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Os Mirins:
Som Campeiro, de
Francisco Castilhos
e Albino Manique

 

06/10/2006 09:40:37
QUESTIONAMENTOS TRADICIONALISTAS!
 
Fandango Tradicionalista Gaúcho: Pilcha, ritmo, compasso
e conteúdo musical compatível com as antigas Tradições
dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do RS!
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Todo o Evento Cultural promovido pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado deve estar vinculado às atividades desenvolvidas pelos Antepassados Gaúchos Campeiros do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense: o Pampa do Rio Grande do Sul. Portanto, quando Tradicionalistas Gaúchos atendem a um convite do MTG Brasileiro para participarem de um Fandango Gaúcho de CTG ou de um evento referente ao culto da antiga Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, é natural que venham a escolher as suas melhores pilchas a fim de cultuarem, de forma correta, a Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. E em alguns casos até adquirem novas indumentárias; em outros, renovam as mais desgastadas pelo uso, tudo para que possam se apresentar pilchados a preceito e com a estampa de tradicionalistas gaúchos bem pacholas. Contudo, apesar de alimentarem essas e outras expectativas tradicionalistas, no instante em que muitos deles chegaram aos locais dos propagandeados Fandangos Gauchescos Tradicionais, ou das anunciadas Festchês - Festas Gaúchas, das propaladas Noitchês - Noites Gaúchas, nos galpões dos Centros de Tradições Gaúchas, ou de outros eventos ou locais ditos Tradicionalistas, muitos peões e prendas tradicionalistas gaúchos ficaram decepcionados, diante da ocorrência dos assassinatos culturais regionalista-tradicionais sul-rio-grandenses cometidos contra o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. E quantas vezes desiludidos ficaram os gaúchos defensores da preservação da antiga Tradição Gaúcha Sul-brasileira, ao observarem no interior de alguns supostos e pretensos Palanques e Santuários da Antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, alguns pseudostradicionalistasPicaretas da Tradição do Rio Grande Calaveiras do MTG Brasileiro dançando e compactuando com chapéus, boinas e até bonés à cabeça; e homens com responsabilidades tradicionalistas contrariando, de forma ostensiva, um dos costumes mais tradicionais e uma antiga convenção social dos gaúchos interioranos do Rio Grande do Sul, a qual reza que quando um gaúcho entra nos locais cobertos deve retirar logo sua cobertura, procedimento este que se dá pela absoluta desnecessidade de um peão proteger sua cabeça no interior dos espaços fechados e, principalmente, por constituir-se tal ato um sinal de respeito aos donos da casa e aos demais presentes no recinto. E quantas vezes os Gaúchos Tradicionalistas permaneceram durante esses fandangos gaúchos sentados junto à mesa, a ouvir músicas gaúchas desnaturadas, aceleradas, misturadas e com conteúdos chulos, imorais e totalmente fora do ritmo e do compasso tradicional gaúcho da antiga Tradição Regional do Rio Grande do Sul, a tal ponto de se tornar a dança inviável para os mais velhos e os mais maturrangos. E quantas outras vezes ficaram os Tradicionalistas Gaúchos a ver maulas rebolando com as mãos na cintura, em um fandango chamado de Tradicional Gaúcho ou de Tradicionalista. E quantas e quantas vezes gaúchos e gaúchas, jovens e veteranos, ficaram abismados com tradicionalistas portando indumentárias estranhas ao antigo, tradicional, Jeito Gaúcho Sul-rio-grandense de Vestir, com chapéus no estilo caubói, calças colantes, cintas urbanas, rastras platinas e guaiacas porchetão freio de ouro, em vez da tradicional guaiaca sul-rio-grandense; lencitos pretos, estampados, curtos, finos, escondidos, virados, folclóricos, triangulares, exagerados, por fora da gola da camisa, à meia-espalda; e camisas para fora das bombachas, em cores fortes, berrantes, contrastantes e totalmente fora do padrão tradicional de vestir dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, como a vermelha, a azulão, a verdão, a amarela, e a preta, que sempre representou no Rio Grande, por Tradição, a condição de lutousadas por quem mais afeito está à vaidade pessoal e às criações modistas de hoje do que à preservação da Cultura Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses? Muitas e muitas vezes, certamente, é a resposta. Resta-nos, ainda, diante dessas e outras tantas deturpações promovidas junto à antiga Tradição dos Gaúchos do Rio Grande do Sul, formular um outro questionamento aos senhores detentores de cargos nos diversos Órgãos Tradicionalistas Gaúchos do MTG Brasileiro. Perguntamos: quantas vezes teremos nós de protestar contra a falta de respeito, de hombridade, de vergonha, de responsabilidade tradicionalista, de pulso firme, de atitude e de firmeza no garrão dos senhores que foram eleitos e juraram, perante o Pavilhão Tricolor - a Bandeira do Rio Grande do Sul -, cultuar, cultivar, defender, zelar, preservar, retransmitir e adequadamente divulgar, para o mundo, as autênticas, as antigas Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul? Perguntamos porque queremos manter o orgulho de ir pilchados, à preceito, a Fandangos genuinamente Gaúchos Sul-rio-grandenses, no interior dos Centros de Tradições Gaúchas do Tradicionalismo organizado. Este é um direito de todos os gaúchos, tradicionalistas ou não. Promover isso é um dever institucional-estatutário e uma obrigação moral-cultural de todos aqueles que se propuseram a dirigir uma Entidade Tradicionalista Gaúcha vinculada ao MTG Brasileiro. Portanto, se houver Fandango Gaúcho em CTG ou em qualquer outra Entidade Tradicionalista filiada ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro é de haver músicas regionalistas gaúchas sul-rio-grandenses, com conteúdos morais e no ritmo e no compasso fandangueiro tradicional do Rio Grande do Sul; e pilchas representativas dos antigos, tradicionais, usos e costumes regionalistas dos Antepassados Gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense. Do contrário, mais coerente seria adequar esse tipo de convocação - para que gaúchos compareçam aos referidos Fandangos Gaúchos - aos convites para as Bailantas de Barraca, para os Bailões da Cerveja, para os Bailongos de Esquina. Pelo menos assim os verdadeiramente Tradicionalistas Gaúchos não perderiam o seu tempo e não se submeteriam a nenhum dano moral, em virtude das propagandas enganosas contidas nesses fraudulentos e enganosos convites tradicionalistas, para eventos gauchescos em nada dignos dos verdadeiros Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, na sua almejada preservação da autenticidade das antigas Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense: a Região Pampeana do Rio Grande do Sul!

