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Os Monarcas:
Os de Bota e Bombacha, de João P. Leite,
Ben-Nir, Walther Morais

 

27/07/2005 08:41:40
AS ORIGENS DA BOMBACHA DOS GAÚCHOS DO RIO GRANDE!
 
Há um erro na presente figura: o colete faz parte do traje social,
não da pilcha de lida dos Antepassados Pampeanos do RS!
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A bombacha é peça típica da antiga e regional Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul. Ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, por determinação institucional-estatutária, cabe as ações de zelo, defesa, preservação e adequada divulgação dessa tradicional indumentária dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Quanto à origem da bombacha do Rio Grande, ela encontra-se fundada nas sobras da Guerra do Paraguai. Quanto à origem geral, esta encontra-se nas guerras coloniais inglesas, cujo costume era o de copiar as vestimentas dos povos conquistados. A bombacha seria, então, de origem turca. Mas há, também, a versão de que ela seria de origem árabe, uma vez que durante a invasão moura na Península Ibérica a calça larga do povo árabe teria se incorporado ao vestuário do norte da Espanha, na região chamada La Maragateria, que depois também fora trazida para a América do Sul pelos maragatos, durante a colonização. Nota-se que na Espanha também adotou-se o nome bombacho, o qual significa calça larga. No Rio Grande do Sul, a vestimenta passou a ser utilizada logo após a Guerra do Paraguai, pelos peões mais pobres, no trabalho das estâncias; depois, por todos, ou melhor, nem todos, pois os estancieiros naqueles idos tempos preferiam vestir-se conforme as modas européias, tal como acontece com muitos deles nos dias de hoje, em relação ao modo de vestir norte-americano. Todavia, seja qual for a sua história, o que mais importa para os gaúchos brasileiros é que a bombacha, desde a sua origem, sempre foi e deve continuar sendo, por Tradiçãoa calça larga dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul. Hodiernamente, no entanto, há uma tentativa de descaracterizar esse tradicional traje dos gaúchos sul-rio-grandenses. Cada vez mais estreita, com alças no cós e bolsos traseiros, o mercado sem fronteiras tenta aproximar a bombacha gaúcha do Rio Grande do Sul das calças justas dos cowboys, estimulando, também, o desuso da tradicional guaiaca nativa da região sul-brasileira, induzindo o jovem ao uso da cinta, à qual um grande medalhão com a inscrição Texas servirá de fivela, da guaiaca porchetão freio de ouro ou da rastra platina e seus florões espanhóis, do mercado texa-crioulista-mercosul. Os chapéus chaparral, claros, country-texa-sertanejos, em geraltentam substituir o tapeado de cores escuras sul-rio-grandense; os lenços de pescoço, históricos e tradicionais do Rio Grande, perdem espaço para os diminutos, pretos, estampados, ou exagerados com o uso por fora da gola da camisa, com pontas triangulares, ou virados no estilo Jacques Leclair; as camisas sóbrias de mangas longas e cores claras, neutras, amenas, dão lugar para as de cores pretas e de tons fortes, berrantes, como a vermelha, a azulão, a amarelão, a verdão, todas sem qualquer correpondência com a vestimenta tradicional oriunda daqueles comedidos gaúchos do interior, que forjaram a Tradição Gaúcha do Rio Grande. É a moda dos mercados tentando dizimar o Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Mas não tá morto quem peleia, chê! Enquanto existirem, no Rio Grande e no Brasildescendentes dos Farroupilhas, sempre haverá quem defenda os autênticos usos e os genuínos costumes tradicionais dos Gaúchos Brasileiros! E os Tradicionalistas certamente que não se deixarão influenciar por esses nefastos interesses de índole meramente comercial. Essa antiga e regional Tradição Gaúcha têm dono: o Estado do Rio Grande do Sul, os Sul-rio-grandenses, o Brasil e todo o Povo Brasileiro! Aos Assassinos Culturais e Exploradores do Patrimônio Cultural dos Sulistas Brasileiros fica a frase exposta no Galpão Crioulo do CTG Estância Gaúcha do Planalto, de Brasília-DF, que bem demonstra a fibra dos Monarcas Sentinelas das Coxilhas do Rio Grande do Sul: "A única coisa que eu tenho medo é que pensem que eu tenho medo! - Assina: O Gaúcho”!

 

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27/08/2013 12:36:09 Henrique - Porto Alegre / RS - Brasil
Eis aí subsídios sobre a principal indumentária do RS.
