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Pedro Ortaça:
Guapeando, de Pedro Ortaça
e Carlos Cardinal

 

15/03/2008 14:34:26
O DIA DO CONSUMIDOR E OS DIREITOS TRADICIONALISTAS GAÚCHOS!
 
Tradicionalistas Gaúchos do Brasil são os que cultuam,
zelam, preservam, retransmitem e corretamente divulgam
as antigas Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros
do Pampa do Rio Grande do Sul e respeitam a Filosofia
do MTG Brasileiro!
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Como quaisquer outros, todos os Cidadãos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros e os cidadãos em geral são consumidores de um serviço cultural prestado pelo sistema Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Eventos tradicionalistas, como Fandangos, Rodeios Crioulos da Antiga e Campeira Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, por exemplo, são prestações culturais ofertadas aos sócios e ao público em geral, por Entidades Tradicionalistas vinculadas ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, cuja Filosofia de Atuação de sua Carta de Princípios a todos orienta para o culto, o zelo, a efetiva preservação, a retransmissão e a adequada divulgação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional Gauchesco do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. Porém, esse fato do serviço, nos casos de defeito na referida prestação cultural por culpa do fornecedor, pode estar inadequado ao consumo do Cidadão Tradicionalista Gaúcho do Brasil e dos demais cidadãos brasileirosTal falha impossibilitará que o consumidor final dessa prestação possa vir a desfrutá-la conforme a essência da propaganda tradicionalista divulgada pelos organizadores de muitos dos eventos classificados erroneamente de Tradicionalistas Gaúchos. E se o Tradicionalismo, por se tratar de um Movimento Cultural Regionalista-tradicional Gaúcho Sul-rio-grandense sem fins lucrativos, deixar de lado a cobrança de ingresso aos seus frequentadores, mesmo assim estará o Órgão e suas Entidades Tradicionalistas filiadas na obrigação de oferecer um serviço compatível e adequado com a sua destinação institucional. O MTG Brasileiro, por meio de suas Entidades Culturais filiadas, não pode se abster de sua responsabilidade moral e do seu dever estatutário de cumprir seus fins tradicionalistas e de bem atender às necessidades culturais dos consumidores de sua prestação cultural, representada principalmente pelas ações de culto, preservação, retransmissão e correta divulgação, para o mundo, da autêntica, campeira, regional e antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul. Assim como devem ser garantidas a proteção à vida, à saúde e à segurança de todos os frequentadores de um ambiente tradicionalista, também os organizadores dos eventos do MTG Brasileiro devem ser responsáveis pelos riscos provocados à autenticidade da Antiga Tradição Regional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, a ser cultuada, defendida, zelada, protegida, preservada, retransmitida e corretamente divulgada no sistema Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Essa responsabilização deve ser cobrada por todos os detentores da Cultura Gauchesca Tradicional do Rio Grande do Sul: o Estado Sulino, os Sul-rio-grandenses, o Brasil e todo o Povo Brasileiro; especialmente quando tais ofensas derivarem de práticas consideradas nocivas ou contrárias à Finalidade Maior do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, nos atos de fornecimento do serviço cultural que o Órgão e suas Entidades Tradicionalistas filiadas se propõem a prestar, por imposição de sua Filosofia de Atuação, de seus Estatutos, Regulamentos e Diretrizes Culturais Tradicionalistas. Dessa forma, são direitos dos consumidores Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros e demais cidadãos frequentadores do MTG do Brasil o acesso à Educação Tradicionalista de qualidade, à adequada divulgação do uso regionalista-tradicional correto da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, nos termos da legislação estadual do Estado (Lei n. 8.813, de 20.01.1989) e das Diretrizes Culturais Tradicionalistas, naquilo que for condizente com o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional Gaúcho Sul-rio-grandense e a Carta de Princípios do MTG Brasileiroà informação adequada e clara sobre todos os aspectos do serviço cultural tradicionalista a ser prestado; a proteção sobre a publicidade enganosa e abusiva; a adequada e eficaz prestação de todos os serviços culturais disponibilizados aos seus Tradicionalistas Gaúchos associados e ao público em geral; e, naturalmente, a efetiva prevenção e a reparação de eventuais danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos, causados contra a antiga, campeira e regional Tradição do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul, pelo próprio MTG Brasileiro e os diversos entes, públicos ou privados, que eventualmente e indevidamente receberam monopólios em nome da exploração político-eleitoreira, econômico-financeira ou comercial do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Rio Grande do Sul. Assim, Órgãos e Entidades Tradicionalistas devem responder pelos vícios de qualidade que porventura tornem o culto à antiga e campeira Tradição Regional Gaúcha Sul-brasileira impróprio ao consumo tradicionalista ou que venham a diminuir-lhe o valor; ou, ainda, pelos riscos decorrentes da disparidade existente entre a oferta apresentada nas normas culturais do Tradicionalismo, nos regulamentos dos Eventos Tradicionalistas ou nas mensagens publicitárias alusivas a estes, e as práticas defeituosas, incoerentes, inadequadas, impróprias, não tradicionais gauchescas sul-rio-grandenses nem tradicionalistas gaúchas brasileiras, desenvolvidas, concretamenteno Meio Tradicionalista do MTG do Brasil. Por isso, na divulgação de um Fandango Gaúcho Tradicionalista ou de um Rodeio Crioulo da Antiga Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense, estes e outros Serviços Culturais Tradicionalistas deverão estar compatíveis com a verdadeira, a regional, a antiga Tradição dos Gaúchos do Pampa Sul-brasileiro. Do contrário, o que haverá não é Tradicionalismo nem Tradição Gaúcha Brasileira, mas a ocorrência de uma Fraude Tradicionalista, de um grave dano cultural, individual e coletivo; de um crime praticado contra o Direito dos Consumidores, Tradicionalistas Gaúchos e cidadãos em geral, garantido ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro, de cultuar, zelar, preservar, defender, retransmitir e adequadamente divulgar os antigos, os autênticos usos e costumes regionalista-tradicionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul! 

