradicionalistas; já passou da hora desses “Tradicionalistas” honrarem seus fios de bigodes, suas palavras empenhadas; de praticarem ações sintonizadas com o até agora ultrajado, escondido e negligenciado Código de Ética Tradicionalista. A Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense – um Patrimônio do Estado Sulino, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro -, há de voltar a ser respeitada, valorizada, defendida, protegida, retransmitida, preservada e corretamente divulgada para o mundo todo. Infelizmente, não é isso o que acontece nos ecléticos (mistureba de tudo e de todos, com fins eleitoreiros e comerciais) Rodeios Políticos, e não mais crioulos da Tradição do Rio Grande - muito mais politiqueiros, comercialistas, turísticos, do que Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Que a moralidade se faça presente nas atividades das Entidades Culturais do MTG Brasileiro, para o bem da preservação das autênticas, antigas, campeiras Tradições Regionais e da Identidade Cultural do Povo Gaúcho do Sul do Brasil! Saudações Tradicionalistas e um cinchado quebracostelas a todos!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
20/04/2006 18:51:45 Cristiane
Sobre o comentário do senhor Carlos, o CTG pode pedir que os homens não usem chapéu dentro do salão, mas não mandar! Cada um sabe da educação que tem; e se a prenda se ofender com o chapéu, ela que peça ao peão para tirá-lo. E parabéns pela escolha da música!
Sítio: http://www.flogao.com.br/estancieiros
20/04/2006 12:11:19 Tatiane Paulo Vieira
Estou feliz, por cultivarem nossos costumes! Sou de São Gabriel-RS.
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20/04/2006 11:27:18 Carlos Zatti
Na foto acima, está de chapéu aquele qüera da banda direita? Manda tirar, que é uma baita falta de respeito para com as prendas presentes e uma falta de educação para com o teto que o aceitou em seu abrigo. Que tal parece? Carlos Zatti - escritor - Curitiba
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