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Os Monarcas:
Prece Telúrica, de Arabi Rodrigues
e Luis C. Lanfredi

 

07/10/2006 13:39:37
O ASSERTANEJAMENTO DA MÚSICA TRADICIONAL DOS GAÚCHOS DO RS!
 
A música regionalista-tradicional gaúcha
do Rio Grande do Sul é a moral e campeira
dos Pampeanos Sul-brasileiros!
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A música regionalista tradicional gaúcha brasileira é uma herança cultural recebida dos antepassados gaúchos campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, sendo um Patrimônio Sociológico-tradicional pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Por isso, toda a alteração que esse rico e antigo patrimônio musical gaúcho sul-rio-grandense venha a sofrer, seja por questões de mero mercado ou não, é de ser classificada como um grave crime de lesa-cultura gaúcha sul-brasileira. E tais atentados há muito que ocorrem dentro do próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, encarregado, institucionalmente, de cultuar, zelar, defender, preservar, retransmitir e corretamente divulgar a antiga Tradição Regional dos Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul. O mercado da atual música country-sertaneja, por exemplo – uma cultura de massa com pouca referência à temática rural e mais afeita a um sentimentalismo melancólico derivado, mais comumente, dos temas das infidelidades conjugais e, portanto, muito diferente da música caipira, de raiz, do interior e da viola, esta considerada um grande patrimônio cultural brasileiro -, continua, por meio do poderoso mercado musical das multinacionais e suas gravadoras sem fronteiras, a influenciar artistas gaúchos e a estimular o consumo de seus produtos, dentre eles as grifes dos modismos importados, junto ao público sul-rio-grandense e brasileiro. Porém, o referido estilo musical ofertado desprovido está de um fundamento regionalista-tradicional gaúcho sul-rio-grandense. Estribado em um sentimento relacionado à traição e em um estado comparado ao dos chamados psicóticos maníaco-depressivos, por enquanto ainda responde às expectativas de seus exploradores. Se há quem goste de sentir medo com filmes de terror, naturalmente que haverá quem goste de se embebedar de cerveja ou depressão ouvindo as lenga-lengas das dramatizações contidas nas composições que integram a inadequadamente chamada música sertaneja, que de sertaneja nada tem. Cada um com suas manias e suas preferências pessoais. No entantorazoável não é que grupos musicais que se intitulam gaúchos e que vivem do mercado musical gauchesco, tragam em seus trabalhos essas influências patrocinadas pelo Mercado Country-texa-sertanejo. É público e notório que não é da natureza da autêntica música regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense os duetos no estilo que esses artistas gaúchos tentam impor, goela a baixo, aos consumidores brasileiros. A música regionalista gaúcha tradicional, ao contrário, é alegre e vinculada está às coisas simples do cotidiano campeiro do gaúcho do Sul do Brasil. E, como se não bastasse a ofensiva no sentido de mudarem a tradicional música do Rio Grande do Sul, mercados como os country-sertanejo e mercosur-crioulista há algum tempo que interferem, tambémno antigo e típico Jeito Tradicional de Vestir dos Gaúchos Sul-brasileiros. No campo musical tentam confundir integração cultural - aonde a reunião de diversas culturas regionais serve para a divulgação das naturais diversidades culturais específicas de cada povo, respeitando-se todas como valores culturais regionalistas peculiares de seus respectivos povos formadores -, com integração cultural de fundo mercadista-comercial comum, integração esta não contemplada no Mercosul, um mercado econômico que deve fomentar o natural intercâmbio cultural, mas nunca uma união, uma junção, uma fusão de culturas regionais próprias, dentre as quais a diversa cultura gaúcha brasileira protegida pela Constituição Federal do Brasil e reconhecida internacionalmente como um Direito Humano a ser garantido ao Povo Gaúcho Sul-brasileiro, assim como o são as demais culturas regionais em relação aos seus respectivos e originários povos. Quanto à indumentária regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense, são os artistas meros modelos que desfilam a serviço dos interesses desse engodo de uma já desqualificada e decadente globalização. São visitas patrocinadas pela Nova Ordem Mundial aos EUA; contratos milionários com grifes; regravações de músicas sertanejas patrocinadas pelo poder econômico das gravadoras multinacionais; exposição e massificação dos texa-sertanejos em todos os eventos gaúchos sul-brasileiros, com recursos oriundos dos altos impostos pagos pelo povo sul-rio-grandense e brasileiro; especiais incentivos a antigos e corrompidos conjuntos gaúchos; e os suportes às novas tendências musicais, com suas imoralidades temáticas, dos grupos Tchês – que de tchês nada têm -, cujo termo representativo do ritmo que apregoam - music - está, não por acaso, expresso em uma língua estrangeira! Assim, por conta desses e de outros legítimos interesses dos exploradores da Cultura Gaúcha Sul-rio-grandense, a mundialmente conhecida Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul e dos Gaúchos Brasileiros vai sendo criminosamente modificada; e a música regionalista tradicional gaúcha da região sul do país assertanejando-se. Por questões de lógica mercadista, a Cultura Gauchesca Sul-brasileira segue perdendo de goleada para os interesses comerciais e eleitoreiros. Políticos financiados por esses globalizados mercados, folcloristas abonados, instituições culturais corrompidas, imprensa em geral bem provida, personalidades da cultura incentivadas, todos, sem exceção, compartilhando da mesma conivência, compactuando com esse visível assassinato cultural regionalista-tradicional e com a perniciosa desnaturação da autêntica Música Gaúcha da Tradição do Rio Grande. Entretanto, se depender dos verdadeiros Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros esse grande e antigo Patrimônio Cultural Gauchesco, também constituído pela típica Pilcha Gaúcha e pela autêntica Música Tradicional dos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, continuará a ser - como é a música caipira de raiz para a determinação da cultura musical do sertão brasileiro -, um importante fator de caracterização da Identidade Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!

