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Dançador de Shoth, de Adelar Bertussi

 

06/09/2006 09:11:47
RESPEITANDO E HONRANDO AS ANTIGAS TRADIÇÕES DO RIO GRANDE!
 
A histórica, típica e tradicional indumentária dos Antepassados
Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!
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Autenticidade à Tradição Gaúcha do Pampa do Rio Grande do Sul e fidelidade às suas origens! Esta é uma das finalidades da CBTG - Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha, conforme alínea h do art. 3º de seu Estatuto. A citada previsão, sintonizada com a Carta de Princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, está, por extensão, presente em todos os estatutos das demais Entidades Tradicionalistas do sistema MTG Brasileiro organizado. Preservar o nosso antigo Patrimônio Sociológico-tradicional representado pelo linguajar, vestimenta, música regionalista-tradicional, danças e princípios morais, dentre outros aspéctos da Tradição Sul-rio-grandense, é propiciar às novas e futuras gerações uma herança isenta das negativas e perniciosas influências impostas à riqueza cultural gauchesca do Rio Grande do Sul. Em outras palavras, preservar os antigos usos e costumes regionalista-tradicionais do Estado Garrão-sul do Brasil é fazer Tradição Gaúcha Brasileira! Não é razoável, portanto, nem admissível que alguém, por interesses meramente pessoais, politiqueiros ou comerciais, venha atentar contra aquilo que se constitui um valioso Patrimônio Cultural Regionalista-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro. Apenas como ilustração, perguntamos: poderia alguém imaginar a existência de um Movimento orquestrado para mudar as cores, a estampa quadriculada do tecido ou o comprimento do saiote tradicional dos escoceses, o kilt, sem a ocorrência de nenhuma reação por parte dos verdadeiros detentores daquele antigo patrimônio cultural herdado de seus antigos clãs? Ou, então, diante do surgimento de um MMD - Movimento Musical Desclássico, poder-se-ía alterar o estilo e os instrumentos tradicionalmente utilizados na música clássica, sem haver qualquer reação dos povos que a tem como um Patrimônio Histórico-cultural? Naturalmente que não! O que é tradicional e clássico, se alterado perderá a essência e o vínculo com as suas origens fundamentais, identificatórias, peculiares. Assim, não se pode permitir que dentro do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado possa haver exploradores trabalhando contra os Fins Culturais da própria instituição. E aqueles que não integram esse Movimento Cultural Regionalista-tradicional Gaúcho Brasileiro devem, no mínimo, dispensar o devido respeito aos seus propósitos conservadoristas, à preservação da autenticidade das Antigas Tradições Regionais que ele guarnece, as quais não pertencem somente a determinadas pessoas, físicas ou jurídicas, mas a todos os cidadãos brasileiros e aos demais entes acima referidos. Portanto, modificar a Tradição Regional e a Identidade Cultural do Estado Sulino e dos Gaúchos Brasileiros, por interesses pessoais ou setoriais, é uma ação ilegítima, condenável e desprezível. Como bem asseverou o nosso visitante Felipe Ruppes: “Tradição não se inventa: se cultua e se vive!”. Dessa forma, que os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros responsáveis pelo cumprimento dos Fins Culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro passem a exercer efetivamente os seus poderes e a cumprir os seus deveres de zeladores, conservadores e retransmissores dos autênticos e antigos usos e costumes regionalista-tradicionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, mantendo-os fiéis às suas origens sul-brasileiras. Quanto aos demais cidadãos - Tradicionalistas Gaúchos ou não - detentores desse rico legado cultural, esses têm o poder-dever de exigir, de quem quer que seja, o devido respeito à autenticidade da Regional Tradição do Rio Grande do Sul e à prática efetiva da esperada  fidelidade às suas antigas e campechanas origens!

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