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Os Garotos de Ouro:
Do Sul do Brasil

 

24/01/2007 03:46:35
A TRADICIONAL MODA DOS GAÚCHOS CAMPEIROS DO SUL DO BRASIL!
 
Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul:
a moda tradicional dos Gaúchos do Brasil!
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A Tradição Gaúcha Brasileira é baseada no Jeito Regional de Viver dos Antepassados Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, dos antigos Gaúchos Interioranos da Região Sul do Brasil. É por isso que na indumentária típica e tradicional dos gaúchos brasileiros não deve haver nem modismo de mercado nem luxo nem exageros nem cores fortes. Peões e Prendas, para manterem os usos e os costumes tradicionais, antigos, recebidos dos antepassados gaúchos do Pampa Sul-rio-grandensesubmetem suas preferências pessoais à antiga, regional e campeira Tradição do Rio Grande do Sul, um Bem Público pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Com o fim de bem orientar a todos, tradicionalistas ou não, especialmente àqueles que passam a despertar interesse pelo Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, é que as Diretrizes para o Uso da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul existem. Elas são orientações fundadas no antigo Patrimônio Sociológico-tradicional Sul-rio-grandense, confirmado nas pesquisas e nos estudos de renomados folcloristas e historiadores do Rio Grande do Sul. Por isso, embora a cor preta possa, em determinada época, passar a ser a cor da moda, os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros não a usam quando pilchados, pois, por Tradiçãoos antigos campeiros sul-rio-grandenses sempre a reservaram, unicamentepara externar o sentimento de luto. Assim com as cores berrantes, fortes, contrastantes, como a vermelha, a verde, a azul, a amarelaa verde-limão, a rosa, a lilás, e outras que contrariam as tradicionais sobriedade e simplicidade da Indumentária Regionalista-tradicional dos Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul. As cores fortes e escuras, portanto, não são da Tradição Gaúcha Brasileira, pois os campeiros sul-rio-grandenses, formadores da centenária Tradição do Rio Grandeforam reservados, comedidos, preferindo cores amenas, claras e mais condizentes com a sua origem portuguesa-açoriana e o seu viver de homens simples do campo. O mesmo serve para os lenços estampados e pretos, virados, escondidos, folclóricos, exagerados, à meia-espalda, por sobre a gola da camisa, triangulares com pontas para trás; as botinhas de caubói e as brancas; as calças justas com alças no cós e bolsos traseiros; as cintas urbanas, as rastras platinas, as guaiacas porchetão freio de ouro; as bombachas vermelhas ou de cores vivas, como a azul claro, por exemplo; os chapéus de couro, chaparral, country, texanos, copa alta e aba frontal caídaas boinas coloridas, desabadas, importadas de outras plagas e não tradicionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiroos coletes texanos, com cores e formatos incompatíveis com a Regional Tradição Sul-rio-grandensepeça essa que só fora usada para momentos sociais por correponder à fatiotamas jamais nas práticas campeiras. As Prendas Tradicionalistas, da mesma forma, nos atos de Fazer Tradição do Rio Grande do Sul e cumprir os Fins Culturais Preservacionistas do MTG Brasileiro devem evitar os tecidos brilhosos, os modelos muito armados e sofisticados de vestido, os sapatos de salto fino, o uso excessivo de jóias, a maquiagem exagerada e o uso de bombachas - peça essencialmente masculina - fora das provas campeiras. A Mulher Tradicionalista Gaúcha Brasileira, trajada com o Vestido de Prenda, nunca se apresenta com decote fora do padrão gaúcho tradicional e sem portar bombachinha e sapatilhas. Dessa forma, prendas e peões, antes de se pilcharem para uma Atividade Tradicionalista Gaúcha ou um Evento do MTG Brasileirodevem observar as Diretrizes Culturais do Tradicionalismo para o uso correto da Indumentária Tradicional dos Gaúchos do Rio Grande, evitando, com esta simples providência, o cometimento de possíveis gafes e a revelação pública de um certo grau de ignorância quanto a esse importante Fundamento Básico do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil. Assim, a única moda a ser seguida no MTG Brasileiro é a da antiga, tradicional e autêntica Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, oriunda dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!

