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Walther Morais:
Rio Grande Bagual

 

11/12/2006 14:56:37
QUEM É GAÚCHO NÃO VENDE A ALMA PARA A CULTURA ALHEIA!
 
Casamento Tradicionalista Gaúcho de Santo Antônio, Água Doce-SC!
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Os Gaúchos Brasileiros, especialmente os Tradicionalistas, preservam e defendem as antigas Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul, o verdadeiro Regionalismo Gaúcho Sul-brasileiro, o autêntico Folclore Gauchesco da Região Sul do Brasil.  E se folclore é o conjunto das manifestações culturais de um povo, ele nada mais é do que a Cultura Regionalista-popular de uma determinada sociedade. E se alguém afirma que o folclore é algo universal, ele o é por esta razão: cada povo tem o seu, com as suas características e peculiaridades próprias. Assim acontece, também, com cada uma das regiões brasileiras. O Folclore do Nordeste, por exemplo, obviamente que não se confunde com o do Sul do Brasil. E o Folclore do Rio Grande do Sul não se limita ao Folclore Gauchesco, forjado pelos antepassados pampeanos do Estado. E este não pode ser idêntico ao Folclore Gaucho dos países platinos, com raízes nos usos e nos costumes recebidos de seus fundadores: os espanhóis. É desde a proposta de William J. Thoms, o sugestor da palavra folk-lore, que este saber popular – composto de fatos sociais e tradições regionais – começou a ser estudado e preservado. O Folclore Sul-rio-grandense, com formação indígena, africana e preponderantemente luso-açoriano-brasileira, complementada posteriormente pela contribuição dos imigrantes -, deve ser reconhecido como um dos mais ricos do Brasil. Essa Sabedoria Popular, acumulada ao longo do tempo, está em sua maioria representada por símbolos. É por meio deles que a Cultura Popular Gauchesca do RS manifesta-se e revela-se para o mundo. Pode-se dizer, então, que o Folclore Sul-rio-grandense é o conjunto das manifestações culturais que fazem parte do Regionalismo do Povo do Rio Grande do Sul. Não se deve esquecer, entretanto, que as expressões culturais e os sentimentos coletivos do Folclore Gauchesco do Brasil não se encontram limitados apenas às superstições, aos cantos, às festas, às lendas e a outros aspectos regionalistas sul-rio-grandenses. Como salienta Câmara Cascudo, o Folclore, como parte da Antropologia Cultural que estuda esses elementos, é a cultura do geral no homem, da tradição e do milênio na atualidade, do heroísmo no cotidiano. Assim, a tradicional forma de vestir de um povo, a sua indumentária típica, os seus ritmos e compassos musicais regionalistas e todos os seus demais usos e costumes regionais fazem, igualmente, parte do seu Folclore Popular-espontâneo. Portanto, é de se concluir que as tendenciosas alterações promovidas na Pilcha Oficial e na Música Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros podem ser classificadas como um grave atentado praticado contra o rico e antigo Patrimônio Folclórico Gauchesco do Sul do Brasil. Quem vende a alma, por questões meramente econômico-financeiras, comerciais, turísticas, eleitoreiras, difundindo, ostentando, "integrando", promovendo artigos não representativos do uso popular e regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, como o fazem no MTG Brasileiro alguns tradicionalistas, crioulistas comerciantes de cavalos, artistas gauchistas e seus mercados musicais sem fronteiras, poderá ser considerado vendedor, comercialista, modista, mas não gaúcho e menos ainda Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, pois o seu estado de espírito não mais se encontra vinculado ao culto e à preservação dos antigos, dos autênticos usos e costumes regionalista-tradicionais típicos do RS, ao Jeito Gaúcho de Viver dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. Tais indivíduos contribuem apenas para a desfiguração das manifestações culturais populares do Povo Gaúcho Sul-brasileiro, construídas e repassadas, de geração em geração, pelo tempo, até os dias de hoje, de forma espontânea, continua e preservada. Por isso eles devem receber, tão-somente, a pecha de Corruptores da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, pois ao comercializarem ritmos musicais, grifes e estilos estranhos ao Regionalismo Gaúcho Brasileiro, provas campeiras não tradicionais dos gaúchos sul-rio-grandenses, boinas coloridas importadas e chapéus claros, chaparral, countries, à cabeça, nos recintos fechados e ao dançar; calças justas com bolsos traseiros e alças no cós - inclusive para as mulheres!!! -, cintas, guaiacas porchetão freio de ouro, rastras platinas, coletes texanos, cores pretas e fortes, e outras indumentárias e encilhas que jamais foram do uso e do costume tradicional, antigo, dos Gaúchos Pampeanos do Estado Garão-sul Brasileiroeles estão a contribuir somente para a desnaturação de uma Tradição Regional, de um Folclore Popular, e para a destruição da Identidade Cultural do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense. Entretanto, e apesar de estarem convivendo diariamente com esses nefastos intere$$e$ mercadi$ta$ dos A$$a$$ino$ da Cultura Tradicional do Rio Grande do Sulaqueles que são verdadeiramente gaúchos brasileiros saberão reagir, defender e preservar o verdadeiro Regionalismo Gauchesco Brasileiro, as genuínas, as antigas Tradições dos Antepassados Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, o autêntico Folclore Gauchesco da Região Sul do Brasil, pois eles não vendem sua alma nem se vendem para as culturas dos outros!

