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02/07/2006 08:02:02
CHIRIPÁ É TRAJE FOLCLÓRICO NÃO TRADICIONAL DO RS!
 
Chiripá: indumentária masculina do Folclore Sul-rio-grandense,
não pertencente à Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul!
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A bombacha é a peça tradicional da atual Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul. Porém, aos iniciados no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado é natural que surja a seguinte dúvida: poder-se-ia usar um chiripá para ir a um Fandango Gaúcho de CTG? A resposta é não. E não deve o mesmo ser usado em desfiles oficiais e outras eventos não inseridas em um contexto artístico, como o das apresentações de Grupos de Danças Folclóricas Sul-rio-grandenses, o das mostras de indumentárias históricas ou outras demonstrações culturais de caráter oficial. Ocorre que nem todos os Tradicionalistas encontram-se devidamente informados a respeito dessas peculiaridades referentes ao correto uso da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul. A culpa, em parte, é das próprias Entidades Tradicionalistas, na medida em que sonegam de seus integrantes e visitantes o conhecimento necessário de suas regras culturais para o bom uso da tradicional indumentária regionalista-tradicional dos gaúchos brasileiros. E não é só no Tradicionalismo que tais incoerências gauchescas sul-rio-grandenses são observadas. O mau uso do chiripá, como um exemplo negativo a ser citado, já ocorreu no traje de trabalho de mulheres funcionárias de uma empresa que operava no Aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre-RS, na prestação de serviços no setor de alimentação. O chiripá, portanto, como traje histórico que é, não deve ser usado nem pelo homem nem pela mulher atual, a não ser pelos peões nos casos relacionados às citadas demonstrações artísticas. De origem indígena, o chiripá Cayapí era uma espécie de saia, não podendo nem mesmo ser considerado como traje dos antigos gaúchos do Rio Grande do Sul. Mais tarde, no período de 1820 a 1865, usou-se, praticamente só nas regiões do Uruguai e da Argentina, um chiripá tipo fralda. Era um retângulo de tecido, que amarrado à cintura passava por entre as pernas, indo até os joelhos. Contudo, desde 1870 que o homem gaúcho sul-brasileiro não mais utiliza esse traje como parte de sua indumentária regionalista-tradicional sul-rio-grandense. A bombacha é que passou a ser a peça principal da Pilcha Gaúcha Masculina do Rio Grande do Sul. Larga, ela sempre facilitou em muito o trabalho nas lidas de campo, em virtude da grande liberdade de movimentos que propicia ao gaúcho campeiro. Dessa forma, aos recém-chegados ao MTG Brasileiro organizado fica a presente orientação: no Fandango Gaúcho Tradicional de CTG, nos demais eventos do Tradicionalismo, no Desfile Gaúcho Oficial ou em qualquer circunstância que não aquelas das paresentações e mostras culturais, deve o Vivente usar uma bombacha a preceito, a típica calça larga da antiga, campeira e regional Tradição Sul-rio-grandense, por ser essa a peça que fielmente representa a atual Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul!

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27/01/2010 21:56:45 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / DF - Brasil
Prezado “gaúcho”. Embora o anonimato seja vedado por nossa Constituição Brasileira, abriremos uma exceção e acataremos, excepcionalmente, o teu comentário. Além disso, o termo “gaúcho”, sabemos bem, na maioria das vezes é sinônimo apenas de sul-rio-grandense ou brasileiro, uma vez que muitos dos viventes assim autodenominados não possuem o espírito dos antepassados campeiros do Pampa Sul-rio-grandense nem valorizam a autenticidade da antiga Tradição Regional oriunda dos gaúchos interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul, não sendo, portanto, nem gaúchos e menos ainda Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Entretanto, a tua participação será de grande valia para um melhor esclarecimento aos demais prezados visitantes deste sítio, muitos deles alheios aos reais Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Elucidamos-te, de início, que este sítio, por ser tradicionalista, orienta, informa e esclarece a respeito das práticas compatíveis com a Filosofia de Atuação do MTG Brasileiro organizado. Dessa forma, aqui não estamos dizendo-te o que deves fazer ou o que deves escolher, ainda mais se não fores um Tradicionalista Gaúcho. Aqui bem orientamos a todos