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24/01/2012 20:11:52 tiago - itapetininga / SP - Brasil
BAGUÁ
Sítio: *****
24/01/2009 09:08:18 José Itajaú Oleques Teixeira - Guiará / DF - Brasil
Prezados visitantes. Com o fim de complementar o nosso posicionamento a respeito do tema debatido nesta página, esclarecemos a todos que a bombacha deste sítio é a larga, digna da etmimologia do termo e da verdadeira Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, ou seja, a prevista no Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro; não a bombachita enfiada dos modistas ou o "jeans" dos comercialistas que integram setores do mercado e que mantêm parcerias, por exemplo, com a Universidade do Texas e seus montes de fenos, ou com o mercado musical e suas grifes; ou a dos que se dizem "nativistas do Rio Grande", mas que servem aos interesses do nativismo dos outros; nem a dos que se dizem gaúchos brasileiros, mas que estão atendendo aos interesses dos mercados "country" e "mercosur sem fronteiras", modificando, substituindo, alterando, corrompendo a autenticidade da Tradição Regional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul, em troca de votos, visibilidade e alguns trocados no bolso. Aqui bombacha é a calça larga dos dicionários, a peça masculina mais importante da Tradição do Rio Grande do Sul, não essa calça-corrida, enfiada e com alça no cós, dos "Gaúchos" Modistas do Brasil!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
04/04/2007 23:01:49 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante Gilberto Pedrozo. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, começo por lembrar-te que respeitar as opiniões contrárias, em que pese a existência das naturais divergências, ainda é prática que vigora, ou deveria vigorar, neste nosso País: o Brasil. Caso contrário, estaríamos vivendo em um regime de exceção, em uma ditadura ou coisa que o valha. Acredito não ser esta última proposta - a de dizimar opiniões contrárias – a defendida pelos separatistas que desejam ver a Região Sul-brasileira separada do restante do país. Se for, mais uma razão para que discordemos de tal movimento. E, ainda, não podemos concordar – e a História revela cabalmente isso – com a falácia de que a Revolução Farroupilha tenha eclodido com o fim de separar o Rio Grande do Sul do Brasil. Este, sabidamente, nunca fora o desejo daqueles que, em defesa da dignidade do Povo Gaúcho e do espírito liberal republicano dos sulistas brasileiros, iniciaram o levante contra a Regência da época. É evidente que se esse fosse o propósito - o da separação - os Farroupilhas já o teriam implementado desde o início da Revolução ou mantido, até hoje, a República Rio-grandense. E mais: felizmente não vivemos em uma republiqueta sul-americana qualquer, onde certos déspotas acham-se no direito de ditar ordens e exorbitar de poderes inexistentes ou ilegítimos, na tentativa de subverter consciências e de impor vontades. Não! A bombacha que eu uso não é só minha; também é do meu falecido pai e de meus avós; dos soldados de Osório, na Guerra do Paraguai; e, principalmente, é um Patrimônio Sociológico-tradicional de todo o Povo Gaúcho Brasileiro, seja daqueles que no Rio Grande estão, seja dos que povoam e desenvolvem as diversas regiões de nosso continental Brasil. Com ela o Rio Grande defendeu, sempre que chamado foi, o Povo Brasileiro e o território de nosso país: o Brasil. O nosso Rio Grande, portanto, é brasileiro por opção. Não podemos, sob pretexto algum, subverter a História para atender a certos interesses pessoais ou de alguns grupos. Sabe-se muito bem, ainda, que repartir o nosso país é do interesse de muitos. Em função das imensas reservas de água doce e de outros minerais, da rica biodiversidade, do potencial energético e da cobiçada floresta amazônica, a separação do Sul, do Sudeste e do Nordeste do Brasil será de grande benefício para aqueles que se julgam imperialistas e hegemônicos mundiais. Isso, inevitavelmente, acabará acontecendo um dia, principalmente porque o próprio povo brasileiro é, desde sempre, culturalmente manipulados por eles. Mas não serão os separatistas de hoje que terão o prazer de vivenciar esse disparate, pois o Povo Gaúcho Brasileiro sabe que a sede de poder de uns e os interesses dos grandes grupos econômicos que patrocinam a tudo e a todos, pouco estão se importando com os reais interesses dos povos periféricos explorados, mas apenas com seus próprios balanços, seus dividendos, seus controles mundiais de riquezas alheias. Diante de todo o exposto, prezado visitante, e para finalizar esta minha resposta, lembro-te que para que tenhas respeitada a tua nobre opinião deves, igualmente, e democraticamente, respeitar a dos outros. E apenas para bem esclarecer algo que julgo oportuno e que nunca é demais deixar bem claro, digo-te que ainda não nasceu neste mundo velho de Deus, até o dia de hoje, quem tenha interferido coercitivamente na opinião, calado a palavra, rasgado a bombacha ou vergado a coluna deste gaúcho brasileiro que vos escreve este chasque! Saudações!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
04/04/2007 12:48:56 gilberto pedrozo - piratini / RS - Brasil
se nao for seraratista rasgue sua bombacha e lave tua boca pois esta estragando toda e qualquer origem da revolução farroupilha e principalmente dos bizavos filhos desses combatentes que muito se lembra por qual motivo morreram se a tradição gaucha nao faz esse tipo de reflexao amigo troca tua bombacha e coloca um jeans e use botas de cawboy.
