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César Passarinho:
Que homens são esses?,
de Francisco Castilho
e Carlos Rodrigues

 

24/11/2006 08:35:09
O CTG E OS PADRÕES MORAIS DOS GAÚCHOS DO RIO GRANDE!
 
Tradição Gaúcha Brasileira: acervo cultural regionalista e moral
dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!
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Preservar o Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul é um dos Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. As Entidades Tradicionalistas filiadas, para complementar suas necessidades financeiras e poder honrar seus compromissos, recorrem a expedientes como o da locação de suas sedes sociais para eventos não tradicionalistas gaúchos. Esta tem sido uma prática corrente entre os CTGs detentores de uma boa estrutura física. Entretanto, nesses contratos são necessárias cláusulas limitativas. Os valores tradicionalistas gaúchos básicos, como a moralidade e os bons costumes daqueles que forjaram a Tradição Gaúcha Brasileira, isto é, os gaúchos campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, devem estar protegidos, zelados, defendidos, preservados. Com efeito, entre os objetivos do MTG Brasileiro, previstos na sua Carta de Princípios, encontra-se no item III a seguinte orientação aos envolvidos no ambiente tradicionalista: todos devem promover, no meio do nosso povo, uma retomada de consciência dos valores morais do gaúcho. Mais adiante, no item VII, a referida Diretriz Tradicionalista norteia a cada uma das Entidades Culturais Tradicionalistas Gaúchas e seus respectivos Sócios Tradicionalistas a fazer de cada CTG um núcleo transmissor da herança social e, através da prática e da divulgação dos hábitos locais (leia-se: 'regionais gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense'), noção de valores, princípios morais, reações emocionais, etc... E, ainda, conforme o item XIV da Constituição do MTG Brasileiro, o Tradicionalismo objetiva que – indivíduos integrantes do MTG do Brasil, entidades a ele filiadas e órgãos tradicionalistas federativos, dentre estes os MTGs, as Federações, e outros -, todos devem evitar atitudes pessoais ou coletivas que deslustrem e venham em detrimento dos princípios da formação moral do gaúcho. Além destes, um outro princípio da Carta Tradicionalista é de ser relembrado àqueles que se dizem Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Trata-se do contido no item XXVI, cuja disposição encaminha Cidadãos e Entidades Tradicionalistas no sentido de que revalidem e reafirmem os valores fundamentais da formação gaúcha, indicando aos jovens os caminhos da cultura, do civismo e da nacionalidade. Lamentavelmente, no entanto, veio a se confirmar o teor da matéria trazida no canal Festas do sítio "ParouTudo.com", publicada por Ricardo Lucas, no dia 11 de novembro de 2006, a qual noticiava a realização de uma Festa Gay no Estância Gaúcha, de Brasília-DF, no dia 10, sexta-feira. Constatou-se que esse fatídico episódio veio a ocorrer no interior da sede social do CTG Estância Gaúcha do Planalto, caracterizando o referido fato mais um lastimável atentado contra os caros Postulados Tradicionalistas do MTG Brasileiro. Porém, demonstrado esse desastroso acontecimento, supôs-se que o mesmo não tenha partido do Patrão nem de um dos dignos membros da Patronagem, embora sobre eles recaisse a total responsabilidade por tal despropósito. Algum funcionário, talvez, não tenha exercitado o seu dever de cuidado no ato da contratação, deixando de se inteirar plenamente dos reais fins almejados pelos contratantes. Contudo, a repercussão negativa atingiu amplamente o Meio Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Ao se confirma o noticiado, afrontada também esteve a imagem de todos os Gaúchos Tradicionalistas, especialmente daqueles residentes no Distrito Federal e imediações, assim como os próprios Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Imaginemos, por exemplo, se na noite da referida Festa GLS um sócio do Estância Gaúcha do Planalto decidisse mostrar a sede de seu Centro de Tradições Gaúchas a um visitante recém-chegado do Rio Grande do Sul à Capital Federal, e se deparasse com eventuais atos descontraídos de alguns participantes desse tipo de evento! Na verdade, fatos como esse só vêm a denegrir o conceito da Entidade Tradicionalista Gaúcha, de seus integrantes, das demais instituições congêneres destinadas ao culto, à preservação e à correta divulgação das antigas, campeiras, autênticas Tradições Regionais do RS e dos Valores Morais do Povo Gaúcho Interiorano do Pampa Sul-rio-grandense. Episódios lamentáveis como esse só maculam a tradicional moralidade dos Campeiros do Rio Grande e o Fim Cultural do Maior Movimento Sócio-cultural da América Latina: o MTG Brasileiro organizado. Por tudo isso é que as Sociedades Tradicionalistas devem evitar ao máximo, quando da locação de suas dependências, a ocorrência de incidentes dessa natureza. Dessa forma, o bom nome dos CTGs poderá ser mantido e a recuperação do já abalado Conceito Moral do sistema Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro efetivada, com a devida preservação do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul e dos Padrões Morais da Família Gaúcha do Pampa Sul-brasileiro!

