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Adair de Freitas e Miguel Marques:
Canto ao Garrão de Pátria,
de Nenito Sarturi, Adair de Freitas
e Miguel Marques

 

31/05/2006 00:56:43
A CULTURA DO JABÁ NO REGIONALISMO GAÚCHO DO RS!
 
Tchê Garotos, no palco do 35 Centro de Tradições Gaúchas:
o CTG Pioneiro do MTG Brasileiro organizado!!!
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O termo sul-rio-grandense não representa a condição de gaúcho, assim como o de gaúcho não significa necessariamente o de sul-rio-grandense ou o estado de Tradicionalista. Mas essas são impropriedades que muito interessam aos patrocinadores dos comerciais espaços veiculados na mídia, especialmente na televisão. Foi-se o tempo, por exemplo, em que todos os programas televisivos ditos gaúchos e supostamente promotores da Cultura Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense tinham um fogo aceso no centro de um galpão, onde corria na volta um mate-amargo com artistas verdadeiramente representativos da autêntica Música Gauchesca Sul-rio-grandense e da tradicional, típica e campeira Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado do Rio Grande do Sul. Agora, o que se vê são apresentadores e caricaturas de gaúchos atuando como porta-vozes dos interesses sem fronteiras do mercado musical, não poucas vezes ridicularizando a verdadeira e antiga Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul em prol das grifes vendidas por seus contratados artistas: sul-rio-grandenses, mas não gaúchos da campeira e antiga Tradição Regional Gauchesca do Sul do Brasil. Assim, aos Gaúchos Brasileiros, em vez da autêntica Tradição dos Antepassados Pampeanos Sul-rio-grandenses, o que é imposto aos gaúchos de todas as tendências são as importações e os modismos desses globalizados mercados sem fronteiras. Para tanto, os patrocinados se utilizam de artifícios como o da filosofia barata e seu famigerado discurso falacioso. Abalizados neles fazem desfilar na telinha as duplas e os artistas gauchistas – na verdade apenas sul-rio-grandenses -, para a disseminação de indumentárias não tradicionais do Rio Grande, como as camisas de cores pretas, vermelhas e de outros tons berrantes, fortes, contrastantes; os chapéus claros, chaparral, copa alta, aba frontal caída, countries; os grupos em nada gauchescos da Tradição Sul-rio-grandense, todos fundamentados nas corriqueiras teorias ostentadoras dos valores da água, há muito que já suja e bosteada, por sinal, em detrimento do copo – leia-se aqui o aspecto externo, como o adequado e coerente uso da oficial, típica, regional, antiga e tradicional Pilcha Gaúcha de Honra do Rio Grande do Sul. Com essa mesma cantilena, conhecidos grupos musicais - bandas nacionais, sul-rio-grandenses, mas não gaúchas - insistem, ainda, em frisar que continuam tão gaúchos quanto antes! Contudo, há muito que eles se escondem nas capas de seus trabalhos para não mostrarem a descaracterização que as grifes patrocinadoras estrangeiras impingiram às suas antigas e, por isso, tradicionais indumentárias gaúchas sul-rio-grandenses que usavam. Há muito que eles já trocaram a guaiaca pelo cinto liso, a guaiaca porchetão freio de ouro ou a rastra platina do mercado mercosur-texano; que passaram a usar calças justas enfiadas nas partes, com bolsos traseiros e alças no cós para as cintas urbanas de seus mercados patrocinadores alienígenas; que deixaram de usar o lenço gaúcho de pescoço nas dimensões, no estilo e nas cores regionalista-tradicionais do Rio Grande do Sul, trazendo outros: escondidos, virados à moda texana, pretos, estampados, diminutos, com triângulos às costas, dispostos à meia-espalda ou exagerados nos ombros e por fora da gola da camisa, formas estas próprias do folclore morto, histórico, e não representativas da atual Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul; que mudaram os conteúdos morais, os ritmos, os andamentos, os compassos musicais, para os batidões da tchê music, os arrochados forrós, as lambadas e os melosos ritmos country-texa-sertanejos; que não mais tocam o Bugio, um ritmo do Patrimônio Musical genuinamente Gauchesco do Rio Grande. Como comerciantes e mercenários que são, aceitam os condicionamentos impostos pelos mercados corruptores e vendem suas almas e suas consciências para quem lhes ofertar alguns pilas, inclusive de forma estranha e indevida no próprio MTG Brasileiro organizado. E dessa forma continuam a lesar consumidores, com afirmações típicas do crime de propaganda enganosa do tipo: continuamos mais gaúchos do que nunca! No entanto, se eles não mais possuem o estado de espírito correspondente ao Jeito Gauchesco de Viver dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sul; se ofendem tão visivelmente os usos e os costumes antigos, tradicionais, do Estado Garrão-sul do Brasil, esses artistas, essas duplas, esses Conjuntos, Grupos, e agora Bandas, no máximo poderão intitularem-se de sul-rio-grandenses, catarinenses, paranaenses, brasileiros ou nacionais, mas de Gaúchos Brasileiros jamais!

