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Ivan Taborda:
Minha Cordeona

 

16/11/2007 00:31:22
O BANDÔNIO NO TRADICIONALISMO GAÚCHO BRASILEIRO!
 
Cordeona: Patrimônio da Música Regionalista-tradicional Gaúcha
do Estado do Rio Grande do Sul!
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É um dever do Estado do RS e uma obrigação cultural do MTG Brasileiro cuidar, zelar, defender, preservar e adequadamente divulgar, para o mundo, a regional, antiga, campeira, autêntica Tradição Gaúcha do Pampa Sul-rio-grandense. Entretanto, o bandônioinstrumento musical típico da Argentina e do Uruguai – foi incluído no Regulamento Artístico do Rio Grande do Sul pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado do Estado Garrão-sul do Brasil, como instrumento tradicional do Estado Sulino e dos Gaúchos do Brasil. A modalidade, inclusive, teve três concorrentes no Encontro de Artes e Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul, edição 2007. Contudo, a inclusão do bandônio ou bandônion - nomes que o bandoneón possui na nossa língua pátria - no Regulamento Artístico Sul-rio-grandense, como se o mesmo fosse tradicional do Estado do Rio Grande do Sul, só pode ter ocorrido por motivação política e comercial, pois fundamentação cultural regionalista-tradicional não há para que tal ato se justifique. Além disso, é do conhecimento geral que Tradição não se impõe por decreto. Ou o referido instrumento musical veio, ao longo do tempo, sendo utilizado continuamente e de forma espontânea, em todos os momentos da vida sul-rio-grandense, e retransmitido de pais para filhos, por Tradição, isto é, por todo o povo gaúcho pampeano do Estado, ou então não podemos tê-lo como parte integrante do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul. Basta um breve olhar para a História Musical do Povo Gaúcho Sul-brasileiro para se verificar que não há fundamentação plausível que possa vir a considerar o platino bandonéon como um instrumento da Música Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense. Não é ele nem típico do Rio Grande e tampouco tradicional da Música Regionalista Gaúcha do Sul do Brasile nem mesmo ele pode ser considerado como da Música Regionalista-tradicional dos Gauchos Campeiros da Argentina ou do Uruguai. Quando levado o bandoneón para aqueles países vizinhos, pelos imigrantes alemães, ele tornou-se, naturalmente, no início do século XX, parte da música local, mas não da tradicional música dos gauchos platinos interioranos. Esta há muito que era animada pelas tradicionais guitarras (violões) e acordeons. Na Tradición Gaucha Argentina é la guitarra o instrumento musical considerado como o mais tradicional. O bandoneón veio a se transformar no instrumento inseparável das Orquestras de Tango, estilo musical e dança não pertencentes à Tradição Campeira Argentina ou Uruguaia. Ambos, ritmo e dança, são considerados portenhos por terem sido desenvolvidos nos prostíbulos dos portos de Buenos Aires. E é por ser essencialmente urbana, sem raízes campesinas, oriunda dos bordéis de Buenos Aires, Rosário e Montevidéu, que a dança do tango, por exemplo, não pode ser considerada como uma dança tradicional dos gaúchos campeiros do Pampa do Rio Grande do SulPor isso é que ela não deve ser dançada no interior das Entidades Tradicionalistas do MTG Brasileiro. Além de não ter a base campeira exigida pelo Tradicionalismo Gaúcho do Brasil, a dança contém, ainda, uma sensualidade própria das suas origens citadinas. Da mesma forma é com o ritmo Tango, quanto à impossibilidade de o mesmo concorrer nos chamados Festivais Nativistas do Rio Grande do Sul. Por não ser típico do Rio Grande não é dele tradicional e, portanto, não deve ser cultuado ou praticado no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Assim é, também, com o bandoneón: não sendo típico do Pampa Sulino do Brasil não deveria estar o mesmo contido no Regulamento Artístico do Rio Grande do Sul, como um instrumento tradicional dos gaúchos sul-brasileiros. Portanto, se o bandônio não é nem instrumento tradicional da Tradición Gaucha Argentina nem da Uruguaya, por uma questão de lógica formal também não deve ser assim tido com relação às Tradições Gaúchas dos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Naturalmente que associações desvinculadas do Tradicionalismo organizado podem enaltecer esse belo instrumento musical. Mas ao MTG Brasileiro resta observar os preceitos regulamentares da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha - CBTG, à qual está vinculado, e cujo Regulamento Geral obriga ao Departamento Cultural daquela Entidade Máxima do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro zelar pela integridade cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho, não permitindo desvios como aculturamentos ou concessões que maculem os princípios básicos constantes da Carta de Princípios (item I do art 146)E esta Constituição Tradicionalista Gaúcha, por seu lado, está a lembrar aos integrantes do Tradicionalismo que todos devem zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais (item XX). É de se perguntar, então: por que não há qualquer música folclórica sul-rio-grandense executada com o bandoneón? Por acaso os bailes do interior do Rio Grande do Sul, exceto um ou outro, eventualmente na Fronteira, eram tocados por bandoneón? Os nossos mais renomados Conjuntos Gaúchos, antigos e atuais, executavam ou executam o bandônio nas suas músicas regionalista-tradicionais gaúchas sul-rio-grandenses? Se o MTG Brasileiro continuar nessa linha, logo teremos incluídos no Regulamento Artístico do Rio Grande do Sul, dentre outros, como instrumentos tradicionais dos gaúchos sul-brasileiros - seja porque alguns os apreciem ou outros os toquem, ou porque alguém, um dia, os trouxe para o Estado, ou porque, certa feita, com eles gravaram uma música -, a Arpa Paraguaia, o Banjo norte-americano, a gaita de boca e muitos outros mais. A Heurística Gaúcha Sul-brasileira não registra o bandoneón platino na Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul simplesmente porque ele não pertence aos usos e costumes tradicionais dos Sulistas do Brasil. E, como bem diz o lema do PTG Fogo de Chão, de Alecrim-RS: Tradição não se inventa, se cultua e se vive! Se o bandônio fosse, realmente, um instrumento tradicional dos gaúchos sul-rio-grandenses, certamente que haveria no ENART um número muito maior de concorrentes, tal como acontece com as gaitas piano e de botão, estas, sim, típicas e tradicionais da Música Regionalista-tradicional Gaúcha do RS. Dessa forma, considerar o bandoneón como um legítimo instrumento da Música Tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros é mais um lamentável equívoco, uma enorme incoerência cultural regionalista-tradicional sul-rio-grandense e uma grande impropriedade tradicionalistasob o estranho patrocínio do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul, órgão cultural responsável pela efetiva preservação desse Bem Público Tradição Gaúcha Brasileira. Além disso, ao utilizar o nome bandoneón, não só o MTG/RS afrontou a autenticidade regionalista-tradicional dos gaúchos do Rio Grande como também desrespeitou a língua pátria, indicando, com esse seu infeliz ato, sinais de que talvez esteja querendo abarcar uma outra aberração, tão propalada hoje em dia pelos exploradores da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, com fins meramente mercadistas: a famigerada e não menos criminosa integração cultural mercosurista. No entanto, preferências pessoais ou interesses eleitoreiros e comerciais não devem prevalecer frente aos verdadeiros Fins Culturais do sistema Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, por ser esta a única Instituição Cultural moralmente responsável pelas ações de culto, zelo, defesa, preservação, retransmissão e correta divulgação do autêntico Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul; da genuína e antiga Tradição Regional dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!

