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Fogo de Chão:
Mulher Gaúcha

 

26/10/2006 03:13:10
A TRADICIONAL INDUMENTÁRIA DA PRENDA GAÚCHA BRASILEIRA!
 
Vestido de Prenda: a Pilcha Gaúcha Feminina Oficial e de Honra
do Rio Grande do Sul e das Prendas Tradicionalistas Gaúchas Brasileiras!
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Mulher Gaúcha Tradicionalista  estará fazendo, verdadeiramente, Tradição do Rio Grande do Sul e preservando a Identidade Cultural Regionalista-tradicional do Povo Gaúcho do Sul do Brasil se estiver portanto a Pilcha Gaúcha Feminina Oficial e de Honra do Estado Sulino: o Vestido de Prenda. A indumentária tradicional da mulher gaúcha sul-rio-grandense tem sido, desde antes de 1870, início da Era da Bombacha, até os dias atuais, o vestido longo. E atendendo aos deveres de preservação dos usos e costumes antigos, tradicionais, dos antepassados gaúchos e gaúchas do Pampa Sul-brasileiroo traje a ser usado pela Prenda Tradicionalista Gaúcha Brasileira é o Vestido de Prenda. O seu uso justifica-se porque foi com o vestido que ela viajou a cavalo, no passado, cortando distâncias; com ele deslocou-se de carreta ou carroça, para os fandangos de antigamente; assim vestida foi que ela cuidou do lar, visitou vizinhos, amigos, foi à cidade e divertiu-se no Sul do Brasil. A propósito, nas previsões atuais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, constantes das suas Diretrizes Culturais para o uso da Pilcha Gaúcha Feminina Sul-rio-grandense, se há algum traje alternativo este jamais poderá ser tido como tradicional das antigas mulheres interioranas sul-rio-grandenses, por não haver sido o mesmo retransmitido, de mãe para filha, pelo tempo e pelas gerações, até os dias presentes. E se não é Tradição Gaúcha do Rio Grande, no MTG Brasileiro é que não poderão ser cultuadas essas alternativas e não tradicionais peças da indumentária gauchesca do final do século XIX. Quanto à bombacha feminina, esta será utilizada pela Mulher Gaúcha Tradicionalista desde que o seu uso se dê em certas ocasiões especificas, conforme a Coerência Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense e a devida Propriedade Tradicionalista Gaúcha Brasileira. Uma Prenda Tradicionalista, portanto, poderá usar bombacha feminina - calça larga -, camisas sóbrias e de cores amenas, claras, de mangas longas, chapéu (não o claro, country, chaparral desabado, copa alta, ou de abas viradas), botas tradicionais (e não as curtas), guaiaca (e não a rastra platina, a cinta urbana, texana, o cinto sem bolsas ou a guaica porchetão freio de ouro) e lenço de pescoço histórico e regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul (e não os estampados, pretos, texanos, virados, escondidos, diminutos, folclóricos, exagerados, por fora da gola da camisa, à meia-espalda), para participar de provas campeiras em Rodeios Crioulos da Antiga Tradição Regional do Rio Grande do Sul ou em cavalgadas campestres não oficiais. O que não é plausível nem aceitável é que uma Prenda Gaúcha Tradicionalista venha a substituir a vestimenta tradicional e representativa das Antepassadas Mulheres Interioranas do Pampa do Rio Grande do Sul do séc XIX, um antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul, por trajes próprios do vestuário masculino. Por isso, nos Eventos Tradicionalistas Oficiais, como é o caso dos Desfiles Farroupilhas, por exemplo, o traje da Mulher Gaúcha Brasileira deve ser aquele que mais representa a autenticidade da antiga vestimenta das antepassadas mulheres do Pampa Sul-rio-grandense à época do surgimento da bombacha: o Vestido de Prenda. A bombacha feminina, usada nas pistas de Rodeios Gaúchos do MTGé a indumentária mais apropriada para a realização de provas de competição a cavalo. No entanto, essa peça não representa, com a devida fidelidade regionalista-tradicional sul-rio-grandense, o modo de vestir da esposa, da mãe de família, da mulher do século XIX, época em que surgiu a atual indumentária do peão gaúcho sul-rio-grandense. Contrariar esta lógica constatação é desrespeitar os Fins Culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, dentre eles os da preservação da Filosofia Tradicionalista contida na sua própria Carta de Princípios, da conservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul, e da preervação do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense, fundado na região do Pampa Sul-brasileiro. Com efeito, a Filosofia do MTG orienta as Prendas Tradicionalistas Gaúchas no sentido de