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Paixão Côrtes:
Minha Querência, de Gilda Souza Soares

 

11/10/2006 07:00:17
A LUZ DA TRADIÇÃO E O TRADICIONALISMO CONSCIENTE!
 
Grupo dos Oito: Cyro Dutra Ferreira, Antônio João Sá de Siqueira,
Orlando Jorge Degrazia, Fernando Machado Vieira, João Carlos
D’Ávila Paixão Côrtes, Cilso Araújo Campos, João Machado Vieira,
ausente Ciro Dias das Costa: os Precursores do MTG!
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Tradição é desejo da claridade. Chega um momento na vida em que o homem, ante as flutuações do seu espírito, quer chegar a uma estrada real no meio dos mil sendeiros, que abrem aos seus olhos cobiçosos o fascínio da aventura. A tradição é justamente essa força, que nunca admite as imposições individuais. Ela obriga à humildade, como tudo que está acima e além do homem. Quando muito, a tradição quer ser adivinhada em suas formas e penetrada com inteligência; nesse caso, é o amor pela terra. O qual nem procura justificar-se, mas procura SER afirmado. (Augusto Mayer - Correio do Povo, de 2 de junho de 1927). A Tradição do Povo Gaúcho Sul-brasileiro é cultuada, preservada, retransmitida e divulgada pelos polos culturais, que são os CTGs - Centros de Tradições Gaúchas, reunidos e coordenados pelas Regiões Tradicionalistas do respectivo Movimento Tradicionalista Gaúcho regional, movimento este de cunho social, cultural, cívico, moral e com filosofia de atuação, militado por homens, mulheres, jovens e crianças ligados pela identidade de seu povo, numa sociedade tradicionalista sem parcialidade, unidos por um Tradicionalismo Consciente! (Maria Izabel T. de Moura - 98º Encontro Regional de Tradicionalismo – 4ª RT - Centro Farroupilha de Tradições Gaúchas – Alegrete – 10.03.1996)

 

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11/10/2006 11:46:00 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Acreditamos que todas as formas de discussão não necessárias para a elucidação dos tão desconhecidos princípios que integram a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira. Alguns problemas acontecem no meio tradicionalista, muitas vezes, por total desconhecimento de seus integrantes dos próprios objetivos do MTG, entre eles o estampado no item XX da sua Carta de Princípios: "Zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais". Para um tradicionalista iniciante, por exemplo, sem qualquer noção da real finalidade do Tradicionalismo, certamente que agirá como aquele motorista que começa a trafegar com seu veículo novo apenas com alguns conhecimentos práticos, mas sem o mínimo necessário de base teórica, referente às regras do Código de Trânsito Brasileiro. E como as Entidades Tradicionalistas pecam nos trabalhos culturais que deveriam, por disposição estatutária-regulamentar, realizar, o que se verifica hoje são esses verdadeiros disparates, como os grupos descaracterizados na Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS tocando músicas sertanejas, maxixes, forrós e outras não representativas da antiga, campeira e regional Tradição do RS; chapéus chaparral e boinas importadas na cabeça nos ambientes fechados, cobertos, e ao dançar; cores pretas e fortes, cintas urbanas, calças justas, coletes e lenços texanos, um comércio de "bandas" não tradicionalistas e de artigos não tradicionais do Rio Grande dentro dos próprios CTGs. Algumas Entidades estão com a Carta de Princípios ostentada na entrada e no interior de seus galpões. No entanto, diariamente atentam contra todos aqueles e os demais princípios que embasam a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira. Como todo o Estado, que tem sua Constituição, o MTG também tem a sua necessária normatização. Discutir tradição é fácil, e ela deveria ser permanentemente trabalhada nos CTGs, o que, infelizmente, não acontece. Porém, discutir Tradicionalismo pode ser até desagradável, mas cobrar a responsabilidade tradicionalista de quem se propôs a cumprir os verdadeiros Fins Culturais do Movimento Tradicionalista é um dever de qualquer cidadão herdeiro do antigo e rico Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul; e é um direito e uma questão de Cidadania Tradicionalista! Um abraço a esse prezado Vivente colaborador!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
11/10/2006 08:15:53 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas!! Acredito que esta é uma forma mais adequada de discutir o tradicionalismo, ou seja, quando se fala de tradição. As discussões das últimas matérias foram muito centralizadas em torno de regras e estatutos. Quando falamos da tradição pura e simples, fica mais prazeroso discutir. Os CTGs deveriam adotar plenamente a prática de ensinar a tradição aos seus, e não ficar o tempo todo ditando as regras da casa. Muito além de conhecer normas, o tradicionalista deve conhecer de tradição, cultura. Dessa forma ele seguirá as normas com muito mais naturalidade e não será necessário ficar o tempo todo relembrando regras. Que o Patrão Celestial nos ilumine nesta caminhada, rumo a um tradicionalismo puro, natural e não artificializado. Bom dia a todos e um quebra-costela do tamanho do Rio Grande!
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