os Tradicionalistas, integrantes do MTG Brasileiro ou não, tendo por base a Finalidade Cultural do MTG do Brasil, cujo fim precípuo inclui o ato de, necessariamente, preservar a autenticidade da antiga Tradição Regional dos Gaúchos Sul-brasileiros. Portanto, quem diz o que é e o que não é próprio do Tradicionalsimo e dos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros não somos nós, mas a Filosofia desse Órgão Cultural responsável pelas ações de culto, cultivo, zelo, preservação, retransmissão e correta divulgação das antigas, verdadeiras, Tradições dos Gaúchos do Estado do Rio Grande do Sul. E a Pilcha de Honra, Oficial e Preferencial do RS, conforme estabelece a Lei Nº 8.813/89, é a que inclui a bombacha da atual indumentária masculina sul-rio-grandense, devendo, de acordo com a citada lei, ser aquela prevista nas Diretrizes do MTG/RS. Além disso, a Carta de Princípios do MTG Brasileiro, no seu art. XX, orienta a todos os Tradicionalistas Gaúchos do Brasil ao "zelo pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais". Assim, o chiripá-saia, o chiripá-fralda e o traje do estancieiro, por exemplo, por serem antigos e anteriores à Era da Bombacha (1870 até os dias atuais), são considerados trajes folclóricos, históricos, não tradicionais do Rio Grande do Sul; estando em desuso há quase um século e meio, eles não mais pertencem à atual Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, uma vez que não foram retransmitidos de pais para filhos, de forma espontânea, contínua e preservada, pelo tempo, até os dias de hoje. Assim, não sendo o chiripá peça da atual Tradição Gaúcha do RS, pode ser ele usado nas apresentações artísticas no Enart, por exemplo, mas nunca em apresentações fora do contexto dos eventos culturais e oficiais das mostras culturais, pois do contrário a Filosofia Tradicionalista e a própria legislação do Estado Rio Grande do Sul estarão sendo descumpridas, desrespeitadas, infringidas. Além disso, o uso de qualquer desses trajes antigos, folclóricos, não mais tradicionais, estaria induzindo ao erro os expectadores, nacionais e estrangeiros, uma vez que sendo eles folclóricos e de uso não mais tradicional no Estado do RS, estariam, inevitavelmente, confundindo-os e transmitindo-lhes errônea informação, induzindo-os a acreditar que aquelas antigas peças ainda fazem parte da atual Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul. Diante disso, prezado “gaúcho”, aqui não há implicância alguma, com quem quer que seja, mas a prática da devida Coerência Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense e da esperada Propriedade Tradicionalista Gaúcha Brasileira, em todas as orientações culturais tradicionalistas publicadas neste sítio. É claro que se depender dos mercados patrocinadores das grifes comerciais, modistas, urbanas, importadas, atuais, "integradas", daqueles que querem corromper o MTG e seu ambiente familiar tradicionalista, a bombacha será transformada em calça justa; a guaiaca (o tradicional cinturão com bolsas do Rio Grande) em cinta "country", em “rastra” platina e em "guaiaca porchetão freio de ouro"; as camisas sóbrias e de tons claros, amenos, em camisas "vermelhão", "verdão", "azulão", "amarelão", "verde-limão", etc.; o lenço maragato e chimango em lencitos-cueca, escondidos, virados, texanos, folclóricos, triangulares, exagerados, por fora da gola da camisa, à meia-espalda; o chapéu escuro e tapeado na testa no chaparral claro de aba frontal caída, "country", e nas boinas coloridas e importadas das grifes crioulistas do mercado de cavalos; o colete na cor da bombacha, do traje social gauchesco, em colete texano destoante do feitio e da cor e usado até para as lidas campeiras(!?!); o lombilho, os bastos, o serigote, em sela texana e sem pelego; o laço trançado de couro cru em corda texana; a gineteada do Rio Grande, em pelo, nos comerciais espetáculos estrangeiros “garupa sureña”, “basto aberto”, nas gineteadas vacum e em ovelhas, nas touradas, etc.; a verdadeira música regionalista-tradicional gaúcha em música "country-sertaneja", "comercial-nativista", "crioulista-mercosurista" e "tchesista-urbana"; e as provas campeiras da antiga Tradição do Rio Grande nos espetáculos comerciais importados do universo texano, com suas esbarradas, paleteadas, montes de feno e seus freios daquele valioso metal não tradicional dos campeiros sul-rio-grandenses; o vestido de prenda em trajes masculinos, inclusive para ambientes dissociados das provas campeiras; enfim, não só a bombacha, já com alças no cós para as