preservar a vestimenta tradicional, antiga, das Mulheres Gaúchas do Rio Grande do Sul e a zelar pela pureza e fidelidade dos costumes autênticos do Estado Sulino, combatendo todas as manifestações individuais e coletivas que artificializem ou descaracterizem suas coisas tradicionais (itens VI e XX da Carta de Princípios do MTG). Assim, adequadamente vestida com o Vestido de Prenda é que a Mulher  Gaúcha Tradicionalista estará mantendo uma prática antiga e tradicional das antepassadas do interior pampeano sul-rio-grandense: o uso do feminino, regionalista, típico e tradicional vestido comprido. É com este que a Tradicionalista Gaúcha Brasileira estará repassando para as novas e futuras gerações a rica Herança Cultural recebida das Gaúchas Antecessoras e Formadoras da Tradição do Estado Garrão-sul do Brasil. É com ele, o Vestido de Prenda, que a graça, a beleza e a verdadeira vestimenta gaúcha da Tradição do Rio Grande do Sul poderão ser ressaltadas e mostradas para o mundo; que a bela e antiga Tradição das Antepassadas Mulheres Gaúchas do Pampa Sul-rio-grandense estará sendo retransmitida, de forma preservada, para as próximas e futuras gerações. É com ele, o Vestido de Prenda, que a Mulher Gaúcha Tradicionalista estará fazendo, verdadeiramente, Tradição do Rio Grande do Sul e preservando a Identidade Cultural Regionalista-tradicional do Povo Gaúcho do Sul do Brasil!

 

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06/05/2011 20:17:33 hercolis - capinzal / Brasil
Gostei muito dos gaúchos, pois sou um gaúcho!
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26/10/2010 16:24:11 roberta - Carazinho / RS - Brasil
Se a nossa tradição não for cumprida e repassada de forma correta, o que será do RS daqui há alguns tempos?
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19/09/2008 13:25:27 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezada Prenda Camila. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, esclarecemos-te que, conforme informa o texto da referida matéria, o Vestido de Prenda significa a autêntica e típica indumentária da mulher gaúcha tradicionalista, pois foi esta a vestimenta que as mulheres do Rio Grande do Sul usaram no final do século XIX, época em que o peão gaúcho começou a usar bombachas, a partir de 1870, aproximadamente. O significado do Vestido de Prenda no Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro é este: reproduzir o traje feminino que foi repassado, por Tradição, de mãe para filha, ao longo do tempo, e herdado por influências das indumentárias daquela época, ou seja, desde o traje das índias até o das francesas e espanholas que chegavam ao Rio Grande da época; e das imigrantes alemãs e, mais tarde, das italianas, todas elas com vestidos compridos. Assim a mulher gaúcha do Rio Grande se vestiu; assim a Prenda Gaúcha Brasileira se veste hoje, em honra a essa antiga Tradição recebida das mulheres antepassadas do interior do Rio Grande do Sul, isto é, com vestidos - um traje feminino - e não com bombachas - uma indumentária essencialmente masculina -, embora o uso destas venha sendo incentivado junto às prendas gaúchas do MTG, para atender aos interesses meramente de mercado, cujo objetivo é vender, tanto para peões como para prendas, junto com as bombachas também as botas, as cintas, os lenços e os chapéus, e a lucrar em dobro com essa grave incoerência cultural regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense. Portanto, Camila, este é o significado do Vestido de Prenda da Mulher Tradicionalista Gaúcha Brasileira, previsto na Lei Estadual do RS Nº 8.813, de 10.01.89, como Traje de Honra do Rio Grande do sul e de uso preferencial no Estado em todo e qualquer ato, público ou privado, por ser esta a Pilcha das Gaúchas Sul-rio-grandenses; o autêntico traje tradicional das mulheres do Pampa Sulino, a reproduzir a elegância e a sobriedade da indumentária histórica e regionalista-tradicional gaúcha do Rio Grande do Sul, conforme as Diretrizes Culturais traçadas pelo MTG Brasileiro, a orientar as integrantes do Tradicionalismo para o uso regional e tradicionalmente correto e tradicionalistamente apropriado da Pilcha Gaúcha Sul-rio-grandense Feminina nas Entidades filiadas ao MTG organizado. Com as Saudações Tradicionalistas segue a essa prezada Prenda Gaúcha visitante o nosso fraterno abraço!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
18/09/2008 20:10:36 camila alonso souto braga - canoas / RS - Brasil
Vocês podiam por o significado do vestido da prenda...
