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Os Filhos do Rio Grande:
Cheiro do Rio Grande,
de Darci Lopes

 

31/12/2006 09:40:32
O CHAPÉU DA TRADIÇÃO DOS GAÚCHOS BRASILEIROS!
 
A Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro!
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Para conservar o antigo, campeiro, tradicional Jeito Gaúcho de Viver dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sul., regras são necessárias. Este é um dever do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro e de todos os Tradicionalistas em geral. No que se refere ao uso do chapéu da antiga, regional e campeira Tradição do RS, o mesmo serve para demonstrar algumas características dos antepassados interioranos do Pampa Sul-rio-grandense: os Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil. Sempre com o barbicacho e com uma cinta de couro em volta da copa, o gaúcho brasileiro tradicionalmente usa um chapéu de cores escuras e com a aba frontal tapeada na testa. E se atirar o chapéu para trás, descobrindo a fronte, será em sinal de coragem, valentia, desafio ou independência. A cavalo, passeando ou na lida de campo, o gaúcho do Brasil nunca sai sem o seu chapéu. Os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, enquanto preservacionistas, conservadoristas da autenticidade das centenárias Tradições dos Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul, devem evitar o uso dos chapéus claros, chaparral, do mercado country-texa-sertanejo, com copa alta, abas laterais viradas para cima e a frontal quebrada para baixo, no estilo texano. Também devem evitar os de copa alta da Argentina e do Uruguai. Esses tipos não se confundem com o autêntico chapéu da Tradição Gaúcha Brasileira, forjada no Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense: o Pampa do Rio Grande do Sul. E muitos daqueles chapéus promovidos por alguns artistas gauchistas e seus mercados musicais e modistas sem qualquer fronteira cultural não representam, igualmente, o típico chapéu gaúcho da Tradição do Rio Grande. Dessa forma, o uso dessas importadas e comerciais peças deve ser evitado pelos Tradicionalistas Gaúchos do Brasil e por todos aqueles que frequentam o MTG Brasileiro. Quanto ao seu uso em locais cobertos, por uma questão de educação e especialmente de Tradiçãonão deve ser o mesmo mantido à cabeça, pois é um antigo e tradicional costume do Povo Gaúcho Pampeano Sul-rio-grandense retirar o chapéu ao adentrar qualquer recinto fechado ou no ato de cumprimentar uma prenda ou um peão, quando este último não for do seu convívio pessoal, tudo isso em sinal de respeito à campeira e antiga Tradição Regional Gaúcha Sul-rio-grandense. As chapelarias dos salões de baile, os porta-chapéus, os cabides das residências, têm, também nos dias de hoje, a mesma e especial finalidade de suportar a cobertura de quem adentra uma casa ou um estabelecimento coberto. Naturalmente que o chapéu poderá ser mantido à cabeça quando o peão fizer parte das apresentações artísticas, como um componente cênico. Porém, fequentar salões de CTG, interiores de recintos cobertos e, principalmente, dançar com uma cobertura à cabeça é uma grave incoerência regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense e uma lamentável e indevida impropriedade tradicionalista gaúcha brasileira. Regras com essas são simples e de fácil observância. Por isso, essas e outras previsões tradicionais gauchescas podem e devem ser seguidas por todos os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, em nome da fidelidade cultural regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense e em honra aos autênticos, antigos, típicos e tradicionais usos e costumes dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!

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