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Xirú Missioneiro:
Campeiro Feliz

 

16/12/2006 22:44:02
A CULTURA REGIONALISTA-TRADICIONAL GAÚCHA E A NACIONALIDADE!
 
Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul:
a Identidade Cultural e a Alma dos Gaúchos Brasileiros!
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A preservação e a correta divulgação das autênticas Tradições Regionais Herdadas dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul cabe ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro e às suas Entidades Tradicionalistas filiadas. Aos Tradicionalistas Gaúchos do Brasil é que incumbe a manutenção das Raízes Campeiras dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, como forma de defesa e conservação da Identidade Cultural Regionalista-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho Sul-brasileiro, um fator de substância basilar de nacionalidade! Hoje, diante da famigerada globalização imposta pela Nova Ordem Mundial, com a sua cultura texanizada considerada como hegemônica, as Culturas Populares Regionais têm sido desprestigiadas por uns e ignoradas por muitos. Mas, apesar desses descasos generalizados, as Entidades Tradicionalistas filiadas ao sistema MTG Brasileiro organizado, por força de suas respectivas disposições estatutárias, devem dispensar à Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense a efetiva e recomendável atenção diária. Ali, especialmente nos Centros das Antigas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, os CTGs e seus integrantes devem conhecer, além das modalidades específicas desenvolvidas, os diversos aspectos históricos e culturais relacionados aos usos, costumes, crenças, lendas, cantos, danças, dentre outros, antigos e repassados de pais para filhos, e, por isso, tradicionais do Estado Garrão-sul do Brasil. Às Invernadas Culturais do Tradicionalismo cabe-lhes cumprir essa importante missão. Pergunta-se: esse trabalho estaria, na prática, sendo efetivamente realizado no MTG Brasileiro organizado? A resposta mais adequada é: em inúmeros CTGs, infelizmente não! Em determinadas Entidades Tradicionalistas não há qualquer tipo de trabalho desenvolvido aonde se possa dar a divulgação e a retransmissão do conhecimento sociológico-tradicional sul-rio-grandense à juventude e aos recém chegados ao Tradicionalismo. Para exemplificar, se em um desses Encontros de Artes e Tradição Gaúcha do RS um profissional de jornalismo perguntar a um peão, componente de uma das Invernadas de Danças Folclóricas Gaúchas Sul-rio-grandenses participantes, qual a história das danças ou das indumentárias apresentadas, muito provavelmente a resposta será desastrosa, até porque muita inverdade vigora no próprio MTG. Ou seja: muita dança e pouca Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense; muita arte e pouca Consciência Cultural Tradicionalista Gaúcha Brasileira; muita competição e indevidas premiações financeiras, e pouca ou quase nenhuma valorização das Raízes Culturais Herdadas dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Espera-se que os Tradicionalistas com poder de gestão nessas Entidades Culturais filiadas ao MTG Brasileiro organizado, no exercício de seus cargos, não lembrem da Cultura Regional Gauchesca Sul-brasileira apenas no dia 5 de novembro ou por ocasião das comemorações da Semana Farroupilha, mas em todos os dias do ano. O que se espera é que essas Patronagens não esqueçam que o ato de Fazer Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro e Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul não se traduz nas promoções comerciais de bailões e rodeios sem fronteiras; que não esqueçam que o MTG e as suas Entidades Tradicionalistas englobam, dentre outros Fins Culturais, o zelo, a correta divulgação e a necessária preservação do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense - fundado na região do Pampa do Rio Grande do Sul - , do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Estado Sulino, e da Filosofia de Atuação contida na sua Carta de Princípios Tradicionalistas. Pois, apesar dos interesses dos mercados que integram essa nociva, malfadada e já decadente globalização da Nova Ordem Mundial, é ao MTG e às suas Entidades Tradicionalistas Gaúchas filiadas que cabe a preservação, a retransmissão e a correta divulgação das antigas, das autênticas Tradições Regionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Aos Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, portanto, é que incumbe a manutenção das Raízes Campeiras dos Gaúchos Sul-brasileiros, como forma de defesa e conservação da Identidade Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense, caracterizada esta como um Fator de Substância Basilar de Nacionalidade!

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16/12/2010 16:15:39 Glauco D'Elia Branco - Sorocaba / SP - Brasil
Muito bem colocado este editorial do dia 16/12. É verdade, muitos dos cabeças de paina, os verdadeiros gaúchos da faixa etária acima dos 55 anos, temos que nos afastar dos CTGs, pois a maioria virou "Farrancho" e muitos têm até "Quintanejas" para angariar alguns trocados. Quando um poeta ou músico desponta não é valorizado e muito menos apoiado pela entidade. Meu coração se enche de tristeza.
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