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31/07/2010 10:24:00 Flavio Bastos - Porto Alegre / RS - Brasil
Gaúcho que é gaúcho tem "firmeza no garrão", que significa espírito de luta diante da vida, respeito à cultura do Rio Grande e honestidade, ou seja, valores que herdamos de nossos ancestrais...
Sítio: *****
30/12/2008 23:01:58 Bruna - Santa Vitoria do Palmar / RS - Brasil
Acho muito legal músicas gaúchas, embora não seja o meu hobby!!! Mas é boa de ouvir e melhor ainda de dançar!!! Parabéns!
Sítio: *****
29/07/2008 15:02:34 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Willian João. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto à pergunta, se ela se refere ao início da inclusão da música sertaneja nos ambientes tradicionalistas gaúchos, podemos dizer que ela foi, com mais vigor, introduzida a partir dos anos 90. Evidentemente que a música sertaneja há muito tenta ampliar seu mercado junto ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Porém, os fins culturais deste são os de preservação do patrimônio sociológico-tradicioonal do Rio Grande do Sul e do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense, fundado no Pampa Sul-brasileiro, objetivando cumprir e fazer cumprir a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira trazida na sua Carta de Princípios, a qual, no item XX, orienta a todos - Entidades Tradicionalistas e integrantes do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro - no sentdo de zelar pela pureza e fidelidade dos costumes autênticos do Rio Grande do Sul, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as suas coisas tradicionais. Foi, portanto, a partir da década de 90 que o mercado sertanejo começou a atuar mais incisivamente junto à música regional gaúcha e a corromper os "tradicionalistas gaúchos" do MTG Brasileiro, patrocinando, por meio de seu poder econômico corruptor, a execução de composições e ritmos estranhos à Tradição Gaúcha do Estado do Rio Grande do Sul dentro dos Centros de Tradições Gaúchas e demais Entidades Tradicionalistas, inclusive em plena Semana Farroupilha, como constatamos "in loco" no ano de 2004, quando nos deslocamos de Natal-RN para o Rio Grande do Sul com o fim de participar dos festejos alusivos ao início da Revolução Farroupilha. E essa Corrupção Cultural continua no Tradicionalismo, não só na música como na indumentária e nas ações dos que continuam, por igual influência daqueles e de outros poderes econômicos, públicos ou privados, e políticos, a se utilizar do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro para vender seus produtos, suas modas e criações atuais, urbanas, e suas tendências em nada tradicionais do Rio Grande; e a usar esse Órgão Cultural como um meio eleitoreiro e comercial, em prol dos interesses mercadistas de uns e politiqueiros de outros. Saudações Gauchescas, Brasileiras, e um quebracostelas cinchado a esse prezado visitante do sítio Bombacha Larga!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
29/07/2008 07:59:51 willians joão - sao paulo / SE - Brasil
Qual o ano em que começou a música sertaneja?
Sítio: *****
29/04/2008 10:23:22 jandir rodrigues da silva - curitiba / PR - Brasil
Bom dia, amigos! Não posso deixar de dar o meu recado a essa casa e a todos os gaúchos e gaúchas, bem como a todos os tradicionalistas espalhados pelos diferentes rincões desta terra. Digo a vocês que não deixem a nossa estirpe gaúcha morrer nas mãos daqueles que, talvez, sem conhecimento da nossa heróica raça, espalham uma gangrena em nossos bailes, Rodeios Criolos e qualquer evento da cultura gaúcha, espalhando uma vestimenta que nunca existiu na nossa história. É por isso que peço a todos vocês, indiada, pêlo de arame, que cravem o pé na macega e nunca afrouxem o garrão no momento de defender nossa cultura e nossas raízes, por que se deixarmos o modernismo tomar conta da nossa tradição, de nada valeu a luta dos que tombaram para defender, até com a vida, o nosso Garrão de Pátria e nosso Pavilhão Tricolor. Sou gaúcho de Passo Fundo, mas mesmo aqui no Paraná defendo, assim como tantos tauras, nossa origem e nossa cultura. Um abraço do tamanho do Rio Grande a todos!
