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Os Tiranos:
Estampa da Tradição, de Luiz Claudio
e João Alberto Pretto

 

28/01/2008 13:05:19
A CRIMINOSA FALÁCIA DA INTEGRAÇÃO CULTURAL NO MERCOSUL!
 
Diversidade Cultural: direito de os povos protegerem, preservarem
e cultuarem os seus respectivos patrimônios regionalista-tradicionais!
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O Mercosul – Mercado Comum do Sul –, sendo um bloco econômico baseado no Mercado Comum Europeu, ao contrário do que apregoam alguns, não inclui nos seus objetivos a integração cultural, enquanto fusão de regionalismos distintos. Criado em 1991, por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, desde o início o referido bloco buscou a redução de impostos e de algumas restrições existentes a certos produtos, facilitando as transações comerciais regionalistas e com outros mercados. Quais são, então, os motivos que levam autoridades de governo, políticos e mercadistas a propalarem essa inverdade da "integração cultural" no Mercosul; de exploradores da mídia e do mercado musical sul-rio-grandense apresentarem projetos nesse sentido, inclusive dentro de programações dos Festivais “Nativistas” do Estado do Rio Grande do Sul, enganando o povo sulista brasileiro? A resposta a esses questionamentos só pode ser uma: a total falta de escrúpulo para com a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Brasileira, diante dos interesses econômico-financeiros e comerciais de uns, em detrimento do direito garantido ao Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul e do Brasil de proteger e valorizarCultura de Raiz dos Gaúchos Sul-brasileiros. Ora, se o Mercosul é apenas um Bloco Econômico baseado no Mercado Comum Europeu; se na Europa, onde a união monetária já é uma realidade, as culturas particulares dos países integrantes daquele bloco econômico continuam preservadas, sem qualquer pretensão de incorporar culturas alheias às suas; se uma Integração Cultural - no sentido de fusão, junção, união - levaria, necessariamente, a uma incorporação, a um complemento, a uma combinação de aspectos de culturas diversas, formando um todo cultural desnaturado, descaracterizado, como se falar, então, em Direito à Diversidade Cultural dos Povos? Como justificar tal proposta, diante da garantia constitucional pátria conferida ao Patrimônio Cultural Brasileiro? Apresentarão projetos de lei para alterá-la, mudá-la, adequá-la aos interesses dos mercadistas? E o direito de um povo, de cultuar, preservar e retransmitir às suas novas e futuras gerações seus antigos usos e costumes regionalista-tradicionais, recebidos de seus antepassados? Portanto, esse discurso atual da Integração Cultural no Mercosul trata-se de uma falácia, um logro, uma inverdade, uma fraude; de mais um Assassinato Cultural promovido contra o Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. O natural Intercâmbio Cultural, a promoção, a divulgação recíproca das Manifestações Culturais Populares dos vários países do Mercosul não retira dos povos envolvidos no Pacto Comercial Comum os seus Direitos de preservarem seus respectivos Patrimônios Culturais, Materiais e Imateriais, como ficou estabelecido na Convenção da Unesco sobre a Proteção e Promoção da Diversidade dos Conteúdos Culturais e Expressões Artísticas que inclui no tema o devido Respeito às Diferenças, ao que é Peculiar e Próprio de Cada Povo. Assim, as atuais tentativas no sentido de integrar-se música regionalfolcloreindumentária típicausos e costumes regionalista-tradicionais no âmbito do Mercosul, além de nunca terem sido incluídas na proposta desse Bloco Econômico, configuram um grave atentado contra o Direito de o Estado do Rio Grande do Sul, de os Sul-rio-grandenses, de o Brasil e o Povo Brasileiro cultuar, preservar e retransmitir, por Tradição, o antigo Patrimônio Tradicional dos Sulistas Brasileiros. Interesses de índole comercial, estatais e privados, devem se voltar para o natural Intercâmbio Cultural, com a divulgação e a exposição da Cultura Regional Gauchesca Sul-rio-grandense em toda a América do Sul. Mas integrá-la a outras é praticar uma Exploração Econômica Predatória, condenável pelo Estado do Rio Grande do Sul na sua Constituição; é configurar um Crime de Lesa-cultura contra o rico Patrimônio Sociológico-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros; é desrespeitar a Constituição Federal do Brasil! Enfim, a propalada integração cultural no Mercosul é um engodo e um Crime Cultural Hediondo praticado contra a Herança e a Identidade Cultural dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!

 

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28/01/2008 21:39:46 Luiz Freitas - Bento Gonçalves / RS - Brasil
Ainda bem que os alcaides que surraram o cavalo em Porto Alegre não eram tradicionalistas, pois não consta no Tradicionalismo o uso da cinta, da rastra, do lenço estampado, da calça apertada nem da guaiaca freio de ouro, e nem da camisa colorida. Ainda bem, tchê!
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