Sítio: *****
22/07/2011 12:00:46 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / RS - Brasil
Meu prezado Aureliano, da cidade de São Chico, pra responder não me achico a esse Vivente serrano. E, de pronto, me irmano com a Carta de Princípios, onde estão os auspícios do MTG Brasileiro, na defesa do campeiro patrimônio dos patrícios. Besteira e sacanagem se vê muito, é verdade; também se vê a inverdade tentando obter vantagem e a alterar a imagem tradicional do campeiro. É o tudo por dinheiro na cultura do meu chão, a corromper a Tradição do Gaúcho Brasileiro. Talvez o povo escocês, pela falácia da cerca, o uso do kilt ele perca porque o saiote xadrez lhe provoca a desnudez de glúteos em flacidez; ou, quem sabe, talvez, não sejam tradicionalistas os que defendem as conquistas de um Rio Grande camponês. Tradicionalistas de Oca$ião não são Tradicionalistas, são meros "Comercialistas Exploradores da Tradição"; pelo voto e o cifrão modificam com ardil a estampa, o porte viril, com atos corruptivos, costumes e usos nativos dos Campeiros do Brasil. Há quem ignore a Cultura, a História e a Tradição Regional do próprio chão. Mas diante da essência pura ninguém diminui a estatura moral de um sulino pilchado; o “gaúcho" esculachado é o só sul-rio-grandense, meio texano e platense, de calça e lencito virado!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
21/07/2011 10:37:16 Aureliano Gomes de Souza - São Francisco de Paula / RS - Brasil
Quanta besteira ocupa a mente dos tradicionalistas. Bem diziam os antigos que mente desocupada é curral de sacanagem. Pois agora em sua ignorância partem em cruzada pela largura das bombachas... A maior parte dos tradicionalistas não passa de incultos citadinos que pouco sabem da vida campeira, jamais domaram um cavalo e menos ainda conhecem da pecuária. Será que a tal bombacha larga é prática para transpor uma cerca de arame farpado? pular em um brete para tocar uma rês e enganchar em um prego? Passar a cavalo em uma sanga ladeada de suricás? Pois eu vejo mais tradicionaistas como gordos pachorrentos travestidos no que eles pensam ser o centauro dos pampas enquanto tomam mate sentados em frente a seus computadores. Para eles o gaúcho é um dançarino de salão. Dancinha do pezinho... Não admira nós gaúchos sermos vítimas de piadas estilo Casseta e Planeta, nos julgam pelos membros do MTG.
Sítio: *****
16/03/2010 01:39:45 Bombacha Larga - Brasília / DF - Brasil
Prezado Daltro. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste este espaço cultural tradicionalista gaúcho. A natural discordância e o direito de expressá-la neste sítio tradicionalista é uma garantia assegurada a esse prezado Vivente. O conflito de opiniões, e de interesses, faz parte da prática democrática. E assim como justificastes o teu posicionamento diante do tema debatido, de nossa parte também elencaremos, a seguir, os nossos argumentos a respeito da posição firmada no teor da matéria comentada: 1) nos dicionários o termo “bombachas” é definido como a calça larga dos gaúchos; portanto, o ato de torná-la uma calça justa estaria descaracterizando a sua essência de peça típica e tradicional, a qual revela a Identidade Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro; 2) nos dicionários o termo “tradição” significa usos, costumes, idéias e valores morais conservados num povo pela transmissão de pais para filhos, de geração em geração; as imposições comerciais sem fronteiras de ginetes não tradicionalistas, introduzidas há cerca de 15 ou 20 anos por interesses meramente comerciais, não podem ser consideradas como da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul; modismos comerciais do Mercado “Mercosur”, arbitrariamente impostos, não podem ser considerados como se fossem da centenária Tradição Regional dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, retransmitida de pais para filhos, pelas gerações, até os dias atuais; 3) aqueles que usam calças estreitas – e calça estreita não é bombacha! – não podem ser considerados Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros; e se não podem, o que estariam eles fazendo no MTG Brasileiro, cuja Diretriz Cultural para o uso da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS prevê a largura da bombacha compatível com a sua etimologia? Estariam eles Fazendo Tradição do Rio Grande? 