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28/05/2008 12:27:28 claiton vargas - Quarai / RS - Brasil
É VERGONHOSO O MTG PROIBIR VESTIDO DE PRENDA PARA DESFILE... É DESSE JEITO QUE QUEREM PRESERVAR AS VESTIMENTAS TRADICIONAIS? QUALQUER DIA VÃO QUERER QUE OS GAÚCHOS USEM TRAJE ALTERNATIVO: VESTIDO MASCULINO... É SÓ O QUE FALTA...
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17/01/2008 20:57:50 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezada Prenda Fabiana. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto a tua opinião pessoal, com relação ao tema abordado na presente matéria, naturalmente que o respeitamos. Entretanto, primeiramente nós devemos respeitar a Filosofia Tradicionalista que orienta as ações pessoais de todos os Tradicionalistas. Por isso, continuamos firmando a nossa posição no sentido de que a bombacha é pilcha essencialmente masculina e o seu uso pela prenda gaúcha só se justifica quando ela estiver participando de provas campeiras ou de cavalgadas. E esta nossa afirmação não é pessoal, mas uma determinação da Carta de Princípios, base ideológica e filosófica do Tradicionalismo organizado. Se os interesses de mercado agem no MTG e induzem as prendas ao uso de uma pilcha que é própria do peão gaúcho, esse fato não se sustenta diante da clareza dos princípios que regem o Movimento Tradicionalista Gaúcho. E para quem se intitula Tradicionalista Gaúcho deve, ou deveria, submeter as suas preferências pessoais aos princípios maiores do Tradicionalismo a que pertence. Quem não é tradicionalista faz o que quer; quem é Tradicionalista Gaúcho respeita as diretrizes internas do Movimento Cultural a que se encontra filiado. Sabemos todos que o mercado quer vender em dobro chapeús, lenços, guaicas, bombachas e botas, ao forçar o uso dessa indumentária às prendas gaúchas do MTG Brasileiro. E o Tradicionalismo deveria estar preservando a identidade tradicional da prenda gaúcha sul-rio-grandense, que nunca usou bombacha, a não ser para alguma eventual lida de campo, quando esta se fez necessária na falta do marido, do filho, do peão gaúcho ausente do rancho. A História é cristalina e ela sempre estará a contradizer esses interesses de mercado, que, ao que tudo indica, estão também a comprar algumas supostas “consciências tradicionalistas”, porventura ainda existentes no âmbito do MTG. Não a culpamos por seu posicionamento pessoal, mas aos que descumprem os seus deveres morais, estatutários, institucionais, de promover a educação tradicionalista, a observância aos postulados básicos de atuação do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, o que, infelizmente não acontece. Frente à exploração comercial que campeia no seio de um Movimento Cultural, o qual deveria ser o primeiro a orientar, ensinar, divulgar, cumprir e fazer cumprir as suas normas regulamentares, a sua Filosofia Tradicionalista de Atuação, o que ocorre é que o órgão é o primeiro a deturpá-las em benefício de alguns exploradores da cultura regionalista-tradiciona dos gaúchos sul-brasileiros. E qualquer criança da Invernada Mirim, ao ler a Carta de Princípios do MTG, saberá que isso não se coaduna com os reais deveres institucional e objetivos culturais do Tradicionalismo, especialmente os elencados na Carta de Princípios do MTG, no artigo VI, que diz: "Preservar o nosso patrimônio sociológico representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares", e os dispostos no artigo XX: "Zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais". Portanto, Fabiana, é um direito teu usar a bombacha feminina, até porque o MTG está, indevidamente, a incentivá-la a isso. Porém, saiba que nesse ato do corrompido Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro a sua Filosofia Tradicionalista Gaúcha, para beneficiar alguns interesses privados, está sendo ferida de morte, causando um grande prejuízo a um Bem Público pertencente ao Rio Grande do Sul, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro, constituído pela cultura regionalista-tradicional gaúcha sul-brasileira; pelas autênticas Tradições do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense! Obrigado, mais uma vez, pela importante participação! Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
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17/01/2008 11:04:09 FABIANA - ARROIO DO TIGRE / RS - Brasil
É RIDÍCULO DIZER QUE MULHER TEM QUE USAR VESTIDO DE PRENDA. EU ADORO NOSSO TRADICIONALISMO E ACOMPANHO OS RODEIOS DE MINHA REGIÃO, ONDE SOMENTE VISTO BOMBACHA FEMININA E ME SINTO MUINTO BEM, AO CONTRÁRIO DE QUE SE ESTIVESSE DE VESTIDO DE PRENDA QUE SINCERAMENTE NÃO É PRA MIM.
