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Gaúcho Guapo:
Meu Nome é Rio Grande, de Oswaldo Medeiros
e Paulo Brasil

 

28/02/2008 11:53:36
O RIO GRANDE NASCEU PARA SER TRADIÇÃO!
 
Foram os usos e os costumes antigos dos Antepassados Gaúchos
Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul que formaram
a centenária Tradição dos Gaúchos Brasileiros!
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O Rio Grande do Sul nasceu fazendo Tradição Regional; cresceu firmando usos e costumes típicos de seu bravo povo, de origem predominantemente portuguesa-açoriana, repassando-os conservados, de pais para filhos, pelo tempo, até os dias de hoje. Assim foi sendo preservada a sua Identidade Cultural Regionalista-tradicional. Assim foi sendo mantida sua rica Cultura Regional Gauchesca Sul-brasileira, forjada pelos homens e mulheres interioranos de valor do Pampa Sul-rio-grandense. E foi em cima desse Regionalismo Gaúcho Brasileiro que muitos construíram impérios, na região Sul do Brasil. Entretanto, nas últimas décadas as ofensivas dos mercados country-texa-sertanejo, mercosur-crioulista, comercial-nativista, tchesista-urbano, todos vinculados ao globalizado mercado musical sem fronteiras, passaram a atuar mais fortemente no sentido de destruir, substituir, corromper, desnaturar, integrar, fundir, com fins econômico-financeiros, comerciais e eleitoreiros, essa Riqueza Regionalista-tradicional, esse Bem Público pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro. A história desse processo dizimador nos mostra que as alterações promovidas na Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira em nenhum momento decorreram da vontade espontânea do Povo Sul-rio-grandense. Ao contrário! As modificações nela provocadas foram – e continuam sendo – patrocinadas por aqueles mercados capitaneados pelos texanos, os quais contaram - e contam, ainda -, com a aquiescência criminosa de certos gaúchos e determinados Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, nessa Corrupção Cultural instituída contra o sagrado direito constitucional garantido aos Cidadãos Gaúchos Brasileiros de manterem sua Herança Tradicional recebida dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul; e de cultuá-la no interior dos Centros de Tradições Gaúchas e demais Entidades Culturais filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Porém, foi com o espírito comercial, lucrativo, eleitoreiro, e o apoio de alguns falsos gaúchos tradicionalistas, que os protagonistas desse crime de lesa-cultura regionalista-tradicional sul-rio-grandense passaram a estreitar as bombachas, a usar as calças justas, a banir o tirador do campeiro, a desprezar as guaiacas e a incorporar as cintas urbanas, as rastras platinas e as comerciais "guaiacas porchetão freio de ouro", as boinas coloridas importadas, os chapéus claros, chaparral, countries, de copa alta e aba frontal desabada, na típica e tradicional Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Estado do Rio Grande do Sul (Lei RS Nr. 8.813, de 20.01.1989). Com seus fins comerciais e politiqueiros é que passaram a incentivar as cores pretas, contrastantes, fortes, berrantes, intensas, nas camisas - sóbrias e claras da Antiga Tradição do Rio Grande -; a floriar, escurecer, diminuir, esconder, virar e a exagerar lenços de pescoço com usos de tempos remotos, de um folclore morto uso de outras plagas, os quais longe estão de pertencer à regional e campeira Tradição Gaúcha do RS; a usar coletes importados em práticas campeiras, em total desacordo com o uso do autêntico colete da Pilcha Gaúcha Sul-rio-grandense, utilizado somente para ocasiões formais, passeios, bailes, visitas, que exigem o traje campeiro correspondente à fatiota; a transformar o Fandango da Tradição Gaúcha Sul-brasileira em Bailão Comercial, mais sertanejo do que gaúcho, com chapéus à cabeça e fivelas lustradas em mulheres despilchadas ou com indumentárias masculinizadas e em desacordo com a antiga e tradicional Pilcha das Antepassadas Gaúchas do Interior Pampeano Sul-rio-grandense. E visando aumentar a venda das suas invencionices e modas importadas, continuam a insistir na transformação da Mulher Tradicionalista Gaúcha do MTG Brasileiro em um autêntico peão, justificando tal aberração cultural regionalista-tradicional com argumentos falsos como o de que a mulher do interior sulino nunca usou vestido comprido!?! Esquecem, os Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, que a Tradição Regional do Rio Grande do Sul não se fez no século XX, mas na Era da bombacha (1870); e que a mulher gaúcha sul-brasileira recebeu, no seu modo de vestir, a influência da moda francesa e das mulheres imigrantes portuguesas, açorianas, espanholas, italianas e alemãs, chegadas ao antigo território do atual Rio Grande do Sul. Esquecem que a Tradição da Mulher Gaúcha Sul-rio-grandense está estribada no recato, no respeito, na moral e nos bons costumes interioranos do Pampa Sul-brasileiro, e não na indecência que tentam sugerir e na interferência no que jamais poderiam alterar por se tratar de um Patrimônio Público, sobre o qual não lhes cabe poder algum para