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Vida de campeiro

 

08/08/2006 09:29:14
QUEM É GAÚCHO FIRMA O GARRÃO PELAS TRADIÇÕES DO RIO GRANDE!
 
Desfile Farroupilha: Encilha e Pilcha da antiga e campeira Tradição
dos Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul!
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O antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Rio Grande do Sul é um Bem Cultural Público pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. E se o Tradicionalismo é, por essência, um Movimento preservacionista, conservadorista da autenticidade das antigas Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, as regras aprovadas na VI Convenção de Tradição Gaúcha da CBTG - Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha - são muito bem-vindas no Meio Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. O que se espera, apenas, é que as referidas e reiteradas orientações culturais sejam efetivamente cumpridas e respeitadas. Por certo que, diante dos crescentes interesses pessoais, político-eleitoreiros, comerciais e econômico-financeiros, presentes nas últimas décadas no sistema Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, tal medida deve - ou deveria - contribuir para a garantia da preservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Apesar de redundantes, diante das antigas previsões contidas na Carta de Princípios do MTG Brasileiro, não deixam elas de serem necessárias nos dias de hoje. Podem até mesmo ser consideradas imprescindíveis para a real concretização dos verdadeiros Fins Culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. Desnecessárias seriam as novas prescrições se as Diretrizes da Filosofia de Atuação do Tradicionalismo fossem observadas, seguidas e praticadas por todos queles que se propuseram militar, de forma voluntária e isenta, no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Os Órgãos Federativos MTGs, Federações -, no cumprimento de suas obrigações institucionais, estatutárias e culturais de reguladores, orientadores e fiscalizadores das respectivas Entidades Tradicionalistas filiadas, têm o dever de bem cumprir integralmente a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira. E com maior atenção o item XX da Carta Tradicionalista, o qual inspira a todos - Órgãos, Entidades e Cidadãos Tradicionalistas Gaúchos - no que se refere aos modos de proceder e às atitudes práticas no sentido de se zelar pela pureza e fidelidade de nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais. Portanto, os protestos e as reações daqueles que se acham no direito de modificar, descaracterizar, integrar, mesclar e corromper as centenárias e campeiras Tradições Regionais do Estado do Rio Grande do Sul são atitudes naturais de quem só se preocupa com a exploração comercial e politiqueira do Tradicionalismo e do Patrimônio Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Brasileiros. Essas manifestações, no entanto, já são esperadas por todos. Porém, sabe-se que elas não se sustentam, por falta de fundamento lógico. Seus falaciosos argumentos tentam e tentarão, inutilmente, justificar os inúmeros atentados já praticados contra um Bem Público pertencente não só ao Estado do Rio Grande do Sul, mas também aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Os artistas gauchistas, comercial-nativistas, crioulista-mercosuristas, tchesista-urbanos e country-texa-sertanejos, suas bandas nacionais, seus patrocinadores sem fronteiras e os Tradicionali$ta$ de Oca$ião que os contratam ou os aceitam no Tradicionalismo sem o devido respeito à execução dos conteúdos morais, dos compassos e ritmos musicais da Tradição Regional Sul-rio-grandense e ao uso da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, todos estão a comungar dos interesses pessoais, econômico-fianceiros, comerciais e politiqueiros envolvidos nesse grave crime de lesa-cultura gaúcha brasileira. E se esses corruptos interesseiros algum dia levaram mais jovens para o interior de alguns Centros das Antigas Tradições Gaúchas dos Pampeanos Sul-brasileiros certamente que não foi por alguma motivação cultural regionalista-tradicional, tão pouco pela preocupação de divulgar-lhes os valores morais e tradicionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. A atual Juventude Tradicionalista não deixará o Tradicionalismo pelo simples fato de, eventualmente, ter assistido a uma apresentação de algumas dessas bandas musicais despilchadas, nacionais, ou por ter participado de um desses bailões da cerveja, aonde executam-se pancadões, panelões, maxixes, música country-sertaneja, forró e outras incoerências tradicionais sul-rio-grandenses e impropriedades tradicionalistas gaúchas brasileiras; ou, ainda, pelo fato de não vê-los mais nos palcos de seus CTGs. Como empresas comerciais que são, essas bandas e aqueles artistas gaúchos podem vender seus estilos comerciais e suas modas urbanas, importadas, e corromper a antiga Tradição Regional dos Campeiros do Rio Grande, desde que isso se dê longe dos palcos do MTB Brasileiro. E uma vez dentro dos CTGs – os Santuários, os Palanques, os Esteios das ações práticas de culto, zelo, defesa, preservação, retransmissão e correta divulgação das autênticas Tradições Gaúchas Sul-rio-grandenses – todos – Bandas, músicos e artistas gauchistas, gravadoras, patrocinadores - devem respeitar a Doutrina e a Filosofia do MTG e honrar o antigo Patrimônio Cultural, Moral, Regionalista-tradicional herdado dos Antepassados Gaúchos do Interior do Pampa do Rio Grande do Sul. Por isso, Órgãos, Entidades e Cidadãos Tradicionalistas Gaúchos, que seguem firmando o garrão pela aplicação prática da Filosofia Tradicionalista da Carta de Princípios do MTG Brasileiro e pelos atos efetivos de defesa das genuínas Tradições dos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense, merecem o nosso reconhecimento, diante do trabalho desenvolvido em prol da preservação da autenticidade das verdadeiras Tradições Regionais e da Identidade Cultural dos Gaúchos do Sul do Brasil, da valorização desse antigo e valioso Patrimônio Sociológico-tradicional pertencente ao Estado do Rio Grande do Sul, ao nosso país e a todo o Povo Brasileiro!

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10/08/2006 12:43:37 Renê Costa - Alegrete / RS - Brasil
Parabéns pela matéria! Espero que a mudança não tenha sido tardia e que seja cumprida. Que os CTGs tenham cuidado com as parcerias, pois elas inflacionam os valores dos Grupos Musicais, sem trazer benefício algum à Entidade, sem contar com os absurdos que vemos nas realizações desses "bailes"...
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09/08/2006 08:18:34 Ademir canabarro - Navegantes / SC - Brasil
Baita comentário! Se os grupos "tchê Music" alegam que eram eles que levavam o público para os CTGs, então por que estão reclamando da proibição? Se eles são a "corda", a caçamba vai atrás! Reclamam porque sabem que a mamata e o desrespeito tem de acabar! E por certo que sem a percussão, talvez nem mais saibam tocar músicas gaúchas. Parabéns ao MTG e à CBTG pela medida tomada; só assim para acabar com esse crime contra a Tradição Gaúcha do Rio Grande.
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