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Os Mirins:
Respeito ao Gaúcho, de Francisco Castilhos e Albino Manique

 

24/10/2006 12:41:12
O MTB E O “MERCHANDISING”
 
Música e Pilcha Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense:
Patrimônio Cultural do Brasil e de todo o Povo Brasileiro!
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A Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, como Patrimônio Cultural Brasileiro, certamente que é merecedora do devido respeito por parte de todos: instituições, entidades, empresas e cidadãos. Incluídas nesse rol estão as associações que congregam algumas bandas musicais sul-rio-grandenses, como o MTB - Movimento Tchê Brasil e as empresas que exploram a mídia televisiva sob concessão pública do Estado Brasileiro, como a Rede Globo de Televisão. Entretanto, contrariando essa premissa, a Globo, por meio do seu programa Central da Periferia, gravado no Bairro Restinga, de Porto Alegre-RS, e veiculado no dia 21 de outubro de 2006, um sábado à tarde, com a apresentação de Regina Casé, propôs-se a fazer propaganda para setores do mercado musical e a desrespeitar, com atos ostensivos e próprios de um verdadeiro assassinato cultural, a antiga Tradição Regional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, especialmente no que se refere à Música Regionalista-tradicional Gauchesca do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. Utilizando-se do usual e costumeiro merchandising – a técnica de inserir, de forma dissimulada ou não, e vender mensagens comerciais de produtos na programação - no caso específico - na televisão -, a Rede Globo atendeu, dentre outros, aos interesses da Nova Ordem Mundial e seus mercados sem fronteiras, neles incluída, ao que tudo indica, a chamada Tchê Music. Por meio de raciocínios falaciosos, os protagonistas certamente que conseguiram o seu intento: aumentar o mercado de mais um produto de consumo, mesmo que para isso tivessem que tentar destruir aquilo que é considerado uma riqueza do Estado Sulino, respeitável por sua beleza e pelo fato de ser nativo, procedente, dos Antepassados Campeiros do Pampa Sul-brasileiro: a autêntica Música Regionalista-tradicional Gauchesca do Rio Grande do Sul. Com o circo armado, os atores – para não ser muito deselegante - daquele triste dramalhão televisivo, por intermédio do meio de comunicação de maior penetração nas sociedades de massa, a TV, tentaram confundir, iludir, enganar, fraudar os telespectadoreso povo brasileiro -, ao distorcerem conceitos por meio de dissimuladas definições e outras evasivas e arguciosas indagações. Para atingir o seu fim, qual seja o de denegrir uma cultura regionalista-tradicional centenária, com o objetivo de implementar, pela força da mídia, a sua cesta de produtosdiga-se, aqui, nada qualificados -, o MTB e a referida rede de televisão, pelo que ficou evienciado no citado programa, não economizaram artifícios nos seus comerciais propósitos. A empresa, cuja atuação deveria estar em consonância com os interesses do povo que a ela concedeu, por meio de seus representantes políticos, a permissão para operar na mídia brasileira, acabou, de forma vil e rasteira, utilizando-se, dentre outros, dos seguintes e gravíssimos expedientes: 1 - levantou a bandeira de um Movimento Comercial, desprestigiando uma Cultura Nacional Regionalista-tradicional; 2 - considerou verdadeira a errônea classificação dos grupos integrantes do MTB como nova geração da música nativista gaúcha, ainda que os ritmos criados por eles sejam o resultado da mistura de outros estranhos à Cultura Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, como o axé music, o pagode, o funk, o forró, o sertanejo, etc.; 3 - confundiu o povo brasileiro com questionamentos como o que é esse negócio de sê gaúcho?, ignorando ou querendo ignorar que a expressão é, por extensão, mais um sinônimo de sul-rio-grandense do que caracterizadora do gaúcho de espírito, porquanto identificado e valorizador do Jeito Gaúcho de Viver dos Antepassados Campeiros do Pampa Sul-brasileiro; 4 - classificou o ambiente da Música Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense como um mundinho, com visível intuito de desmerecer esse importante segmento da Cultura Regional Gaúcha do RS; 5 - generalizou, tendenciosamente, o fato de os Jovens Tradicionalistas do MTG Brasileiro organizado gostarem de ritmos como o rap, hip rop e funk, vindos das periferias cariocas e paulistas, como se muitos desses mesmos jovens não gostassem, igualmentede música clássica, de música popular brasileira, de rock, e, também, da Música Regional Gaúcha e