Sítio: *****
06/10/2007 10:01:04 José Itajaú Oleques Teixeia - Guará / DF - Brasil
Prezados visitantes. Com o fim de melhor esclarecer o posicionamento do Bombacha Larga, informamos a todos que: 1) achismo é achar que boinas da Cataluña, "rastras" platinas, bombachitas fabricadas na Argentina e lencitos floriados ou pretos fazem parte da típica e tradicional indumentária dos gaúchos brasileiros; 2) achismo é achar que uma prenda gaúcha é obrigada a "decorar meia dúzia de história", como se ela não tivesse a autodeterminação, o livre-arbítrio para participar ou não dos referidos concursos; 3) achismo é achar que a inadequada uniformização da indumentária gaúcha é defendida por este espaço cultural tradicionalista gáucho; é desconhecer que o tema já foi objeto da matéria publicada no dia 23.10.2005, sob o título "Mesmice: uma inverdade histórica", arquivada e disponível para consulta na sessão Matérias, deste sítio; 4) achismo é achar que a culpa é só dos integrantes das invernadas artísticas, pelo fato de eles usarem a pilcha apenas nos momentos das apresentações, como se eles não tivessem Posteiros e Diretores Culturais com o dever de bem orientá-los e de bem formá-los tradicionalistas gaúchos conscientes; 5) achismo é achar que um sítio diário não pode ter o seu editorial como qualquer jornal o tem, sem ter que, até por uma questão de estética, expor todo o dia, repetidamente, o nome do autor do artigo principal; é não entender que a opinião ali publicada é da instituição, tal como acontece com um jornal de grande porte, como, por exemplo, a Folha de São Paulo; 6) achismo é achar que não cumprir regra alguma é colaborar para com a sociedade organizada; para com a preservação de uma tradição que deve ser mantida incólume e retransmitida para as novas gerações (por não cumprir regras de trânsito muitos ceifam a vida de vítimas inocentes; na tradição gaúcha e no âmbito do Tradicionalismo, diante do posicionamento cultural de alguns pretensos "intelectuais", não é muito diferente...); 7) achismo é achar que não há como dizer o que é certo e o que é errado pelo simples fato de, em algum momento histórico, haver ocorrido um uso inadequado ou a alteração de um tradicional costume, como se todos soubessem tudo e não pudessem errar, seja por falta de conhecimento específico e até por má-fé; é esquecer que sempre houve, há e sempre haverá um interesse comercial tentando vender aos incautos as novidades que, inventadas por quem às vezes nada sabe de tradição, são propagadas no interior das próprias Entidades Guardiãs da Centenária Tradição do Povo Gaúcho Sul-brasileiro: os CTGs e demais entidades tradicionalistas correlatas; é não entender que esse fato só serve para demonstrar que tanto lá, naquelas épocas passadas, como agora, regras continuam sendo quebradas por interesses econômico-financeiros, e com a conivência de antigos e dos novos "Picaretas da Tradição", dos "Exploradores da Rica Cultura Regional Gaúcha Brasileira", dos "Assassinos Culturais" travestidos de "tradicionalistas" e enfurnados no Movimento Tradicionalista Gaúcho BRASILEIRO, a contribuir negativamente para a desnaturação da autenticidade de uma tradição regional própria do Rio Grande do Sul e, por extensão, da região Sul do Brasil, e para a criminosa destruição da Identidade Cultural Regionalista dos Gaúchos Sul-brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
13/10/2006 14:43:08 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Frederico. O posicionamento do sítio bombacha é bem claro quanto a todos os assuntos abordados no teu comentário. Sugerimos uma pesquisa no arquivos deste espaço cultural. Em um ponto concordamos plenamente contigo: que a falta de conhecimento tradicionalista é uma das principais causas das antigas e atuais deturpações ocorridas na Tradição Gaúcha. Contudo, não esqueçamos, também, que o "mercado" tem seduzido muitos incautos no meio tradicionalista e formado os "modistas de ocasião" de hoje, enquanto que muitos intitulados "tradicionalistas" estão, ou por total desconhecimento ou por pura má-fé, a rasgar seus próprios estatutos, os regramentos das Entidades Federativas às quais estão filiados e que deveriam, portanto, observar, e os princípios maiores que regem a Filosofia Tradicionalista Gaúcha. É claro que para esses a Filosofia é outra: servir aos interesses dos "exploradores de culturas" e dos "assassinos culturais". Entretanto, a cobrança não deixará, nunca, de pesar sobre os ombros desses maulas que desrespeitam a rica herança cultural dos gaúchos brasileiros: a secular e autêntica Tradição de todo o Povo Gaúcho Brasileiro! Saudações Tradicionalistas!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
13/10/2006 11:51:04 FREDERICO ALVARENGA - BRASÍLIA / DF - Brasil
O que mais me surpreende no meio Tradicionalista entre os pseudos- entendidos, é a falta de pesquisa, e o achismo arraigado. Enquanto alguns criticam nossas boinas, lenços, rastras e bombachas, vangloriam suas prendas de faixa (artigo publicado neste "site"), que forçadamente são obrigadas a decorar meia dúzia de historia para engrandecer seus sonhos de MISS. Não podemos esquecer, que os mesmos que criticam, fortalecem grupos de dança uniformizados, com integrantes que só usam pilchas na hora da apresentação, e passam o resto do ano de roupinha da moda dentro do CTG, que os aplaudem !!! e os tratam como a projeção autentica da cultura gaúcha, sendo que estes, se limitam apenas a suas apresentações de invernadas, não contribuindo com mais nada. Um pensamento, até por ética, deve ser manifestadamente assinado, pois caso contrário, não tem qualquer valor, e só serve de terrorismo barato daqueles que se escondem em suas ínfimas convicções. Faço parte do CTG Gaudérios do Planalto, que com 3 ou mais integrantes, é autentico e preserva suas origens e fins, abominando o sargentismo que teme em bater continência e a hierarquia hipócrita que contamina a tradição. Se refletirmos veremos que não tem como dizer o certo e o errado, pois a 12 anos dentro do Movimento, notei, que mesmo as pilchas tiveram significativas mudanças, não tendo nem mesmo o MTG chegado a uma conclusão. Já presenciei fase de bombachas de pregas e outras tão largas chamadas de balão, bota amarradas acima do joelho, e vestidos de prendas com 20 camadas de babados e outros que pareciam asas de borboletas, então como me dizer o que é certo, apenas respeitem meu gosto.