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22/01/2009 04:26:54 Sesso - ... / MA - Granada
Great site.
Sítio: http://homerize.com/draw/sesso.php
09/05/2008 17:47:58 Ivan Rodrigues - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos deste Sítio de Tradição. É de se entristecer! O Sertanejo de verdade não existe mais desde a década de 80. Mas o country-barretiano e essa toada depressiva sem valor chamada de sertanejo-romântico, brega–sertanejo ou sertanejo-universitário, agora, já vem sendo empurrada desde os anos 50. Em nome do Estado Novo sacrificaram-se os Violeiros de Raiz, as divertidas Duplas Caipiras, as toadas Pantaneiras e o cantor Sertanejo de Verdade. O cow-boy Ianque invadiu as porteiras dos Sertões Brasileiros munido de suas armas favoritas: interesses de exploração comercial e assassinato cultural. O Fandango Gaúcho ainda peleja bravamente e não vai arredar o garrão pra essa violência musical e cultural que se amarrou no Sudeste e em outras regiões. Vamos valorizar sempre os cantores Gaúchos que não têm medo de produzir a autêntica música fandangueira gaúcha, com sentimento e Tradição. Esses são verdadeiros artistas, pois não se entregaram a nenhum mercado ditador. E com certeza em seus Cds sempre encontraremos a Rancheira, o Chote, o Chamamé, a Milonga e o nosso autentico BUGIU! Aos chamados “chês” e “maxixeiros”, esses nem indumentária e muito menos a música podem relacionar ao Gaúcho, pois a mídia os empurra para qualquer lado. É engraçado! O mercado atual está se fechando para estas pragas, pois o atual “sertanejo-universitário” tomou conta da mídia. Eles não podem mais voltarem ao Sul e encontraram concorrentes à altura no Sudeste. Só resta a eles o carnaval Baiano. Vida longa ao Bugio!
Sítio: *****
15/10/2007 12:01:41 Renê De Lima Costa - Alegrete / RS - Brasil
Quando do surgimento destes grupos musicais, o alerta foi dado; porém, muitos dos que deveriam preservar nossa cultura e divulgar a banalidade que eles representam não o fizeram. Contudo, sempre terá um GAÚCHO em nossos rincões para orientar a juventude sobre as nossas raízes. Parabéns pelo conteúdo da matéria!
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07/10/2007 18:25:40 Milton - Formosa / GO - Brasil
Ou é quente ou é frio; ou é macho ou é femea; ou é gremista ou é colorado. Não existe o meio-termo. Cultura é patriotismo; também não admite o "em cima do muro". Para infelicidade nossa, em rede nacional, só aparecem os pseudos "gaúchos da fronteira", com seus forrónerão e sambanerão. Causa repulsa a maneira como alguns artistas querem ganhar dinheiro.
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08/10/2006 14:39:00 mari_cauzzi@hotmail.com - chapecó / SC - Brasil
É uma pena que exista quem disvirtue a essência das nossas raízes, para adquirir sucesso e dinheiro, deixando de lado a verdeira tradição, que nos identifica, e o respeito que a ela é devido. Abraços!
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07/10/2006 21:15:42 Roberto - Florianópolis / SC - Brasil
Sinto nojo quando ligo a TV e vejo os tchês, ou qualquer outro grupo rebolando. Isso é o mesmo que certas artistas mulheres fazem, que têm que dançar quase nuas, pois não têm voz e nem conteúdo em suas músicas.
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