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03/03/2009 10:59:12 Edna Regina Pereira Chilante - Lages / SC - Brasil
Nasci em Vacaria, RGS, mas hoje moro em Lages, SC, onde faço Faculdade de História; e escolhi como tema de TCC, a cultura gaúcha e sua influência em Lages, um tema no qual me indentifiquei e estou gostando muito de pesquisar.
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11/12/2008 13:48:23 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Este espaço cultural tradicionalista gaúcho, a bem de esclarecer aos prezados visitantes que boleiam a perna por este sítio, como já o fez em outra matéria aqui publicada, informa a todos que o colete não é peça obrigatória na Pilcha Gaúcha Masculina Brasileira, diante da natural simplicidade da indumentária tradicional representativa dos antigos peões de estância do Pampa Sul-rio-grandense, os quais embasam todos os demais aspectos da antiga Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul; que se o colete for usado, deve ser com a pilcha social correspondente à fatiota, ou seja, aquela utilizada com a bombacha, o colete e o casaco para os atos sociais, e não para as lidas campeiras, como se vê hoje no Tradicionalismo; que a cor do colete é a do tom do tecido da bombacha ou, no máximo, com um sobretom ou um semitom da mesma; que apenas nos contextos das competições, exposições culturais e outros eventos oficiais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro é que há a orientação para a adequação histórico-cultural e regionalista-tradicional no uso da Pilcha Gaúcha Sul-rio-grandense, incluída aí a limitação referida ao uso do relógio de pulso. Mas isso não se aplica, absolutamente, a uma Domingueira Familiar desvinculada do MTG Brasileiro organizado. A propósito, a imagem que ilustra a presente matéria revela muito mais consciência tradicionalista, maior adequação cultural regionalista-tradicional sul-rio-grandense, muito mais respeito à autenticidade das antigas Tradições Regionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil, do que o observado, hoje, em determinadas Entidades Culturais filiadas ao Tradicionalismo "organizado", em certos "Centros das Antigas Tradições Gaúchas do Rio Grande do Sul", onde campeia o desrespeito à Filosofia do Tradicionalismo, à Carta de Princípios, às Diretrizes Culturais Tradicionalistas internas do MTG Brasileiro para o uso da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado do RS. Despautérios como os citados nos comentários do visitante que se disse "macho", servem apenas para revelar o atual nível de desconhecimento cultural regionalista-tradicional gaúcho sul-rio-grandense, reinante no seio do atual sistema MTG Brasileiro "organizado"!
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13/04/2008 17:09:45 flamarion kereskison diniz silva - camaragibe / PE - Brasil
Sou gaúcho de Vacaria, mas fui criado boa parte de minha infância em Pernambuco, Estado que aprendi a amar também. Portanto, sei pouco da nossa cultura gauchesca. Mas não perdi meu sotaque nem a boa vontade do mate amargo. Quero saber mais sobre o torrão amado.
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03/12/2007 20:50:28 melania Maria Pezzini - Chapeco / SC - Brasil
Um dia o Brasil verá a importância do Rio Grande do Sul e dará o seu devido valor social, econômico e cultural. E quem sabe surjam novos e valiosos Farrapos, com a grande coragem que sustentou 10 anos de Guerra, que damos o nome de Revolução. Parabéns aos Gaúchos que preservam esta maravilhosa tradição em prosa e verso, com a pompa dos bailes que hoje acontecem nos mais variados CTGs, que a grande maioria que hoje participa não sabe da história e da importância deste folclore.
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28/12/2006 19:55:29 HERTON FERREIRA - BRASILIA / DF - Brasil
Senhores machos da Asa Norte, Taguatinga, Ceilândia e Guará, somente posso dizer que homens que não assinam seus nomes não passam de amigos e parentes do "Tradicionalista", companheiro dos Senhores, que é o JOSÉ ANTÔNIO CATTANEO, conhecido como... Sejam homens!
