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Madrugador

 

26/08/2006 07:14:46
FOGO DE CHÃO: O FOGÃO CAMPEIRO DA TRADIÇÃO DO RIO GRANDE!
 
Galpão Crioulo da Tradição do Rio Grande:
fogo de chão, churrasco, charla e roda de chimarrão!
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As longas e frias noites de inverno, nas primitivas tribos indígenas, levaram os nativos a descobrir o fogo de chão. Próximos de suas ocas construíam locais onde as famílias reuniam-se ao redor do fogo, alimentado pela tradicional lenha do angico. Um pai-de-fogo, guarda-fogo ou tição-mestre garantia a sobrevivência da fagulha calorosa, que aquecia o gelo das noites grandes. As brasas encandecentes eram um verdadeiro convite para o doce aconchego, quando o frio parecia congelar o ideal, a vida e o próprio tempo (LAMBERTY, 1989). Fogão é o grande fogo de chão, que se acende no galpão das estâncias para o preparo do mate amargo e do churrasco. Também é o lugar em que se faz o fogo no ponto de reunião dos tropeiros e peões. Fogão é o mesmo que fogo de chão, acolhedor e símbolo da hospitalidade, uma vez que qualquer forasteiro, mesmo desconhecido, é admitido ao convívio dos que se reúnem em torno dele. (NUNES, Zeno Cardoso e Rui Cardoso. Minidicionário Guasca. Porto Alegre, Martins Livreiro Ed., 1986). Conservo a cambona e o mate cevado, um fogo desperto pra alma aquecer, que o nosso Rio Grande será sempre altivo e embora demude não há de morrer. (última estrofe da composição Sem choques, meu velho, de Lauro Corrêa Simões, musicada e defendida por Adair de Freitas, de Sant’Ana do Livramento, na Salamanca da Canção Nativa de Quarai-RS, aos 20 de outubro de 1985)

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