Sítio: *****
24/01/2007 17:40:30 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante Celso Deucher. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e a tua importante participação. Quanto à questão levantada, discordamos, respeitosamente, desse prezado comentarista. Como podes perceber, pelo teor das matérias publicadas neste espaço cultural, não somos separatistas, pois acreditamos que os maiores interessados nessa questão são os povos que há muito cobiçam o nosso continental território e as suas potencialidades, tal como já o fizeram e continuam a fazer, nos dias atuais, com outros países. E as ações desses eternos colonizadores são justificadas por falsas pretensões como, por exemplo, a da implantação da democracia, mas que, assim agindo, estão a buscar riquezas alheias e a violar com os seus atos todos os acordos internacionais de auto-determinação dos povos e de não ingerência nos assuntos internos dos demais países. Pergunta-se: qual a garantia de que aqueles que hoje defendem um Sul independente estarão, depois, a serviço dos interesses do povo? Respondemos: não há garantia alguma! Mas, voltando ao ponto, não devemos esquecer que o Rio Grande do Sul - o berço da Cultura Gaúcha Brasileira - é brasileiro por opção, tendo defendido o Brasil em todas as oportunidades em que o nosso país necessitou dos esforços de seu povo. Por isso, não podemos subverter a História em prol de interesses particulares ou de grupos, a serviço ou não de uma Ordem Mundial historicamente sequiosa de explorar as riquezas dos chamados "países periféricos". No que se refere à expressão "gaúcho brasileiro" esta serve para diferenciar as históricas origens dos Gaúchos da América Portuguesa - formados por portugueses-açorianos -, da dos "Gauchos" da América Espanhola - formados por espanhóis; e, ainda, porque o Tradicionalismo que defendemos é o abarcado pela CBTG-Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha, baseado nas Tradições Regionais do Estado Brasileiro do Rio Grande do Sul. E não devemos esquecer, também, que gaúcho não é só aquele que nasceu no Rio Grande, mas todos aqueles que se identificam com os usos e os costumes tradicionais dos gaúchos sulistas brasileiros. E muitos desses "gaúchos de espírito" - nascidos no Ceará, em Roraima, no Mato Grosso do sul, do "Norte" e em qualquer outro rincão deste nosso Brasil - muitos deles, não raro, são muito mais gaúchos que os nascidos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina ou no Paraná, respeitando e honrando muito mais as autênticas Tradições herdadas pelo Povo Gaúcho Brasileiro, dos antepassados gaúchos sul-rio-grandenses. Portanto, gaúchos, na melhor acepção da palavra, são aqueles que apreciam o modo de vida dos campeiros sul-rio-grandenses. Estes são uma minoria e não devem ser confundidos com os sul-rio-grandenses, os catarinenses ou paranaenses, pois muitos nascidos nessas regiões não são e jamais serão gaúchos, por desprezarem as raízes campesinas dos seus Estados; a cultura rural regional do seu povo. Contudo, e apesar destas nossas diferenças ideológicas, o mais importante é que todos nós não deixemos de valorizar aquilo que é nosso, da nossa região, do nosso povo local, pois esse é um Patrimônio Cultural que deve ser defendido, preservado e transmitido aos nossos descendentes, com o fim de mantermos a Identidade Cultural Regionalista do Povo Gaúcho Sul-brasileiro, pelas gerações e pelo tempo. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
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24/01/2007 12:00:12 Celso Deucher - Brusque / SC - Brasil
amigo, parabens pelo site. Apenas gostaria de discordar do termo "Gaúcho Brasileiro", pois tal termo consideramos uma escrecência na nossa linguagem. Ou existe o Gaúcho ou existe o Brasileiro. São duas nacionalidades totalmente diversas e que apenas falam português, como Portugal fala, como tantos outros países falam. grande abraço Celso Deucher O Sul é o Meu País
Sítio: http://sul-livre.blogspot.com
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