4) toda a bibliografia gaúcha brasileira séria mostra que a bombacha larga é própria dos gaúchos da Fronteira e da Campanha; se na Serra a bombacha fora estreitada por paulistas tropeiros e imigrantes, esse é um fato sociológico-regional, mas não tradicional, e não representativo da indumentária tipica e tradicional dos gaúchos do interior do Rio Grande do Sul, de origem fundada no Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense, o qual não está fundado na região da Serra, mas no Pampa Sul-rio-grandense; e se jovens do “Crioulismo” – do comércio de cavalos Crioulos de toda a Sul-américa, e, também, dos “Appaloossa”, “Paint Horse” e muitos outros cavalos estrangeiros – estão trajados, hoje, com calças com alças no cós para as cintas urbanas, e com boinas coloridas de outras plagas, e lencitos estampados, pretos, virados à la moda texana, certamente que esses não são Gaúchos Brasileiros, mas modistas influenciados pelas capas dos CDs dos artistas “gauchistas”, “crioulistas”, “nativistas”, “mercosuristas”, todos a serviço do mercado musical sem fronteiras e a fomentar modismos de outros globalizados mercados, especialmente aquele que visa fundir as culturas regionais de Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, em busca do mairo número possível de consumidores nem gaúchos nem tradicionalistas gaúchos brasileiros, porque estes, se realmente trdicionalistas, não se submetem a essa desnaturação da verdadeira Tradição do Rio Grande do Sul; 5) se muitas RTs estão a permitir tudo isso nos seus Rodeios não mais Crioulos da Tradição dos Campeiros do Rio Grande, é porque eles não mais Fazem Tradição Sul-rio-grandense, mas Corrupção Comercial, uma vez que estão a desrespeitar a Carta de Princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, os Estatutos e os Regulamentos do MTG a que se encontram filiados, em conluio com os politiqueiros e "seus" recursos públicos; e se eles transformaram Entidades Culturais Preservacionistas sem fins lucrativos em Empresas Comerciais com elevados prêmios a quem só visa obter vantagem econômica, com gineteadas sem Pilcha Oficial e de Honra do RS e com sedéns, infringindo a legislação sul-rio-grandense e brasileira com crimes de maus tratos aos animais; e se eles assim o fazem com as touradas, as gineteadas em bois e em ovelhas (!?!), as orações à N. Senhora Aparecida dos "Country-texa-sertanejos"; e se eles não proíbem, desrespeitando os fins culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, os chapéus chaparral, claros, as boinas coloridas importadas, as camisas pretas, vermelhas e de cores fortes; as calças “jeans”, as “chaparreiras”, o arreio sem pelego grande, o laço desapresilhado, as cordas texanas, o tiro da laço encostado na cabeça do animal, o pealo "bolcado" e a extinção do pealo de cucharra; se eles também não proíbem as “Bandas” dos “Tchesinhos Urbanos”; as duplas e os artistas sertanejos; as Bandas de Forró; as danças do maxixe e outras indecências, em seus Bailões Comerciais da Cerveja para 5 mil pessoas ou mais, em nada condizentes com um Tradicionalismo sem fins lucrativos criado para o culto, o zelo, a defesa, a preservação e a correta divulgação das autênticas, das verdadeiras Tradições dos Campeiros do Rio Grande do Sul, então comprovado está que eles não são nem gaúchos brasileiros nem Tradicionalistas, mas apenas Calaveiras da Tradição do Rio Grande e Picaretas do MTG Brasileiro; 6) a bombacha sempre proporcionou maior liberdade de movimentos para o gaúcho campeiro do Rio Grande, em todas as suas lidas campeiras; se as preferências ou comodidades pessoais devessem ser todas atendidas, então não teríamos mais a antiga Tradição de todo um povo, mas infinitas particularidades, conveniências, vantagens de ordem pessoal; imaginemos o Príncipe Charles, quando em homenagem à Tradição – antiga – de seu clã ancestral, resolvesse, por particular conveniência, trocar o “kilt” escocês por uma calça justa, no instante em que fosse cruzar uma cerca de 6 ou 7 fios de arame farpado, seja com o fim de evitar mostrar suas partes glúteas ou por outro motivo qualquer; será que ele “assassinaria” a Tradição antiga de seus antepassados, por mera conveniência pessoal? 7) o Mercado “Country” não tem levado somente seus “Rodeos” texanos para o Sul do Brasil, mas também aquela mesma moda que eles fortemente impuseram aos brasileiros, após a Segunda Guerra Mundial, motivo pelo qual houve a reação do Grupo dos Oito Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, em 1947, e, depois, a fundação do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; e não é por acaso que se tem visto no interior dos Centros de Tradições Gaúchas dos Campeiros do Rio Grande a presença do chapéu à cabeça, inclusive no ato de dançar; e o aumento do uso do chapéu branco chaparral e do “country-texa-sertanejo”, junto às camisas de cores fortes, em quase todos os pseudos "eventos tradicionalistas gaúchos brasileiros”; 8) quem não é Tradicionalista certamente que não criticará os meios utilizados na Corrupção Cultural Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense; contudo, aos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros cabe o cumprimento dos objetivos institucionais, estatutários, e dos Fins Culturais do MTG Brasileiro, de preservação da autenticidade do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul; de preservação do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense – caracterizado pela região do Pampa Sul-brasileiro -; e de preservação do Filosofia de Atuação Tradicionalista trazida na Carta de Princípios do Tradicionalismo Gaúcho do Brasil. Portanto, a finalidade do Tradicionalismo e dos Tradicionalistas é a preservação da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul, e não a sua deturpação, desnaturação, modificação, substituição, integração-fusão, corrupção, seja