Usuário:
 
  Senha:
 
 

Os Tiranos:
Pátria Gaúcha e Liberdade,
de Rodrigo Borges Bueno,
Angelo e Ricardo Marques,
do 16. Ronco do Bugio,
de São Francisco de Paula-RS
(Délcio Tavares e Os Tiranos)

 

28/12/2006 12:44:04
PARA HONRAR A DESCENDÊNCIA DE GAÚCHOS BRASILEIROS!
 
O típico e tradicional chimarrão dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!
............................................................................

Um povo deve identificar, dignificar, exaltar, reverenciar e tratar com respeito sua História, seu passado, seus heróis, seu Regionalismo e a sua descendência. Para o Povo Gaúcho Sul-brasileiro, antropologicamente considerado, não é diferente. A imensa Nação Gaúcha do Brasil, assentada na Cultura Regionalista-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul, antes de receber os imigrantes de diversas procedências forjou Identidade Cultural própria e alavancou o território do Garrão-sul do Brasil em cima de três troncos comuns. Assim, os gaúchos do Pampa Sul-brasileiro que formaram e nos legaram a Tradição Regional Gaúcha Sul-rio-grandense têm origem eminentemente lusitana, pertencentes que são do único país de língua portuguesa da América do Sul. Dessa forma, sua origem está, primeiramente, fundada na etnia luso-açoriana. (Laytano, Dante. in Folclore do Rio Grande do Sul: levantamento dos costumes e tradições gaúchas. Porto Alegre: Martins Livreiro Editor, 1984, p.11-39). Em segundo plano, esses gaúchos sul-brasileiros, também formadores do território sul-rio-grandense, têm como base o elemento índio nativo do atual Pampa Sul-rio-grandense, etnia igualmente essencial na formação do território, do povo e do folclore gaúcho brasileiro. A terceira perna do tripé formador daqueles antepassados gaúchos sul-brasileiros que compuseram o Patrimônio Sociológico-tradicional Sul-rio-grandense está fincada no negro escravo levado para a região sulina, etnia que muito contribuiu para a formação do folclore e o estrato social atual da população do Estado do Rio Grande do Sul. Portanto, como bem ensina Laytano, somos uma porção brasileira e não espanhola, diante da insignificância do contingente hispano-rio-platense presente na formação tanto do território, como do povo e do folclore gaúcho sul-rio-grandense. Diante dessas evidentes constatações, há de se ter o cuidado para não se confundir a formação do atual Povo Sul-rio-grandense, o seu folclore estadual, amplo, e a sua Cultura Geral Sul-rio-grandense (errônea, estratégica e comercialmente classificada como Cultura Gaúcha, com a formação do território, do povo gaúcho e da sua regional, antiga e campeira Tradição oriunda do Pampa do Rio Grande do Sul. O fato de a etnia hispano-rio-platense ter contribuído, de forma secundária, para a formação do folclore gaúcho, especialmente junto à população fronteiriça, não representa que ela tenha contribuido para a formação do território sul-rio-grandense nem para a criação das peculiares e regionais tradições dos gaúchos de toda a região do Pampa Sul-brasileiro. É preciso que se esclareça que o espanhol e o castelhano, ou rio-platense, contribuiu para a formação étnica do povo sul-rio-grandense, mas nunca na quantidade exagerada que alguns propõem, embora haja significativa profundidade na região limítrofe entre os respectivos países meridionais da Sul-américa. Portanto, apartando-se dessa secundária e limitada participação dos hispano-rio-platenses na Formação Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros (e não confunda-se gaúchos com meros sul-rio-grandenses!), não se pode negar que a descendência dos Campeiros do Sul do Brasil, assim como a quase totalidade de sua Tradição Regional, é exclusivamente luso-açoriano-brasileira. O Rio Grande do Sul surgiu português já na sua denominação, quando no ano de 1531 Pero Lopes de Souza, subindo a