Tradicional de sua Terra; como se esse fato, mais do que normal, de eles gostarem de outros sons, pudesse ser impedimento para o culto e a valorização da Cultura Regionalista-tradicional que eles receberam, por Tradição, de seus bisavós, avós e pais; 6) forçou a execução de funk nas dependências de um Centro de Tradições Gaúchas, em evidente afronta à instituição Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, aos seus Fins Culturais Preservacionistas, seus Princípios Filosóficos, Institucionais, Estatutários. Dois pontos, contudo, são de ser refutados de pronto, como forma de contrapor o argumento ardiloso utilizado naquele infeliz programa televisivo. O Tradicionalista não pode ser definido como todo aquele que nasceu de coração aberto e a mente voltada para o que é bom, como foi veiculado naquela programação, pois abertura é o que mais interessa aos mercados da Nova Ordem Mundial e às suas imposições consumistas de seus funestos produtos. Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, necessariamente, há de ser gaúcho, e não apenas sul-rio-grandense, que conserve, preserve, com ações práticas, a autenticidade do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. O termo gaúcho -utilizado naquele merchandising - não representa somente quem toca ritmos gaúchos. Gaúcho não é sinônimo de sul-rio-grandensepois este último poderá tocar um ritmo verdadeiramente gaúcho, por motivos estritamente econômico-financeirossem ser ou sem se considerar gaúcho. Nem poderá ser chamado de gaúcho aquele que veste um arremedo da típica, explorada e comercialmente corrompida Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul. Gaúchos Brasileiros são os indivíduos que têm identificação com o antigo Jeito Gaúcho de Viver dos Pampeanos Sul-rio-grandenses, seus usos, seus costumes tradicionais, isto é, são os sul-rio-grandenses e brasileiros que valorizam pilchas tradicionais e atividades rurais desenvolvidas pelos antepassados gaúchos do interior pampeano do Rio Grande do Sul, nas lidas de campo com o gado, os cavalos, as ovelhas. Enfim, tais desrespeitos contra o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado e especialmente contra a sagrada Diversidade Cultural Brasileira, a Cultura Musical Gauchesca Tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul, só podem ser considerados como graves atentados ao Estado Democrático de Direito. É certo que todos têm a liberdade de alterar, executar e vender quaisquer ritmos e quaisquer grifes de qualquer lugar. Entretanto, devem respeitar um Patrimônio Público, porquanto do Estado do Rio Grande do Sul, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro, configurado na valiosa Riqueza Cultural Regionalista-tradicional e Popular do Sul do Brasil. O direito de preservar suas raízes culturais, regionais, suas caras e antigas tradições, seu Regionalismo, sua Tradição Local, como o fazem os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros no Brasil e no mundo, é uma garantia a ser respeitada por todos: indivíduos e instituições. Portanto, discriminações culturais como as que o Povo Brasileiro telespectador viu naquele sábado de outubro de 2006 hão de ser repelidas pelos verdadeiros donos do grande Patrimônio Cultural Regionalista-tradicional Gaúcho do Rio Grande do Sul: o Estado Sulino, os Sul-rio-grandenses, o Brasil e todo o Povo Brasileiro. Dessa forma, esperamos que os senhores Tradicionalistas Gaúchos, especialmente aqueles que ocupam elevados cargos nos diversos Órgãos Tradicionalistas vinculados ao MTG Brasileiro organizado, venham a protestar e a defender sua Filosofia de Atuação Tradicionalista e esse Bem Cultural Público do Brasil e do Povo Brasileiro, caracterizado pela antiga Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sula ser, sempre, por todos, respeitada. A rica Cultura Gaúcha Sul-rio-grandense foi, sem dúvida alguma, sordidamente ofendida naquele referido e violento merchandising global! E quem cala consente! O sítio Bombacha Larga não cala nem aceita esses patrocinados rebaixamentos culturais provocados por uma empresa que deveria promover cultura ao invés de tentar corromper o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Bravo Povo Gaúcho Brasileiro! Exigimos, assim, como Cidadãos Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, o devido respeito da Rede Globo de Televisão e do MTB à Cultura Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, às Tradições dos Gaúchos Brasileiros, dentre elas a autêntica Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra e a Música Gauchesca Tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul!

