Usuário:
 
  Senha:
 
 

Os Farrapos:
Fandango Campeiro

 

05/03/2008 10:31:19
O USO POLÍTICO E COMERCIAL DO MTG BRASILEIRO!
 
Tradição Gaúcha Brasileira: usos e costumes antigos, tradicionais,
dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!
............................................................................

Os Festivais Nativistas de Rio Grande do Sul poderiam ser considerados Eventos Tradicionalistas ou contarem com a contribuição do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado? Em resposta, apesar dos esforços empreendidos pela mídia no sentido contrário, respondemos: evidentemente que não! Sem vinculação com o MTG Brasileiro e seus estatutários Fins Culturais, o interesse maior desses Festivais Nativistas é o fim econômico-financeiro e comercial. Além disso, neles se encontram também presentes os interesses político-partidários eleitoreiros locais. Para todos os envolvidos na sua organização – mercados musical e de patrocínio, políticos regionais –, os eventos nativistas estão a valorizar mais a presença do maior público possível do que a Coerência Nativista Gaúcha do Rio Grande do Sul. A imensa maioria de seus participantes, por exemploartistas e músicos, mais sul-rio-grandenses do que propriamente gaúchos nas pilchas que vestem e nas composições que defendem –, o que visam é o Mercado Não Tradicionalista do Estado e do Além Fronteiras do Rio Grande. E só ali se apresentam mediante vultuosos cachês, oriundos dos recursos públicos destinados à valorização da Cultura Gauchesca Nativa do Estado Sulino. Porém, o que são vistos nos palcos desses nativistas Festivaiscada vez menos nativos do Rio Grande - são os conteúdos, os instrumentos, os ritmos e os compassos musicais importados ou não representativos do Regionalismo Gaúcho Sul-rio-grandense; são as indumentárias não tradicionais da Pilcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, a atender tão-somente aos interesses mercadistas e não à devida Coerência Regional-nativista do Estado Garrão-sul do Brasil. Por isso, o fato de esses Festivais Nativistas utilizarem eventuais e estratégicas apresentações artísticas de Invernadas de Danças Folclóricas Gaúchas Sul-rio-grandenses, pertencentes às Entidades sem fins lucrativos do MTG Brasileironão pode jamais vir a ser utilizado para classificar aqueles Nativistas Eventos Gaúchos como Tradicionalistas, como se ali vigorasse um evento que atendesse aos Fins Culturais do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro de culto, preservação, retransmissão e adequada divulgação da Regional, Nativa, Campeira e Antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos do Pampa Sul-brasileiroInverdades como essa só causam confusão, especialmente junto aos turistas nacionais e estrangeiros, uma vez que o fim maior de tais Festivais é o de dar visibilidade a produtos com objetivos meramente de lucro, ao resultado econômico-financeiro e a sempre presente capitalização eleitoreira, por vezes com o indevido e leniente apoio de um explorado Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizadoO ato de emprestar suporte a eventos comerciais como esses, que nada têm a ver com a sua Filosofia de Atuação, seus Fins Institucional-estatutários e Culturais de preservação da antiga, autêntica e campeira Tradição Regional do Rio Grande do Sul, pode até gerar vantagens privadas a alguns dirigentes tradicionalistas. No entanto, o prejuízo causado pelos atos de desnaturação, de corrupção, do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul é enorme, é gigantesco. A incompatibilidade entre as ações do Tradicionalismo e as dos chamados Eventos Nativistas, Crioulista-mercosuristas, Tchesista-urbanos, Integracionista-eleitoreiros, Country-texa-sertanejos, e de outros setores comerciais do mercado, é flagrante, patente, incontestável. Assim, o que resta evidente é que toda a promiscuidade entre o MTG Brasileiro e os Eventos Sem Fronteiras, Comerciais e Político-eleitoreiros em nada contribui para os elevados Fins Culturais do verdadeiro Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, no seu mister de culto, zelo, defesa, efetiva preservação, obrigatória retransmissão e correta divulgação, para o mundo, das autênticas, das antigas e regionais Tradições do Rio Grande, oriundas dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. É de se concluir, portanto, que os Festivais Nativistas do Rio Grande do Sul jamais podem ser considerados Eventos Tradicionalistas Gaúchos do Brasil ou contarem com a contribuição do MTG Brasileiro organizado, cujas Entidades Tradicionalistas filiadas, sem fins lucrativos, têm o dever de cultuar, conservar e repassar, por Tradição, para as novas e futuras gerações, o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Estado do Rio Grande do Sul!