Lagoa dos Patos, chamou a Nova Terra de Rio de São Pedro, e que mais tarde, em 1550, passou oficialmente a ser denominada de Rio Grande de São Pedro. Depois, em 1737, com a fundação da Comandância Militar de Rio Grande, por José da Silva Paesa verdadeiramente Primeira Querência do Rio Grande -, de Continente de São Pedro (e em 26 de agosto de 1757 São Pedro já era adotado como o Santo Padroeiro, o Capataz da Estância Rio-grandense); em 1809, de Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul; em 1822, Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, até chegar, hoje, à atual denominação de Estado do Rio Grande do Sul, desde a Proclamação da República do Brasil, em 1889. O território do Estado Sulino surgiu com indígenas nativos do Pampa Sul-brasileiro - inclusive com os das Missões, após a tomada daquele território dos espanhóis e a sua conquista para os portugueses em 1801, por Borges do Canto e Santos Pedroso -, com os bandeirantes e o gado, e com a referida instalação da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, por abranger esta as áreas pretendidas pelos espanhóis, compreendendo as terras ligadas à Capitania do Rio de Janeiro e o litoral Norte, desde Torres até Rio Grande, passando por Porto Alegre, até então ligada à Capitania de São Paulo. Aí surgiram os primeiros municípios do Rio Grande do Sul. E é desde a fundação da Colônia do Santíssimo Sacramento, em 1680, na região do atual Uruguai, com a fortaleza e a povoação inicial fundada por D. Manuel Lobo, governador do Rio de Janeiro, a mando de Lisboa, chamada inicialmente de Luzitânia, que os portugueses evitavam que espanhóis de Buenos Aires tivessem o domínio das duas margens do Rio da Prata. Por isso é a Colônia do Sacramento considerada um importante marco da colonização portuguesa no Rio Grande do Sul. O status do gaúcho brasileiro foi montado a partir do século XVIII, resultante da tomada, da presença e da chegada permanente dos portugueses, açorianos e luso-brasileiros. E foram os lagunenses os primeiros povoadores do território sul-rio-grandense, acompanhados em seguida pelos paulistas e pelos contingentes militares estrategicamente localizados nas áreas de segurança, o que justificará o fato de a primeira cidade do Estado, Rio Grande, ter sido uma fortaleza militar. Não esqueçamos, ainda, que o Rio Grande do Sul nasceu, cresceu e desenvolveu-se sob o tenebroso signo das guerras, das invasões, das conquistas e das revoluções; que foi um Rio Grande do Sul de criadores de gado, militares e agricultores ilhéus açorianos que formou o caráter da gente brasileira do extremo-sul do Brasil; que o sul-rio-grandense, para ser brasileiro, teve de enfrentar o castelhano audaz e o espanhol destemido que invadiu seu conquistado território por diversas vezes. Nossa cultura regional, nossos heróis e nossa descendência só reforçam a histórica, cabal e abalizada constatação de Laytano. Negá-la, para atender a interesses menores, escusos e comerciais da Nova Ordem Mundial e seus mercados sem fronteiras seria subverter a História Brasileira, a Sociologia Sul-americana e a origem natural do Povo Gaúcho do Sul do Brasil. Por isso, não por acaso os personagens preeminentes da História Gaúcha Brasileira - lusos, brasileiros, índios, negros e estrangeiros -, encontram-se expostos nos bronzes das praças do Rio Grande do Sul. Eles lá estão para serem cultuados e relembrados, e a indicar ao Povo Brasileiro Sul-rio-grandense qual a sua origem, quais as suas verdadeiras raízes, qual a sua autêntica descendência; estão lá a delimitar uma Sul-brasileira Querência e o seu Regionalismo Gaúcho, a serem exaltados, respeitados, dignificados e honrados por todos: o Estado do Rio Grande, os Sul-rio-grandenses, o Brasil e todo o Povo Brasileiro!

............................................................................