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03/10/2009 11:05:19 ivori essy - alta floresta / MT - Brasil
Ivori Essy - ALTA FLORESTA-MT - Fico entristecido quando recebo algum CD de presente de meu irmão, que vem me visitar, e percebo que a música gaúcha está totalmente destorcida; e ele gosta! Nesse momento percebo que, morando há mais de 20 anos fora do RS, ainda me sinto mais gaúcho que muito dito "gaúcho". Um grande abraço a todos os gaúchos deste Brasil!
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30/05/2009 18:32:24 Radimir Comin - Pato Branco / PR - Brasil
Quanto à música, pra mim alguns grupos nem tocam direito, parece mais uma bateção de latas; não parece mais a música tradicional Gaúcha. Vamos nos unir e ajudar no que pudermos, para mantermos a tradição correta.
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30/05/2009 15:07:24 Deroci Freitas de Moraes - Santa Maria / RS - Brasil
Que diria o nosso saudoso Barbosa Lessa!!!!!?
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31/05/2008 02:00:17 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / DF - Brasil
Prezado "Tradicionalista ao extremo". O sítio Bombacha Larga normalmente deleta os comentários daqueles que não têm a coragem de se identificar neste espaço cultural tradicionalista gaúcho, até porque o anonimato é vedado pela Constituição Federal do Brasil. Entretanto, com o fim de melhor elucidar a questão levantada, abriremos uma exceção ao teu caso e explicamos-te o seguinte: 1) Chico Buarque é livre para criar o que bem entender, e acha lindo quem quiser; 2) Jayme Caetano Braun, igualmente, teve a mesma liberdade; 3) nem o primeiro é tradicionalista gaúcho nem o segundo tinha algum compromisso com a Filosofia de Atuação Cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; 4) o Juliano e o Anomar sempre foram livres, como quaisquer outros artistas, para criar o que bem entendessem; 5) não é porque alguém explora, artisticamente, o tema das tascas que estará "querendo divulgar a prostituição"; 6) assim como muitas outras músicas com conteúdos imorais, Pra Bailar de Cola Atada tem ritmo gauchesco tradicional mas não um conteúdo compatível com a moralidade da antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul - usos e costumes retransmitidos de pais para filhos ao longo do tempo, de forma espontânea e contínua - que a autorize a fazer parte de um ambiente tradicional e familiar como deve ser um Centro das Antigas Tradições dos Gaúchos do Rio Grande, aonde avós, pais, filhos e netos - de todas as idades - divertem-se sob os princípios dos bons costumes e da moralidade dos campeiros sul-rio-grandenses de antanho; dos homens e mulheres simples do interior pampeano do Estado Sulino, recatados e respeitadores. Portanto, bailar numa tasca nunca foi tradição repassada de pai para filho, de forma geral, na vida dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. E se esse ato não é tradição, por uma questão de lógica, não pode estar em um Centro de Tradições Gaúchas do MTG Brasileiro. Não nos parece plausível trazer para o CTG letras e até procedimentos próprios dos Bailecos das Barracas, dos Bailões Comerciais, aonde quem paga entrada automaticamente está liberado para fazer o que quiser; 7) contra César Oliveira e Rogério Melo não temos nada, apenas os classificamos não como tradicionalistas, mas como os demais músicos em geral, ou seja, como mercadistas, porque servem aos interesses do mercado musical e suas respectivas grifes, seus modismos, suas invenções e importações comerciais sem fronteiras; porque não usam a Pilcha Gaúcha Oficial oriunda da antiga, campeira, regional e autêntica Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul, contempladas nas Diretrizes do Tradicionalismo, fundada no antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado Garrão-sul do Brasil, e não nos atuais e comercialmente incentivados modos de vestir dos argentinos, dos uruguaios ou dos "country-texa-sertanejos"; 8) quanto ao prêmio recebido pela dupla, o mesmo é de ser comemorado por eles, sua gravadora e seus fãs, embora isso nada tenha a ver com Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, mas sim e unicamente com o mercado musical, algo bem diferente de um Movimento Cultural Regionalista-tradicional sem fins lucrativos, como é - ou deveria ser - o caso do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil... Mas, certo é que tanto a referida dupla como quaisquer outros artistas têm a liberdade para criar, tocar e buscar aquilo que mais lhe interessam; e no caso de todos os artistas que gravam CDs e DVDs comerciais é tão-somente o resultado econômico-financeiro. Apenas os questionamos quando são "contratados" para se apresentar no Tradicionalismo, seja ganhando ou pagando para isso, e desrespeitam a Pilcha Gaúcha Oficial do Rio Grande do Sul, prevista na legislação do Estado, a Música Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, as Diretrizes Culturais e a Doutrina Filosófica de Atuação Cultural do Órgão Tradicionalista "Contratante" (CBTG, MTG, CTG, etc.), o que há muito vem acontecendo com a criminosa conivência de certos "tradicionali$ta$ de oca$ião" do Tradicionalismo "organizado" e certas Patronagens de alguns "Centros das Antigas Tradições Gaúchas do Rio Grande do Sul". Aí, nesse caso, acreditamos que esteja faltando o devido respeito para com o referido e antigo Patrimônio e a Identidade Cultural Regionalista-tradicional do Povo Gaúcho Sul-brasileiro, para não dizer que essa é uma grave Corrupção motivada por mero interesse comercial, pessoal, mercadista, a deturpar os verdadeiros Fins Culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro e a autenticidade da antiga e regional Tradição herdada dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul: um Bem Cultural Público pertencente não só ao Estado Sulino e aos Sul-rio-grandenses, mas também ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro! Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