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27/10/2006 21:59:56 Rafaela Marques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Há mais um detalhe que eu esqueci de falar. Para ser tradicionalista não precisa que alguém ande pilchado todos os dias, em todos os lugares e/ou até dormir pilchado. Ser tradicionalista é mais do que usar uma bombacha ou frequentar um CTG: é ser uma pessoa ciente de seu papel no meio tradicionalista gáucho brasileiro, com conhecimentos históricos e culturais; é respeitar, cultuar e difundir a nossa honrosa Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense. As prendas devem ter a consciência de que a bombacha feminina só deve ser usada em ocasiões de competição na campeira. Em desfiles, no CTG, nos bailes e nos rodeios o que deve ser usado é o vestido de prenda. Mas não estamos aqui para obrigar ao uso que consideramos como o correto. Cabe a cada um fazer o que acha mais certo, mesmo que infelizmente não tenha a informação necessária para decidir questões como essa.
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27/10/2006 20:45:09 Rafaela Marques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Como o nome mesmo indica, tradição gaúcha brasileira é a transmissão de valores, hábitos, usos e costumes que os nossos antepassados do Rio Grande do Sul tinham e que repassaram adiante, até os dias de hoje. E são esses hábitos, usos, costumes e valores que não podemos modificar, porque senão eles deixam de ser tradição! O selim deixou de ser usado entre as prendas, quando elas precisaram fazer as lidas de campo, em determinados momentos históricos. E foi mais prático para a mulher gaúcha usar a bombacha, sendo, assim, desnecessário o uso do selim. Mas o selim pode ser usado, embora o seu uso não se encontre em nenhuma diretriz do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. O desuso do selim foi causado por uma necessidade e, também, muito provavelmente por motivos de mercado. Essa modificação não veio de hoje e o verdadeiro tradicionalista defende e cultua aquilo que os seus antepassados faziam e construíram ao longo do tempo. Ninguém está obrigado a aceitar tudo o que é escrito nem a opinião alheia. O BL não inventa nada e nem distorce nada, apenas orienta no sentido da preservação exigida pela Filosofia do MTG. A informação é clara e baseada em princípios da própria Filosofia que sustenta o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro!
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27/10/2006 19:25:06 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Caro José Itajaú! Agora acho que tu foi incoerente com tudo o que tu pregas. Não é defensor de tradições? Acabou de concordar que o selim está em desuso há muito tempo. Ou seja, concordou que as tradições mudam ao longo do tempo. Então, deixa de ser tão pragmático com a indumentária. Se a prenda escolhe o melhor tipo de sela, escolhe também a roupa mais confortável, mais bonita, ou seja, a que ele se sentir melhor. Percebe como não adianta ficar totalmente preso às regras. Se tu fosse tão defensor assim, não concordaria com o uso de selas para a mulheres e sim do selim. Saudações...
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27/10/2006 18:53:27 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Como já foi dito antes, aqui no BL, o livre arbítrio é uma garantia constitucional do cidadão. Cada um faz o que quer e como quer. Nem as normas tradicionalistas nem o Bombacha Larga proibem alguém, apenas informam e suprem as notórias deficiências culturais verificadas no item "conhecimentos tradicionalistas", causadas pela criminosa omissão de quem tem o encargo e o dever de ensinar, de esclarecer, e não o faz, no âmbito das chamadas "Entidades Tradicionalistas Gaúchas". A questão é de consciência tradicionalista; quem a tem sabe do que estamos falando. As prendas gaúchas não estão montadas em selas porque estas não fazem parte da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul, cujos lombilhos podem ser o bato, o serigote, mas nunca a sela própria dessas culturas que tentam introduzir, à força, seus apetrechos comerciais no âmbito tradicionalista gaúcho brasileiro. Quanto ao selim, este poderá ser usado de acordo com a preferência pessoal de cada Prenda, pois se ele encotra-se em desuso há muito tempo e nem previsto nas atuais diretrizes do MTG para o uso da encilha gaúcha sul-rio-grandense está, certamente é pela ação dos mercados que querem vender "selas" importadas para certos "gaúchos tradicionalistas brasileiros". Selim, basto, serigote há tempos que sevem de lombilho para a Prenda Gaúcha Campeira do Rio Grande do Sul. Porém, se não mais é o selim repassado de mãe para filha, nos dias atuais, é porque o cavalo há muito que deixou de ser o principal meio de transporte dos gaúchos sul-rio-grandenses. Contudo, assim como se dá com as Danças Folclóricas do tempo dos Fandangos, que estão preservadas até hoje no meio tradicionalista, também o selim pode ser valorizado e utilizado por aquela prenda que dele dispor, em honra a um uso tradicional das mulheres gaúchas interioranas do Rio Grande do sul. E as Tradicionalistas Gaúchas que gostam de desfilar no Dia Maior do Gaúcho Brasileiro, o Dia 20 de Setembro, certamente que, em nome da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul, continuarão a usar, bem montadas em um dos "parceiros do gaúcho", o Traje de Honra, Oficial e de uso preferêncial no Estado Sulino: a Pilcha Gaúcha Feminina prevista nas diretrizes culturais do Tradicionalismo: o antigo, feminino, regionalista, interiorano, típico e tradicional Vestido da Mulher Gaúcha do Interior do Rio Grande do Sul!