 
 
Nome:
Cidade:
Estado:
País:
E-mail:
(O E-mail não é Publicado no Comentário)
Sítio:
Comentário:
   
 
01/05/2008 23:35:49 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / DF - Brasil
Prezado Ivan. Mais uma vez agradecemos a tua importante participação neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, esclarecemos-te que este sítio, desde o início de nossos debates, entendeu muito bem a questão levantada por esse prezado colaborador. E sempre respeitando a tua opinião pessoal, mas não concordando com ela, respondemos-te o seguinte: 1) não consideramos Laytano ou Antonio Augusto Fagundes como “castelhanófobos”; a questão, a nosso ver, é simplória: quem formou território, povo, língua, folclore e tradições regionais de nossos irmãos platinos fora o povo espanhol, junto ao negro e ao índio local; quem formou território, povo, língua, folclore e tradições regionais do povo sul-rio-grandense foram os portugueses, açorianos, luso-brasileiros, junto ao negro e ao índio da Terra Sul-brasileira; as naturais contribuições de um e de outro para os vocabulários regionais não alteram em nada a História da origem dos gaúchos e dos “gauchos” platinos; não fosse assim, seríamos um único país, o que obviamente não se verifica, em que pese as frustradas mas persistentes tentativas de uma ávida mas criminosa "integração cultural" do "Mercosur"; 2) se portugueses eram escravocratas, isso não muda a História da ocupação do território correspondente ao hoje Estado do Rio Grande do Sul, iniciada por eles com a fundação da Colônia do Sacramento, em 1680, nas terras do atual Uruguai; 3) perguntamos-te: será que só os portugueses eram escravocratas?; os padres para-militares da Companhia de Jesus, do General espanhol Inácio de Loiola, expulsos de todos os países onde atuaram - os mesmos que combateram a erva-mate dos índios nativos sul-americanos e depois a exploraram comercialmente e que apesar de condenarem (teoricamente, religiosamente) a escravidão do índio também o escravizaram e, ainda, incentivaram a escravidão do negro -, não teriam sido igualmente “escravocratas”?; espanhóis também não teriam dizimado índios em Guairá e depois na região do Tape, em busca da ampliação de territórios, com o fim de dominar a América do Sul?; e nessa região missioneira não teriam praticado um genocídio cultural ao impor horários de trabalho para os índios e alterado a sua cultura original, as suas crenças, em prol dos seus interesses essencialmente militares?; a “velha luta”, Sr. Ivan, dos “interesses econômicos e políticos” entre Portugal e Espanha, que vitimou índios e negros, não continuaria hoje, em pleno século XXI?; outras raças, outros povos, em nome de justificativas como a “democracia”, p. ex., não estariam sendo dizimados por essa mesma e “velha luta”, hoje travada entre “Norte” e “Sul”, “ricos” e “pobres” ou “pobres com riqueza” e “ricos com poder econômico-financeiro-militar”?; e, ainda, será que parte dos nossos Senadores da República, ao contraporem-se, recentemente, à fiscalização de certas empresas do Estado do Pará, que utilizavam o trabalho escravo nas suas atividades, não representariam, ainda hoje, essa “velha luta” que portugueses e espanhóis viveram naqueles idos dos séculos XVII e XVIII?; 3) entretanto, nada disso pode alterar o fato de que escravocratas espanhóis têm influência predominante na formação do território, do povo, da língua, do folclore e da tradição regional dos “gauchos” platinos; e que escravocratas portugueses têm influência predominante na formação do território, do povo, da língua, do folclore e da tradição regional dos gaúchos sul-rio-grandenses; qualquer coisa diversa dessa inquestionável constatação é de ser considerada como subversão da História da Formação do Território, do Povo Gaúcho Sul-brasileiro, do seu folclore e das suas tradições regionais. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado colaborador!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