Sítio: *****
11/10/2006 22:28:16 Valdemar Engroff - Alvorada / RS - Brasil
Bueno! Queria dizer à gauchada que está criticando os regulamentos, os estatutos e tudo que se assemelha, do MTG, CTGs, Piquetes, etc, que a música sertaneja de raíz, que eu, nos idos de 1960 a 1980 escutava lá na minha querência, no interior ddo município de Cerro Largo, na região missioneira do RS, nas grandes rádios: Tupi e Nacional, ambas do Rio de Janeiro, ACABOU, está MORTA e ENTERRADA, porque não tinham REGRAS, REGULAMENTOS, ESTATUTOS a seguir e respeitar..... Hoje o que temos é a dita música sertaneja de duplas modernas. Todos os segmentos sociais, toda e qualquer entidade, seja lá o que for: MTG, CTG, Piquete, clube social, Liga de escolas de samba, escola de samba, Federação esportiva, clube esportivo, tudo é regido por REGRAS, REGULAMENTOS e ESTATUTOS. Se existem regras, regulamentos e outros quetais que regem as pilchas, as encilhas, etc, no Movimento Tradicionalista, é porque está baseado em estudos e recuperação do tradicional. Isso também cabe à recuperação da música e da dança foclórica e de salão, que hoje a gente dança e aprecia num galpão de CTG. Se o MTG não tivesse regras, regulamentos e estatutos, o tal de tchemusic, seguiria a trilha da música sertaneja moderna (até está seguindo...) e a música gaúcha tradicional, que estamos acostumandos a dançar nos galpões em fandangos e bailes gaúchos estaria condenada à morte. E se depender dos gaúchos de fato, nem que seja através de regulamentos, regras e estatutos, a tradição gaúcha não terá o mesmo fim da música sertaneja de raíz......., mas sim, cada vez mais forte e revigorada.
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11/10/2006 21:15:07 Cristiane Oliveira - Brasília / DF - Brasil
Em primeiro lugar boa noite a todos. Respondendo ao comentário do sr. Ferreira, eu, como sócia e diretora do CTG Os Gaudérios do Planalto informo que o CTG possui bem mais que 3 integrantes, como o senhor afirmou e em caso de dúvida pode buscar se informar melhor com a FTG-PC. Se esse CTG tivesse apenas 3 integrantes, os candidatos à patronagem dos outros CTG (como o do senhor) não se preocupariam tanto em obter seu apoio durante as eleiçoes. Quanto ao Banco do Brasil, se esse não realizou nenhum apoio à cultura gaúcha no planalto central, dirija sua indiguinação ao responsável por esse setor do Banco, pois não faltaram projetos entregues ao banco afim de obter esse apoio, sempre negado. Por último, acredito que não é a cor de um lenço que define os valores de um homem, pois conheço vários "gaúchos" que ostentam um lenço colorado e não são dignos de respeito. É claro que essa é minha opnião e ninguém precisa concordar com ela...a graça está na individualidade e nas diferenças,não é? Acho que o motivo deste texto der dado tanta polêmica em parte foi devido ao fato da FTG-PC colocá-lo em seu site,sem direito à comentários. Um abraço a todos
Sítio: *****
11/10/2006 20:08:28 HERTON FERREIRA - BRASILIA / DF - Brasil
Ao se referir que muitos tradicionalistas de Brasilia o Sr Sergio Saretto foi muito infeliz em sua colocaçao em virtude dos militares,sabendo que este Sr,nada conheçe do Tradicionalismo,pois faz parte do unico CTG com apenas 03 integrantes, como tambem sendo funcionario do Banco do Brasil, deveria informar o que o seu Banco ajudou no Tradicionalismo aqui na Capital,falar e simples o importante e o fazer e o acontecer,militares nao sao donos do tradiciolanismo, sim Gauchos os verdadeiros que cultuam nossas as tradicoes , Gaucho que nem esse que nunca usou um lenço marragato ou das cores do RS. Um abraço to tamanho do Rio Grande.