por motivos pessoais, comerciais, econômico-financeiros, político-partidários, eleitoreiros, ou outros; 9) ser Tradicionalista Gaúcho Brasileiro não é ser reacionário, mas ser coerente cultural, regional e tradicionalistamente diante da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense; ser Tradicionalista é ser, quando necessário, revolucionário, como o foram os jovens de 1947, nas suas reações contra o aviltamento da Cultura Tradicional de sua Terra Gaúcha Brasileira, diante dos resultados do crime de lesa-cultura regional implementado pelo governo Getúlio Vargas, em 1937, e das investidas comerciais norte-americanas, as quais até hoje tentam substituir nossos usos e costumes gaúchos tradicionais pelo seu modelo universal de vaqueiro, que lhes rende bilhões de dólares de retorno, enquanto nossos “gaúchos” trocam seus lombilhos, serigotes, bastos, pela sela deles; seus chapéus tradicionais, de tons escuros, tapeados, pelos texanos “chaparral”, brancos, “countries”; seus lenços de pescoço com História Regional, pelos lencitos de “cowboy”; suas guaiacas sul-rio-grandense, pelas cintas urbanas com medalhões; suas bombachas regionais, típicas e tradicionais do Rio Grande, pelas calças corridas justas, “jeans” apertados; suas botas regionais, de cano alto, por botinhas cada vez mais próximas daquela dos vaqueiros do Texas; suas camisas sóbrias, de cores claras, amenas, neutras, pelas de cores pretas, vermelhas e outras fortes, berrantes; seus laços de couro cru, trançado, pelas cordas dos vaqueiros norte-americanos; enfim, para alguém ser um Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, hoje, há de ser um revolucionário, como foram os integrantes do Grupo dos Oito, e lutar para que toda essa Corrupção Cultural desenvolvida no próprio MTG Brasileiro - com as estruturas físicas de muitas das suas Entidades Tradicionalistas filiadas assaltadas por “Crioulista-mercosuristas”, “Comerciais-nativistas” e outros “Comercialistas” sem qualquer compromisso com os Fins Culturais, a Doutrina e a Filosofia de Atuação do MTG Brasileiro, todos eles com fins mais econômico-financeiros, comerciais ou eleitoreiros, do que propriamente culturais de preservação do Patrimônio Sociológico-tradicional do Rio Graande do Sul, pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro -, venha a ser mudada, com o retorno do Fim Maior do Tradicionalismo, que é o de preservar esse Bem Cultural Público e a Identidade Regionalista-tradicional do Povo Gaúcho Sul-brasileiro; 10) se a Carta de Princípios do Tradicionalismo exige o zelo da pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais (art. 20), nada impede que o jeito tradicional de assar o churrasco gaúcho do Rio Grande seja feito em fogo com carvão, na impossibilidade do uso de lenha; naturalmente que o ato de culto e preservação da antiga Tradição Gaúcha dos interioranos do Rio Grande, regulamentado no Estatuto do Primeiro Centro de Tradições Gaúchas dos Campeiros do Rio Grande, o 35 CTG de Porto Alegre, não considerou como empecilho à sua concretização a presença da luz elétrica ou a de banheiros; se “tradição” significa usos, costumes, idéias e valores morais conservados num povo pela transmissão de pais para filhos, de geração em geração, naturalmente que os pais não repassaram para seus filhos, no Estado do Rio Grande do Sul, o uso do candeeiro nem o costume de se ir aos pés no capão próximo às casas, ou atrás da mangueira, etc; e se o revólver e a faca não são usados na cintura, seja porque há legislação que impede o uso do primeiro e diretriz tradicionalista que regula o uso da faca nos fandangos, isso não tem o condão de anular a tradição do uso de ambos, os quais foram repassados, de pais para filhos, até o momento em que encontraram seus limites impostos pela sociedade, por razões, naturalmente, de segurança pública, o que não retira, por ser da Tradição, o uso do coldre na guaiaca, pois a este legislação alguma há que o impeça de ser usado em homenagem ao costume tradicional dos campeiros de sair para as lidas de campo portando o seu revólver, por uma questão de precisão; nem retira o uso da faca, em determinadas provas campeiras e no ato de cortar carne, pois faca é um utensílio que se usa, corriqueiramente, em qualquer cozinha e no manejo dos alimentos; se a salada que é servida hoje em determinado ambiente tradicionalista gaúcho tem sido a essencialmente italiana, dependendo do tipo dessa salada ela não poderá ser tida como representativa do uso dos campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, não podendo tal prato ser considerado típico e tradicional da Tradição do Rio Grande; assim as carnes feitas em chapas de arado, “grill”, e outras comidas que não representam o uso e o costume dos interioranos do Pampa Sul-rio-grandense; 11) se a Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul foi forjada, especialmente nos séculos XVIII e XIX, basicamente pelo tripé português-açoriano-luso-brasileiros, índios locais e negros presentes no território sulino, com a bombacha sendo usada já na Guerra do Paraguai (1864-1870), passando, no retorno da guerra, a fazer parte da indumentária dos peões de estância, com seu uso retransmitido, por Tradição, até os dias atuais, em que pese as referidas imposições comerciais dos Mercados “Mercosur” e “Country-texa-sertanejo”, que pretende nivelar tradições regionais, fundindo-as em uma só, por razões óbvias de mero comércio, o fato de os europeus terem usado culotes nada representa para a Tradição desses Campeiros do Sul do Brasil; 12) o texto da matéria acima publicada, em nenhum momento afirmou que a bombacha “só tem origem turca” (vide comentário abaixo postado, no dia 27.07.2007); e no Decênio Heróico (1835-1845) é natural que oficiais e soldados usassem culotes, uma vez que o uso da bombacha no Rio Grande veio a se dar somente em 1870, com as Tropas de Manuel Osorio, na Guerra do Paraguai; e, além disso, a Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul tem origem nos peões de estância, e não nos militares, nos fazendeiros ou nos citadinos; 13) como visto, nem a etimologia da palavra nem a História da bombacha da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul permitem essa criminosa modificação na principal peça da Pilcha Gaúcha Masculina Sul-rio-grandense, oficializada como peça oficial do Traje de Honra e de Uso Preferencial no Estado do Rio Grande do Sul, pertencente à indumentária denominada Pilcha Gaúcha Sul-rio-grandense, a qual só assim poderá ser considerada quando com autenticidade reproduza, e com elegância, a sobriedade da nossa indumentária histórica, conforme os ditames e as diretrizes traçadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho, podendo vir a substituir o traje convencional em todos os atos oficiais públicos ou privados realizados no Estado, nos termos da Lei Estadual/RS Nº. 8.813, de 10 de janeiro de 1989. E o que as Diretrizes do MTG-RS estabelecem para a bombacha é que a mesma não venha a ser confundida com uma calça (http://www.mtg.org.br/Doc_site_PDF/DIRETRIZES%20PARA%20AS%20PILCHAS%20e%20ENCILHAS.pdf); assim, se alguém, inadequadamente pilchado, for barrado nos Ambientes Tradicionalistas, estar-se-á apenas cumprindo os objetivos e os fins culturais de um MTG Brasileiro preservacionista da autenticidade regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense, o que será pouco provável que aconteça, nos tempos presentes, diante dos interesses político-partidários e comerciais que hoje a tudo “flexibilizam” e a tudo corrompem no Meio Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Quanto ao custo da Pilcha Gaúcha Sul-rio-grandense Tradicional, as Entidades Tradicionalistas, à luz da Carta de Princípios do MTG Brasileiro, podem estimular e amparar as células que fazem parte de seu organismo social (art. XXI), nada lhes impedindo que organizem eventos para angariar fundos e ajudar aos economicamente necessitados na aquisição de Pilchas Gaúchas Tradicionais, de acordo com suas previsões regulamentares e a legislação estadual sul-rio-grandense. Mais uma vez agradecemos a tua importante participação, neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Com as Saudações Tradicionalistas segue o nosso cinchado quebra-costelas a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
15/03/2010 19:17:19 Daltro José Wesp - Passo Fundo / RS - Brasil
Prezados mantenedores do sítio Bombacha Larga: José Itajaú Oleques Teixeira, Rodrigo Marques Teixeira e Rafaela Marques Teixeira, e Ademir Canabarro, Navegantes/SC. Lendo sobre o tema origem da bombacha, discordo de que haja uma tentativa de descaracterizar este traje, aproximando-os das calças justas dos cowboys. Conheço várias regiões do RS. Hoje, na fronteira com o Uruguai é uma influência dos ginetes uruguaios que usam bombachas estreitas, nas vestimentas dos peões de nossas estâncias, esta influência vem de 15 a 20 anos ou mais. Grande parte da juventude tradicionalista, homens e mulheres, está utilizando bombachas estreitas. A bombacha missioneira e a dos campos de cima da serra sempre foi mais larga que a do gaúcho serrano. Vestem bombachas estreitas, também, os campeiros jovens, principalmente, os que se caracterizam por lidar com ovelhas e cavalos crioulos. Muitas regiões tradicionalistas já não proíbem mais nos torneios de laço a bombacha estreita. Quem monta ou lida no campo sabe que a bombacha estreita é mais confortável e cômoda. Imagine você “passar” uma cerca de 05 ou 07 fios de arame farpado com bombacha larga. Esta situação, quem é campeiro, diariamente enfrenta. Quanto ao uso da fivela, não tenho presenciado que confeccionadores de guaiacas utilizem a fivela dos cawboys americanos aqui no RS. O que observo são cintos mais largos com fivela tradicional de couro de capincho usados em bombachas estreitas por jovens que freqüentam bailes de conjuntos campeiros. Nenhum jovem campeiro ousaria utilizar uma fivela de cawboy em cinto ou guaiaca com bombacha. Seria ridicularizado. Penso que ao invés de ficarmos criticando os meios, temos que preservar as finalidades. A finalidade é a cultura da tradição gaúcha. Ser tradicionalista não é ser