30/04/2008 16:31:33 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Talvez eu não tenha me expressado de maneira mais clara e coerente. Mas espero que agora esse sítio possa entender a questão levantada (de forma provocativa mesmo) não só por minha opinião, mas por muitos de minha geração que tiveram por anos seguidos de nossa formação escolar, a história de “conto de fadas” contada pelos livros didáticos que receberam contribuições notadas por “historiadores” mestres como Dante de Laytano e seus seguidores postulas (“castelhanófobos”) como Antonio Augusto Fagundes. Desculpem a esse colaborador, pois não quero inzonar essa matéria, mas sempre que leio texto arremetido sobre a formação genealógica, histórica, cultural e folclórica de qualquer povo (não só o povo Sul-Rio-Grandense) não posso deixar de lembrar que a história é sempre contada por vencedores e não vencidos. Texto que contam como os “Heróicos” bandeirantes, desbravaram as lonjuras enfrentando os ferozes índios e os “invasores” espanhóis. E como os filhos “numerosos” dessas bandeiras tornaram-se valorosos e justos senhores de sesmarias “herdadas” Del Rei de Portugal. É lógico que esse Sitio não reproduziu em nenhum momento essas afirmações no texto (ou em outros). Mas nestas linhas estão sublimadas os velhos ensinamentos dos livros didáticos com sua fantasia da História do Brasil e Moral e Cívica perfeitos. Quase posso ver meu professor falando com galhardia sobre os notáveis comerciantes, estancieiros e aventureiros da Coroa Portuguesa: Domingos de Brito Peixoto, Francisco Pinto Bandeira e Cristóvão Pereira de Abreu. Um bando de escravocratas, assassinos, ladrões e exterminadores de índios, que, endividados com a Coroa, não tiveram outra opção se não a de vasculhar, pilhar e invadir um território que começou a ter valor quando os jesuítas espanhóis, ali junto com os verdadeiros senhores daquelas sesmarias tinham “miles e miles” de cabeças de gado e já exportavam o que produziam nos seus ricos ervais para a “Banda Oriental”, em um comércio que já existia antes de qualquer facínora bandeirante ter invadido o Continente. A velha luta (interesses econômicos e políticos; não é Sr. José Itajaú?) entre Portugal e Espanha vitimou as mãos Indígenas, explorou as dos Negros e fez manchar-se de sangue outras que eram, assim como as do Continente de São Pedro, colônias da Europa. Obrigado a esse Sítio pela indicação, mas a vista do que sei de “Procedência” dispenso mais essa “aula” de história! Gracias a todos.
Sítio: *****
26/04/2008 23:42:12 José Itajaú Oleques Teixeira - Brasília / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga, mais uma vez, agradece a tua honrosa visita, a tua importante participação e o teu comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Como sempre, respeitamos o teu entendimento pessoal a respeito do tema abordado na tua missiva. Contudo, diante da nossa responsabilidade perante os demais visitantes deste sítio, somos obrigados a discordar de certas afirmações contidas na tua manifestação. Por primeiro, esclarecemos que este sítio, ao contrário do que foi afirmado por esse prezado missivista, não apresenta “tendências de imposição Luso-européias” nas suas matérias culturais nem “contextos históricos duvidosos com relação à origem da miscigenação e da Cultura do Gaúcho atual”; para nós o que importa, como tradicionalistas, é a origem da cultura regional dos antepassados gaúchos do Pampa Sul-brasileiro, formadores da antiga e atual Tradição do RS, e não a "origem da miscigenação e da Cultura do Gaúcho atual", pois se refere ao sul-rio-grandense, não ao gaúcho; e diversamente do que esse Vivente atribuiu a este sítio, o trabalho aqui desenvolvido revela tão-somente o que as fontes históricas e os estudos científicos cabalmente registram na vasta bibliografia pertinente ao assunto tratado no teu comentário. Por segundo, no nosso entendimento, jamais poderia esse Xiru misturar portugueses e açorianos – formadores do território do Rio Grande e do povo gaúcho sul-rio-grandense (este entendido como o composto pelos interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul, que originaram a Tradição Gaúcha dos Campeiros do Sul do Brasil e o Folclore Gaúcho-pastoril-sul-brasileiro – com os imigrantes chegados após a Terra Gaúcha Sul-brasileira já ter sido conquistada e mantida como parte do então Brasil-colônia; após ter nascido o gaúcho campeiro sul-rio-grandense, a sua Tradição Campeira Regional Sul-brasileira e o seu Folclore Campesino. Por terceiro, dizer que “tentar impor esses povos como cerne da formação do povo e da Cultura Gaúcha é muito pretensioso”! Perguntamos-te: que povos? Os imigrantes? Aonde afirmamos tal disparate? O senso crítico, assim como a ação do articulista, exige um mínimo de fundamento e de coerência, pois distorções conceituais indevidamente atribuídas a quem está sendo questionado maculam a esperada honestidade intelectual de quem deseja apontar outras determinadas e supostas incoerências culturais regionalista-tradicionais. Por tudo isso é que indicamos a esse prezado colaborador e aos demais visitantes do Bombacha Larga a leitura do texto A FORMAÇÃO DO ESTADO, DO POVO E DO FOLCLORE DO RS, arquivado na Seção “Educação”, deste sítio, podendo ser o mesmo acessado pelo seguinte endereço eletrônico: http://www.bombachalarga.com.br/ver_educacao.php?id=8 . Com as Saudações Tradicionalistas segue o nosso quebracostelas cinchado a esse prezado visitante colaborador!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