Sítio: *****
11/10/2006 18:23:14 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Sérgio. Para começar, quem tem boca fala o que quer. Portanto, podes expressar aqui no BL o que quiseres. O que não quer dizer que concordemos. No entanto, como um espaço democrático, este sítio está aberto para qualquer crítica, até para a destrutivas. Quanto à questão da assinatura das matérias publicadas neste espaço cultural tradicionalista gaúcho, como qualquer editorial de qualquer jornal, o Bombacha Larga não necessita de, diariamente e repetidamente, estar assinando aos seus artigos, pois qualquer deles, quando não estiver assinado, é porque se trata do pensamento de todos os mantenedores do sítio, cujos nomes constam da relação correspondente, na página principal. Para terminar, se for para um tradicionalista continuar assistindo aos atuais disparates vivenciados, hoje, em algumas dessas ditas "Entidades Tradicionalistas", como dançar "Tchê Music" e música sertaneja de boina colorida e chapéu na cabeça; ostentar camisas pretas, vermelhas e de outras cores fortes, lencitos floriados e pretos, cintos, "rastras" platinas e bombachas enfiadas, em nada condizentes com a antiga e rica tradição do Povo Gaúcho Brasileiro, é melhor que vá cultuar a sua rica cultura em outro local, até porque CTG não é o único lugar onde se pode cultuar uma tradição, que não é privilégio apenas de um MTG, um CTG. Para fazer Tradição - cultuar, preservar e transmitir aos mais jovens os legítimos usos e costumes dos gaúchos do Rio Grande, junto aos demais aspectos da cultura gaúcha - o Cidadão Tradicionalista não necessita de estar vinculado a uma dessas entidades ligadas ao Tradigionalismo organizado. Desorganizadas como estão, a deturpar uma riqueza cultural que é de todo o Povo Gaúcho, não estão elas cumprindo com os seus objetivos maiores, quais sejam os de defender, preservar e repassar para as novas gerações uma Tradição secular que foi recebida daqueles que a criaram e a mantiveram, sem se submeterem a nenhum modismo e lutando contra todas as tentativas de dizimação, por ela sofrida ao longo do tempo. É por esses motivos, prezado visitante, que o Bombacha Larga, o Movimento de Reação dos Tradicionalistas Gaúchos e o Observatório Nacional do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro continuarão na luta pela preservação das autênticas tradições do Bravo Povo Gaúcho Brasileiro! Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
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11/10/2006 17:05:08 Sergio Saretto - Brasilia / DF - Brasil
Devido aos erros de digitação republico o texto e peço ao administrador do Sitio que apague a versão anterior. Senhores, Apesar de saber deste artigo anteriormente, somente agora resolvi me posicionar, como é meu direito de cidadão brasileiro e gaúcho livre e consciente. A meu ver o artigo intitulado "QUESTIONAMENTOS TRADICIONALISTAS!", foi redigido de forma tosca e revoltada e que em nada contribui para a informação dos tradicionalistas e que nem sequer é assinado, faz uma serie de críticas (sem fundamento, não cita nenhum autor ou obra anterior a 1800 que fundamente suas teorias) que só contribuem para o enfraquecimento da tradição gaúcha, pois ao contrario de seduzir o jovem ao tradicionalismo acaba impondo-lhe regras bem ao estilo militar, muito comum no âmbito do tradicionalismo aqui de Brasília. Ao falar em seduzir cito aqui o mestre Barbosa Lessa (Alias que muito poucas vezes foi visto com bombachas) Que é preciso seduzir e não impor o gosto as novas gerações pela sua história e cultura, (Citação 1). Alem deste autor, posso me solidarizar com o autor do artigo e sugerir-lhe que elimine a sua raiva e ignorância lendo os artigos do Professor Jorge Weber sobre o PAM-Gauchismo e seus vários textos onde muito bem é explicado o uso da boina, da rastra (que na Argentina chama-se Tirador) e de fotos (pasmem!!!) de 1800 e pico onde aparecem os paisano com camisas xadrez., pois o gaúcho usava o que tivesse ao seu dispor e ao seu gosto sem ter que consultar um site qualquer da internet para aprender como se vestir. Desculpem a minha revolta é que sempre fui guiado pela máxima gaúcha "Alma Forte e coração sereno" não gosto de injustiças e nem de “gauchinhos de internet”, que ao contrario de ir para dentro de um ctg e trabalhar (como eu e muito outros gaúchos de verdade fazem) ficam de fora atirando pedras no telhado dos outros através de anônimos textos. Deixo um trecho para reflexão "Pobre Estância do abandono.." quem for gaúcho que complete e pense sobre. Sem mágoas nem ressentimentos, mas já dizia minha mão que quem fala o que quer ouve o que não quer!
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11/10/2006 16:37:36 Valdemar Engroff - Alvorada / RS - Brasil
Bueno! Li os chasques travados abaixo, o que enriqueceu o propósito do chasque principal que trata do FANDANGO GAÚCHO. O tradicionalismo de Alvorada realiza oficialmente um fandango oficial ao ano (é muito pouco... sei...). Mas as regras são muito claras: é fandango e só entra pilchado. Fora disso, não entra e pronto. Em Porto Alegre e região metropolitana, os fandangos não vingam e dão prejuizo, pois lamentavelmente muita gente vai nos bailes em CTGs sem a tradicional pilcha. O fandango oficial de Alvorada acontece na Semana Sarroupilha, encerrando oficialmente a mesma. São 9 CTGs e cada CTG tem obrigação de vender no mínimo 20 convites(tendo CTGs que vendeem muito mais). Nos últimos 10 anos, o fandango oficial foi um ESTOURO. Os participantes entram devidamente pilchados, inclusive as autoridades políticas da cidade, entre os quais, o prefeito, a primeira dama e o secretário municipal de cultura, etc. Destes pilchados, sempre tem um pequeno percentual que usa a pilcha inadequada, como os citados no chasque, mas, em resumo, a peonada usa bombacha, bota, guaiaca, lenço e sem chapéu ou boina. As prendas, com o tradicional vestido de prendas. E o grupo que anima o fandango, é escolhido a dedo, com todos os predicados em relação a sua vestimenta e principalmente em relação ao repertório. Em Alvorada, a União Faz a Força! E o fandango é sucesso garantido, apesar de ser apenas um por ano.
