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Os Tiranos:
Tudo que tenho, de Ângelo e Ricardo Marques,
João Sampaio e Silvestre Araújo

 

11/01/2008 08:34:58
O CONGRESSO GAÚCHO E AS RESPONSABILIDADES TRADICIONALISTAS!
 
O Conhecimento é a base da Liberdade e um grande revelador de Verdades,
não de meias verdades, falsidades, atipicidades, impropriedades, licenciosidades!
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Os Congressos do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul, nos termos do que dispõe o inc. I do art. 36 do Estatuto daquele MTG e o inc. I do art. 51 do seu Regulamento Geralpodem traçar diretrizes, rumos e princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. E aqui questionamos se a Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha - CBTG, organismo ao qual é filiado o MTG/RS, não teria que ter participação ativa nessa prerrogativa. No entanto, os congressistas do MTG/RS jamais deveriam esquecer que o art. 8º do citado Regulamento Geral daquela Entidade Tradicionalista Federativa estabelece que os objetivos do Tradicionalismo, decorrentes das decisões tomadas nos referidos Congressos, estão consubstanciados em um documento denominado CARTA DE PRINCÍPIOS DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO BRASILEIRO. E, ainda, que é vedado ao MTG qualquer tipo de vinculação à atividade político-partidária ou religiosa (inc. 1 do art. 13 do Regulamento Geral do MTG-RS). Deveriam relembrar, igualmente, que conforme o inciso XII do art. 30 do referido regulamento, são deveres de todas as Entidades Culturais filiadas ao MTG/RS - Órgão Máximo do MTG Brasileiro no Estado do RS: contratar para fandangos, bailes, espetáculos ou qualquer outra apresentação na entidade ou em eventos por ela promovidos, conjuntos musicais ou artistas individuais que executem exclusivamente a música gauchesca autêntica e que usem “Pilcha Gaúcha” de acordo com as Diretrizes do MTG. Nem deveriam olvidar, também, e especialmente diante das previsões regulamentares contidas nos incisos III e VI do art. 51, que ao tratarem da finalidade dos Congressos Tradicionalistas dispõem, respectivamente, que: a) o Congresso Tradicionalista tem, dentre outros, o fim de ampliar e enriquecer os conhecimentos específicos de todos os interessados, dentro da verdade histórica do Rio Grande do Sul; e b) valorizar o Movimento Tradicionalista Gaúcho - MTG, como entidade. Se decisões anteriores já diminuíram o valor do tirador na indumentária de trabalho do peão gaúcho campeiro do Rio Grande do Sul, e da sua tradicional e regionalista guaiaca, ao mesmo tempo em que aumenta o uso da chaparreira texana, da rastra platina, da guaiaca porchetão freio de ouro e da cinta urbana entre os seus peões tradicionalistas gaúchos; se já liberaram os Rodeios Crioulos para as modalidades de gineteadas platinas, comercias e não tradicionais do Rio Grande do Sul; e para as modalidade importadas e igualmente comerciais dos mercados Freio de Ouro, Crioulista, Mercosurista, Country-trxa-sertanejo, e a manipulação eleitoreira dos tradicionalismos políticos municipais, dando margem às barbaridades que se têm visto, hoje, nos ambientes tradicionalistas; se dentro do MTG usam camisas vermelhas, pretas, azulão, verdão, amarelão e de outras cores fortes e incompatíveis com a Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense e as Diretrizes Tradicionalistas; calças estreitas com bolsos traseiros e alças para cintas; chapéus chaparral, claros, countries, e boinas coloridas estranhas à Tradição Regional do Rio Grande, inclusive dentro dos salões de baile dos CTGs, e, pior, no ato de dançar; se já incentivaram até as prendas - as mulheres tradicionalistas gaúchas brasileiras -, ao uso da bombacha, uma peça da Pilcha Gaúcha de Honra do RS e essencialmente masculina; se o Tradicionalismo encontra-se invadido por Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-brasileira, motivados por interesses meramente econômico-financeiros, eleitoreiros, comerciais, suas grifes e ecléticas criações musicais, suas provas de rodeios em nada tradicionais do Rio Grande do Sul, certo é que todas essas descaracterizações afrontaram, afrontam e continuam a afrontar a Filosofia de Atuação Cultural do Tradicionalismo Gaúcho BrasileiroNotório, portanto, que toda essa Corrupção Cultural Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense contraria aquele documento que embasa os trabalhos de todos os Congressos Tradicionalistas e demais Assembleias do MTG Brasileiro, consubstanciado