............................................................................
 
 
Nome:
Cidade:
Estado:
País:
E-mail:
(O E-mail não é Publicado no Comentário)
Sítio:
Comentário:
   
 
05/03/2010 12:36:37 Bombacha Larga - Brasília / DF - Brasil
Prezado Genuíno. O sítio Bombacha Larga agradece as tuas honrosas visitas e o comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho brasileiro. Tens toda a liberdade para discordar deste sítio. Afinal, cada vivente tem um interesse a defender. O nosso, como podes constatar pelo teor das matérias e notícias aqui publicadas, não é o fim econômico-financeiro, comercial ou eleitoreiro, mas a efetiva preservação da autenticidade da antiga Tradição Regional do Rio Grande do Sul, originada dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense, tão corrompida pelos fins em nada regionalistas, nativistas ou tradicionalistas de muitos daqueles que se dizem Gaúchos Brasileiros, mas que estão a alterar, desnaturar, "integrar", corromper, por interesse pessoal, dinheiro ou voto, a verdadeira e antiga Tradição Gaúcha Sul-brasileira. Perguntamos-te: esses artistas “nativistas”, “crioulistas”, “tchesistas”, "sertanejistas", todos eles sem querência, sem pago e sem fronteira cultural alguma, na mão do mercado musical, aceitariam participar de algum desses festivais sem receber um alto cachê, oriundo dos recursos públicos destinados à promoção da verdadeira Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense? Não! E não é o que se tem visto nas Califórnias da Canção Nativa do Rio Grande do Sul e em outros festivais, todos a serviço unicamente do mercado musical e modista, com suas grifes, seus importados estilos, suas modas comerciais, seus lencitos floriados, pretos, virados, folclóricos, exagerados, triangulares, à meia-espalda, escondidos, ausentes; bombachitas enfiadas, na verdade calças justas, eslaques comm bolsos traseiros e alças no cós para as cintas texanas ou urbanas, as "rastras" platinas, as camisas de cores fortes, contrastantes, berrantes, pretas, vermelhas, azuis, verdes, amarelas, as botas a meia-canela (texanas), as boinas coloridas importadas e os chapéus claros, chaparral, "country-texa-sertanejos", tudo em prol dos mercados do Universo Texano (crioulistas, sertanejos, gauchistas e outros), em nada “nativistas” do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Naturalmente que há nesses festivais - até por ser isso uma obrigação cultural, uma vez que consta de seus regulamentos a valorização da Cultura Gaúcha do Rio Grande do Sul -, músicas com teor, ritmo, compasso e instrumentos típicos da Tradição Regional Sul-rio-grandense. No entanto, não se deve esconder que também há os temas urbanos, os instrumentos alheios à uma cultura pastoril, interiorana, campeira; a pilcha colafina, própria dos citadinos; os ritmos musicais importados do Uruguai, da Argentina, como o tango, o rasguido-doble, as milongas arrabaleras e candomblé (todas de origem urbana), e outras importações e criações hodiernas, de ordem mais privada do que popular. E estando o nosso compromisso atrelado apenas à verdade, nua e crua, lembramos que esses festivais "nativistas", que estão à mercê dos interesses dos mercados, estão a impor aos seus artistas e músicos "gaúchos" não tradicionalistas - pois ser tradicionalista não vende...