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27/10/2006 18:18:22 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Quero deixar mais um comentário. As fotos que que o BL postou no tema de hoje, demonstra um erro, e no entanto o Sr. José Itajaú não diz nada sobre ele. Prenda de vestido monta com selim, e nas fotos, todas estão montando em sela, com uma perna de cada lado do cavalo. Que tem a dizer sobre isso? Estão bem pilchadas, mas fazendo a coisa errada.
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27/10/2006 17:15:37 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Deixa as mulheres usarem a bombacha, e se tu não gosta, tudo bem. Isso não as deixa menos femininas. A feminilidade está na mulher, e não na roupa dela. E não te preocupes, os homens não estarão usando vestido nos CTGs.
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27/10/2006 17:12:04 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Prezada Cris! É justamente isso que eu tento argumentar com o José Itajaú, mas vamos lá, assim como ele, eu respeito o que ele diz, concordo com algumas coisas e discordo de outras. Prezado José Itajaú, eu em nenhum momento quis saber tua intimidade, se assim entendeu, entendeu errado. O que eu não concordo é o fato de que julgas quem é Tradicionalista ou não, e fazer isso é errado. Fazendo assim tu apenas ajuda a criar inimizades. Esse Observatório e esse Movimento de Reação, sinceramente, não tem aplicação prática. Não adianta ficar falando se não faz nada. Comece a lutar por sei ideal dentro do teu CTG, que deve cometer alguns erros, com certeza. Conserte aí dentro. Depois disso, use o exemplo e tente "consertar" os demais. Não adianta essas argumentações sem ações. Não tenho a receita pra isso, e se tivesse, com certeza a compartilharia contigo. A tradição e o tradicionalismo vivem em constante contrução. Já disse outras vezes. Algumas coisas que hoje são tradição, em outros momentos não foram. (lembra da bombacha, após a Guerra do Paraguai?, quase no século XX). Então, se o Tradicionalismo organizado considera, é tradicional. No gosto das pessoas e principalmente, das mulheres, a bombacha feminina já caiu no gosto. Se torna tradição em breve. Se já não se tornou. Sucesso a todos.