cintas "countries", com bolsos traseiros e com a largura de uma calça comum, justa - e portanto não mais uma bombacha = calça-larga! -, mas todos os demais usos e costumes da antiga Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul, se depender desses mercadistas sem fronteiras, sem pago e sem querência, hão de se transformar, também, em um traje folclórico há muito mais de um século já em desuso. De nossa parte, não temos a pretensão de proibir nada; muito menos aos que se dizem “gaúchos” ou “tradicionalistas gaúchos”, mas que estão a corromper as autênticas, as antigas, as verdadeiras Tradições Gaúchas oriundas dos Antepassados Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, com esses e outros modismos ditados pelos referidos mercados dentro das Entidades "Palanques e Santuários da Tradição dos Gaúchos do Rio Grande" vinculadas ao próprio MTG Brasileiro. As normas do Tradicionalismo são orientadoras para a regional, campeira e antiga Tradição do Estado do Rio Grande do Sul, que nem perto passa desses modismos atuais, dessas invencionices e importações comerciais dos mercadistas sem fronteiras. As Diretrizes do MTG do Brasil são endereçadas para quem frequenta o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, e não para o cidadão comum, o não tradicionalista, ou o modista que corrompe com suas preferências pessoais um Patrimônio Cultural Antigo pertencente ao Estado do RS, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Esses, não sendo Tradicionalistas, que vistam o que quiser, onde, como e à hora que bem entenderem. No entanto, o livre arbítrio constitucional não permite que alguém entre em uma repartição pública, como um Tribunal, por exemplo, com o traje que quiser; nem um templo religioso há de permitir no seu ambiente visitantes com trajes sumários ou impróprios para o recinto. Por isso é que há regras em toda a sociedade organizada, com o fim de normatizar condutas pessoais e regular procedimentos em geral. Não sendo o chiripá peça da atual Tradição do Rio Grande do Sul, o uso dele fora das mostras e apresentações culturais não só desrespeita a legislação do Estado do RS como os Fins Culturais do MTG Brasileiro, dentre estes o da obrigatória preservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional herdado dos antigos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Imagine-se turistas chegando ao Rio Grande, para verem a Tradição do Estado, na Semana Farroupilha ou em outros eventos, deparando-se com chiripás saia de algodão, ceroulas, camisas de algodão grosseiro, jaleco, chapéu de palha, lenço amarrado na nuca ou atravessado nos ombros; e chiripás saia de lãzinha, com saia, ceroula e chapéu pança de burro; e trajes de estancieiro com calções até os joelhos, ceroulas, um pequeno lenço como gravata e florões frontais no cinto (florões estes que, diga-se de passagem, nesse traje sul-rio-grandense é um baita de um comercial absurdo!). Ora, se tais trajes são folclóricos e não mais tradicionais do Estado Sulino, o uso deles só contribuiria para que turistas e os próprios sul-rio-grandenses e brasileiros entendessem ser eles pertencentes à atual Pilcha Gaúcha Tradicional, Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, o que longe está de representar a verdade. Assim, tratando o Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro das ações de culto, zelo, cultivo, defesa, preservação, retransmissão e correta divulgação, para o mundo, das autênticas e antigas Tradições Gaúchas - não dos antepassados "gauchos" do Uruguai ou da Argentina, mas as oriundas dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul -, esclarecemos a todos que este é o posicionamento deste espaço cultural tradicionalista gaúcho e esta deve ser a posição do MTG Brasileiro, uma vez que a mesma embasada está na legislação do Estado Sulino e na Carta de Princípios do próprio MTG do Brasil. As preferências pessoais são direitos garantidos aos cidadãos brasileiros; o que não é de ser legitimado, no entanto, é a sobreposição de gostos pessoais à Doutrina do Tradicionalismo e à sua Filosofia de Atuação Cultural, pois a centenária Tradição dos Gaúchos do Rio Grande do Sul, por ser um Bem Público de propriedade do Estado do Rio Grande, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro, é de ser respeitada, cultuada, cultivada, zelada, defendida, preservada, adequadamente divulgada e, por Tradição, retransmitida para as novas e futuras gerações, pelo tempo, sem desnaturações, deturpações, modificações, importações comerciais, substituições, criminosas "integrações culturais" e demais corrupções eventualmente praticadas em nome das predileções individuais de uns ou dos interesses econômico-financeiros, comerciais e eleitoreiros de outros. Assim, no teor da matéria acima publicada não estamos proibindo quem quer que seja de nada. O que estamos a fazer é o que o MTG deve - ou deveria - também fazer: orientar os que são Tradicionalistas ao bom uso da atual Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado do Rio Grande do Sul e de todos os Gaúchos Brasileiros, a qual deve estar compatível com a Filosofia de Atuação do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, estampada na sua Carta de Princípios, e com os seus Fins Culturais de efetiva preservação do Núcleo da Formação Gaúcha do Rio Grande do Sul, fundado na região do Pampa Sul-brasileiro, e do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional herdado dos Antepassados Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense, incluída a atual, típica, regional, campeira e tradicional Pilcha Regional dos Gaúchos do Rio Grande, composta pela bombacha (calça-larga), pela guaiaca (cinturão com bolsas), pelas botas de cano alto, russilhonas, pelo chapéu escuro, tapeado na testa e com barbicacho de couro, pelas camisas sóbrias e de cores claras, amenas, neutras, pelos coletes nas cores do tecido da bombacha, no modelo regionalista-tradicional sul-rio-grandense e usado apenas nas situações sociais, pelos lenços de pescoço nas cores branca, vermelha, azul, verde, amarela ou carijó, atados com um dos nós tradicionais do Rio Grande do Sul, pelo uso do chapéu somente fora dos ambientes cobertos, fechados. Essa é a Pilcha Oficial do Rio Grande do Sul, a ser usada, valorizada, enaltecida, preservada e adequadamente divulgada para o mundo, mostrando a todos a autêntica, a campeira e atual indumentária regionalista-tradicional herdada dos Antigos Pampeanos do Rio Grande do Sul. Com as Saudações Tradicionalistas segue o nosso quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
27/01/2010 18:53:44 gaucho - novo hamburgo / RS - Brasil
Escute seu, desculpe meus modos, mas às vezes me aborrece, como um bom gaúcho, quando outros querem me dizer o que devo fazer ou o que devo escolher. É como se estivesse fazendo um mal a alguém então usar um chiripá? É justo que haja "regras para competir oficialmente nos eventos do MTG" e aproveitar as festas e eventos para divulgar nossa cultura, ainda mas na forma de arte, é lindo. E apesar de não fazer parte do nosso dia-a-dia e lidas, o chiripá é uma vestimenta muito bonita. Tem mais tchê, hoje em dia dizem que no campo a própria bombacha faz cada vez menos parte do costume e da lida dos peões. Daqui a pouco vira traje histórico também. Então porque tanta implicância. Digo, do jeito que foi colocado neste site parece que vou ser repudiado se usar um chiripá para sair na rua durante a Semana Farroupilha, ou em qualquer momento, sei lá, por conta de uma PROIBIÇÃO. Sou xucro mesmo e lhe digo com lágrimas na minha alma que são cruéis as suas colocações, por mais que esteja nas normas do respeitável MTG ( que tem feito um grande trabalho) que fica normatizando o que pode e o que não pode, eu me rebelo, me revolto. Pois quem irá impedir um cidadão, com seus direitos civis, constitucionais, até mesmo tradicionais, atávicos, cidadão que se sente parte deste chão, com toda a sua história, de usar um traje como este considerado histórico. Só em apresentações? Então devo ficar num desfile ou num palco exposto e não levar isto pras ruas pra apreciação de mais pessoas. Olhe... fui criado de forma a respeitar a opinião alheia(acho que é um costume gaudério, que deve vir desde o tempo dos índios, já tão discriminados no passado por antepassadoos nossos e referidos muitas vezes como bugres e pejorativamente, pois digo não vou consertar tudo que houve de errado no mundo, mas eles merecem nosso maior respeito, veja bem como é que é). Como dizia, respeito a opinião dos outros e ressalto que nas atividades, nos bailes de CTG's que frequento respeito as normas, pois são sociedades civis formadas de comum acordo por cidadãos que se comprometem seguir os preceitos dali.Acho que quem quer usar a bombacha deve sim usar, eu mesmo também uso. E aceito também que há formas adequadas para as vestimentas que ficam o mais fiel e próximo possível do original Mas daí a regular demais o seu uso, daqui a pouco até na rua, é demais, dizendo "O chiripá, portanto, como traje histórico que é, não deve ser usado pelo gaúcho