reacionário, aquele que não quer mudar nada, e muito menos revolucionário, aquele que quer mudar tudo. Vejam vocês que, muita coisa mudou por necessidade de adaptação à modernidade. Exemplo: o prédio dos CTGs, a luz elétrica, os banheiros, o modo de assar o churrasco, o código florestal não permite a utilização de lenha, sem licença, é proibido o uso do revólver na cinta e da faca também (Código Civil e Penal), instrumentos musicais adaptados, na culinária as saladas oferecidas hoje são de descendência da colonização italiana. Os europeus usavam culotes e as mulheres vestidos compridos, basta ver as expedições marítimas, fotografias de famílias imperiais ou de pessoas de destaque pós idade média. O nordeste brasileiro, pelo calor, suprimiu a bombacha como vestimenta dos homens, mas preservou o vestido cumprido nas danças folclóricas para mulheres. Eu não diria que a bombacha só tem origem turca. Ela é beduína, árabe, o império brasileiro comprou grande quantidade de bombochas, sobra de Guerra da Criméia, para que os gaúchos vestissem na Guerra do Paraguai que é posterior a Revolução Farroupilha. No decênio heróico os oficiais e soldados também usavam culote, segundo hierarquia, graduação ou posto. Achei muito forte a crítica a bombacha estreita. Vai servir para que alguma “topeira gaudéria” proíba os jovens que a usam de entrarem nos CTGs. Chamo a atenção, também, que o custo da indumentária gaúcha tradicional, às vezes, impede que uma família de 3 a 4 homens compareçam as festividades devidamente pilchados. Aja dinheiro. Agradeço a atenção de vocês. Um abraço, Daltro José Wesp Passo Fundo RS.
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27/07/2009 15:32:41 Jôse Lisboa - Santana do Livramento / RS - Brasil
Olá, gauchada! Sou Jôse Lisboa, intérprete da nossa música, e gostaria de receber desenhos ou sombras de casais dançando a nosssa música fandangueira, para fazê-los em minha parede. Um abraço bem cinchado!!!
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27/07/2009 12:49:52 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / DF - Brasil
Algumas considerações a respeito do assunto abordado na matéria são necessárias, com o fim didático de melhor esclarecer a História da bombacha sul-rio-grandense: 1) algumas bobagens já foram escritas a respeito da origem da bombacha do Rio Grande, e historiadores, tendenciosamente ou não, já deturparam a origem dessa peça tradicional dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul; 2) a origem da bombacha no mundo nem interessa muito aos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, uma vez que estes estão mais preocupados é com a preservação da calça larga herdada dos antepassados gaúchos do interior do Pampa do Rio Grande do Sul; 3) contudo, se conhecimento não ocupa espaço, nunca é demais saber-se que com a invasão árabe ocorrida na Península Ibérica, em 711, restou a portugueses e espanhóis algumas heranças culturais, deles herdadas, como as calças largas, as guaiacas, os alforjes, dentre outras mais; 5) mas não se deve esquecer, também, que se as tropas brasileiras, uruguaias e argentinas, comandadas por Osorio na Guerra do Paraguai (1865-1870), com um contingente composto por uma grande maioria de brasileiros, já vestiam as bombachas como uniforme de guerra, provisionadas que foram pelo exército inglês; que essas bombachas já haviam sido usadas anteriormente em outras guerras, como a da Criméia, entre Rússia e Turquia, em 1853 a 1856, notório é que a entrada dessa peça masculina típica da atual indumentária gaúcha sul-rio-grandense deu-se, preponderantemente, não por meio dos uruguaios e suas influências recebidas dos imigrantes da região da Maragateria espanhola, mas por intermédio dos soldados sul-rio-grandenses que retornaram da Guerra do Paraguai e voltaram para as suas lides de peões campeiros, nas estâncias do Rio Grande. E foi com essa mesma calça larga, que proporcionou a eles agilidade e destreza nas batalhas, que os gaúchos campeiros sul-rio-grandenses usufruíram da ampla liberdade de movimentos, por ela proporcionada nos seus trabalhos de campo, com os cavalos e o gado. Assim, para os verdadeiros Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros segue valendo aquele antigo e conhecido adágio gauchesco popular sul-rio-grandense, que assim classifica as alterações promovidas por interesses que não os culturais regionalista-tradicionais sul-rio-grandenses: “Mais apertada que bombacha de fresco!”, uma vez que as calças estreitas, hoje enfiadas na região glútea de alguns Viventes, sem cós largo e com alças para as cintas urbanas, nunca foi, não é e jamais será a bombacha da Tradição dos Gaúchos do Rio Grande!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
08/02/2009 17:53:38 amauri patene - laranjeiras do sul / PR - Brasil
Bah! Que beleza saber que ainda tem gente de coragem, para denunciar esse falso modernismo q estão fazendo com a nossa pilcha. Se querem usar calça justa, vistam cola, não bombacha. Chê! Q o Patrão Velho te dê forcas pra continuar peleando, aí. Um quebra-costelas bem cinchado a todos!