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27/10/2006 16:09:39 Cris - Brasília / DF - Brasil
Acho muito válido esse debate e acredito que devemos sim preservar os costumes e trajes gaúchos, mas não concordo com esse radicalismo de querer rotular que é ou não gaúcho ou tradicionalista...isso soa um tanto quanto fútil. Ninguém é superior para que possa julgar os outros, mas acredito que vale muito mais se levar em conta o caráter e ações de uma pessoa do que a roupa que ela usa em determinada ocasião. Um abraço a todos
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27/10/2006 16:04:46 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Ninguém é obrigado a discutir comigo nem com ninguém. Se o fazes, é porque tens algum interesse... E o fato de respeitarmos o teu direito de pensar e de expor o teu pensamento não significa que eu tenhamos de concordar com ele. Democracia é isso. Só um ditador não aceitaria opiniões alheias ou contrárias às suas. Quanto ao teor do teu comentário, ainda que eu não esteja obrigado a revelar a minha intimidade, pois acredito que não ser ela do interesse alheio, digo-te que no meio tradicionalista não abro mão de vestir a mesma e correta indumentária que os meus antepassados usaram; a mesma vestimenta que os folcloristas Paixão Côrtes e Barbosa Lessa reconheram em suas pesquisas, pelo interior do Rio Grande. E a minha Prenda Gaúcha, por vontade própria, não vai a nenhum evento tradicionalista sem vestir um tradicional Vestido de Prenda ou uma Saia Campeira, como sempre o fizeram e ainda fazem as mulheres gaúchas tradicionalistas. Ou se faz tradição ou se brinca de fazê-la. É do conhecimento de todos que dentro dos próprios CTGs há "tradicionalistas" vendendo chapéu de cawboy, bombachita argentina, cinto em vez de guaiaca e muitas bombachas femininas, para uso geral e indiscriminado. Reafirmamos, sim, que esse não é um procedimento adequado daqueles que se dizem Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Uns estão no meio como meros exploradores comerciais, outros como vítimas de um capitalismo sem escrúpulos e sem nenhuma preocupação com a autêntica Cultura Regionalista-tradicional do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense. Podes não compactuar com estas posições, mas, em uma democracia deves respeitá-las, ainda que discorde delas. E normas são, sim, necessárias, tanto no Tradicionalismo como no condomínio residencial, na escola, no clube, no partido político, na Igreja, nas instituições públicas. Em um evento tradicionalista vemos peões de bermuda e boné e prendas de "short". Mas em um prédio da Justiça, por exemplo, eles, assim trajados, não podem entrar. São as regras. E quem não as cumpre, sujeito está à consequente reprovação social. Aqui, antes de tudo, defendemos, como defende a Filosofia do MTG Brasileiro, a preservação das autênticas tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. E não há como negar que bombacha sempre foi, é e sempre será um traje masculino, não feminino. Assim, o seu uso indiscriminadado pela mulher gaúcha revela-se uma grande incoerência cultural regionalista e uma enorme impropriedade tradicionalista gaúcha brasileira, por não fazer ela parte da Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul. Mas, para quem já foi recebido em CTG com música sertaneja, já viu grupo musical mal pilchado, despilchado, tocando músicas alheias à Tradição dos Gaúchos do Rio Grande, em ambientes de verdadeiras boates ou dos Bailões Comerciais, em plena Semana Farroupilha, no interior de supostos "Centros de Tradições Gaúchas do Rio Grande do Sul", nada mais parece causar espanto. E do jeito que a coisa vai, não demora muito para alguns peões também passarem a usar o Vestido de Prenda - a tradicional vestimenta da autêntica mulher gaúcha do interior do Rio Grande -, em CTG. Enfim, concordando ou não, visitando ou não o BL, saibas que o propósito deste espaço cultural tradicionalista gaúcho, por ser tradicionalista, continuará sendo o de não se submeter a esses patrocinados despautérios impostos no meio tradicionalista gaúcho brasileiro; ao contrário, continuará a lutar pela preservação das autênticas, típicas, regionais Tradições do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense. Por isso o BL criou o Movimento de Reação dos Tradicionalistas Gaúchos; por isso criou o Observatório Nacional do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. E é por esse mesmo motivo que tem, diariamente, abordado este e outros temas, tão ou mais importantes para a continuidade, através dos tempos, da bela e rica Tradição dos Gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense, a ser entregue às novas e futuras gerações da mesma forma que tem se dado, desde muito, nos Pagos do Grande Rio Grande do Sul!
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27/10/2006 14:32:19 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Prezado José Itajaú! Percebo que realmente não há como discutir contigo. Tu realmente não se convence que nem toda mudança é ruim. Teu discurso é radical, mas eu duvido que tu anda de bombacha o tempo todo e que a tua prenda (se tiver uma) usa o vestido em todas as ocasiões. Eu digo e assumo, não uso pilcha constantemente, minha prenda também não. Justamente por isso não fico dizendo o que é certo ou errado. Nos momentos certos, faço a coisa certa. Sou tradicionalista, mas não sou um radical. Quem és tu pra dizer quem é ou não Tradicionalista? Não fique seguindo as cartilhas do MTG o tempo todo não, senão corres o risco de ficar doido. Saiba cultuar tua Tradição com a alma e não com as regras. E não julgues quem é e quem não é tradicionalista. Ninguém é dono da verdade, e uma verdade hoje, pode ser uma mentira amanhã. Ou volte no tempo, nas origens e vai andar de chiripá e ceroula nos campos sulamericanos. Já disse ontem, gaúcho é de vanguarda, não de atrasos e nostalgia. Não podemos ser tão pragmáticos. É possível conciliar algumas coisas. Os abusos não, mas algumas são perfeitamente possíveis. Baita Quebra-Costelas.
