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Fogo de Chão, com a participação
de Walther Morais
:
Das Molduras Encantadas, de Walther Morais

 

03/09/2005 00:07:23
AS VERDADEIRAS CAUSAS DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA!
 
CTG Jayme Caetano Braun: Desfile Farroupilha 2004
na Esplanada dos Ministérios, em Brasília!
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AS CAUSAS MILITARES – Ao primeiro grito de alarma na fronteira com os castelhanos a Corte se lembrava dos sul-rio-grandenses, apelando para seu patriotismo ou simplesmente fazendo a sua convocação compulsória. Sempre foi assim antes do Decênio Heróico e sempre foi assim depois, como, por exemplo, contra Rosas e Oribe, contra Aguirre e Solano Lopez. Os rio-grandenses foram sempre os melhores soldados do Brasil, desde que Rafael Pinto Bandeira se tornou o Terror dos Castelhanos, na Fronteira. A desastrada incorporação da Cisplatina (1817) veio no bojo de uma guerra cuja efervescência começou antes e que terminaria só muito tempo depois, colocando no primeiro plano a figura de grandes militares rio-grandenses, todos ou quase todos envolvidos na guerra desde a adolescência. São eles os heróis do momento, aclamados e condecorados. Mas sem concessão de sesmaria de terras e quase sempre sem títulos de nobreza, porque eram rio-grandenses, homens rudes do campo, avessos aos costumes e rapapés da Corte. Na hora da outorga do comando e das honrarias, só apareciam os militares da Corte, portugueses ou filhos de portugueses, monarquistas convictos; gente ligada aos Braganças. Assim, quando o exército argentino-uruguaio, forte de oito mil homens das três armas, invadiu o Rio Grande do Sul por Bagé, veio do Rio de Janeiro Dom Pedro I, o próprio Imperador, comandar a defesa e a reação do Brasil. Mas a doença da Imperatriz chamou o jovem monarca de volta à Corte e, contra o desejo de todos os militares rio-grandenses, assumiu o comando o Marquês de Barbacena, de triste atuação na História do Brasil. O velho Marquês foi um desastre. Ele sacrificou a fina-flor do exército no Passo do Rosário, onde os castelhanos cantam vitória até hoje, evocando Ituzaingó... (Nacos de História, Agenda Gaúcha 2005, de Dorotéo Fagundes)

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