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José Mendes:
Rodeio de Vacaria, de José Mendes

 

01/11/2007 11:57:02
UMA TRADIÇÃO À LA MINUTA E AO GOSTO DO FREGUÊS!
 
Rodeio Crioulo Gaúcho Brasileiro: Tradição dos Gaúchos Campeiros
do Pampa do Rio Grande do Sul!
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Lendo sobre os argumentos usados pela Patronagem do CTG Porteira do Rio Grande, de Vacaria-RS, no sentido de que o público estaria pedindo um show com os breganejos César Menotti & Fabiano, eu pergunto: qual público? Com toda a certeza o público tradicionalista é que não é! Pois todo o vivente que é tradicionalista de verdade sabe e conhece os deveres do Tradicionalismo e as obrigações de um CTG - Centro de Tradições Gaúchas - que é o de preservar, manter e repassar adiante, para as novas gerações, a Tradição do Rio Grande do Sul; os usos e os costumes de nossos antepassados sul-rio-grandenses. Sabem todos que a proposta do Tradicionalismo é a de entregar intacto às gerações mais novas de tradicionalistas o legado e a forma de vida daqueles que nos antecederam. Temos, os gaúchos brasileiros, ao longo do tempo, exportado o nosso Tradicionalismo para diversas outras plagas. O Movimento Tradicionalista tem fincado o garrão em muitas outras querências, tais como Estados Unidos, França, Inglaterra, e por aí afora. E em todos esses CTGs palanqueados no exterior se cultiva a tradicional música regional dos gaúchos brasileiros, a maneira própria de vestir e as suas danças tradicionais. Então, por que esses calaveiras querem servir um Tradicionalismo a la minuta e à la carte – bem ao gosto do freguês - dentro do MTG do Estado do Rio Grande do Sul? Creio que estão, novamente, errados! Por que não antecipar o carnaval? Já que é uma data próxima ao referido evento? Com toda a certeza o público deles também irá pedir para que providenciem a antecipação desses festejos! Digo o público deles porque o tradicionalista prefere Os Serranos, Porca Véia, Os Monarcas, Os Bertussi, Pedro Ortaça, Joca Martins e muitos outros artistas, desde que genuinamente tradicionalistas gaúchos, respeitadores e defensores das nossas Tradições Gaúchas Sul-rio-grandenses. No Rodeio passado tiveram o descaramento de apresentar um show com Zezé de Camargo e Luciano, com grande divulgação na mídia. E permitiram um show com o cantor Tchê Ivonir Machado - ou devo dizer Ivonir Maxixe? - com as suas ivonetes vestidas com roupas que em nada lembrava o recato das prendas gaúchas do Rio Grande! Só faltou molharem a camiseta! Isso sem contar com o narrador de Rodeio imitando um típico narrador country, o que não é permitido dentro de um Rodeio Crioulo Gaúcho da Tradição do Estado Sulino. Resta saber o que fizeram com as 30 moedas! Recomendo a todos os integrantes da Patronagem do CTG Porteira do Rio Grande que façam um CFOR básico - Curso de Formação de Tradicionalistas - para não cometerem, por desconhecimento, essas  tentativas de assassinato cultural gaúcho sul-rio-grandense. Precisam, de vez em quando, tomar conhecimento da Carta de Princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. E é bem provável que exista uma cópia dela dentro da sua própria sede; talvez, dentro de uma gaveta ou dentro de uma mala, não sei. Só sei que o Porteira do Rio Grande não a está respeitando! E assim agindo desrespeita a todos os tradicionalistas, ao cometer essas barbaridades contra a Tradição de todos o Gaúchos Brasileiros! No Rodeio passado o MTG-RS, devido aos descalabros cometidos contra o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, e tendo por presidente o Sr. Manoelito Savaris, suspendeu o CTG Porteira do Rio Grande por um ano. Ouve choradeira geral! Agora que estão sob observação, querem novamente afrontar o MTG e voltar a cometer as mesmas barbaridades? O que estes loucos querem? Paletear a Tradição? Aonde estão os sócios desse CTG, que deixam que a sua Patronagem cometa essas barbaridades? Será que entre os membros dessa Patronagem não existe nenhum Tradicionalista de verdade? Se esses absurdos se concretizarem, só resta ao MTG-RS uma atitude: a expulsão do CTG Porteira do Rio Grande, de Vacaria-RS, dos quadros daquela Entidade Tradicionalista Federativa. Não precisamos de um Judas dentro de nossas fileiras, pois se a maçã, por mais bonita que seja, está estragada, deve ser, de pronto, descartada do cesto! (do colaborador e Mangrulho do ONTGB na Região Sul do Brasil, Ademir Canabarro: um Missioneiro!)