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27/10/2006 13:43:18 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Engano seu. Não concordo com muitas previsões regulamentares, especialmente com aquela que permite o uso da bombacha feminina para visitas a colégios, prevista nas diretrizes do MTG/RS. Pergunto: não seria uma afronta à própria Filosofia Tradicionalista da Carta de Princípios que embasa todo o MTG Brasileiro? Ao meu ver, sim. Considero um verdadeiro absurdo apresentar em uma escola a Prenda Gaúcha de bombachas. A esse fato, como o exemplo da lei inconstitucional, pode-se dizer que não há coerência cultural regionalista-tradicional alguma, diante dos postulados iniciais do Tradicionalismo organizado, os quais exigem autenticidade e preservação das nossas coisas tradicionais. O que defendo é: mulher vestida como mulher; homem vestido como homem. Ou iremos inverter? Se depender do "mercado", se for mais rentável, já está invertido. A questão é de lógica simples. Mulher veste bombachas para laçar, pialar e montar a cavalo em uma Cavalgada, enfim, nas situações estritamentes campeiras. No mais, a Prenda deve apresentar-se como uma representante da mulher gaúcha interiorana do séc. XIX, com a indumentária feminina usada antes mesmo da época do surgimento da bombacha como peça do uso tradicional do peão campeiro do Rio Grande (1870). E essa mulher campeira, esposa, mãe, patroa, dona de casa, nunca se vestiu como homem, a não ser para fazer as vezes do peão, na ausência deste ou na sua impossibilidade de atuar naa lides a cavalo. Esta é a Tradição dos Gaúchos do Rio Grande, este é o fundamento real para a utilização da bombacha feminina. Quem quiser que a use em qualquer situação, mas que não venha intitular-se de Tradicionalista Gaúcho porque não estará agindo como tal, por contrariar a Filosofia Tradicionalista do MTG Brasileiro, contida na sua Carta de Princípios, a qual orienta no sentido da preservação da autenticidade do Patrimônio Sociológico-tradicional do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense. Quem não observa nem a Lei Estadual Nº 8.813, de 10.01.89, nem os objetivos institucionais, estatutários, regulamentares e os fins culturais do MTG Brasileiro organizado Tradicionalista Gaúcho não é, e nem o direito tem de subverter a Filosofia de Atuação desse Órgão Cultural Regionalista Sul-brasileiro!
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27/10/2006 13:13:13 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Prezado José Itajaú! O que eu não entendo é, se tu defende os Estatutos, e nos Estatutos diz que o traje alternativo da prenda é permitido, como dizes que uma mulher sem vestido não é tradicionalista? Pelo que tu sempre deixa claro nos teus comentários, deve-se seguir os Estatutos. Perfeito, uma mulher de bombacha que esteja apenas visitando o local onde o festival acontece é perfeitamente tradicionalista sim, está escrito lá na parte destinada à indumentária feminina. As próprias mulheres que fazem parte das diretorias do MTG não usam o vestido quando não estão em atividades que exigem o mesmo. As prendas de faixa sim, estão lá cumprindo com suas obrigações e devem usar, mas o público em geral não precisa. Agora discordando da Cris, não acho que se deva aceitar com tanta naturalidade assim o uso de jeans, mesmo para aqueles que não estão participando, ou que participam, mas não estão concorrendo no momento. Demonstra que a pessoa apenas usa pra se apresentar, como se a pilcha fosse apenas roupa para teatro. Num evento tradicionalista, é legal que as pessoas estejam pilchadas o tempo todo, mesmo não sendo concorrentes. É mais coerente e demonstra respeito às Tradições. Saudações....
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27/10/2006 13:04:27 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Agradecendo aos prezados visitantes e amigos que, efetivamente, têm contribuido, com seus democráticos posicionamentos, com a proposta deste espaço cultural tradicionalista gaúcho, com o debate de questões relativas ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, queremos enfatizar que gaúcho é todo aquele que se identifica com a Tradição dos Campeiros do Sul do Brasil - os Gaúchos Brasileiros -, e Tradicionalistas são os gaúchos que cultuam, preservam, cultivam, defendem, zelam e corretamente divulgam, para o mundo, os autênticos usos e costumes regionalista-tradicionais oriundos dos Gaúchos da Região do Pampa Sul-rio-grandense, com atitudes práticas, demonstrando o seu gosto pelo Jeito Gaúcho Sul-rio-grandense e Campeiro de Viver, usando a autêntica, típica, regionalista e tradicional Pilcha Gaúcha Sul-rio-grandense, sem artificialismos, sem modismos, sem desnaturação. Estes são os verdadeiros Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Outros, que assim não agem, poderão ser tidos como sul-rio-grandenses, brasileiros, mas não gaúchos do Brasiol; "modistas", "Tradicionalistas de ocasião", mas não Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Os Tradicionalistas gostam e sentem-se honrados de vestir a autêntica e tradicional Pilcha Gaúcha do Rio Grande do Sul, independentemente da época, do lugar, do momento, do tempo ou da situação! Pode ser dura, mas esta é a pura verdade: quem não gosta de se pilchar nos CTGs e nos Eventos do Tradicionalismo pode até se dizer gaúcho, mas Tradicionalista é que não será jamais!