25/04/2008 12:03:49 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações! Lendo o postado nessa matéria (e em muitas), não posso deixar de concordar com as observações de Webber e o escritor Carlos Zatti sobre as tendências de imposição Luso-européias que esse Sítio parece sempre destacar, com muitos contextos históricos duvidosos com relação à origem da miscigenação e da Cultura do Gaúcho atual. Não à como negar que a região que vai da Serra Gaúcha ao litoral sofreu pesada imigração Européia ( Portugueses Açorianos, Alemães e Italianos), mas tentar impor esses povos como cerne da formação do povo e da Cultura Gaúcha é muito pretensioso. Existe sim a contribuição desses povos em certos aspectos (não todos) no que tange a dança, musica e da indumentária do Gaúcho atual. Agora isso é limitado, quando se observa os costumes , lides do campo, folclore e muitas das expressões da língua ( que está muito em uso ainda nos tempos atuais) oriundas dos povos guaraníticos, escravos negros e principalmente Castelhanos( Uruguaios, Argentinos e até mesmo Chilenos). Esses sim são a base da ocupação populacional de mais de metade do território da antiga Província de São Pedro. Meu avó dizia que ; é mais fácil um Gaúcho da banda esquerda do Jacuí se identificar com o “bugre ou um oriental” do que com um “gringo ou açoriano”! Gracias.
Sítio: *****
24/04/2008 15:02:07 ,natali - sjc / SP - Brasil
O que aconteceu, de verdade?
Sítio: http://sp
05/04/2008 00:28:34 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com o maxixe, a "tchê music", a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e provas comerciais importadas de outras plagas e outros assassinatos culturais, regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista, "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
04/04/2008 18:55:23 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida e coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando necessitar e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
Sítio: *****
28/12/2007 17:03:38 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Ao visitante Jorge, respondo o seguinte: 1) se eu fosse positivista usaria lenço branco ou verde; o meu é bem maragato; 2) aquele que é ou se diz gaúcho sul-brasileiro não renega a História do Rio Grande, fartamente registrada por inúmeros e genuínos historiadores; 3) o mínimo que se espera de quem milita no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado é que esteja comprometido com a respectiva Filosofia Tradicionalista e que valorize aos homens e mulheres que, com luta, trabalho e fé, delimitaram o atual território sul-rio-grandense, forjaram tradições regionais, constituíram um povo sul-brasileiro e ergueram sua Pátria comum. Quem tenta distorcer a História e a Cultura Regional dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil, por qualquer motivo, certamente que gaúcho brasileiro é que não é. Poderá ser um sul-rio-grandense, mas Gaúcho Brasileiro jamais o será, diante da notória ausência de valorização da Cultura Regionalista-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul e de uma necessária, imprescindível e desejável honestidade intelectual!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
