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Wilson Paim:
Uma Canção pra Vacaria,
de Salvador Lamberty
e Wilson Paim

 

10/02/2012 14:14:24
QUEM CALA, CONSENTE! QUEM REAGE DEFENDE A TRADIÇÃO DO RS!
 
A Pilcha Gaúcha Oficial e a Música Gaúcha Tradicional do Rio Grande do Sul
devem ser respeitadas em todos os Eventos do MTG Brasileiro!
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A Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, de autoria do poeta e tradicionalista Glaucus Saraiva, não por acaso desaprova e desautoriza a ocorrência das injunções político-partidárias e comerciais no MTG Brasileiro organizado. E não é necessário muito esforço intelectual para se entender os motivos dessa vedação doutrinária tradicionalista. Os interesses eleitoreiros, econômico-financeiros e comerciais nunca estarão efetivamente comprometidos com os Fins Culturais do Tradicionalismo Gaúcho. Conveniências pessoais, proveitos partidários e vantagens mercadistas atrelados aos mercados atenderão somente a determinadas pretensões individuais ou de grupos. Porém estas em nada são ou serão tradicionalistas, uma vez que visam tão-somente a exploração de um MTG Brasileiro voltado essencialmente, por disposição institucional-estatutária, ao culto, à defesa, ao zelo, à preservação, retransmissão e correta divulgação das Tradições Regionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Portanto, quando instituída essa nociva promiscuidade entre o Tradicionalismo, a Política Partidária e a Exploração Comercial, desrespeitada, agredida, ferida de morte está a Filosofia de Atuação do próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Àqueles que defendem essas indevidas ingerências, perguntamos: poderia haver independência institucional nas ações de uma Entidade Cultural filiada ao MTGquando organizadora de um Evento Tradicionalista patrocinado pelos interesses de um Ente Político ou Empresarial, que além de não pertencer ao Tradicionalismo Gaúcho organizado e não ter qualquer responsabilidade com os Fins Culturais de preservação da autenticidade da antiga Tradição do RS, ainda é, em determinados casos, o principal organizador de um evento que é mais comercial do que Tradicionalista Gaúcho Brasileiro? Um prefeito ou um empresário, por exemplo, com uso eventual de recursos públicos, poderia tomar as rédeas e organizar um Evento Tradicionalista Gaúcho? Estaria o detentor de um cargo político ou empresarial verdadeiramente comprometido com a Filosofia do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiroseus fins e objetivos culturais, suas regras institucionais, culturais, sociais, filosóficas? Ou tais eventos – muitos deles nem trazendo mais nas suas designações os termos gaúcho e crioulo do Rio Grande - estariam a atender, não aos objetivos de culto, preservação e adequada divulgação do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul, mas aos interesses do mercado musical, suas gravadoras e empresas comerciais; suas bandas, seus artistas gauchistas, regionalistas, nativistas, crioulistas, tchesista-urbanos, country-texa-sertanejos, todos comercialistas não tradicionalistas, e suas grifes e estilos em nada condizentes com a antiga e verdadeira Tradição dos Antepassados Gaúchos do Pampa do Rio Grande do Sul e com as Diretrizes Culturais do MTG Brasileiro? Certo é que alguém, em sã consciência, não pode duvidar de que jamais haverá a recomendada independência de um Órgão Cultural Tradicionalista se este encontrar-se apropriado, dominado e indevidamente controlado, seja por intermédio das nocivas parcerias com empresas ou órgãos políticos a serviço dos interesses dos mercados musical nativista, regionalista sul-rio-grandense, mercosurista-crioulista, country-texa-sertanejo, tchesista-urbano e outros. É nesse ambiente, portanto, politiqueiro e comercialista, que há muito ocorrem as graves ofensas aos Postulados Iniciais do Tradicionalismo e as práticas criminosas contra a autenticidade da antiga e campeira Tradição Regional Gaúcha Sul-rio-grandense, a engordar numerosas tropas nas Invernadas da Corrupção Cultural. A hora, no entanto, é de reação, não de adesões interesseiras. É chegado o momento de os Sul-rio-grandenses, os Gaúchos e os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, de toda e qualquer querência, exercerem, de forma efetiva, a sua plena Cidadania. Defender a sua Herança Cultural Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense é um dever e um direito garantido a todos. Proteger e preservar a Filosofia de Atuação do Tradicionalismo é um dever institucional-estatutário dos senhores dirigentes do MTG Brasileiro e uma obrigação cultural-ética-moral de Órgãos, Entidades e Gaúchos Tradicionalistas. Tudo isso por uma questão de honra a Glaucus Saraiva, aos reais Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, aos feitos tradicionalistas dos Gaúchos Heróicos de 1947 e à preservação das antigas, autênticas, Tradições Regionais dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!

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