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16/11/2009 19:14:25 Mateus silva de lima - poa / RS - Brasil
Meus parabéns pra o pessoal; tá bem completo o site!
Sítio: *****
28/08/2008 17:33:18 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante Cassiano. O Sítio Bombacha Larga tem o direito de ser Tradicionalista Gaúcho e defender a Doutrina do MTG Brasileiro e a sua Filosofia de Atuação Tradicionalista. Enfatizamos-te, repetidas vezes, que embora não concordemos com a tua opinião pessoal a respeitamos, pois esse direito de discordar está garantido a todo e qualquer cidadão. Portanto, podes continuar discordando de nossos posicionamentos tradicionalistas; porém, respeite-os, pois este é um direito que nos assiste. Em outras palavras, temos todo o direito, quer concorde ou não com a Filosofia Tradicionalista, de seguir os Fins Protecionistas do Tradicionalismo, quais sejam os de “preservar o Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense e a Filosofia do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul, decorrente da sua Carta de Princípios” (Art. 1. do Estatuto do MTG/RS). Como todos os demais visitantes que não concordam com essa Diretriz Cultural Tradicionalista tens todo o direito de seguir as tuas próprias filosofias. Aos Gaúchos Tradicionalistas, conscientes do valor da Cultura Regionalista-tradicional Sul-brasileira, garantidas estão as ações de culto, zelo, defesa, preservação, retransmissão e adequada divulgação dos antigos, campeiros e regionais usos e costumes tradicionais dos Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul. Quem não é gaúcho, mas tão-somente sul-rio-grandense ou brasileiro, igualmente terá o direito de não conhecer, não valorizar e não observar os referidos Fins Culturais do Tradicionalismo. Contudo, todos deverão respeitar as opções alheias para que possam vir a ser respeitados nas suas. Qualquer cidadão não tradicionalista gaúcho pode seguir os modismos de mercado e os estrangeirismos importados, mas não dentro do MTG Brasileiro organizado, pois este tem uma Doutrina a cumprir, uma Filosofia de Atuação a seguir e a grande responsabilidade de manter preservado o rico Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Aos que auferem lucro explorando de forma inadequada a Tradição Gaúcha Brasileira, deformando o Regionalismo Gaúcho Sul-rio-grandense, que construam os seus espaços, os seus Bailões Comerciais, os seus Parques de “Rodeos” Texanos, pois dentro do Tradicionalismo há de haver Consciência Tradicionalista de preservação da Tradição Regional do RS, Coerência Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense, o devido respeito às antigas, campeiras, regionais e autênticas Tradições do Estado do Rio Grande do Sul, um Patrimônio Cultural pertencente ao Estado do RS, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Esse direito que todo o Tradicionalista Gaúcho tem de cultuar, zelar, preservar, retransmitir e corretamente divulgar a Cultura de Raiz, o Regionalismo Gaúcho nativo do Estado do Rio Grande do Sul, e de incorporar e praticar os reais Fins Tradicionalistas do MTG Brasileiro é democrático e, portanto, por enquanto, sagrado em nosso país. Discordem dele, mas o respeitem! E a esse Direito Cultural não haverá qualquer possibilidade de óbice por quem quer que seja, pois ele é um Direito Humano garantido a todos os povos, referente à preservação de suas respectivas Culturas Regionais. Assim, ao Cidadão Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, embora se levantem as naturais, esperadas e até compreensíveis resistências, garantido está o exercício desse Direito Tradicionalista e Constitucional de cultuar, sem deturpar, sem “integrar”; de defender, sem entregar; de preservar, sem dizimar; de divulgar, sem corromper, os genuínos e antigos usos e costumes tradicionais dos Gaúchos Interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul! Saudações deste Sítio Tradicionalista Gaúcho Brasileiro Bombacha Larga: na luta pela preservação das autênticas Tradições dos Gaúchos Sul-brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
27/08/2008 21:18:55 Cassiano Silveira - Santa Cruz do Sul / RR - Brasil
