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Nossa vanera,
de Elizeu Vargas Capim

 

30/10/2006 06:59:31
O TRADICIONALISMO E A AUTONOMIA DO CIDADÃO TRADICIONALISTA!
 
Desfile Farroupilha de 2003, em Natal-RN: Fandango Embarcado!
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Cabe ao MTG Brasileiro e a seus Tradicionalistas Gaúchos filiados a valiosa contribuição para a devida valorização dos autênticos, dos antigos usos e costumes tradicionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Porém, a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, como um Patrimônio do Estado do Rio Grande do Sul, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro, não é nem deve ser privilégio só de um Movimento, de um Órgão ou de uma Entidade Cultural. Embora o culto e a preservação da Antiga Tradição dos Gaúchos Brasileiros façam parte dos fins institucional-estatutários do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, o Cidadão Tradicionalista não está obrigado a integrá-lo para que possa vir a valorizar e a vivenciar a sua Herança Cultural oriunda da região do Pampa do Rio Grande do Sul. Por isso, na ocorrência de eventuais decepções com determinadas Entidades Tradicionalistas, por afastarem-se elas dos reais Fins Culturais, Estatutários, Institucionais e das Diretrizes da Filosofia de Atuação contida na Carta de Princípios do MTG Brasileiro, qualquer Tradicionalista poderá cultuar, cultivar, zelar, defender, preservar, retransmitir e adequadamente divulgar, para o mundo, a autêntica, a antiga Tradição Regional dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, de forma autônoma, individual ou em grupo. Primeiro pelo poder-dever de manter incólume, para as novas e futuras gerações, esse valioso Bem Cultural Público pertencente ao Estado do Rio Grande do Sul, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Segundo porque não está obrigado, como Cidadão Tradicionalista Gaúcho que éa tolerar as incoerências regionalista-tradicionais sul-rio-grandenses, as impropriedades tradicionalistas gaúchas brasileiras e os assassinatos culturais praticados no interior de algumas e pretensas Sociedades Culturais Tradicionalistas do MTG organizado, de fundo mais comercial e político do que verdadeiramente Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Assim, entre participar de uma dessas falsas Entidades Tradicionalistas, as quais contrariam a todas as orientações filosóficas do próprio MTG Brasileiro, a que se encontram filiadas, a providência mais sensata a ser seguida por qualquer Cidadão Tradicionalista Gaúcho Brasileiro é a da desvinculação desses corrompidos órgãos e entidades, para, individualmente ou em grupo, poder Fazer verdadeira, antiga, regional e campeira Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul, conforme manda a sua consciência e a essência mesma do sistema MTG do Brasil, estabelecida na sua Carta de Princípios. Como um estado de consciência que busca preservar as boas coisas do passado, o Tradicionalismo pode e deve ser vivenciado autonomamente por qualquer Cidadão Tradicionalista, tanto na esfera individual como na forma associativa. Como exemplo, citamos a I Domingueira do Grupo de Danças Tradicionais Gaúchas Sentinelas da Querência, de Natal-RN - http://www.flickr.com/photos/bombachalarga/sets/72157603218308963/show/with/2040287496/, evento este desvinculado de qualquer entidade ligada ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Da mesma forma, e quando for o caso, reunidos em prol dos mesmos ideais de culto, cultivo, zelo, defesa, preservação, retransmissão e correta divulgação da genuína Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, os Tradicionalistas poderão, livres das negativas influências que há muito campeiam em muitos órgãos e entidades do MTG Brasileiro, dar as suas valiosas contribuições para a devida valorização dos autênticos, dos antigos usos e costumes tradicionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!

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31/10/2006 09:17:04 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Tens razão. Apenas para complementar o sentido do texto, citamos mais alguns exemplos: os DTGs - Departamentos de Tradição Gaúcha, das escolas, empresas, clubes; as reuniões particulares entre amigos, e as familiares, são manifestações alternativas de culto e preservação da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul. E diante dos atuais desvios de finalidade de determinadas Entidades "Tradicionalistas Gaúchas", essa parece ser a única maneira pela qual se poderá manter, hoje, e para o futuro, a autenticidade dos usos e costumes tradicionais gaúchos sul-rio-grandenses. O afastamento desses inúmeros interesses, que atualmente corrompem o MTG Brasileiro organizado e seus filiados, será, cada vez mais, uma excelente alternativa para aqueles que querem ver a Tradição do Povo Gaúcho Sul-brasileiro respeitada e conservada como sempre foi, de acordo com a orientação trazida na Carta de Princípios do próprio MTG Brasileiro organizado. Assim já tem sido há algum tempo. Essa tendência, em decorrência dos assassinatos da Filosofia Tradicionalista, constatada no âmbito do Tradicionalismo, fará com que haja um crescimento natural de DTGs como aquele de 1947, do Colégio Julinho, de Porto Alegre-RS; de Associações livres da ação dos Picaretas da Tradição do Rio Grande e dos Calaveiras do MTG Brasileiro, os quais visam tão-somente a exploração econômico-financeira e político-partidário-eleitoreira de um Movimento Regionalista que surgiu para valorizar, cultuar, preservar e corretamente divulgar a Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e jamais para servir aos "mercados", aos "exploradores da cultura regionalista-tradicional sul-rio-grandense", a esses corruptos que assaltam e utilizam-se das estruturas do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro com fins meramente comerciais, lucrativos e eleitoreiros, em total contrariedade com os fins institucionais, estatutários e culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. Saudações e um quebra-costelas cinchado!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
31/10/2006 00:49:29 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas! Não é necessário ser filiado à um Tradicionalismo organizado para ser um tradicionalista. As entidades citadas demonstram isso. Sempre tive esta convicção, mas concordo com uma outra situação. Mesmo que existam deturpações dentro das Entidades, se um tradicionalista não for "ligado" à uma, onde este poderá viver seu tradicionalismo. Em casa? Sozinho ou no trabalho? Problemas existem e erros também, mas são os únicos lugares onde ainda é possível viver a Tradição, e inclusive dar continuidade e fazer com que ela siga seu rumo na história. Quando um MTG qualquer desfilia um CTG, existe uma dúvida. O que ele faz realmente? Apenas adverte, suspense e desfilia, ou antes disso manda seus representantes para ensinar o que deveria ser o correto? Esta última eu duvido que faça. Se o tradicionalismo em alguns momentos não vai bem, não é culpa apenas do CTG, do Patrão ou do "capitalismo aproveitador". Deve-se questionar a atuação do Órgão que regulamenta também, pois quem organiza, deve também ensinar, se julgar que algo não está correto. Saudações, de um tradicionalista.
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