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27/10/2006 12:41:37 Cris - Brasília / DF - Brasil
Fugindo um pouco do assunto das vestimentas da prenda,mas ainda falando em trajes do gaúcho, deixo aqui a dica de um site muito interessante onde podemos ver várias fotos antigas de gaúchos e de outros povos que exerceram influência na formação da cultura gaúcha: http://ogauchoempretoebranco.nafoto.net/
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27/10/2006 12:39:22 Carlos Zatti - Curitiba / PR - Brasil
Em que pese discordar do histórico dado a indumentária feminina, já que não houve um traje rígido - mutável como toda moda feminina, em todos os tempos -, concordo com a preservação do que foi criado, harmonizado, com a masculina, na formação do par sulino. Concordo já que com o transcorrer dos anos a indumentária feminina também será tradicional pelo uso contínuo, firmando o costume pleiteado pelo MTG.
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27/10/2006 12:38:03 Cris - Brasília / DF - Brasil
Cássio, ao meu ver, sua prenda não estava participando de nenhuma apresentação ou evento oficial..estava só na torcida, logo, ela poderia usar bombacha feminina, calça jeans ou o que mais lhe agradar. Acho que somente prenda de faixa tem obrigação de passar o rodeio inteiro pilchada (com vestido).
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27/10/2006 12:10:47 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. É importante, mesmo, que deixemos claro o motivo da "polêmica". Na verdade, se esta ocorre é porque a Filosofia Tradicionalista não está sendo observada. Podemos comparar o presente caso com a lei que é editada e depois julgada inconstitucional, por ferir princípios básicos e cláusulas pétreas da Constituição de um país. Assim acontece com as incentivadas e atuais modificações promovidas na Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul, por parte dos interesses de "mercados". É claro que a liberdade de usar e não usar qualquer coisaq está garantida a qualquer pessoa. No entanto, as preferênicas pessoais, os modismos de mercado, ao contrariarem a Filosofia Tradicionalista, os fins culturais do MTG de preservação tradicional, o que compromete a pureza e a fidelidade dos usos e costumes tradicionais dos gaúchos sul-rio-grandenses, não há como alguém denominar-se Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Este, ao contrário, não contraria usos e costumes tradicionais antigos, recebidos dos antepassados gaúchos sul-rio-grandenses. E a Prenda Gaúcha, a não ser nas lidas campeiras, nunca usou roupa de homem. E não seria agora que passaria a usá-la, a não ser para atender a esses interesses mercadológicos dos "mercados" e dos "Picaretas da Tradição". Nesse caso, usar pode, mas Tradicionalista não será, por não atender aos requisitos mínimos da Carta de Princípios do MTG Brasileiro, quais sejam os de cultuar e preservar os autênticos, típicos e tradicionais usos e costumes regionais do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense! Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado a esse prezado e prestimoso colaborador!
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27/10/2006 11:21:04 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas! Eu não entendo o motivo de tanta polêmica a respeito do vestido da prenda. É muito simples, basta a prenda utilizar seu vestidos nos bailes, fandangos, e eventos tradicionalistas e nas outras ocasiões utilizar traje alternativo. Assim fica resolvido. Exemplificando. Ocorreu no Paraná, dias 21 e 22 deste mês, na cidade de Palmas o XVII FEPART. Muitas prendas por lá, algumas usando vestido, outras não. A minha por exemplo não utilizou. Simples de entender, ela não concorria em nenhuma modalidade, estava acompanhando-me. Por que ela deveria ficar o dia inteiro de vestido, sujando ele nas arquibancadas, sendo pisado pelas pessoas que transitavam pelas arquibancadas, sem contar o calor que fazia durante o dia. Estando apenas na torcida e assistindo as provas, a bombacha, com botas ou alpargatas é mais do que suficiente. Saudações tradicionalistas.
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