Perdão pela minha total falta de educação e minha falta de prudência no dialogo sem o devido tratamento a esse jurisconsulto. Afrontar ou depreciar, quem teria a desmedida ousadia? ! Mas Vsa. Excelência, a contestação a esse seu ponto de vista no sempre escudado e abusado “direito” Tradicionalista ou sua “qualificada “e acentuada afirmações sobre a Filosofia Tradicionalista bem como essa manifestação de “pensamentos e opiniões” de direito assegurados com tanta veemência e “qualificação” não podem sofrer o juízo de questionamento. Como isso pode acontecer não é mesmo Excelência? Vsa. Excelência não concorda que, uma vez impostas suas interpretações mais do que corretas e inquestionáveis, sobre a Incontestável Carta de Princípios nesse Espaço “democrático”, não deverá sofrer a injunção de Criticas? Vsa. Excelência pode e deve defender-se de todas as injurias, ultrajes, ofensas, menoscabo ou qualquer outra expressão que desejar explicitar. É compreensível! Pois no exíguo de suas argumentações e sua “missão cultural”, como não ficar acuado com essa desmedida rebelião? Vsa. Excelência tem “altivez e moral” para recriminar esse herege e propagador de injurias. Deve-se manter a ordem e a legalidade e combater toda a insubordinação dos "caravelas". Os soldados desse “cultural” Sítio protegidos pelo escudo do Direito tradicionalista devem estar atentos para combater toda a insurgência dos indivíduos com opinião, dos Castelhanos e sua invasão cultural, dos individualistas e suas pilchas e bigodes fora da medida, das prendas e peões das estâncias que ousam não comprar a pilcha Tradicional de cada região (medida em centímetros Claro!) por conta da inaceitável desculpa de não ter poder aquisitivo para obter essas. Cerremos fileiras contra essa escória que nunca pertencerá à elite do Tradicionalismo “organizado”. A mão de ferro desses heróis do Tradicionalismo “organizado” deve pesar sobre qualquer um que não decorar o regulamento artístico, a doutrina e a filosofia dos lenços e seu sagrado comprimento medido a régua. Dos homens e mulheres do Rio Grande do Sul que não são Tradicionalistas, pois como os turistas verão representados os Gaúchos legítimos? O desmedido que errar ou esquecer esses importantíssimos detalhes estará expulso dos meios tradicionalistas sem contestação. Se seguirmos corretamente todas as doutrinas, diretrizes, e estatutos com zelo poderemos ter quem sabe algum dia, um Busto do Exigentíssimo Sr Itajaú Oleques Teixeira, salvador do Tradicionalismo “organizado” em praça publica.
Sítio: *****
26/08/2008 20:06:29 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Ao Sr. Cassiano Silveira informamos que este Sítio Tradicionalista e seus mantenedores têm a plena consciência de que não são poucos os que evitam lembrar, por interesses de toda a ordem, a existência de uma Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira, de uma Carta de Princípios aprovada pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, de Estatutos, Regulamentos e Diretrizes Tradicionalistas a orientar as ações culturais de Órgãos, Entidades e Cidadãos Tradicionalistas Gaúchos, a incluir o cuidado, o zelo, a defesa, a preservação e a adequada divulgação, para o RS, o Brasil e o mundo, dos antigos, campeiros e regionais usos e costumes tradicionais dos Gaúchos Pampeiros do Rio Grande do Sul. Este Espaço Cultural Tradicionalista, portanto, em que pese a existência de posicionamentos contrários e não tradicionalistas, tem o pleno direito de lutar pela observância dessa Doutrina que rege o MTG Brasileiro organizado. Juízos pessoais, ofensas e eventuais danos morais praticados contra o trabalho desenvolvido neste Sítio Tradicionalista não terão o condão de diminuir, depreciar, menosprezar a sua Missão Cultural e a sua luta pela preservação das antigas, verdadeiras e regionais Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, pois as manifestações de pensamento e as opiniões aqui publicadas são direitos sagrados garantidos pelo Ordenamento Jurídico Brasileiro, que a ninguém cabe afrontar. Discordar, sim; desrespeitar, não! Saudações do Sítio Bombacha Larga: na luta pela preservação das autênticas Tradições Regionais dos Gaúchos do Sul do Brasil!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
26/08/2008 17:47:00 Cassiano Silveira - Santa Cruz do Sul / RS - Brasil
Quando se tenta caracterizar o desacato que formei nesse espaço a figura do seu idealizador, aceito, de bom grato o apontamento em virtude do mesmo ter ocorrido a minha pessoa, mas de forma sublimada pelo idealizador desse Sítio. Contudo Sr Itajaú, não tentes imputar a mim qualquer agressão contra a Tradição ou a qualquer movimento Nativista ou Tradicionalista e muito menos a formada Carta de Princípios com o ensejo de repelir essa participação que o desagrada. Se me expressei de forma muito pouco sutil em meus apontamentos a sua arrogante representatividade, é porque não sublimo criticas a descompor esse Sítio.