Sítio: *****
09/09/2008 14:48:30 Laura Neves - Chavantes / SP - Brasil
Gostaria de parabenizar o pessoal do site! Estou fazendo um trabalho para uma universidade do PR, sobre a cultura gaúcha... e este site ajudou muito. A cultura gaúcha é impressionante! E é bom ver q ainda existem pessoas que lutam pra manter a tradição!
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27/07/2008 19:29:25 joao lawrence ortigosa - presidente prudente / SP - Brasil
Estive, recentemente, a passeio pelo Rio Grande do Sul, nas cidades serranas, e confesso que me causou espanto o fato de que o gaúcho está se distanciando das suas origens, pois como se evidencia neste sítio também está se vestindo como "texano". Aqui no estado de São Paulo, desde há muito se perdeu a tradição de andar trajado, pois para quem desconhece, aqui também se usou bombacha, inclusive com o uso de polainas, com guaiacas e chapéus, como se comprova pelos registros dos antigos tropeiros que viajavam até o então Mato Grosso, para trazer o gado com suas comitivas (existe um grupo, da cidade de Tanabi, que segue no combate da falta de tradição - confira-se em www.comitiva.boisoberano.nom.br). Apesar de ser paulista, tenho toda a pilcha do gaúcho. Sou criador de muares e preservo tudo aquilo que é do brasileiro, inclusive só ando de chapéu estilo brasileiro. Acordem, gaúchos, lutem pelas vossas tradições e façam incluir nas programações locais nao só as classificatórias ao Freio de Ouro, mas também as demais modalidades de competições dos gaúchos!
Sítio: *****
27/07/2008 15:42:25 Diego, Fermina e Ervandil - São Gabriel / RS - Brasil
Parabéns pela iniciativa! O site é muito interessante e conta com boas informações para quem deseja saber um pouco mais sobre as tradições gaúchas. Um abraço.
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28/06/2008 17:01:56 Tanise Oliveira - Bagé / RS - Brasil
Olá! Este artigo me foi de muita ajuda em um trabalho da Faculdade de Jornalismo sobre vestimentas. Obrigado! Um grande abraço!
Sítio: http://http://www.bombachalarga.com.br/ver_materia.php?id=3
21/04/2008 18:21:18 OLLI da Costa - goiania / GO - Brasil
A elitizacão e o olhar positivista facilitam a acão etnocêntrica americana rumo à aculturacão.
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10/02/2008 21:49:01 alexandre - lisboa / TO - Portugal
Bem dito, Rodrigo!
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10/02/2008 21:45:57 telma - lisboa / Brasil
oi tudo fixe eu n percebo nada desta música tá xau bey bey
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10/02/2008 21:42:58 camila - porto / Portugal
Quem me dera que falasse de Chipre. É que eu preciso, para um trabalho...
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06/11/2007 01:07:09 marlon luiz santos - cascavel / PR - Brasil
Porra! Aí, sim! Hein? Sou filho de segunda geração de libaneses e sei oke eh manter kultura, porra, no Brasil! Eh foda! Mas graças a homens e mulheres komo o gaúcho, ai, e minha vó, eu tenhu um poko de kultura no meu korasaum e na minha mente, e por isso sei ki infelizmente poukas regiões komo o norte, o nordeste e o sul do país tem realmente kultura no sangue, pq o resto ou é novela ou é a merda de música de merda! Parabéns, gaúcho; e a todos os brazukas ki ainda mantêm as suas tradições de raízes!
