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Recado do Patrão

 

30/09/2006 07:17:23
POLÍTICA PARTIDÁRIA NO TRADICIONALISMO: NEGATIVA EXPLORAÇÃO!
 
O Tradicionalista Gaúcho Osmar Severo:
Deputado Estadual do RS!
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Todo o Tradicionalista Gaúcho Brasileiro deve, em observância ao que prescreve o item X da Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, respeitar e fazer respeitar os Postulados Iniciais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, cuja característica essencial é a absoluta independência de sectarismo político, religioso e racial. Mesmo assim, na campanha política de 2006 o MTG/RS e certas personalidades ligadas à cultura regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense defenderam o envolvimento direto do referido Órgão Tradicionalista com a política partidária. Entretanto, na esteira do pensamento do Senador Cristovam Buarque, esse ato pode ser caracterizado como uma forma de corrupção, pois no instante em que o mesmo viola regras básicas do Tradicionalismo, como a do mencionado item X da Constituição Tradicionalista, está o mesmo a corromper a Filosofia de Atuação que rege o MTG Brasileiro e, por consequência, a integridade do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Os motivos pelos quais a Carta Tradicionalista impede a nefasta e indesejável promiscuidade entre o Movimento Tradicionalista Gaúcho organizado e a política partidária são facilmente reconhecidos. Primeiro porque político algum, em virtude dos votos e dos financiamentos dos mercados, tem condições reais de primar pela preservação da autenticidade do Patrimônio Sociológico-tradicional dos Gaúchos do Pampa Sul-brasileiro e das regras e princípios tradicionalistas do MTG Brasileiro. Segundo porque a simples alegação de ser um Tradicionalista não basta para que um candidato venha a proceder de forma honesta e comprometida com a Causa Tradicionalista, e atender às expectativas dos detentores da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense: no caso os Sul-rio-grandenses e demais brasileiros. Pergunta-se: um Tradicionalista que atende aos interesses do mercado, há anos fazendo vistas grossas às públicas deturpações impostas aos usos e costumes típicos e tradicionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, nos próprios recintos tradicionalistas, mereceria ser eleito, continuar no exercício de um cargo público e, inclusive, continuar praticando esse tipo de politiqueira leniência nas ações do MTG Brasileiro? Um Tradicionalista Gaúcho, na defesa de seus interesses pessoais ou político-partidários, diante de eventuais financiamentos de sua campanha por parte de certos mercados de cavalos, de produtos musicais e de determinados rodeios não tradicionais do RS, isto é, na busca dos disputados votos e em atendimento aos anseios de seus financiadores eleitoreiros, teria condições de requerer a necessária coerência regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense e a adequada propriedade tradicionalista gaúcha brasileira em todas as ações relacionadas ao Tradicionalismo, a criar barreiras aos fatores e idéias que nos vêm pelos veículos normais de propaganda e que sejam diametralmente opostos ou antagônicos aos costumes e pendores naturais de nosso povo, em cumprimento ao que dispõe o item V da Carta de Princípios do MTG? E, ainda: uma vez eleito, o político no exercício de um cargo público poderia cumprir e fazer cumprir o disposto no item XX da Carta Tradicionalista, e zelar pela pureza e fidelidade de nossos costumes autênticos, combatendo todas as atividades individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais? A resposta, com algumas honrosas exceções, certamente que é não. Os fortes e conhecidos motivos político-partidários e mercadistas impedem os políticos de respeitarem a Filosofia de Atuação Cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Tanto os que exercem um cargo tradicionalista com pretensões eleitoreiras como aqueles já eleitos, todos tendem a ignorar os fins preservacionistas da antiga, regional e campeira Tradição do Rio Grande e o efetivo cumprimento dos estatutos sociais e regulamentos culturais do MTG Brasileiro. Assim, desprovidos de razão estão todos os que exploram e pretendem continuar explorando o Tradicionalismo Gaúcho organizado com fins eleitoreiros e interesses pessoais de índole político-partidária, econômico-financeira ou comercial. A propósito, esse é um ato que afronta um outro preceito tradicionalista, previsto no item XVI da Carta de Princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. O referido mandamento quelembra aos partidários do Tradicionalismo  eles têm o dever de repudiar todas as manifestações e formas negativas de exploração direta ou indireta do Movimento Tradicionalista. E todos, igualmente, não devem esquecer da importante orientação estampada no mesmo documento, no sentido de que as Entidades Tradicionalistas e seus respectivos integrantes atentem para o fato de que preservar o nosso patrimônio sociológico, representado principalmente pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares, é um dever institucional e moral, e não uma mera faculdade; que esse é um dos fins a ser atingido pelo Tradicionalismo organizado e seus Tradicionalistas filiados, devendo, portanto, ser um objetivo de todos. É certo que um Tradicionalista poderá tornar-se um político e vir a contribuir com o Tradicionalismo, como já ocorre com alguns nos dias atuais. E todo o político pode, igualmente, ser ou vir a ser um Tradicionalista Gaúcho e a colaborar com o MTG Brasileiro. Mas o uso e o controle político-partidário do Tradicionalismo por indivíduos ou grupos políticos vem a contrariar preceitos filosóficos e morais básicos da Carta de Princípios e do Código de Ética do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. A promiscuidade Tradicionalismo-política partidária, portanto, é um atentado que viola a Filosofia e os próprios Estatutos do Tradicionalismo, por restringir e prejudicar a preservação do valioso Patrimônio Sociológico-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros; o zelo e a conservação das autênticas e regionais Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!

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