Sítio: *****
25/08/2008 09:38:11 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante Cassiano. Político, naturalmente, desde Aristóteles, é todo o ser humano. A política exercida no BL é a da preservação do Patrimônio Tradicional, antigo, dos Gaúchos do Pampa Sul-brasileiro, contida na Filosofia de Atuação do MTG Brasileiro. Quanto ao teu juízo pessoal, a respeito das intenções deste Espaço Cultural Tradicionalista Gaúcho, esse é um problema teu, não nosso. Se não és um Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, por desprezares a Doutrina e a Filosofia do Tradicionalismo, esse é um direito que te assiste. Mas, para seres respeitado deves, antes, respeitar aqueles que, pautados na Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, estão a exercer o seu igual direito de praticá-la, divulgá-la, elevá-la, dignificá-la e de cobrar daqueles que se prontificaram a segui-la as suas práticas no âmbito tradicionalista gaúcho brasileiro, especialmente quando esta Diretriz Cultural encontrar-se vilipendiada por certos “gaúchos”, determinados “tradicional$ta$ de oca$ião” e outros meramente sul-rio-grandenses e brasileiros que, por vantagens de ordem pessoal, desqualificam os Fins Culturais do MTG para contribuir com os “Assassinos Econômicos” que exploram e destroem a antiga, regional e campeira Tradição dos Gaúchos Sul-brasileiros, com fins essencialmente lucrativos, econômico-financeiros, comerciais, eleitoreiro e em nada culturais tradicionalistas. E em que pese os danos morais praticados contra o administrador deste Sítio Tradicionalista Gaúcho e seus colaboradores, ainda assim respeitamos e acatamos tuas opiniões pessoais. Portanto, Seu Cassiano, respeite para ser respeitado, pois não somos da mesma laia que insistes, de forma leviana e sem qualquer fundamento, em nos classificar. Respeito é bom e os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros o merecem e o exigem de quem quer que seja, pois defender a Tradição dos Gaúchos do Rio Grande não é uma mera opção, mas um dever de todo o Cidadão Gaúcho no exercício de sua Cidadania Tradicionalista. Saudações dos integrantes do sítio Bombacha Larga: na luta pela preservação das antigas, regionais, autênticas e campeiras Tradições dos Gaúchos Sul-brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
24/08/2008 21:35:18 Cassiano Silveira - Santa Cruz do Sul / RS - Brasil
O mesmo sermão, a mesma retórica. Existe algo mais político do que isso? Não justifique seu direito de “tradicionalista” (que não é só seu Sr Itajau) para usar instrumentos e serviços de comunicação para sua vil, duvidosa e pretensiosa intenção. Ao prezado jurista, político frustrado e desqualificado, é comprovada sua persistente autopromoção de “jogatina de confetes” nesta tentativa arrogante de representatividade. Deixa muito satisfeito esse “missivista que lhe escreve”, pois colabora com toda minha “missiva” neste místico espaço de “democracia”.
Sítio: *****
22/08/2008 22:55:07 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Ao prezado missivista respondo: este indivíduo não é do tipo que se deixa nomear, pois tem autonomia suficiente para exercer sua cidadania plena e para defender o que é seu por direito. Este Cidadão Tradicionalista Gaúcho Brasileiro não pode ser comparado a um "político capenga", porque nunca exerceu cargo político-partidário algum e nem pretende exercê-lo, pois prefere continuar honesto. Este Cidadão Gaúcho e Brasileiro não se propõe a salvar o Movimento Tradicionalista Gaúcho organizado, pois essa seria uma tarefa impossível de realizar diante da sua histórica exploração por politiqueiros e “Trampeiros da Tradição do Rio Grande”. Este indivíduo é, como outros tantos Tradicionalistas Gaúchos, mais um defensor da autenticidade da antiga e campeira Tradição Regional Gaúcha herdada de seus biavós, avós e pais, e não desta que os mercadistas impõem aos incautos como se fosse nativa do nosso Rio Grande do Sul. Este indivíduo, se porventura utiliza algum termo jurídico é porque tem formação na área e capacidade para assim proceder. O que este Cidadão Tradicionalista Gaúcho tem é o direito inalienável de defender uma Tradição Regional que não é só sua, mas de todos os gaúchos brasileiros, pois ela não pertence, como alguns erroneamente sugerem, somente ao MTG Brasileiro organizado e àqueles que nele a deturpam com fins dissociados dos seus Postulados Iniciais ; ela é do Estado do RS, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todos os brasileiros, independentemente de seus locais de nascimento. Este Cidadão Tradicionalista Gaúcho Brasileiro não cria nem se apodera de nada; o que ele faz é cobrar dos senhores responsáveis pela preservação da Tradição Gaúcha dos Campeiros do Pampa do Rio Grande o cumprimento daquilo que está claramente disposto na Filosofia de Atuação do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro; que eles honrem os juramentos que fizeram e cumpram, efetivamente, os verdadeiros Fins Culturais do MTG, a sua Carta de Princípios e os regulamentos Tradicionalistas do Movimento Tradicionalista a que pertencem, pois quem é ou se diz Tradicionalista Gaúcho Brasileiro deve observá-los e cumpri-los como um dever institucional-estatutário e uma obrigação moral-cultural; quem tradicionalista não é que se abstenha de segui-la, pois a liberdade de escolha igualmente é um direito assegurado a todo o cidadão. O que moralmente não se justifica é a deturpação cultural regionalista-tradicional gaúcha sul-rio-grandense em razão de interesses pessoais, pois a Tradição Gaúcha, como um Bem Público que é, a ninguém autoriza a sua deturpação, a sua substituição, a sua “integração” comercial, a sua negligência, o seu desvirtuamento, a sua corrompção por meros interesses econômico-financeiros, político-partidários, eleitoreiros, comerciais