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09/12/2006 14:48:44 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezada Mariney. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e a bem-vinda participação neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta à tua indagação, ressaltamos que o não compactuar não representa discriminar, desrespeitar, a homofobia. O fato de a ideologia do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado limitar a realização de eventos de natureza não tradicionalista no interior de suas Entidades Culturais filiadas não quer dizer que está discriminando-os ou desrespeitando, por exemplo, a opção sexual das pessoas, uma das garantias constitucionais. Não! Assim como outras instituições, por uma questão de filosofia institucional - no caso de um CTG a tradicionalista firmada no histórico e tradicional Jeito Gaúcho de Viver, próprio dos padrões morais e culturais dos gaúchos do interior do Pampa Sul-rio-grandense, repassados de pais para filhos ao longo das gerações, mantidos e preservados até os dias atuais por "tradição", e protegidos pelo Tradicionalismo Gaúcho do Brasil - a previsão regulamentar da Confedração Brasileira da Tradição Gauúcha - CBTG, que orienta a não locação das sedes dos CTGs e demais Entidades Tradicionalistas a eventos que venham comprometer os princípios da formação moral do Povo Gaúcho Brasileiro não caracteriza nenhuma discriminação, constituindo-se tal ato apenas em uma das tantas diretrizes internas do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, coerente com seus Fins Culturais de preservação do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense (região do Pampa Sul-brasileiro), do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do RS e dos postulados sociais, culturais, filosóficos e morais de sua Carta de Princípios. Além disso, tal atitude está embasada no exercício da liberdade que é, igualmente, uma garantida de todos - órgãos e cidadãos -, nas questões relacionadas a seus interesses, suas políticas de ação, suas filosofias de vida, pessoal ou institucional. Assim, festas daquela natureza podem ser promovidas em qualquer lugar, mas desde que aceitas, pois do contrário estaríamos vivendo em um regime de exceção, autoritário, aonde a liberdade passaria a ser subjugada por imposições ditatoriais, ato este que, ai sim, passaria a afrontar o Estado Democrático de Direito. Para exemplificar melhor a questão, um salão paroquial não está obrigado a sediar evento semelhante, justificando a recusa pelo fato de que o mesmo estaria contrariando a filosofia, a doutrina, os dogmas da Igreja Católica, especialmente aquele que afirma terem sido o homem e a mulher seres criados por Deus para completarem-se e procriarem. Nem por isso tal justificativa poderá ser tida como discriminatória, pois o ato de locar ou não é um direito, não uma obrigação ou um dever do locador. O livre arbítrio também é uma garantia constitucional. Assim, não será o argumento da indiscriminação sexual que garantirá a realização de uma Festa GLS em um determindo local, mas o acordo de vontades das partes. Pertinência, compatibilidade e coerência de propósitos são os fatores que definirão a possibilidade ou não de um Centro de Tradições Gaúchas vir a abrigar uma Festa GLS, como a noticiada na matéria acima publicada. E, como ficou demonstrado, esse tipo de evento não condiz com a Ideologia e a Filosofia de Atuação Cultural do Movimento Tradicinalista Gaúcho Brasileiro. Por isso, não há razão alguma da sua realização naqueles recintos. Outros, certamente, são mais propícios para o seu desenvolvimento, como boates, casas noturnas ou de "shows", etc. Para finalizar, a Carta de Princípios do Tradicionalismo, como Diretriz Básica do MTG Brasileiro, não está, naturalmente, acima da Constituição Federal do Brasil. No entanto, também não há previsão constitucional ou infra-constitucional alguma que obrigue a uma pessoa física ou