30/12/2006 11:41:07 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Carlos Zatti. Embora possamos entender os motivos que o levam a distorcer a História Brasileira e Sul-rio-grandense, não podemos jamais acatar como verdade o teor do comentário postado por esse digno escritor. Qualquer estudante, desde o ensino fundamental, sabe que foram, na grande maioria, os bandeirantes paulistas que desbravaram o interior brasileiro, em busca de riquezas minerais; e, depois, para atender às necessidades de abastecimento das regiões de garimpo. Além disso, historiadores como Laytano e Antônio Augusto Fagundes, este último Mestre em História do Rio Grande do Sul, até o momento tiveram total crédito nos seus trabalhos de pesquisa. E se o atual Paraná, à época, pertencia à Capitania de São Paulo, é claro que os bandeirantes existentes na região eram também paulistas! Para quem quiser saber um pouco mais sobre a História da ocupação do atual Estado do Rio Grande do Sul, os endereços eletrônicos abaixo indicados contêm matérias embasadas em outro grande número de pesquisadores: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/2002/09/12/002.htm http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp363.asp Saudações Tradicionalistas e um abraço a esse prezado colaborador paranista!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
29/12/2006 11:57:49 Jorge frederico Duarte Webber - Brasília / DF - Brasil
Só mesmo alguém identificado com o positivismo decadente acredita que "um povo deve identificar, dignificar, exaltar, reverenciar e tratar com respeito a sua história, o seu passado, os seus heróis, a sua descendência" – é bem o discurso idealista, fundamento do ensino de Moral e Cívica. Culto aos heróis, aos próceres da nossa história oficial e ao passado, onde ficou a mítica idade de ouro, onde éramos felizes e não sabíamos. Também é típico de sua historiografia laudatória dizer “o castelhano audaz e o espanhol destemido”, porque, exaltando os vencidos, reforça a imagem do vencedor. Só mesmo esta historiografia ultrapassada bate na tecla desafinada de que o gaúcho rio-grandense é brasileiro por opção, pois, para ser brasileiro, teve que enfrentar os rio-platenses, que invadiram o território brasileiro diversas vezes. Dito assim, parece que o hodierno RS sempre foi de Portugal e que os castelhanos viviam invadindo o RS, só porque eram uns pendencieiros, que gostavam de buscar camorra. Puro disparate. Quem tomou a decisão de o Rio Grande do Sul continuar a ser brasileiro foram as elites que mandavam na República Rio-Grandense – independente ainda naquele fatídico 1845 – e capitularam em Ponche Verde, devolvendo o RS ao Império, face à certa derrota militar que se avizinhava. Esse foi o único momento de nossa história em que podemos dizer que os gaúchos optaram por ser brasileiros. Até a tomada definitiva das Missões o território vivia em litígio. Era espanhol antes da invasão dos vicentinos e lagunistas e foi sendo, lentamente, palmo a palmo, conquistado para a Coroa portuguesa. E era essa a intenção das sucessivas invasões castelhanas: a retomada dos territórios que eram da Coroa espanhola. Mas fora esses períodos de guerra, havia comércio entre ambas as partes, no mais das vezes ilícito, devido ao exclusivismo comercial imposto pelo pacto colonial. E, paralelo ao comércio de bens de consumo, davam-se também as trocas de bens simbólicos, como é natural acontecer entre culturas aparentedas, notadamente entre populações fronteiriças. Cada unidade desta categoria manipulável chamada de "povo" apodera-se dos seus legados socio-históricos como lhe parece melhor fazê-lo, como lhe aprouver ou convier, não como as elites dominantes pensam que as classes subalternas devem fazê-lo. Para mim, herói é o povo! É aquele pobre coitado peão que morria na patriada dos caudilhos sem nem saber a verdade por trás das razões que lhes eram infundidas; é aquele pobre gaúcho aconchavado numa estância onde cobrava um soldo mixo e vivia em condições precárias, sempre pendurado na caderneta do bolichero, com sua prenda lavando e planchando pa’ fora e suas crias crescendo e aprendendo a ser parte desse exército de reserva de mão de obra e carne de canhão. Esse tipo de equívocos historiográficos só pode ser formulado pelo glosador ou comentador que conhece superficialmente como opera a história e, por este motivo, dá ouvidos a historiadores ultrapassados. E também por quem conhece superficialmente tradição e cultura e, por isto, não as vê como um devir constante, presente em nossas vidas no dia a dia, mas como algo antigo, do passado, resgatado pelos Tradicionalistas. O autor parece conhecer a História Événementiel (factual), que está ao alcance de todos os que procuram os livros ou a internet, e só, ainda mistura alhos com bugalhos, o joio e o trigo e contunua sem enxergar o que está bem diante de seus olhos – pior cego é o que não quer ver. Ou talvez os antolhos não lhe deixem ver todo o cenário. O Rio Grande do Sul era terra d’Espanha pelo Tratado de Partilha do Mar Oceano, assinado na cidade de Tordesilhas, e foi sendo lentamente incorporado