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08/10/2006 01:05:25 Maicon - Brasilia / DF - Brasil
Amigo Cássio, acho que talvez até cheguei a me expressar mal, msm, pois acho que o que vinhas postando até em outros tópicos, é bem correto msm, Ao Ademir: quem sou eu pra falar alguma coisa de Trajes!! Mas só me senti no direito! Pois tem tópicos anteriores, aqui do BL, que "detonam" o uso de camisas de cores fortes, é só procurar e vc verá!!!! Mas já que se trata de um GRUPO DE DANÇAS!! é pior do que eu imaginava... Pois se o CTG, ao qual pertence esse Grupo, não tem um Posteiro cultural, ou algo assim, para pelo menos mostrar o que SERIA (veja que até coloquei no futuro do pretérito, para evitar mais confusões) certo ou errado, vejo que não estamos indo no caminho correto... Pois se os integrantes forem apenas como dizem por aih "gauchinhos de asfalto" e não fizerem questão de pesquisar e ir atras da história, vão sempre "corromper" o Tradicionalismo.... Desculpem a todos, pelo formato do comentário, mas é que realmente acho que ao que parece estamos "CHOVENDO no molhado"... já perceberam??? Todos sabemos o que deveriamos fazer... Mas, parece que não fazemos... ou PIOR, continuamos errando... ,e msm que de forma indireta, criando Falsas diretrizes (não sei se a palavra seria essa) para as futuras gerações TRADICIONALISTAS!
Sítio: ***
06/10/2006 19:00:16 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Agradecemos a valiosa contribuição dos amigos Adenir e Canabarro, nesta nossa mesa redonda de hoje. Como informação geral, informamos a todos que os posicionamentos atuais do BL são os mesmos que o levou a criar o MRTG-Movimento de Reação dos Tradicionalistas Gaúchos e o ONTG-Oservatório Nacional do Tradicionalismo Gaúcho. Contamos com o apoio de todos os Tradicionalistas que também estejam dispostos a lutar pela preservação das autênticas tradições do Povo Gaúcho! Um forte abraço a todos!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
06/10/2006 18:08:45 Ademir canabarro - Navegantes / SC - Brasil
Ao Maicon: Esta troca de chasques é bastante salutar no sentido de esclarecer e conhecer a tradição gaúcha. No caso da foto onde aparece um xirú com a camisa vermelha em um baile em Itajai- Um baile de Gala, o referido qüera pertence a um grupo de dança e aquela é a cor do uniforme do grupo note que a prenda também usa as mesmas cores, é um grupo que dá aula de danças gaúchas na cidade de Itajaí e neste evento ele fizeram uma apresentação de danças tradicionais gaúchas- O maçanico.
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06/10/2006 18:04:53 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas! Concordo com vários pontos de vista dos colegas. Quando se trata de músico ser ou não tradicionalista, o fato é que são eles que animam os nossos bailes e se estes não entendem de tradicionalismo, irão cometer muitos assassinatos culturais. Existe outro lado ainda, que o músico precisa sobreviver. Se a música for sua única atividade, muitas vezes ele acaba fazendo a vontade da gravadora. Isso não acontece com um Marenco, pois a identidade dele como músico já está firmada. Existem realmente muitas coisas feias sendo feitas nos fandangos e isso realmente é o lado ruim das deturpações culturais. É como se tu fosses convidado pra um evento em que se pede traje a rigor e a pessoa aparece de camiseta e jeans. É um desrespeito às pessoas que seguem o que se pede para os locais e momentos. Mas infelizmente.... Só para terminar, percebo que há nestas discussões um "AR DE SEI MAIS DO QUE TI" . Vamos parar com isso e fazer uma discussão humilde que nos auxilie na preservação da cultura gaúcha e não criar polêmica por causa da roupa que a outra pessoa usa. Vamos discutir no sentido de alertar e se preciso denunciar os aproveitadores de plantão. Conto com os amigos nesta peleia. E se bamo a la cria
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06/10/2006 16:56:15 ADENIR PAZ DA SILVA - BRASÍLIA / DF - Brasil
Buenas! Ao concordar com esse chasque, onde é valorizada a nossa tradição de fandango gaúcho, quero fazer um alerta para tantos "bailes do boqueirão" que estão acontecendo com pseudos fandangos gaúchos. Um fandango gaúcho é um baile de família, onde as gerações se encontram e relembram os bailes de chão batido, onde os nossos antepassados levantavam a poeira do chão, cultuando a nossa tradição com uma gaitinha de 8 baixos, que ia até o clarear do dia. O progresso chegou e devemos nos atualizar, mas a cultura é uma cartilha antiga, e é por ela que devemos seguir, lembrando e mantendo a nossa tradição. Um fandango autêntico é bueno barbaridade!