integrar, alterar, desfazer, corromper. E continuando na forçada adulteração cultural regionalista-tradicional gaúcha sul-brasileira passam a levar as montarias comerciais em gado vacum - touros, bois, vacas, terneiros -, as gineteadas em cavalos apertados por sedéns, com provas importadas, comerciais, em Rodeios não tradicionais do Rio Grande do Sul; e até em ovelhas, tudo isso a contrariar a Constituição Federal e a Legislação Ambiental Brasileira, com a alta lucratividade decorrente dos milionários, suspeitos e politicamente influentes mercados dos Rodeos Country e Mercosur-crioulista. Na esteira dessa exploração toda seguem os aproveitadores do mercado musical, da moda, da promoção de eventos e até dos órgãos tradicionalistas que a eles se vendem e que deveriam, por um dever institucional-estatutário, cultural e moral, preservar a autenticidade da Tradição Regional Gaúcha do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. No entanto, todos passam a valorizar não o Regionalismo Gaúcho Sul-rio-grandense, mas o resultado financeiro de seus crimes culturais e ambientais. A mídia, naturalmente, é uma importante portavoz da Nova Ordem Mundial nessas sistemáticas ações de destruição dos antigos usos e costumes típicos, tradicionais, e da Identidade Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros. Patrocinada por aqueles mercados, o seu alvo maior é a juventude, os jovens que ainda não têm uma formação psíquica completada e que ainda não entendem a dimensão do valor que a Tradição regional, antiga e campeira de sua Terra tem; que não receberam outra educação senão essa que está a atender aos interesses dos financiadores da Corrupção Cultural Gaúcha Sul-brasileira. Crianças e adolescentes estão a mercê dessa formação deletadora da Consciência Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense e Tradicionalista Gaúcha Brasileira, e propulsora da nova, alienígena e imposta Cultura de Mercado. São eles alvos fáceis dos exploradores, por se encontrarem em uma fase de natural contestação do status quo, dentre este o verdadeiramente bom, e, portanto, vulneráveis a todas essas manipulações de ordem eminentemente comercial, globalizada, sem fronteira cultural alguma. A ética, esta longe está dessas invasivas e criminosas operações. O que impressiona, no entanto, é o corrente e indevido uso da expressão tradicionalista. Usam-na para falsear discursos e fraudar consciências, muitas delas inocentes. Com tentativas falaciosas, os Assassinos Culturais a utilizam para transformar o que é inerente à preservação, à conservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul e dos Gaúchos Brasileiros em nocivos questionamentos reflexivos, cujos reais objetivos buscam, apenas, a implementação das mudanças e a substituição da Cultura Gaúcha Brasileira por outras impostas e que lhes tragam maiores dividendos. Mas, se quem cala consente, quem é um verdadeiro Tradicionalista Gaúcho Brasileiro não deve jamais se calar diante desses criminosos atentados praticados contra a antiga Tradição Regional dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Se uns se orgulham do fato de saberem cantar o Hino de sua Terra, deveriam também se orgulhar das Tradições de seu Pago Sulino, da História Regional de sua Querência Sul-brasileira, honrando a fibra e a dignidade dos antepassados gaúchos formadores dessa antiga e campeira Tradição Regional do Estado Garrão-sul Brasileiro. Se muitos sulistas e certos pseudostradicionalistas permitem, comunados ou passivamente, que a Identidade Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses continue a ser assaltada por esses Piratas Contemporâneos, sem qualquer fronteira e sem qualquer escrúpulo, outros Gaúchos do Brasil certamente que irão bradar, aos quatro cantos, que o Povo Sul-rio-grandense tem História e Cultura Regional próprias a defender, zelar, preservar, retransmitir e corretamente divulgar; e que o nosso brasileiro pago do Rio Grande nasceu para ser Tradição!

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16/06/2010 21:50:42 Honorio Assis Dias - Curitiba / PR - Brasil
Mas que barbaridade, indiada! Agora urge fazer parte do currículo escolar do Rio Grande do Sul o Tradicinalismo. Senão, adeus Tia Chica! O Capitalismo acaba com a nossa Tradição! É o Capitalismo... Que surja naquele PAGO altaneiro um líder que abrace esta causa; senão, é como disse: adeus Tia Chica, para o nosso Tradicionalismo...
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28/02/2008 19:53:01 Janice Lucero - Porto Alegre / RS - Brasil
Lendo esse texto maravilhoso, que enaltece a nossa cultura, o nosso povo, a nossa gente, fico pensando que infelizmente teremos que continuar "pregando" como um fanático, para que as pessoas que vivem neste "pago" não esqueçam de onde viveram ou vivem; e que as Escolas têm o dever de, além de ensinar o Hino Nacional, preocuparem-se também em ensinar o Hino do Rio Grande do Sul, para que essas crianças, quando se tornarem adultas, saibam o que significa Patriotismo, no seu País e no seu Estado. É isto o que está faltando para este povo.
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