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29/07/2009 10:53:56 joaochagasleite - santa maia.rs / RS - Brasil
Achei muito interessante a sua observação, mas eu vou resumir em apenas uma frase: tudo porque a música do Rio Grande do Sul não faz parte da mídia nacional. Eu estou com 12 CDs e um DVD lançados; e agora lanço o 13.; e o Brasil não me conhece por falta de mídia nacional. É o que acontece com a maioria dos artistas do Rio Grande do Sul. POR QUE SERÁ QUE NÃO ESTAMOS NA MÍDIA??? Um abraço pra vocês!
Sítio: *****
01/11/2008 18:11:53 Julio - Mostardas / RS - Brasil
Meus caros amigos! Estou com quarenta anos e por mais que eu procure não consigo encontrar bailes autênticos, tais como os que existiam na minha querida cidade de Canoas/RS, local de meu nascimento e onde passei parte de minha juventude. Lá costumavamos dançar os fandangos que se davam no CCT Rancho Crioulo e no CTG Brazão do Rio Grande, ao som dos grupos como Adelar Bertussi e o Coração Gaúcho, Paulo Siqueira e o Velha Porteira, Itajaíba Mattana e os Cobras do Teclado, Os Serranos, Os Mirins, Os Três Xirus, Os Caranchos e outros. Pois hoje, por mais que alguns músicos procurem manter a nossa música campeira e autêntica, o público não corresponde. Pois vejam que fui visitar a minha cidade natal na Semana Farroupilha/2008 e me deparei com o grande Porca Véia e o Grupo Cordeona animando a bailanta, com seu grande repertório de músicas campeiras e inclusive alguns clássicos de Adelar e Oneide Bertussi. Porém, não pude dançar, pois estão maxixando até em cima da nossa música autêntica. Ouvi uma entrevista de Albino Manique (Os Mirins), onde ele declarava que sentia muita falta de seu finado companheiro Chico, (Francisco Castilhos) e que se sentia perdido em meio a esta "evolução" toda; também sentia muita dificuldade de fugir de suas origens. É, companheiros, eu compreendo o Albino, pois me sinto do mesmo jeito: com muita dificuldade em acompanhar alguns "modernismos" que estão tentando nos empurrar, goela a baixo, no meio tradicionalista!
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15/08/2008 13:49:57 Luciana - São Luiz Gonzaga / RS - Brasil
É para ler! Um abraço!
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08/04/2008 18:35:27 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com indumentárias de coloridos fortes, pretas, calças, cintas urbanas, coletes e lencitos atexanizados, botinhas à meia-canela, chapéus chaparral, claros, copa alta, aba caída, “countries”, e boinas coloridas importadas à cabeça dentro dos recintos cobertos e ao dançar; a masculinização comercial das Prendas Gaúchas; o maxixe, a "tchê music", a música sertaneja, o forró, a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e as provas comerciais crioulistas importadas do “universo texano” e outros assassinatos culturais regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista, "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
08/04/2008 12:15:16 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida e coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando assim necessitar, e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: Não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
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07/11/2007 07:47:57 Renê De LIma Costa - Alegrete / RS - Brasil
É lamentável! Faz tempo que se vem alertando para o Embolssalismo e o pouco caso com o TRADICIONALISMO por parte, infelizmente, de quem teria o dever de preservar e cultuar realmente a tradição, eis que suas Entidades, CTGs, devem ter Departamento Cultural. Então o que é passado aos jovens que frequentam estas Entidades? Esta minoria de modernistas terão de findar suas gestões, quando então o quadro social terá o dever de não permitir que continuem como seus representantes. Parabéns a todos que denunciam estes absurdos nos eventos ditos da nossa TRADIÇÃO. Para não ser mal entendido, quando falei da minoria referi-me aos Patrões que não respeitam a nossa CARTA DE PRINCÍPIOS e os usos e costumes do Povo Gaucho.
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05/11/2007 10:06:02 Euraclides Gonçalves da Silva - Brasilia-DF / DF - Brasil
Olha, sou paranaense neto de Gaúcho, meu avo deixou o RGs lá por 1900 e alguma coisa, numa epoca de muita turbulencia meu pai conta que eles tiveram que fugir deixando tudo pra traz inclusive pessoas da familia meu avô consegui salvar meu pai o Sr.Claro Gonçalves com (02)dois anos de idade e minha tia Silvana Gonçalves com (04)quatro os outros foram mortos e queimados com os ranchos e tudo. Meu pai e minha tia ainda são vivos a tia mora em Curitiba e meu pai mora em Guarapuava já centenarios eu moro em Brasilia já tenho quase (60) sessenta anos mais nunca esqueci do que me contaram que aconteceu. E hoje ouvindo o Pedro Ortaça cantando a milonga desde os tempo do sepé me deu uma dor muito grande na alma e cheguei a uma conclusão: temos que ser mais contundentes com nossa tradição, vamos presrva-lá pois eu sempre digo povo sem tradição é nação inexistente. E ser Gaúcho não é só quem nasce no RGs. o ser Gaúcho tem a alma gaúcha o espirito Gaúcho, e pode nascer em qualquer lugar do mundo que vai ser Gaúcho. portanto vamos fazer um levante tradicionalista vamos pra midia, pois eu acho que estamos muito escondido, e todos sabem que tudo o que vai pra midia faz na midia faz sucesso porque que não investimo mais afinal de contas os Gaúchos espalhados pelo Brasil são na maioria ricos comerciantes produtores e criadores em geral, e então vamos investir na nossas tradicões. JM. Minuano
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