jurídica compactuar com outras preferências individuais ou coletivas. O que a Carta Magna impõe a todos os cidadãos brasileiros é o respeito à liberdade sexual alheia, não os seus consentimentos, as suas anuências ou as suas subordinações às preferências pessoais de alguns indivíduos. O respeito, este é garantido tanto à opão sexual das pessoas como, também, à opção filosófica de entidades culturais e de órgãos e instituições como a Igreja Católica, do exemplo citado, e o Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Enfim, todos devem ter seus direitos respeitados, e dentre estes estão os de culto, defesa, zelo, preservação e adequada divulgação da Cultura de Raiz do Povo Gaúcho Sul-brasileiro, brotada da formação moral e cultural dos gaúchos "lá de fora", dos Campeiros do Pampa Sul-brasieliro! Agradecendo, mais uma vez, a prestimosa colaboração, enviamos-te as Saudações Tradicionalistas e o nosso quebracostelas cinchado!
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08/12/2006 15:09:21 Mariney - Brasilia / DF - Brasil
Sou gaucha, cultua a tradição, mas me respondam uma coisa a constituição federal, que é a carta magna do pais proibe qualquer tipo de preconceito, hemobofia é crime. A nossa carta de principios é maior que a constituição???? Saudações
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27/11/2006 00:31:28 Cristiane Oliveira - Brasília / DF - Brasil
Bom,só agora vi esse post, então meu comentário chega um pouco atrasado. O CTG EstÂncia Gaúcha sempre aluga seu salão para festas afim de arrecadar fundos. No caso do referido evento foi feito o contrato para o aluguel do salão e em momento nenhum foi revelado se tratar deste tipo de festa. Quando foi descoberto que tipo de evento seria, não foi possível cancelar o contrato,pois seria uma atitude descriminatória (que é crime). Concordo que o CTG deva tentar prevenir esse tipo de acontecimento com um contrato melhor elaborado, o que acredito já deva ter sido providenciado. É errando que se aprende.
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24/11/2006 15:20:09 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Pezado Cássio. O problema é que a um grande número de Entidades Tradicionalistas nem falam nem fazem. E Tradicionalistas serão enquanto coerentes com a Filosofia do Movimento ao qual pertencem, pois no momento em que a ferem, a desrespeitam, não podem ser mais consideradas Tradicionalistas, por deixarem de cumprir com as suas obrigações e os seus deveres de instituições criadas para o especial fim de culto, cultivo, zelo, preservação, defesa e coeta divulgação das antigas, regionais, campeiras e autênticas Tradições dos Gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense. Não pode ser tido como Tradicionalista quem não atende aos requisitos mínimos do Tradicionalismo, sem respeitar os princípios que embasam a ideologia, a doutrina, a filosofia de atuação do MTG Brasileiro, aos seus próprios Estatutos Sociais, muito claros ao ressaltarem os objetivos da criação e os fins culturais a que se destinam essas Entidades da Tradição dos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Desrespeitar isto não é ser Tradicionalista, mas fazer o mau uso do Movimento Cultural a que pretendem continuar integrando. E quem assim age, age por outros interesses que não os culturais tradicionalistas. Sabe-se que não são poucos os que estão a explorar pessoal, política e comercialmente a antiga e campeira Tradição dos Gaúchos do Rio Grande. A eles cabe somente o título de "Oportuni$ta$", não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Estes bem conhecem seus deveres intitucional-estatutários e suas elevadas incumbências tradicionalistas de culto, defesa, preservação e retransmissão, para as próximas e futuras gerações, do Patrimônio Tradicional herdado dos gaúchos antecessores, sem modismos, sem artificialismos, sem importações e sem qualquer outro tipo de exploração! Saudações a esse prezado vivente!