e outros. Se há quem entenda, por exemplo, que a montaria em touros e em ovelhas, o chapéu claro, country, chaparral, a “rastra platina” e as boinas coloridas importadas, as cores pretas e estampadas nos lencitos virados e fortes, contrastantes, berrantes, nas camisas, a “Tchê Music”, o “Maxixe”, a Música Sertaneja, o Forró, o Vuco-Vuco, o Pancadão, o Panelão, a escuridão das boates nos salões de Bailes “Tradicionalistas”, a guitarra desusada e o som estridente, as indumentárias dos “rockeiros” das Bandas Nacionais e dos artistas “gaúchos” – mas não tradicionalsitas - contratadas por esses “tradicionali$ta$” dos Centros das antigas e campeiras Tradições dos Gaúchos Pampeiros do Rio Grande e dos Festivais “Tradicionali$ta$” de Artes e “Tradição” do Rio Grande, a transformação da Prenda Gaúcha em um peão de rodeio texano, e outras impropriedades regionalista-tradicionais sul-rio-grandenses e incoerências tradicionalistas gaúchas brasileiras praticadas pelos Picaretas da Tradição do Rio Grande no sistema MTG Brasileiro organizado, esse, certamente, não é nem Gaúcho nem Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, mas uma vítima dos Exploradores do Patrimônio Sociológico-tradicional e antigo do RS, sem qualquer noção do valor que tem a Identidade e o Patrimônio Cultural-regionalista-tradicional Gaúchos Sul-brasileiros. E a Internet, como disseste, é democrática. Por isso, sugerimos que cries um espaço virtual e nele defendas o teu ponto de vista, porque este aqui continuará a cultuar, zelar, defender, preservar e a divulgar os antigos, campeiros, autênticos e tradicionais usos e costumes dos Gaúchos do Pampa do Rio Grande do Sul; a informar, conscientizar, revelar e a esclarecer a verdadeira Filosofia do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, cuja base está nos princípios da Carta formulada pelo poeta e tradicionalista gaúcho Glaucus Saraiva, presente em todos os Estatutos do MTG Brasleiro. Se há quem a desrespeite, por interesses pessoais, Tradicionalista Gaúcho certamente é que não será. Modista? Caricaturista? Vigarista? Contrabandista? Niilista? Oportunista? Copista? Individualista? Exibicionista? Mercadista? Não sei! O que sei é que Tradicionalista Gaúcho Brasileiro não é, porque a Filosofia do Tradicionalismo é clara: Tradicionalista Gaúcho Brasileiro é o preservacionista, o conservadorista da campeira, antiga e regional Tradição do Rio Grande do Sul, firmada pelos antepassados interioranos pampeiros sul-rio-grandenses e repassada até hoje, de pais para filhos, de forma contínua e espontânea, de geração em geração, dando continuidade aos usos, costumes e demais aspectos da Cultura Gaúcha Tradicional dos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Portanto, o que for diferente disso é engodo, comércio, exploração, estelionato cultural, mas não Tradição Gaúcha Sul-brasileira; nem essas Incoerências Regionalista-tradicionais e essas Impropriedades Tradicionalistas se confundem com a verdadeira finalidade cultural do Tradicionalismo. Este Espaço Cultural é Tradicionalista Gaúcho Brasileiro e, conforme sua própria designação, informa que ele segue a Filosofia Tradicionalista da Carta de Princípios do MTG do Brasil. Quem não quiser acessar este sítio, que não o acesse; quem quiser discordar, que discorde. Entretanto, nada do que aqui é publicado alheio está à Doutrina do verdadeiro Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. Por isso, sugerimos a quem tiver alguma dúvida quanto à coerência deste sítio que leia a Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho “in” http://www.bombachalarga.com.br/ver_noticia.php?id=328 (após a leitura da introdução, clicar em “Leias mais Detalhes aqui”), e tire sua própria conclusão! Saudações do sítio Bombacha Larga: na luta pela preservação das autênticas Tradições dos Gaúchos Sul-brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
22/08/2008 19:13:26 Cassiano Silveira - Santa Cruz do Sul / RS - Brasil
É notada a impropriedade desse individuo que exagera em sua linguaje jurídica e ultrapassada que mais lembra um político capengo que, “gaba-se com galhardia”. Vem impor -se como um salvador do Tradicionalismo! Um prestador de serviços a tradição do Povo Gaúcho. Quem nomeou esse desqualificado como defensor do verdadeiro tradicionalismo? Qual a intenção desse que se esconde atrás de jargões jurídicos e expressões de valia do cidadão Gaucho? Quem são para citar verdades, leis e ensinamentos sobre qualquer manifestação cultural, tradicional ou folclórica do Rio Grande do Sul? Deixo bem claro meu mais profundo desrespeito por esse desqualificado. Pois, como muitos outros também agem como os oportunistas que tanto critica com exaustão. Pois no seu febril delírio de colaborador dessa legítima Tradição, comete os mesmos atos ao se apoderar de idéias e fundamentos Tradicionais para sua “cruzada” pessoal contra os que não se deixam levar por essa ridícula representatividade. Observa o momento certo para defecar suas idéias em cima dos mais incautos com seu dito “mister” de defesa contra aos sempre citados interesses comerciais e políticos com entojo exaustivo de quem procura os motivos (mesmo os mais inconceptos) para sustentar a “legitimidade de seus conteúdos nesse Sítio”. É simples apurar esse tipo de desqualificado e “o véu de fetichismo por traz dessa cortina de conhecimento tradicionalista”. Ele sai do esgoto anônimo onde atua e abita buscando chafurdar notoriedade em cima da Legitimidade de um Movimento.Não o bastante te libero e desobrigo de responder a esse conteúdo, pois como tu apontou não sou obrigado a estar nesse espaço “cultural tradicionalista”. Em decorrência dessa democracia que é a Web. A não ser que se sinta obrigado na forma que lhe couber “manipular” seu ego democrático em cima desse conteúdo.