Sítio: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=1111483989031806912&pcy=1&t=0
27/07/2007 05:51:17 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Felix. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o comentário postado em 21.06.2006. Quanto ao teor deste, somos obrigados a fazer algumas observações, a fim de esclarecer as informações contidas no artigo publicado. Primeiro: o título da matéria é claro ao se referir à bombacha do Rio Grande do Sul, e não à da Argentina ou do Uruguai, embora a essência delas esteja de certa forma interligada. Segundo: pareceria ilógico que imigrantes de regiões onde eram usadas bombachas não as levassem consigo para aonde fossem. Terceiro: o que o texto informa é que ainda há alguma inconsistência histórica no que se refere à origem da bombacha do Rio Grande do Sul, entendendo-se a palavra "origem" como a primeira procedência, o ponto de partida, a proveniência, o nascimento. Quarto: o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul cultua, zela, defende, preserva e divulga os usos e os costumes tradicionais dos gaúchos sul-rio-grandenses, brasileiros, não os dos países vizinhos, não as propostas de nivelamento ou fusão cultural do Mercado do Sul - Mercosul, não os modismos de mercado, não os dinamismos decorrentes dos interesses de "la plata". E quinto: é para colaborar com a redução dos "achismos" que reproduzimos aqui o seguinte texto: "As Bombachas (...)- A bombacha teria sabidamente sido usada na China e na Turquia. As bombachas, por serem confortáveis, foram adotadas pelos franceses na Guerra da Criméia, por volta de 1855. Foram também usadas na guerra contra a Itália, em 1859, pela cavalaria gaulesa. As bombachas originárias do sarouel dos Zuavos ajustam-se com a moda francesa, tornando-se uma vestimenta permanente entre os seus soldados. Com o pedido de independência de suas colônias americanas, os franceses trazem para a América seus soldados vestidos com bombachas para enfrentar os mexicanos, em 1863. Os ingleses e os portugueses também usam as bombachas, assim como os camponeses espanhóis em suas províncias da Maragateria, Leon, Astorga, Galícia, Murcia, Valência e Andalucia. No Brasil, a bombacha aparece primeiramente no exército do Rio e São Paulo, sendo depois transferida para as roupas militares do sul. No entanto, o comércio provindo da fronteira uruguaia também facilita sua penetração em Rio Grande, espalhando-se em seguida por todo o Estado (www.terrabrasileira.net/.../trajes/g-calca.html). E, para finalizar, lembremos ainda que bombacha, conforme a etimologia da palavra, significa "calça larga"; e não as bombachitas que o dinamismo das grifes fazem vender aos incautos das tendências modistas, mas que não atingem aqueles que são, realmente, Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros! Saudações Tradicionalistas a esse prezado missivista!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
21/06/2006 20:27:40 felix corti - caxias do sul / RS - Brasil
Amigos! Tenho comprovado que no ano 1776 chegam a Carmen de Patagones (ARG) e a San José (Uruguay)imigrantes espanhóis vindo das "maragaterias" de Astorga, Pcia de León (ESP); foram sempre tropeiros com lenço vermelho, bombachones, e davão muito valor à "palavra" empenhada. A eles devemos as bombachas, o termo maragato associado ao lenço vermelho e a palavra do gaúcho, que é uma riqueza trazida do berço. Tenho Material disponível. Paremos de tanto "hachómetro" e investiguemos mais. Toda a vida é dinâmica e não é possivel freiar todo. O MTG deveria guardar em seu museu todas manifestações tradicionais e zelar por elas, mas o CTG deve acompanhar o dia-a-dia. Não é facil levar novos adeptos a nossa tradição se não somos flexíveis,(não confundir com tchê music). O chamamé é netamente correntino (Arg); se desejo ver o autêntico devo ir lá... mas asseguro a vocês que o rio-grandense baila muito mais bonito e melhor que os Correntinos. Qual é a explicação? O dinamismo fez com que a "JINGA" brasileira botasse movimentos belos e acompasados, seguido de subidas e descidas do damo que o faz lindo de ver. Eu sou veterinário, nascido e criado nos pampas da fronteira, músico nas horas vagas e um dos fundadores dos Cavaleiros da Paz, coisa que me orgulha muito, já que depois de dar difusão as nossas cavalgadas internacionais, se multiplicoo os miles de grupos pelo país. Saludo-lhes atte.
Sítio: *****
27/07/2005 11:29:32 Rodrigo Marques Teixeira
Não podemos deixar a nossa cultura morrer, muito menos ser trocada por tendências de mercado. Um povo sem cultura é um povo sem história!
Sítio: http://www.linuxbr.net
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