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24/11/2006 12:37:09 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas! Quando se realizam palestras, seminários, cursos ou coisas parecidas, aí já deixou de ser discurso e passou a ser ação, ou seja, a relização de atividades tradicionalistas. O discurso ao qual me refiro é aquele negócio de falar e não fazer. Os CTGs desfiliados realmente erraram, pq atentaram contra a coerência, os estatutos, o conhecimento histórico. Essa ação do Estância Gaúcha atentou contra algo? Acredito que sim, a moral defendida pelo Tradicionalismo. Agora, dizer que o Porteira do Rio Grande, que é mais antigo do que o próprio MTG/RS se julga "Tradicionalista". Claro que ele é Tradicionalista, e mais que tradicionalista, ele é verdadeiramente Gaúcho. Erros cometidos, agora é hora de rever e buscar não cometê-los mais.
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24/11/2006 11:24:02 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. Respeitamos o teu modo de pensar, mas discordamos totalmente dele. Primeiro, porque os atos cometidos pelas Entidades Tradicionalistas desfiliadas pelo MTG/RS foram graves, como promover o uso da pilcha e da encilha "cawboy" em eventos tradicionalistas e a execução de danças e músicas incompatíveis com os fins culturais do Tradicionalismo, contrariando a sua Filosofia Tradicionalista Gaúcha, a qual visa, ao contrário, cultuar, preservar e valorizar as coisas tradicionais - e portanto antigas - do Rio Grande do Sul. Dessa forma, gravíssimas foram as atitudes dessas Entidades que ainda se dizem "Tradicionalistas". Segundo, porque pode ter havido, sim, a má-fé, o ardil, a mentira, por parte do contratante, informando, p. ex., se tratar de um simples aniversário, quando na realidade pretendia realizar um evento de natureza diversa. Terceiro, é justamente pela informação ampla, pela necessária transmissão dos conhecimentos tradicionalistas, entre estes os contidos nas diversas Diretrizes do Tradicionalismo, é que os seus frequentadores poderão ser informados e formados, verdadeiramente, Cidadãos Tradicionalistas, com as condições mínimas de entender, respeitar e praticar os valores sociais, éticos e culturais almejados pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Sem conhecimento não haverá coerência tão pouco valorização de coisa alguma. E, em quarto lugar, o que está faltando é discurso mesmo, como palestras, seminários, cursos tradicionalistas, aonde aqueles que pensam que sabem mas nada sabem possam obter o hoje sonegado, omitido e ausente Conhecimento Tradicionalista, tão essencial para a verdadeira formação de jovens e adultos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, diante de todos os interesses de mercado que assolam hoje o Tradicionalismo. Enquanto não houver esse esforço, o que veremos, infelizmente, serão escândalos e "assassinatos culturais" diários, frequentes, cotidianos, no Meio Tradicionalista Gaúcho de todo o Brasil. Saudações!
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24/11/2006 10:52:36 Cássio - Medianeira / PR - Brasil
Buenas! Por muito menos o MTG do Rio Grande do Sul desfiliou um CTG e penalizou outro. E agora? o que a FTGPC vai fazer? Eu não acredito que alguém fecha contrato para um evento sem saber o que vai acontecer no mesmo. Ou é muita inocência ou muito mau caráter. Isso nos leva a uma questão. Os tradicionalistas, estão defendendo a moral apenas nas palavras, ou realmente praticando atos de boa moral. Quem pratica, não precisa dizer que faz. Quem fala muito que faz e fica afirmando isso o tempo todo, não pratica, é só discurso. Chega de discurso, há muito que isso não faz mais efeito. Bons atos, isso sim é que vale a pena. Saudações!!
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