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Os Mirins:
Respeito ao Gaúcho, de Francisco Castilhos e Albino Manique

 

18/08/2005 18:02:05
RESPEITO É BOM, E A TRADIÇÃO GAÚCHA BRASILEIRA AGRADECE!
 
Banda Tchê Chaleira no CTG Tarumã, de São Gabriel-RS!!!???!!!
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O principal fim cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, sabe-se, é o de preservar o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Rio Grande do Sul. Porém, nessa atual economia de mercado o que se percebe é que os interesses econômico-financeiros superam em muito os culturais regionalista-tradicionais do Povo Gaúcho Sul-brasileiro. São Festivais chamados de Nativistas, mas organizados para atender tão-somente aos interesses do mercado musical; e outros erroneamente classificados de tradicionalistas, mas que na realidade são organizados por políticos locais e em benefício apenas de seus fins eleitoreiros, todos eles utilizando-se dos recursos que, no final das contas, advém do erário, ou seja, do dinheiro de um povo lesado no seu sagrado Direito Humano de cultuar e preservar seu Patrimônio Cultural Regionalista-tradicional. E são projetos culturais que ficam a mercê de todo o tipo de direcionamentos, menos no sentido da preservação daquela Cultura Popular que eles exploram e à qual se agarram como se ela fosse uma verdadeira muleta de ouro, a amparar os ilimitados e financeiros fins das máfias desse festejado setor. No entanto, o real objetivo desses Piratas da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense é apenas o de abocanhar os dividendos resultantes de um explorado e já extenuado Regionalismo Gaúcho Brasileiro. E assim acontece com a Música Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul. A liberdade, naturalmente, continua, por enquanto, ampla e irrestrita a todos. Um grupo de metaleiros, por um hipotético exemplo, a qualquer momento poderá, por razões meramente comerciais, optar por um público mais alinhado com a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense. E livre estará o referido grupo para se apresentar nos palcos com seus integrantes trajando tênis, bermuda, dorso nu, correntes e ganchos enfiados aonde bem entenderem. Poderá, igualmente, intilular-se até com um nome estrangeiro, atendendo às orientações dos marketeiros, próprios ou de suas gravadoras. Modificar estilos, posturas, ritmos, compassos musicais, tudo é permitido! No entanto, para que uma dessas bandas venha a animar um Fandango Tradicionalista Gaúcho de um evento ou de uma Entidade Cultural filiada ao Tradicionalismo deverá ostentar a correta indumentária típica e tradicional dos gaúchos sul-brasileiros: a Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul. Além disso, o repertório musical desses grupos - seus conteúdos, ritmos e compassos musicais - não poderá conter músicas nem instrumentos que não aquelas considerados típicos da antiga Tradição herdada dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Estado Sulino. E uma vez contratadas, por qualquer Entidade Cultural filiada ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, impedidas estarão tais empresas musicais do ramo do entretenimento de executarem ou venderem, nos palcos tradicionalistas, suas regravações sertanejas e outras composições estranhas à Música Gaúcha Tradicional Sul-rio-grandense, especialmente durante as comemorações da Semana Farroupilha, o que infelizmente há algum tempo já acontece no MTG Brasileiro organizado. Enfim, impor cláusulas contratuais no sentido de preservar o que é tradicional na Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul é um dever moral e uma obrigação estatutária de todas as Patronagens de qualquer Entidade do MTG Brasileiro. Essa é a Doutrina de Atuação a ser cumprida e efetivada no Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, pois seus fins continuam sendo os culturais de preservação do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense, fundado no Pampa Sul-brasileiro, da aplicação da Filosofia Tradicionalista - contida na sua Carta de Princípios - e do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Quanto às bandas musicais, nacionais, ecléticas, estritamente comerciais, nem gaúchas nem Tradicionalistas Gaúchas - que nada mais são do que simples empresas em busca de um resultado econômico-financeiro -, a questão é de mero bom senso. Todos os contratados devem respeitar os Fins Culturais, as Diretrizes e a Filosofia do Tradicionalismo contratante; todos eles, sem exceção, devem respeito à legislação sul-rio-grandense (Lei n. 8.813, de 10.01.1989) e a esse Bem Público: um Patrimônio Sociológico-tradicional pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro, composto das antigas, regionais e autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul! 

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05/04/2008 00:43:22 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com indumentárias de coloridos fortes, pretas, calças, cintas urbanas, coletes e lencitos atexanizados, botinhas à meia-canela, chapéus chaparral, claros, copa alta, aba caída, “countries”, e boinas coloridas importadas à cabeça dentro dos recintos cobertos e ao dançar; a masculinização comercial das Prendas Gaúchas; o maxixe, a "tchê music", a música sertaneja, o forró, a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e as provas comerciais crioulistas importadas do “universo texano” e outros assassinatos culturais regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista - "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Comercial-nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
04/04/2008 18:12:01 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida e coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando necessitar e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que nas chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
Sítio: *****
22/09/2005 10:37:53 José Itajaú Oleques Teixeira
Prezado visitante Paulo Romeu Braga, DD Patrão do CTG Querência nas Gerais, de Contagem-MG. O Bombacha Larga agradece a honrosa participação e o comentário postado. Aproveitamos para cumprimentá-lo pelo trabalho desenvolvido à frente dessa Digna Entidade Tradicionalista do Estado de Minas Gerais e pela luta em defesa das autênticas tradições do povo gaúcho! Parabéns! Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
18/08/2005 14:01:25 Paulo Romeu Braga
Mas bah, tchê! Pois não é dessa forma que temos agido aqui no CTG? Tradição é tradição, qualquer desvio é pura enrolação. CTG é CTG, clube de gaúchos é outra cousa. Muito boa matéria.
Sítio: *****
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