atual, a não ser nos casos relacionados às demonstrações artísticas" ou pior ainda "ou em qualquer circunstância que não aquelas das paresentações culturais, DEVE o Vivente usar uma bombacha a preceito, a típica calça larga dos Sulistas do Brasil, por ser essa a peça que mais fielmente representa a vestimenta atual da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul! ". Isto me fere seu, pior que ferro branco na carne! Tu não é do Sul criatura?E não é do gaucho se manifestar ( em paz, claro) quando tem sua liberdade afetada? O gaucho, isso mesmo, gaucho sem acento, que indica que a nossa tradição vem de costumes antigos e espalhados por toda uma região entende? Região habitada por pessoas e povos que malgrado alguns não queiram admitir, nos FORMARAM. Quero homenagear os tempos antigos. Tenho esse direito e não são outros que me dirão que não posso usar chiripá. Salvo que respeito sempre as normas de eventos oficiais, tem lei pra isso, a Lei da Pilcha. E aí eu digo, por que não homenagear os antigos usando um chiripá? Não tem nada de anormal. Não estou indo contra nenhuma lei, não estou atentando contra o respeito ou moralidade, mais importante ainda, não estou fazendo mal a ninguém, não estou indo atrás de ninguém para forçar a fazer algo que não quer. Só tenho o sentimento puro e legítimo de alguém que gosta de um traje bonito e que antes que ele ainda caia no esquecimento, quer divulgá-lo. Haja visto que integra parte importante de nossa história, daqueles que já se foram. É um símbolo dos que tinham poucos recursos (pobres) e que "lutavam" para sobreviver com o que tinham. Inclusive, improvisando com os materiais que estavam disponíveis. Em várias coisas, não tinham muito para escolher, nem conseguiam ter padrões tão rígidos como os que vemos imporem atualmente a este "índio velho". Pode consultar como fontes de informação nossos historiadores ilustres. Claro que defendo que devemos cuidar pra que tudo não vire uma mistura ( um afrescalhamento )de coisas totalmente estranhas à nossa cultura. Para manter-mos a coerência. Mas também não vamos, em nome disso, deixar de nos integrarmos, ou não vamos nos afastar da cultura platina, entrincheirados atrás de fronteiras criadas por gente que ficava com tudo e desprezava aqueles, considerados bandoleiros miseráveis no passado, enterrando-os. Para o entendimento dessa realidade devemos aceitar que tudo isso, coisas que havia no tempo das revoluções e antes disso, vestimentas e usos do tempo da caça do gado e produção de carne no campo (podemos usar pelo menos algumas coisas dessa época, não é?)eram coisas de pessoas que transitavam livremente por nossos territórios antes que houvessem as cercas, como dizem. Portanto, não me leve a mal, a minha indignação, mas não aceito rejeição a uma coisa que está nas minhas raízes, nem que ninguém vá me dizer como vou andar na rua, desde que decente (pois não irei pelado).
Sítio: *****
06/06/2009 16:03:10 José Itajaú Oleques Teixeira - Taguatinga / DF - Brasil
Prezada Naftalli! O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que, por estarmos sediados no Distrito Federal, não temos condiçoes de orientá-la quanto à localização de uma Casa de Pilchas nessa região de Arandu-SP. Contudo, em nossa página principal há um "banner" da Boutique da Tradição, de Passo Fundo-RS, da qual já tivemos a oportunidade de encomendar alguns apetrechos da indumentária gaúcha sul-rio-grandense. Assim, se for do teu interesse, faças contato com aquela Loja e te informes sobre essa possibilidade. Aproveitamos o ensejo para dizer-te que é preciso cuidado na hora de adquirir peças típicas da Tradição Gaúcha Brasileira, diante dos modismos e das importações que o mercado sem fronteiras vende hoje, muitos deles da Argentina, do Uruguai e do universo "country-texa-sertanejo". Dessa forma, caso precises de alguma orientação nesse sentido, sugerimos-te que dês uma olhada nas Diretrizes do MTG/RS para o uso correto da Pilcha Gaúcha Oficial do RS, encontrada no nosso espaço ONTG, quanto às cores, decotes, armação, bombachinhas, sapatilhas e outros itens que compõem a Pilcha Tradicional das Prendas Gaúchas Brasileiras. Com as Saudações Tradicionalistas segue o fraterno quebracostelas a essa prezada Vivente, do sítio BOMBACHA LARGA: na luta pela preservação das autênticas Tradições do Povo Gaúcho Sul-brasileiro!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
06/06/2009 15:14:08 naftalli de oliveira - Arandu / SP - Brasil
Olá! Gostaria de saber onde eu posso comprar trajes gaúchos? Obrigado!