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16/12/2006 22:33:59 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Jorge Webber. Em resposta, esclareço-te que, em sendo o termo "folclore" ainda de definição polêmica dentre os próprios folcloristas, continuo partidário da opinião do maior folclorista nacional, Câmara Cascudo, citado no referido texto: "o Folclore, como parte da Antropologia Cultural que estuda esses elementos é a cultura do geral no homem, da tradição e do milênio na atualidade, do heroísmo no cotidiano"; ou seja, Folclore nada mais é do que a Cultura Popular de uma determinada sociedade. E nem toda a manifestação folclórica é Tradição, mas esta inserida está na Cultura Regionalista Popular, portanto, no Folclore de um povo. Um abraço!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
15/12/2006 10:45:26 Jorge Frederico Duarte Webber - Brasília/DF / DF - Brasil
Te enganas quando dizes que o “Folclore é o conjunto das manifestações culturais que fazem parte da tradição de um povo”. Nem toda tradição é folclore, embora toda manifestação cultural, para ser folclore, precise ser tradicional. Esta confusão é um exemplo do que ocorre quando há o exercício ilegal das ciências sociais! Ninguém vende a cultura, vende-se sim bens simbólicos! De resto concordo em muito contigo, principalmente no tocante à Tchê Music e o uso de indumentos e aperos alienígenas misturados às nossas pilchas e nossas monturas.
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11/12/2006 21:17:06 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante do Guará, Ceilândia, Taguatinga, da Asa Norte do Plano Piloto ou de onde mais escolher ser. Em primeiro lugar, não há como alguém poder regular alguém no âmbito do MTG Brasileiro, pois o correto só virá a ser concretizado por intermédio de uma consciência tradicionalista oriunda do conhecimento, coisa que, por razões como a falta de informação estratégica, de fundo comercial, não se realiza de um dia para o outro. Em segundo, uma foto pode revelar muito mais do que meros detalhes. Em um concurso, estes resultarão em perdas de pontos, em função de quesitos específicos apenas para o evento; mas dizer que em uma Domingueira não se pode usar relógio demonstra uma grande falta de conhecimento tradicionalista. Nós fazemos a nossa parte, indicando as Diretrizes, mas não nos cabe interferir no livre arbítrio de quem quer que seja. Quanto ao resto não nos cabe aqui comentar, pois se tratam de afirmações levianas e sem qualquer fundamento, uma vez que desprovidas do mínimo de conhecimento prévio a respeito daqueles que administram este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Portanto, daqui em diante, não havendo a devida identificação daquele que se diz opinar, a ele também não haverá qualquer resposta do sítio Bombacha Larga, em respeito aos que, com dignidade pessoal e respeito à Lei Maior do País, identificam-se nas suas livres manifestações. Saudações Tradicionalistas!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
11/12/2006 21:01:08 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante, do Guará ou da Ceilândia!? Em primeiro lugar, macho é quem tem opinião e a coragem de sustentá-la, não quem se esconde atrás de codinomes suspeitos. Qualquer cidadão tem, democraticamente, o direito de discordar do teor das matérias aqui publicadas. Sugerimos ao Vivente que da próxima vez dês uma prova concreta de macheza e reveles o teu nome, como todos os demais visitantes que opinam neste espaço cultural tradicionalista gaúcho! Caso contrário, seremos obrigados a deletar tais manifestações anônimas, por uma questão de respeito a todos os que participam deste sítio. Saudações!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
11/12/2006 20:48:52 macho - asa norte / DF - Brasil
olha antes de tu falar de cultura gaucha ou quanto for falar em pilcha deve analisar o que está colocando de fotos no teu site gaucho. tem prenda de relógio peão sem colete essa é a cultura que tu prega?
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11/12/2006 20:46:22 macho - taguatinga / DF - Brasil
tem muitos assassinos da cultura atraves de site, e que se dizem gauchos, mas começaram a colocar bombacha depois que sairam do sul ou começaram a falar de cultura
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11/12/2006 20:44:01 macho - ceilandia / DF - Brasil
porque existe muitos gauchos como alguns que só sabem falar através de sites, mas na pratica não sabem nem da onde veio a nossa história
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11/12/2006 20:41:02 macho - guará / DF - Brasil
olha se essa é a tua opinião, tu deveria em se preocupar em sustentar essas pessoas que vivem das sua vendas honesta e de maneira digna
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