Sítio: *****
22/08/2008 15:35:42 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado visitante Cassiano. O sítio Bombacha Larga respeita o teu posicionamento pessoal, como sempre o fez nas tuas anteriores manifestações. Afinal, assim como ninguém está obrigado a acessar este Espaço Cultural Tradicionalista Gaúcho, também obrigado não está a concordar com o que aqui é exposto. Em que pese a tua tentativa de desqualificar o trabalho cultural desenvolvido por este sítio, reafirmamos-te que ele igualmente não está filiado ao Tradicionalismo Gaúcho organizado; que ele, como espaço virtual cultural tradicionalista gaúcho brasileiro que é não está aqui para angariar “la plata”, como estão a fazer muitos “tradicionali$ta$” no âmbito do próprio MTG Brasileiro; que este Sítio Tradicionalista não está aqui preocupado com eventual “ibope” ou em locupletar-se com a instituição das “falsas tradições gaúchas sul-brasileiras”, os modismos, as preferências meramente pessoais ou interesses outros que não os de cultuar, zelar, defender, preservar e, com honestidade intelectual, corretamente divulgar os autênticos, os genuínos, os antigos e regionais usos e costumes tradicionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e não os do Uruguai, da Argentina, do Chile, do Paraguai ou do Texas, como querem aqueles que, destruindo a Identidade Cultural-regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros, estão em busca do lucro, do voto e aí, sim, de massagens para seus egos, com o uso de falácias, das inverdades e dos “Assassinatos Culturais Gaúchos Brasileiros”, com fins meramente comerciais, econômico-financeiros, político-partidários, eleitoreiros. E incoerência, prezado visitante, não é interpretar a Carta de Princípios conforme seus claros Postulados Gaúchos Sul-rio-grandenses. Ou, por acaso, há alguma outra interpretação para os Princípios Tradicionalistas como os de “cultuar e difundir nossa História, nossa formação social, nosso folclore, enfim, nossa Tradição, como substância basilar da nacionalidade” (item III da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “criar barreiras aos fatores e ideias que nos vêm pelos veículos normais de propaganda e que sejam diametralmente opostos ou antagônicos aos costumes e pendores naturais do nosso povo” (item V da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “preservar o nosso patrimônio sociológico representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares” (item VI da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “fazer de cada CTG um núcleo transmissor da herança social e através da prática e divulgação dos hábitos locais, noção de valores, princípios morais, reações emocionais, etc.; criar em nossos grupos sociais uma unidade psicológica, com modos de agir e pensar coletivamente, valorizando e ajustando o homem ao meio, para a reação em conjunto frente aos problemas comuns” (item VII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “respeitar e fazer respeitar seus postulados iniciais, que têm como característica essencial a absoluta independência de sectarismos político, religioso e racial” (item X da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “evitar todas as formas de vaidade e personalismo que buscam no Movimento Tradicionalista veículo para projeção em proveito próprio” (item XII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “evitar toda e qualquer manifestação em proveito próprio” (item XIII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “evitar atitudes pessoais ou coletivas que deslustrem e venham em detrimento dos princípios da formação moral do gaúcho” (item XIV da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “repudiar todas as manifestações e formas negativas de exploração direta ou indireta do Movimento Tradicionalista” (item XVI da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “prestigiar e estimular quaisquer iniciativas que, sincera e honestamente, queiram perseguir objetivos correlatos com os do tradicionalismo” (item XVII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “incentivar, em todas as formas de divulgação e propaganda, o uso sadio dos autênticos motivos regionais” (item XVIII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais” (item XX da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “comemorar e respeitar as datas, efemérides e vultos nacionais e, particularmente o dia 20 de setembro como data máxima do Rio Grande do Sul” (item XXIII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “pugnar pela independência psicológica e ideológica do nosso povo” (item XXV da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “revalidar e reafirmar os valores fundamentais da nossa formação, apontando às novas gerações rumos definidos de cultura, civismo e nacionalidade” (item XXVI da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “procurar o despertamento da consciência para o espírito cívico de unidade e amor à Pátria” (item XXVII da Carta de Princípios do MTG Brasileiro); “buscar, finalmente, a conquista de um estágio de força social que lhe dê ressonância nos Poderes Públicos e nas Classes Rio-Grandenses para atuar real, poderosa e eficientemente, no levantamento dos padrões de moral e de vida do nosso Estado, rumando, fortalecido, para o campo e homem rural, suas raízes primordiais, cumprindo, assim, sua alta destinação histórica em nossa Pátria” (item XXIX da Carta de Princípios do MTG Brasileiro)??? Portanto, pode-se considerar como “privada de incoerências” as interesseiras impropriedades tradicionalistas e tradicionais praticadas no próprio Tradicionalismo, quando voltadas para o desvirtuamento, a modificação, a alteração tendenciosa, a “integração” comercial, as importações sem fronteiras, os quais só interessam aos mercados e seus financiados políticos, a descaracterizarem um Patrimônio Cultural Público, pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, aos Brasil e a todo o Povo Brasileiro, constituído pela antiga e campeira Tradição Regional do Rio Grande do Sul. Naturalmente que os não tradicionalistas defenderão esses e outros atentados à Doutrina e à Filosofia de Atuação do MTG Brasileiro. A esses garantido está o livre arbítrio de assim procederem, sem, contudo, deixarem de arcar com o ônus decorrente dos seus crimes lesa-cultura regional gaúcha sul-rio-grandense. A este Espaço Tradicionalista, diversamente dos Calaveiras da Tradição do Rio Grande e dos Picaretas do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, cabe continuar cumprindo o seu mister de exigir daqueles que se propuseram a atuar como Tradicionalistas Gaúchos o cumprimento institucional da Filosofia Tradicionalista estampada na Carta de Princípios do próprio MTG, e o devido respeito aos autênticos usos e costumes regionalista-tradicionais dos Sulistas do Brasil, um Bem Público pertencente ao nosso país e a todos os brasileiros. E, desatendendo ao teu pedido inicial, agradecemos-te, como sempre, e de forma verdadeira, a tua importante participação neste sítio, pois é por ela que muitos de nossos visitantes passarão a conhecer a verdadeira Base Doutrinária do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro e a compreender os reais Fins Culturais deste Espaço Cultural Tradicionalista Gaúcho. Quanto aos votos de má sorte, direcionados ao Bombacha Larga, lamentamos a infelicidade da manifestação, lembrando, em tom mais jocoso do que rancoroso, o que um velho ditado diz: “praga de urubu não mata cavalo gordo”. O Bombacha Larga, se comparado aos pseudostradicionalistas que abundam por aí, no que se refere à Informação Cultural, à Coerência Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira e à Consciência Tradicionalista Gaúcha Brasileira, pode-se declarar um cavalo bem gordo, um pingo em muito bom estado! E, finalmente, quanto às democráticas discordâncias desse Vivente, no que tange ao conteúdo cultural tradicionalista gaúcho deste sítio, outro ditado é de ser aqui relembrado: “obrigado é pau de arrasto!”