 

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23/10/2008 18:47:06 RAÚL CARLOS BRODT - MACEIÓ / AL - Brasil
MEU CORDIAL BOA NOITE! É SEMPRE ALENTADOR OUVIR A MÚSICA DO RIO GRANDE; RECARREGA AS BATERIAS DE UM GAÚCHO DESGARRADO. PARABÉNS POR PRESERVAREM AS MAIS CARAS TRADIÇÕES DOS PAMPAS GAÚCHOS. UM ABRAÇO "QUEBRA COSTELAS" BEM CINCHADO! RAÚL
Sítio: *****
05/05/2008 13:45:18 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos desse Sítio de Tradição! Criticar a “Rede Bobo (desculpe-me, Globo) é sempre divertido”! É uma emissora de “comunicação” que nunca pode ser levada a sério. Seria esperar demais, dessa “prostituta” televisiva do merchandising, alguma coerência ou fundamento a respeito de Cultura e da Tradição do Povo do Sul do País. Começando pelo fato de que para essa “Empresa do ramo de tele-comunicações”, o Brasil começa em São Paulo e vai até o Rio de Janeiro. Às vezes dá uma parada em Brasília, quando tem algum interesse em mais um escândalo ou processo onde pode tirar vantagens político-econômicas. Nada de novo! Porque sempre foi dessa maneira, desde os tempos da monarquia. O Rio Grande do Sul e os demais Estados do Sul sempre esquecidos e explorados por interesses econômicos. Seria trágico, mas é cômico! “Central da Periferia” é um quadro que demonstra todo o desprezo que a Globo tem por nosso povo mais Humilde. Ela tenta impor como seria a Periferia perfeita das grandes cidades. Com muita música (de qualidade duvidosa), danças, expressões artísticas variadas e olha só: pessoas de verdade! Uma forçada imagem de beleza que ela tenta inserir ou tirar das dificuldades e opressões que essa gente sempre sofreu pela mentiras que essa “prostituta” do merchandising descarrega nos televisores de nossa população. A senhora dos canais televisivos vive disso, mentiras e fantasias; de nada mais! É outro mundo, outro “Brasil,” que passa na tela da Globo. Novelas que (embora tentem) jamais se aproximaram da realidade, tele-jornais que noticiam apenas o que lhe interessa, muitas vezes com conteúdo duvidoso, e programas sem conteúdo nenhum, com pessoas que representam o nada total. Pessoas com notoriedade, mas vazias, plastificadas e artificiais. O nada do nada mesmo! A Globo não conhece o Gaúcho Tradicionalista! E se o conhecesse não lhe daria atenção. Por quê? Porque o Gaúcho Tradicionalista tem valores, costumes e sentimentos incompreendidos por essa “prostituta” do merchandising. A única “tradição” que ela compreende é a do Ibope a qualquer preço, a alienação das pessoas e o ditar do modismo e do consumo desenfreado. “Rede globo e você: tudo a VENDER!”...
Sítio: *****
08/11/2006 08:07:00 Renê Costa - Alegrete / RS - Brasil
É de muito tempo que a Rede Globo deturpa a cultura, não só do povo brasileiro, como de todo o país. Porém, nos últimos tempos nós Gaúchos temos sido escolhidos por esses imbecis, já há mais tempo nas baboseiras dos Casseta e Planeta, e agora com Regina Casé. Esse consumo de informações continuará a dar Ibope, pois a grande maioria da população não está nem aí para a sua cultura regional. Nós, que tentamos preservar o que é nosso, é que temos que usar dos meios que dispomos para as nossas manifestações de protesto!
Sítio: *****
25/10/2006 00:09:24 MAXIMINO LUIZ PEZZINI - CHAPECO / SC - Brasil
EU ASSISTI, JUNTAMENTE COM A MINHA ESPOSA MARIA SANTINA E MINHA FILHA SIMONE, DE 11 ANOS DE IDADE, NO SÁBADO, DIA 21/10/2006, À TARDE. E COMENTAMOS, JUNTOS, QUE ISSO ERA MAIS UMA AFRONTA AOS TRADICIONALISTAS GAÚCHOS, QUE AQUI PRATICAM UMA RICA E BELA CULTURA, ISSO EM TODOS OS CANTOS DESSE RICO E IMENSO BRASIL; SEMPRE RESPEITANDO OS COSTUMES - CULTURALMENTE FAMILIAR E HUMANO -, ONDE NOS CTGs NOS REUNIMOS COM OS AMIGOS PARA CONVERSAR, NOS CONHECER MELHOR, FAZER NOVAS AMIZADES, FREQUENTAR FANDANGOS, DANÇAR, COMER CHURRASCO E MUITOS PRATOS TÍPICOS. A APRESENTADORA REGINA CASÉ FOI MUITO INFELIZ PELA MANEIRA QUE APRESENTOU O PROGRAMA. POR FALTA DE CONHECIMENTO OU POR PURA IGNORÂNCIA QUIZ FAZER VER AO TELESPECTADOR QUE A DANÇA GAÚCHA DOS CTGs É UMA QUALQUER COISA... MAS NAO É... DOU A RECEITA À ELA, PARA DE INÍCIO ASSISTIR TODO O SERIADO QUE A TV GLOBO APRESENTOU (HOJE TEM EM DVD) - CASA DAS 7 MULHERES - E, AINDA, O PROGRAMA APRESENTADO NO GLOBO RURAL (OS TROPEIROS)-(HOJE TEM EM DVD); E, EM LIVROS, A GUERRA DO CONTESTADO. MENSAGEM: ANTES DE FALAR OU APRESENTAR É MELHOR SE INFORMAR E CONHECER! GRATO PELA OPORTUNIDADE! MAXIMINO L PEZZINI
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23/10/2006 14:05:27 Nilton Ibarra Fioravanti - Campinas / SP - Brasil
A Rede Globo não entende nada de tradicionalismo e se entender alguma coisa a nossa cultura não interessa para eles, pois em seus repertórios não somos bem-vindos, porque conservamos a ética, a moral, o respeito e a educação, pessoal e familiar. Fechem a porteira do Rio Grande para esses parasitas que estão poluindo a mente de nossos jovens gaúchos.
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