- as suas indumentárias modistas, suas inovações comerciais e urbanas sem fronteiras, a criminosa "integração" que deturpa, desnatura, substitui, corrompe a autêntica Tradição do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul, forjada regionalmente pelos Antigos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro, os quais não são nem platinos nem correntinos nem castelhanos nem bascos nem "country-sertanejos", uma vez que oriundos, majoritariamente, dos fundadores do território do Rio Grande do Sul: portugueses, açorianos e luso-brasileiros. Portanto, para justificar toda essa desnaturação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional Sul-rio-grandense, não há como esconder do Estado Sulino, dos Sul-rio=grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro, donos dessa riqueza regionalista-tradicional, o fato de esses "nativistas" festivais não serem tradicionalistas, pois o que eles visam é apenas ampliar o nicho de mercado para seus produtos e estilos do além fronteiras, comerciais, globalizados, "crioulista-mercosuristas", "sertanejo-atexanizados", mas nunca verdadeiramente Nativistas ou Tradicional do Pago Gaúcho Sul-brasileiro. Com as Saudações Tradicionalistas segue o nosso fraterno e cinchado quebracostelas a esse prezado e prestimoso colaborador do sítio Bombacha Larga: na luta pela preservação das autênticas, das antigas Tradições dos Gaúchos Brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
05/03/2010 11:04:27 genuíno eugênio martins - tubarão / SC - Brasil
Discordo das preconceituosas considerações aos festivais nativistas. Na minha modesta visão, o movimento musical nativista, que começou em 1971 com a Califórnia da Canção Nativa na cidade de Uruguaiana, tendo entre seus idealizadores o grande poeta Colmar Duarte, é a mais importante reação dos artistas gauchos, à invasão estrangeira, principalmente a americana, no mercado musical brasileiro, em especial da nossa valorosa pátria sulina. Acho impossível conceber que os festivais nativistas tenham interesses apenas comerciais, preocupando-se, via de consequência, tão somente com lucros. Será que talentos da estirpe de Mauro Moraes, Nenito Sarturi, Adair de Freitas, Luis Carlos Borges, Telmo de Lima Freitas, Gujo Teixeira, Marco Aurélio Vasconcelos, isso para falar apenas de alguns mestres nativistas, se prestariam a participar dos festivais movidos por interesses apenas comerciais? Não Creio. Ademais, canções, não de sucesso, porque este é transitório, mas de beleza, que tem duração eterna, como "Guri", "Negro da Gaita", "Esquilador", "Veterano", "Da terra nasceram gritos", "CantoAlegretense", "Tertúlia", "Lago verde e azul", que cito de memória, será que os seus criadores se inspiraram apenas em interesses financeiros? Pelo amor de deus, desvirtuamentos que aconteceram em alguns festivais, como ingerência política, não podem servir de motivo para generalização. Sou admirador dos festivais nativistas e me atrevo a dizer que não existe hoje no Brasil, movimento cultural mais importante do que os festivais de música e também de poesia que há quase quarenta anos vem se realizando no Rio G. d Sul, servindo de exemplo para outros Estados, como Santa Catarina, que entre outros, realiza a "Sapecada da Canção Nativa", considerado hoje dos mais importantes do calendário nativista. Bueno, muito ainda teria a falar, inclusive mencionando que as vozes mais respeitadas do cancioneiro regionalista gaucho, nos dias atuais, pertencem ao cenário nativista, como José Cláudio Machado, Luiz Marenco, César Oliveira, Lisandro Amaral, Wilson Paim, Miguel Marques, Joca Martins e outros e outros. La pucha, um quebra costelas bem chinchado. Leitor assíduo do bombacha larga, Genuíno.
Sítio: *****
06/08/2009 15:35:27 nelmacardoso - santana do livramento / RS - Brasil
Devemos ensinar aos jovens e, assim, salvaremos a verdadeira cultura do Rio Grande do Sul!
Sítio: *****
Listados 3 Comentários!
Untitled Document