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06/10/2006 14:23:36 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezados Tradicionalistas Maicon e Cássio. Discutir estas e outras questões já é um avanço, diante da falta de interesse provocada pela notória exploração econômica, financeira, comercial e eleitoreira do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro e os seus enormes prejuízos trazidos à rica cultura regionalista-tradicional gaúcha sul-brasileira. Inicialmente, em resposta, queremos reiterar a todos os nossos visitantes que as fotos publicadas no BL também têm um fim crítico e pedagógico. Por isso que muitas vezes são postadas imagens de grupos musicais como o Tchê Garotos, o Tchê Chaleira, e outros, da época em que começaram, profissionalmente - bem pilchados, portanto - e dos tempos de hoje: despilchados e totalmente descaracterizados como gaúchos do Sul do Brasil. Lembramos, também, que a maioria dos artistas têm contratos com gravadoras, os quais incluem as famigeradas grifes de mercado. Ou será apenas uma coinscidência todos estarem com os mesmos lencitos "floriados", os chapéus R Oliver, as "rastras" platinas ou as cintas urbanas, as bombachitas estreitas e as camisas naquelas cores vivas? A grife do Tchê Garotos, p. ex. era ou ainda é, não sei, a "Combate". E assim por diante. Outra pergunta: desde quando artista é tradicionalista? Alguns podem até ser, mas preferem intitularem-se de "nativistas", para terem a liberdade de usar o que lhes é imposto, por uma questão de contrato, ou o que quiserem, por uma questão de "estilo comercial". Mas esses são tão "Nativistas" como aqueles do Movimento Comercial de 1971; pois o verdadeiro "sentimento nativista", relacionado ao "que é da Terra Sul-rio-grandense", sempre fez parte do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. E assim como os artistas, que objetivam unicamente uma maior vendagem de seus trabalhos, cobrados que são por suas gravadoras "sem fronteiras", os programas gauchescos de rádio e TV também estão, com raríssimas exceções, atrás do lucro pelo lucro e patrocinados pelos interesses desses mesmos mercados. Marenco, de quem apreciamos a figura humana e a obra musical, se subir no palco de um CTG, seja de bombacha estreita, de lencito estampado, de "rastra" platina ou de cinta dos citadinos, por ser artista do mercado musical está cumprindo o seu mister de vendedor de produtos e de integrante de uma empresa comercial. O problema está no fato de os membros das Patronagens de CTGs estarem deixando de cumprir a Filosofia do MTG Brasileiro, compactuando para a corrupção da indumentária típica e tradicional dos gaúchos sul-rio-grandenses para atender a interesses meramente econômico-financeiros de Entidades Tradicionalistas sem fins lucrativos, e comerciais de mercados e empresas privadas com fins tão-somente de lucro. Aí reside o verdadeiro obsurdo! Lembramos, ainda, que regras são necessárias para justamente preservar aquilo que é tradicional, frente às pressões constantes dos "modismos" e da "exploração da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense". A ausência e a transgressão delas só contribui para o agravamento do atual quadro vivido, hoje, no meio tradicionalista gaúcho brasileiro. Para concluir, fazemos uma analogia à seguinte citação que diz: "não basta ser honesto, há que parecer honesto". E emendamos: para um verdadeiro Tradicionalista não basta se dizer gaúcho; é preciso mais: tem de parecer, se mostrar, se sentir e agir como um autêntico Gaúcho Campeiro do Rio Grande do Sul. Caso contrário, não poderá, por ausência de coerência regionalista, se dizer um autêntico Tradicionalista Gaúcho. E todas as questões relacionadas à Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul não podem estar dissociadas entre si, sob pena de a mesma vir a se transformar em uma "colcha de retalhos", o que só beneficiaria aos seus já conhecidos e vorazes exploradores, eleitoreiros e comerciais! Agradecemos a relevante participação de tão distintos colaboradores! Saudações Tradicionalistas a todos!
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06/10/2006 13:09:41 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas Sr. Maicon! Aprecio por demais as músicas do Marenco e muitos outros que estão aí fazendo música de qualidade, agradáveis para se ouvir e de muito campeirismo. Só acredito que não entendestes o que eu estava dizendo. Não disse que essa ou aquela pilcha é errada. Sou um estudioso da formação do sul brasileiro e pra mim gaúcho ou gaucho tem na sua origem as mesmas tradições, com as diferenças normais do processo histórico. Quando se é gaúcho por natureza e não gaúcho ensaiado, de Estatutos decorados, já basta. O que é mais importante, manter a tradição campeira mal pilchado, ou ser bem pilchado e sem conhecimento nenhum de tradiçãol? Essas situações não são vistas pelos MTGs muitas vezes. Se está cumprindo o Estatuto, tudo bem. Esses músicos são gaúchos verdadeiros e sabem fazer a tradição. Mesmo não vestindo a indumentária dos Estatutos, não se renderam à Tchê Music e nem por isso são menos gaúchos do que as patronagens do tradicionalismo brasileiro. Eles são autênticos, gaúchos. Quanto ao Marenco usar ou não bombachas largas ou estreitas, não torna ele menor diante da grandiosidade da sua voz e da sua poesia, que exala e espalha o gauchismo em cada letra, em cada canto. Se a gente se prender sempre às ordens dos MTGs não dá pra ser gaúcho. Gaúcho não segue manual, vive como gaúcho. Baita quebra-costelas, e seguimo peleando a lo largo.