na Carta de Princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado; que esses e outros corruptos procedimentos gravidade maior ainda revelam quando desenvolvidos no MTG do Estado do Rio Grande do Sul, berço da referida Carta Tradicionalista e do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense - o Pampa Sul-brasileiro. Se eventuais e indevidos objetivos político-partidários e comerciais geraram essas e outras permissividades, flexibilizações, incoerências regionalista-tradicionais gaúchas sul-rio-grandenses e impropriedades tradicionalistas gaúchas brasileiras; se supostos interesses de mercado influenciaram e continuam a influenciar essas deturpações ocorridas na autenticidade da Tradição Gaúcha do Sul do Brasil, tudo isso está a ofender um Patrimônio Sociológico-tradicional que não é propriedade exclusiva nem de entidade alguma nem daqueles que, por desídia, desconhecimento ou má-fé, decidem mudar, alterar, substituir, deturpar, desnaturar, integrar e corromper as caras, as antigas, as regionais Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, pois esse é um Bem Público pertencente não só ao Estado Sulino e ao Povo Sul-rio-grandense, mas ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. Portanto, quaisquer teses, moções ou proposições aprovadas nesses Congressos, anteriores ou futuros, que venham a contrariar os interesses dos reais detentores da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, e aos princípios da Filosofia Tradicionalista Brasileira, é de serem consideradas nulas e, portanto, não reconhecidas, diante da ocorrência de uma grave ofensa aos Postulados Iniciais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, previstos na sua Carta de Princípios, especialmente quanto ao que preconiza o seu art. XX, previsão esta endereçada principalmente aos que são estatutária e moralmente responsáveis pelo culto, defesa, zelo, preservação e correta divulgação das autênticas Tradições dos Gaúchos Brasileiros. Por isso, a leitura pública da Constituição Tradicionalista - a Carta de Princípios do MTG Brasileiro -, antes do início dos trabalhos de todos os Congressos, Convenções e demais reuniões tradicionalistas, há muito que já se faz necessária, a fim de se evitar outras incoerências culturais regionalistas gaúchas sul-rio-grandenses, outras descaracterizações da Tradição Gaúcha Sul-brasileira, outras irresponsabilidades e graves impropriedades tradicionais e tradicionalistas, praticadas no Tradicionalismo contra um Patrimônio Público pertencente ao Rio Grande, ao país e a todos os cidadãos brasileiros. Que às Consciências Tradicionalistas dos congressistas e integrantes de todas as assembleias do Tradicionalismo, a Verdade Histórica do Rio Grande do Sul seja sempre revelada e resgatada, conscientizando-os das suas grandes responsabilidades nos atos de traçar diretrizes, rumos e princípios do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. Que todos venham a ser verdadeiramente Tradicionalistas e possam cumprir seus altos deveres institucionais, estatutários, regulamentares, valorizando a Entidade Cultural Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, protejendo, preservando e dignificando a rica Herança Regionalista-tradicional dos Gaúchos Brasileiros!

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08/04/2008 18:20:36 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com o maxixe, a "tchê music", a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e provas comerciais importadas de outras plagas e outros assassinatos culturais, regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista, "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
08/04/2008 13:56:03 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida, coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando assim necessitar, e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: Não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
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11/01/2008 13:15:34 CLODOALDO - PRESIDENTE PRUDENTE SP / SP - Brasil
EU SOU UM GAÚCHO QUE ADORA A TRADICÃO, SÓ QUE ACABEI INDO EMBORA DO SUL E ESTOU HOJE NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP. MAS NUNCA DEIXEI DE AMAR A MINHA TERRA. SOU DE CAXIAS DO SUL. GOSTARIA QUE ALGUÉM ME MANDASSE A RESPOSTA, PARA MATAR UM POUCO DA SAUDADE QUE SINTO DA MINHA TERRA E DA CULTURA GAÚCHA. UM ABRAÇO A TODOS DO RIO GRANDE DO SUL, TCHÊ!
Sítio: http://CIDADE
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