. Assim, em sendo este espaço destinado aos Tradicionalistas Gaúchos e aos gaúchos que valorizam a riqueza cultural regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros, àqueles que não se identificam com esta finalidade resta-nos, como sugestão, dizer que procurem outros endereços eletrônicos da Rede Mundial de Computares, pois na Internet certamente encontrarão variado material para, aí sim, “masturbar seus egos”, especialmente os que não gostam de seguir filosofia alguma, a não ser aquelas próprias dos seus interesses pessoais e imediatos, intenção esta que, sem dúvida alguma, não corresponde aos propósitos deste Sítio Cultural Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, cujo fim é tão-somente o de cultuar, zelar, defender, preservar e adequadamente divulgar as autênticas, antigas e regionais Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e não os modificalismos, as invencionices, as politicagens, os modismos, a Corrupção Cultural promovida na Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense e no Fim Cultural do MTG do Brasil, estes, sim, com aparências falsas, inverdades históricas, interesses mesquinhos de alguns igualmente falsos "tradicionalistas", pseudosgaúchos, mercenários da Tradição Regional do Estado do Rio Grande do Sul, “Estelionatários Culturais” a corromper um Bem Público – e não particular! - que pertence ao Estado e ao Povo do Rio Grande, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro! Saudações Tradicionalistas!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
21/08/2008 20:00:10 Cassiano Silveira - Santa Cruz do Sul / RS - Brasil
Dispenso os falsos agradecimentos por participação nesse dito espaço de democracia. Vejo a falsa intenção de se levantar propostas e discuções nesse que parece ser mais um instrumento de masturbação de ego do mentor desse sítio, do que um espaço democrático. De minha participação nesse desqualificado site, deixo apenas meu desejo de toda má sorte em criticas e indagações aos seus conteúdos e idealizadores, que não representam ou contribuem em nada ao Estado do Rio Grande do Sul seu Povo e sua História. E muito menos o que diz respeito as suas tradições. Não sou Sócio de carteirinha de nenhum CTG, muito menos adido desse movimento que respeito, mas que não traduz com claridade e efeito os seus princípios e idéias.Esse espaço é uma massificação de egos inflados, de decepções individuais, conceitos necrosados, má utilização de contextos históricos, amadorismo, elitismo e fetichismo.O Sr Itajau e outros “entendidos” deve-se lembrar que o legado no qual estão se representando ou melhor , se apoiando, não se baseou em Cartas, Movimentos, Centros de tradição, Festivais Nativistas e muito menos em Sítios na Web. Os movimentos tradicionalistas e Nativistas são uma caricatura se comparados ao panteão de homens que lutaram e buscaram a sobrevivência de suas vidas relevando costumes que vão muito alem de discussões sobre essa ou aquela vestimenta correta, esse ou aquele instrumento musical.Por favor, tapem essa privada de incoerências, na qual estão despejadas todas as idéias e objetivos desse desqualificado cidadão que interpreta com seu próprio “juízo” de “coerência” a Carta de Princípios velada pelos Antigos Criadores desse decente movimento.
Sítio: *****
12/08/2008 22:54:12 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cassiano. O sítio Bombacha Larga agradece a tua importante participação neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Naturalmente que tens todo o direito, como todos os demais cidadãos, de não concordar com o conteúdo das matérias aqui publicadas. Sabemos que nem todos os que por aqui passam sabem o que venha a ser Tradição Regional do RS, Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, Regionalismo Gaúcho Sul-rio-grandense, genuíno Nativismo Gaúcho do Rio Grande do Sul, Telurismo - enquanto sentimento de apreço e de valorização pelo Pago e pelas coisas próprias da Terra, do Torrão Nativo. Sabemos, também, que muitas vítimas do poder econômico - esse braço forte do mercado corruptor de culturas regionais alheias -, não se importam com a perda da Identidade Cultural do Povo Gaúcho Sul-brasileiro. Sabemos, ainda, que por motivações politiqueiras outros tantos se omitem diante das imposições, das inverdades, das falácias, dos engodos propalados aos incautos em prol de interesses pessoais, políticos, comerciais, nem sempre dignos, éticos, probos. É nessa seara, infelizmente, que brota, cresce e se alastra, de longa data, a Corrupção Cultural em todo o Brasil - e mais fortemente, agora, na região Sul-brasileira -, tal como há muito se dá neste país, justificada como uma "questão cultural" essa nativa e endêmica corrupção brasileira. Sabemos, igualmente, que corromper foi, é e ainda será um meio muito utilizado em todos os setores da vida nacional. Os efeitos nocivos desse ato, porém, são desastrosos para o povo, enquanto o benefício dele favorece somente aos corruptores e seus corrompidos. Com a Corrupção Cultural Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira também é assim. Por interesses particulares alteram tradições, mudam, substituem, “integram” indumentárias típicas, ritmos, instrumentos musicais, usos e costumes tradicionais e, por isso, antigos, do Rio Grande do Sul. O Patrimônio Cultural do Povo Gaúcho Sul-rio-grandense é assaltado, deturpado, explorado, modificado e dizimado por corruptos, assassinos culturais, exploradores do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado, oriundo dos Gaúchos Pampeiros do Sul do Brasil. Por fim, informamos a esse prezado visitante que não estamos aqui, na defesa daquilo que nos pertence por herança recebida de nossos bisavós, avós e pais, com interesses mesquinhos como o de amealhar vantagens de qualquer natureza, a não ser, como espaço cultural tradicionalista gaúcho que é, com o objetivo de - a quem se propuser ler, ver e ouvir este espaço