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31/05/2008 01:20:28 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / DF - Brasil
Prezada visitante Lu. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o teu comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que, democraticamente, respeitamos o teu posicionamento pessoal, embora dele não possamos concordar. Sugerimos-te, por oportuno, a leitura da poesia Baile de Cola Atada, publicada e arquivada na seção Poesias deste sítio. E aproveitamos para esclarecer a todos os nossos visitantes que Teixeirinha, como a imensa maioria dos demais músicos regionalistas gaúchos brasileiros, não pode ser considerado como um artista "tradicionalista gaúcho", diante dos interesses comerciais próprios e o das suas gravadoras. Como todos os que andam por aí, dizendo-se "gaúchos" e vendendo chapéus "country" ou vestindo-se como argentinos e uruguaios para venderem no "Mercosur", Teixeirinha era também obrigado a usar o vermelhão e o chapéu chaparral, para vender em São Paulo e no resto do Brasil. Evidente que ele foi o maior cantor regionalista gaúcho brasileiro, o que não quer dizer que fosse Tradicionalista Gaúcho, que tivesse algum compromisso com a Filosofia do Tradicionalismo, que é a de culto, preservação, retransmissão e adequada divulgação daquilo que é antigo e próprio dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do RS, sem qualquer fim econômico-financeiro, diferentemente do que ocorre com a imensa maioria desses artistas, grupos, bandas nacionais e profissionais "nativistas", "crioulistas", "tchesistas", ligados a mercado musical alienígena e sem fronteiras. É certo que um grande número das composições de Teixeirinha são infinitamente mais "tradicionalistas" - no conteúdo regionalista-tradicional, no ritmo e no compasso musical - que muitas dessas que determinadas "caricaturas de gaúchos" de hoje, que certos fantoches do mercado nos "brindam" em seus "novos" trabalhos. E como estes, Teixeirinha também buscou mercados, comprometendo, assim, a autenticidade das antigas Tradições Gaúchas de seu Estado. Portanto, não poderíamos jamais considerar o Maior Cantor Regionalista Gaúcho do Brasil como um Tradicinalista Gaúcho Brasileiro, assim como não podemos, igualmente, considerar esses que, por motivos pessoais, financeiros, de mercado, alteram, modificam, desnaturam, "integram" e corrompem as antigas e autênticas Tradições Regionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a essa prezada Prenda Gaúcha!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
30/05/2008 23:02:03 Tradicionalista ao extremo - Garrão do Brasil / RS - Brasil
Engraçado que o Chico Buarque fala em puta, o Jayme Caetano Braun sempre falou em china e percanta e todo mundo acha lindo. Agora... o Juliano e o Anomar não são ninguém pra falar... e até parece que eles estão querendo divulgar a prostituição... se eles quisessem isso teriam abrido uma Boca (casa de prostituição) e não estariam vivendo da música. E outra... já ia me esquecendo... a Pra bailar de cola atada é mais uma música do repertório do Cesar Oliveira e Rogério Melo e eles, que eu saiba, acabaram de ganhar o prêmio TIM de melhor dupla regional do Brasil. Acho que isso explica tudo. A voz do povo é a voz de Deus. Não precisa dizer mais nada.
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30/05/2008 22:52:57 lu - fundao de campo / RS - Brasil
vcs falando de musica, de musicas q vcs nem entendem, ora fala da musica pra baila de cola atada, uma musica singela que todos ouvem e gostam, e qual o problema fala em percantas e outros termos pelo menos eles sabem o q tao falando e nao as musicas nada gauchas do texerinha q nao sabe nem o q é um potro redomao!!! mas vao ouvi aqelas musica braba mesmo
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30/05/2007 09:39:04 Leonardo - Tapejara / RS - Brasil
É uma pouca de uma vergonha o que acontece com o desrespeito que há com a nossa tradição, a nossa cultura, o nosso povo. Que o MTG seja mais rigoroso e árduo, cobrando de nossos trdicionalistas o verdadeiro espírito farrapo!
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01/06/2006 13:49:22 Carlos Zatti - Curitiba / PR - Brasil
Mas corrobora tudo o que foi dito no artigo a cumplicidade do 35 CTG, se a foto acima for autênctica em sua indicação... "Tchê Garotos" é uma marca da deturpação do tradicionalismo, e deles derivaram muitos outros "tchês" ponteando a "music". O MTG tem coragem de peitar o 1º CTG, na afronta que a foto nos apresenta? Ou o MTG é como Brasília, com diversos pesos e diversas medidas, com asas que encobrem malfeitores?! Carlos Zatti - Escritor
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