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Mano Lima:
Saco de Gato

 

25/02/2008 16:36:41
A PROMISCUIDADE POLÍTICA PARTIDÁRIA-TRADICIONALISMO GAÚCHO!
 
Corromper, por meros interesses mercadistas e eleitoreiros,
a Antiga e Campeira Tradição do Rio Grande do Sul
é roubar a Identidade Cultural dos Gaúchos Brasileiros!
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Poderia o Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, diante dos seus princípios morais, filosóficos e culturais tradicionalistas, estampados na sua Carta de Princípios, estar vinculado à política partidária ou a interesses não culturais daqueles que o visam explorar com fins econômico-financeiros, comerciais, eleitoreiros? Pergunta-se, hipoteticamente, ainda: se um presidente do MTG/RS, também no exercício do cargo de assessor parlamentar de um deputado estadual, seja por iniciativa própria ou por influência de qualquer outro setor político ou comercial interessado em tirar proveito do Tradicionalismo, viesse a promover fortes vínculos com um Poder Público, essa ação estaria em consonância com a Filosofia do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro? Um espaço físico criado no interior de uma Assembleia Legislativa Estadual, órgão máximo da prática político-partidária, poderia vir a ser uma Sede-símbolo do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro? Caso fosse isso possível, não deveria, então, o citado espaço cultural agir de acordo com as Diretrizes Tradicionalistas para o uso adequado da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado do Rio Grande do Sul, prevista em lei estadual e nas Diretrizes Internas do Tradicionalismo, e a Doutrina Preservacionista do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado Garrão-sul do Brasil, vigente no MTG Brasileiro? Para os que não conhecem a Filosofia Tradicionalista é até natural que venham a ter entendimentos deslocados, deturpados ou até mesmo manipulados por interesses de políticos e mercadistas. Entretanto, essas práticas envolvendo a proximidade de qualquer Órgão Tradicionalista com setores político-partidários ou comerciais contrariam a Filosofia de Atuação do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, especialmente naquele que é o berço do MTG: o Estado do Rio Grande do Sul. Por isso, nunca é demais divulgar e relembrar a todos, Tradicionalistas ou não, que a Carta de Princípios está em pleno vigor no Sistema MTG Brasileiro organizado e é a Base Doutrinária para todos os seus Estatutos Sociais. Muito embora desprezada, ela continua a fixar limites e a marcar fronteiras, diante da exploração político-partidária e comercial da Cultura Regionalista-tradicional dos Gaúchos Brasileiros. E dentre os princípios da Carta Tradicionalista do MTG, alguns jamais poderiam ser esquecidos, como, por exemplo, aqueles que atribuem ao Tradicionalismo, suas Entidades Culturais filiadas e todos seus integrantes os deveres de promover no meio do povo gaúcho brasileiro uma retomada de consciência dos valores morais do gaúcho (III); de criar barreiras aos fatores e ideias que nos vêm pelos veículos normais de propaganda e que sejam diametralmente opostos ou antagônicos aos costumes e pendores naturais do nosso povo (V); de preservar o nosso patrimônio sociológico representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares (VI); de repudiar todas as manifestações e formas negativas de exploração direta ou indireta do Movimento Tradicionalista (XVI); de zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas, que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais (XX); e, especialmente o de respeitar e fazer respeitar os seus postulados iniciais, que têm como característica essencial e absoluta a independência de sectarismos político, religioso e racial (X). Por todos esses motivos é que discordamos do protesto do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul frente à decisão da Assembleia Legislativa do Estado de fechar o espaço denominado Recanto Gaúcho, inaugurado naquela Casa Política aos 16.11.2001. É certo que qualquer instituição, pública ou privada, pode cultuar no seu interior as Tradições Gaúchas Sul-rio-grandenses. O que não pode, por disposição institucional, é o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado promover relacionamentos promíscuos, seja com organismos político-partidários seja com setores do mercado, como o musical ligado aos interesses dos crioulistas-mercosuristas, nativistas, tchesistas e country-texa-sertanejos, patrocinadores de certas campanhas políticas, os quais não respeitam nem os Fins Institucionais do Tradicionalismo nem a Tradição Regional do Rio Grande do Sul. Os Fins Culturais do MTG do Brasil não podem ser confundidos com os de órgãos cujas finalidades, destinações, interesses e alternâncias de posições políticas jamais permitirão um comprometimento cultural-ético efetivo em relação aos atos de preservação da autênticidade da Regional Tradição Gaúcha Sul-brasileira; às ações de zelo, defesa e correta divulgação do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul!

 

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