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06/10/2006 12:40:11 Maicon - Brasilia / DF - Brasil
Como havia dito... não podemos misturar as coisas... vendo as fotos no alto do Site... tem uma foto com a seguinte legenda: "Autentico baile gaucho no clube tiradentes em Itajai-SC", e no canto direito da foto, tem um "GAUCHO" com uma camisa vermelha... (???).. noutra foto, num "baile gaucho em Brasilia", um vivente usando uma camisa cinza escura, e "remangada"... (????) Realmente. não sei quem está certo... ou se existe um certo....
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06/10/2006 12:15:24 Maicon - Brasilia / DF - Brasil
Senhores, acho as discussões, bastante interessantes, mas acho que elas não deveriam ser tratadas juntamente... Juntar questão de trajes com músicas, é completamente infundado... Uma vez que se olharmos hoje, quem realmente faz uma música de qualidade, e fala do GAÚCHO BRASILEIRO, em suas vivencias e costumes, iremos falar de Luiz Marenco, de César Oliveira, entre outros... E já repararam em como eles se vestem??? com cintos ou rastras, "bombachitas colantes"... o que fazer então??? vivo em brasilia, e muitas vezes percebo o que acontece aqui, vou relatar um simples acontecimento. O ex-patrão, do CTG JCB, senhor Edson Flores, não permitia que ngm subisse no palco de seu CTG, utilizando indumentárias, como as descritas anteriormente, mas estava havendo a gravação de um programa gaucho aqui o "CASA TCHE", e na ocasião, vieram para a gravaçao, que estava ocorrendo no CTG JCB, o Sr. Luiz Marenco e Alma Musiqueira, e eles puderam subir no palco... Me pergunto, então.. quem está certo??? Quem pode?? Podemos abrir excessões???? sou fã do Marenco, e acho que ele e compositores como o Gujo, Mauro Moraes, sabem o que fazem, e como um amigo já disse anteriormente, viva o "sem fronteiras", pois é graça aos hermanos "gauchos castelhanos", que hoje temos RIOS de músicas de qualidades, grandes chamamés e milongas principalmente... É por essas e outras que acho que temas de música e trajes, devem ser discutidas, separadamente, pois acho INACEITAVEL, a TcheMúsic, e outras cositas mais... Mas tbm temos que ver, que principalemente em relação a Pilchas, o Gaucho (brasileiro ou castelhano) sempre foi um Homem funcional, e sempre quis além de estar bem vestido, estar se sentindo bem... Mas se é pra falar de trajes... O grande pesquisador Paixão Cortes, em uma de suas visitas a Europa, verificou em um museu, que as saias de armação, das prendas, eram a principio feitas de barbatanas de tubarão.... vamos lá, né.... se é pra ser como era antigamente... acho que até isso teremos que providenciar.. ou não????
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06/10/2006 11:49:37 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Inquestinável é a atual ausência de cultura regional e consciência tradicionalista no âmbito dessas Entidades "Culturais" intituladas "Centro de Tradições Gaúchas". Inadmissível, portanto, que procedimentos atentatórios às autênticas Tradições dos Gaúchos Sul-rio-grandenses partam de integrantes desses chamados Santuários da Tradição, como também são conhecidos os CTGs. É claro que na sociedade urbana de hoje não se exige que um Tradicionalista Gaúcho ande, diariamente, pilchado. No entanto, quando o mesmo for a qualquer evento tradicionalista é de se esperar que o faça com o traje tradicional do autêntico gaúcho e que encontre, igualmente, um ambiente adequado ao culto das coisas mais tradicionais do Pago Sulino. Mas tudo tem uma explicação, e a mais indicada para as deturpações verificadas hoje é a presença dos Picaretas da Tradição, dos chamados Ratos de CTG, e dos Calaveiras do Tradicionalismo, que estão a explorar, com fins comerciais e eleitoreiros, um Movimento Tradicionalista sem fins lucrativos e já sem qualquer moral para orientar, dirigir ou fiscalizar coisa alguma, muito menos aquilo que está relacionado com os nobres interesses culturais do Povo Gaúcho Brasileiro! Afinal, na prestigiada globalização também há muitos interesses escusos, como o da corrupção cultural; a alteração de tradições regionais com o intuito econômico-financeiro desses "mercados" do Cone Sul-américa e da América do Norte. Enquanto isso continuar a ocorrer, com a classe política sendo usada para tais fins, o recém criado MTB, por exemplo, continará a ser mais organizado do que muitos dos subalternos, subservientes Órgãos do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro "organizado", por uma mera e eterna questão de intere$$se$!!! Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
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06/10/2006 11:02:14 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Bom dia a todos! mais uma vez insisto. As deturpações ocorrem por falta de cultura, que só existe com a verdadeira educação tradicionalista que deveria partir de dentro dos CTGs. Se as pessoas vão totalmente fora do que se pede para um Fandango é porque também os CTGs não educam para isso. Enquanto a pilcha for imposta e não aceita de forma natural, essas coisas irão continuar acontecendo. Faço aqui uma questionamento: - Quantos tradicionalistas que tu conheces andam com sua pilcha em outros momentos que não seja dentro do CTG? Quando esta resposta for quase todos, ou muitos, aí as mudanças estão ocorrendo de fato.
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