virtual -, revelar a verdadeira essência cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, tão ocultada em virtude, justamente, dos citados interesses mercadistas e politiqueiros acima referidos; a promover a valorização da "Aldeia Sulista Brasileira", da Terra Gaúcha Sulina e do que é dela Nativo e o que dela é Tradicional; e não aquilo que nunca fora, não é e que, com a apoio da História, jamais poderá ser tido como da antiga, campeira e regional Tradição Gaúcha dos Pampeiros, dos Interioranos Sul-rio-grandenses, porquanto não transmitido de pais para filhos, por todo o Povo Gaúcho do Pampa do Rio Grande do Sul, ao longo do tempo, de forma contínua e espontânea, mas imposto por exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul. Assim, prezado Cassiano, respeitamos o teu posicionamento pessoal a respeito do assunto exposto na matéria acima publicada, mas não cremos, sinceramente, que as "asneiras" a nós reputadas possam ser endossadas por quem realmente conhece a Doutrina do MTG Brasileiro, especialmente no tocante ao Princípio Tradicionalista Gaúcho Brasileiro de "zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais". Porém, esta nossa natural diversidade de opiniões representa um direito de expressão e de pensamento, garantido por nossa Constituição Brasileira, a essência mesma de um regime democrático. Assim, não há do que perdoá-lo, como também motivos não há para que te peçamos perdão. O Bombacha Larga é Tradicionalista Gaúcho, não porque esteja na posse de um Cartão de “Tradicionalista” ou porque sócio de uma Entidade “Tradicionalista” filiada ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, mas porque tem a consciência da importância dos verdadeiros Fins Culturais do revolucionário Movimento Cultural Regionalista-tradicional Gaúcho Sul-rio-grandense iniciado pelos jovens de 47, da Filosofia Tradicionalista e da relevância do Tradicionalismo para a preservação e a continuidade, junto às novas e futuras gerações, das autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Por isso, conscientes estamos, igualmente, de que muitos gaúchos não tradicionalistas, outros apenas sul-rio-grandenses ou tão-somente brasileiros, e tantos outros mais "modistas" do que propriamente Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, certamente irão contestar informações e opiniões publicadas neste sítio. Entretanto, como espaço tradicionalista gaúcho brasileiro que é o Bombacha Larga tem o seu mister estribado na Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira. Quem não concordar, paciência; este é um direito que qualquer pessoa tem. Certo é que outros, mais Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, têm concordado com este necessário resgate da Coerência Regionalista-tradicional Gaúcha no trato das coisas realmente nativas, regionais; na abordagem do que é verdadeiramente tradicional do nosso Grande Rio Grande do Sul! Saudações a esse prezado visitante, deste sítio que luta não por votos, projeção pessoal ou vantagens econômico-financeiras ou comerciais, mas pelo restabelecimento da Verdade Cultural Regionalista e pela preservação das autênticas, antigas e campeiras Tradições dos Gaúchos do Pampa do Rio Grande do Sul!
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12/08/2008 19:17:08 Cassiano Silveira - Santa Cruz do Sul / RS - Brasil
Perdão pela expressão, mas..quanta ASNEIRA Sr. Itajaú! É por essas e outras que tu se encotrará sozinho nos seus infelizes dicernimentos. Triste e desqualificado!
Sítio: *****
23/11/2007 22:59:56 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Cássio. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o oportuno comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Como sempre, respeitamos o teu posicionamento referente ao tema e a discordância manifestada. Porém, democraticamente, discordamos dela. Tradição quer dizer: "usos e costumes conservados num povo por transmissão de pais para filhos”; “transmissão dos costumes feita de pais para filhos no decorrer dos tempos, ao sucederem-se as gerações". Não nos parece que o Povo Gaúcho Sul-rio-grandenses tenha retransmitido o costume de tocar o bandônio, de pais para filhos e pelas gerações, nem que ele tenha, no passado, animado os bailes gauchescos de nossos avós e pais; nem que no presente, o bandônio venha a ser tradicional, a ponto de ser visto nos conjuntos tradicionais do Rio Grande do Sul. Se for pelo fato de alguns gostarem e de outros tocarem um instrumento musical, então teremos de incluir no Regulamento Artístico do RS também o baixo, a guitarra, a bateria, o pandeiro (este muito mais tradicional na música regionalista-tradicional sul-rio-grandense do que o violino ou a gaita de boca, por exemplo, igualmente incluídos naquele Regulamento). Naturalmente que a matéria não se propôs a relatar a história do bandôneo, acessível para qualquer um por meio de uma rápida pesquisa na Internet, mas a tecer uma crítica ao ato da sua repentina inclusão (mais política e comercial do que cultural), pelo MTG/RS, no Regulamento Artístico do Estado do Estado Sulino como se fosse um instrumento tradicional do Rio Grande do Sul. É evidente que nunca foi e não pode ser considerado como tal. Poderá até vir a ser em um futuro distante, pois tradição não se cria com imposições políticas ou comerciais, por ser o resultado de um processo histórico-cultural lento e progressivo, além de espontâneo e reiterado. Também não nos parece correto afirmar que o bandônio é um instrumento musical tradicional do Brasil, porque então teríamos que considerar como tal, porque alguém os trouxe para o país algum dia e os toca hoje, o banjo texano tocado pelo Grupo Tchê Garotos, na música Fandango no Texas, e outros como o piano, o violoncelo e o órgão eletrônico - que muitos tocam nos Festivais Nativistas do RS. Todos estes, mesmo que venham a ser incluídos como instrumentos tradicionais do Rio Grande, certamente que não poderão ser assim considerados, por ausência de fundamentação histórico-cultural-sociológica. Assim, o bandônio pode ser tradicional do Tango argentino, mas jamais da Música Regionalista-tradicional dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul! Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado visitante!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
23/11/2007 10:27:28 Cássio - São Miguel do Iguaçu / PR - Brasil
Não é porque um instrumento não é tocado por muitas pessoas que ele deixa de ser tradicional. Pra começar, bandoneón não é nem argentino e nem uruguaio, ele é alemão, criado por um homem de sobrenome Bandon, que criou este instrumento para ser utilizado no lugar dos enormes órgãos musicais das igrejas, quando estas não podiam comprá-lo. Chegou na Argentina vindo da Europa, e com certeza chegou ao Brasil também. Não é porque não se tornou tão popular quanto aos acordeons que ele não seja tradicional do Brasil também.
Sítio: *****
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