Sítio: www.naftallicouros@uol.com.br
17/10/2008 22:26:43 Ariani - Jaguarao / RS - Brasil
Oii! Sou participante da Invernada do CTG Lanceiros da Querência, de Jaguarão! Estamos recém começando... e já estamos dançando muito bem!Estou a procura de modelos para a nossa vestimenta. Queremos usar o Chiripá; que tipo de vestidos, nós, prendas, deveráamos usar??? Desde já agadeço a atenção de todos... e, por favor, me ajudem! Saudações t+
Sítio: *****
29/07/2008 23:52:07 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Pablo. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que o ideal é que uses o chiripá apenas para a apresentação, especialmente se esta for realizada no início do baile. Contudo, se ela se der no meio do fandango é claro que podes dançar com o chiripá até o momento de se apresentar. O importante é saberes que o traje tradicional do gaúcho atual é a bombacha, não o chiripá. O resto é uma questão de bom senso. Aproveitamos para desejar a todos um ótimo trabalho e uma excelente Semana Farroupilha 2008! Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado, extensivo aos demais integrantes do grupo!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
29/07/2008 22:31:10 pablo - caxias do sul / RS - Brasil
Eu danço num conjunto de projeções folclóricas... e a gente vai fazer um baile agora em setembro. É um baile gaúcho no qual a gente vai se apresentar e eu gostaria de saber se para o baile eu poderia ir de chiripá ou apenas de bombacha. Desde já agradeço!!!
Sítio: *****
02/07/2008 20:19:20 João Henrique - CHUÍ / RS - Brasil
Gostaria de saber quando que tem festivais de gaita ponto no RS.
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02/07/2008 13:18:20 bruninho invernada castelo branco - jaguarão / RS - Brasil
Sou da Invernada Castelo Branco. Somos iniciantes, ainda, mas já dançamos muito bem. Nós temos 3 anos de Invernada e o nosso professor é o Emerson Feijó.
Sítio: *****
09/05/2008 20:16:12 Ivan Rodrigues - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Sítio Bombacha Larga, florão de Tradicionalismo. Dos exploradores da Cultura Tradicionalista Gaúcha pode-se esperar de tudo. E não causam mais tanto impacto porque se conhece sua maneira peculiar de se aproveitar do patrimônio cultural do Povo Gaúcho. O que assusta mesmo é Comerciantes e Empresários da nossa terra deturpando os usos e os costumes do Gaúcho Sul-rio-grandense, demonstrando um total desconhecimento das diretrizes do uso dos trajes históricos. A falta de conhecimento é grave e só compromete os que deveriam primar pela autenticidade, pois como Comerciantes e Empresários Gaúchos devemos todos mostrar o exemplo correto dos usos e costumes do Gaúcho do Sul do Brasil. Uma feira de empresas de calçado realizada em Novo Hamburgo (Fenac) dá um péssimo exemplo disso: http://novohamburgo.org/festacalcado2007/blog/category/fenac2007/page/2/ E como se não bastasse estarem sem o correto traje da Prenda Gaúcha, as vendedoras de uma das empresas que participavam da feira desfilavam nos estandes com o chiripá. Desconhecimento, desrespeito e falta do mínimo de bom senso. Não posso deixar de me perguntar: o que é mais grave? O explorador sem ética, o assassino da cultura ou o incauto sem senso e conhecimento cultural? Abraço a todos!
Sítio: *****
14/04/2008 19:49:45 Flávio Lucas - Indaial / SC - Brasil
Buenas e Santas a todos os gaúchos e prendas perdidos por este mundão afora. Precisamos, cada vez mais, preservar e divulgar a verdadeira tradição gaúcha, fator de orgulho de quem tem sangue rio-grandense na veia e que chora eternamente de saudades da terra querida... Um forte abraço a todos! Flávio Lucas - Indaial/SC
Sítio: *****
02/07/2007 22:34:11 RAÚL CARLOS BRODT - MACEIÓ / AL - Brasil
MEU CORDIAL BOA NOITE! PARABÉNS POR PRESERVAREM AS AUTÊNTICAS MANIFESTAÇÕES GAÚCHAS, ZELANDO PELA MANUTENÇÃO DA CULTURA TRADICIONALISTA DOS RINCÔES DO QUERIDO RIO GRANDE DO SUL. ACEITEM UM ABRAÇO QUEBRA-COSTELAS DESTE GAÚCHO DESGARRADO! RAÚL
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