à Coroa portuguêsa, que ambicionava também a Banda Oriental (a qual chegou a tornar-se Província Cisplatina). Nem Barbosa Lessa – que, apesar de ser castelhanófobo e não ser historiador, escreveu Rio Grande do Sul, prazer em conhecê-lo, que reputo ser uma das mais belas sínteses de História do RS – nega tal verdade. Assim é que a Colônia do Sacramento é considerada um importante marco da colonização do Rio Grande do Sul, mas apenas do RS, pois, se hoje o Uruguai fosse uma UF da República Federativa do Brasil, aquela colônia seria considerada um marco de maior significancia na história do País. A vila de Santo Antônio dos Anjos de Laguna (fundada por vicentistas sob o comando de Domingos de Britto Peixoto, por volta de 1684), e Rio Grande foram outras cabeças de praia nesta longa novela, lançadas visando à conquista do território espanhol cisplatino, como apoio logístico à Colônia do Sacramento e de estabelecer ligação entre a costa e as estâncias do interior. É a partir destas povoações que os portugueses se lançam à conquista dos territórios ao sul, rompendo o Tratado de Tordesilhas. Só quem conhece a História, a Sociologia ou a Antropologia apenas superficialmente pode dizer que "há que se ter cuidado para não confundir formação do povo sul-rio-grandense, de seu folclore e cultura, com formação do território do Rio Grande do Sul", pois quem formou os territórios foram agrupamentos humanos em permanente situação de contato, fricção e comércio. Cada agrupamento velava sua cultura junto com suas armas, culturas que se entremesclaram na guerra e na paz. Os espanhóis das terras que hoje pertencem à Argentina, ao Uruguay e ao Paraguay contribuiram para com a formação do território rio-grandense sim, como atores coadjuvantes no drama das guerras coloniais, na trama do expansionismo das coroas ibéricas (o que deu início à colonização dos territórios e o estabelecimento das linhas divisórias), cuja permanente situação de contato ensejou a sua contribuição também para com a cultura e a composição étnica da população gaúcha das áreas de fronteira. Hoje, o pangauchismo vem tomando o lugar da castelhanofobia inexoravelmente, afiançado em nossa identidade cultural (ciente de suas semelhanças e suas diferenças também – identidade não quer dizer que sejamos idênticos, mas que nos identificamos com os gaúchos castelhanos), sem pretender a unificação ou o amálgama descaracterizador das subculturas luso e hispano-pampeanas; pois os gaúchos somos o elo perdido em Aljubarrota. O Rio Grande do Sul é onde o Brasil se parece um pouco com seus vizinhos, devido ao fato de as paisagens física e humana (social, econômica e cultural) serem mui parecidas. O gaúcho, seja brasileiro, argentino ou uruguayo, tem como base o índio, etnia igualmente essencial na formação do povo e da cultura ibero-americana. Os guarani (não o avá-nheê, mas o jupará) era língua falada pelos brancos que tinham contato com a região das Missões, como a língua geral (o tupi) era falada no resto do Brasil mameluco, até a Guerra do Paraguay, tendo sido proibido por causa do fato de ser a língua oficial do inimigo. Após a Guerra do Farrapos seu uso já havia entrado em declínio, pois índios puros mesmo restavam poucos. Parafraseando-te digo que a terceira perna do tripé formador do povo gaúcho rio-platense é negro, que veio da África como escravo para as Américas. As etnias africanas que para cá vieram, muito contribuiram para a formação do folclore gaúcho brasileiro, uruguayo e argentino e é um importante estrato social da população do Estado do RS e da República Oriental do Uruguay, o que não vale para a Argentina, onde o negro sofreu no Séc. XIX um processo de extermínio. Quem gosta das estátuas de pedra ou de metal, além dos positivistas, são as pombas que excretam nelas! Não é à tôa que os heróis e personagens proeminentes da História de onde for – muitos deles exploradores, genocidas e assassinos – têm marcas destas críticas imparciais do mundo das aves.
Sítio: *****
29/12/2006 11:35:21 Carlos Zatti - Curitiba / PR - Brasil
Estes historiadores não se corrigem nunca? - Mencionar que os paulistas ajudaram a formar e fundar o RS é mentira. Eles eram curitibanos/paranenses (na época o Paraná era de SP, assim como o RS não era independente). Para os incautos qualquer explicação é válida, não para um paranista como e degas aqui. Atenção, portanto. Carlos Zatti - escritor paranista
Sítio: *****
Listados 11 Comentários!
Untitled Document