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15/03/2008 15:26:14 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Perguntamos, a quem interessar possa: se as Diretrizes do MTG/RS para o uso da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS prevêem para a camisa do gaúcho do Rio Grande a tradicional sobriedade, as cores claras ou neutras, preferencialmente a branca, orientando para que sejam evitadas as agressivas, contrastantes, berrantes; se a cor vermelha pode ser tradicional do Chile, do Paraguai, da Argentina, do Uruguai ou dos "texanos countries de São Paulo", mas não dos antepassados gaúchos da campanha sul-rio-grandense, uma vez que esse uso não fora retransmitido, por Tradição, pelos homens simples e comedidos do interior do Pampa Sul-brasileiro; se as preferências pessoais devem estar submetidas aos interesses maiores de preservação da Antiga Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense; se o Regulamento da 19a Festa Campeira do Rio Grande do Sul, de 2007, porventura já trazia a regra contida nas diretrizes regulamentares da 20a FECARS, no teor do inciso V do art. 230 do dispositivo regulamentar, que pune os participantes que não se apresentarem devidamente pilchados, apenando-os com a desclassificação, será que o vivente competidor da foto, caso tenha vigorado essa mesma regra naquele evento tradicionalista, teria sido desclassificado na modalidade em que competiu? Ou outros interesses, não culturais, permitiram que a autenticidade da Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul e os próprios fins daquele Evento "Tradicionalista Gaúcho Brasileiro" fossem soterrados por questões meramente pessoais, político-eleitoreiras, comerciais? Ou as Diretrizes Culturais do Tradicionalismo para o uso coerente da indumentária típica e tradicional dos gaúchos sul-brasileiros, segundo a Cultura Regional Gaúcha do RS, as regras culturais do Regulamento da Festa Campeira do RS e os seus Fins Tradicionalistas, os quais envolvem a efetiva preservação e a correta divulgação da autêntica, antiga e campeira Tradição Gaúcha Brasileira, são apenas disposições para "inglês ver", sem exigir qualquer compromisso daqueles que, por disporem de um Cartão "Tradicionalista", intitulam-se "Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros"? Haveria alguma Filosofia Tradicionalista nessas incoerências culturais regionalista-tradicionais sul-rio-grandenses e nessas impropriedades tradicionalistas gaúchas brasileiras praticadas nesse e em muitos outros eventos mais políticos e comerciais do que Gaúchos e Tradicionalistas Gaúchos do MTG Brasileiro organizado? Haveria ali a verdadeira, a antiga, a centenária Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul e a atuação finalística de um Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil autêntico, probo, ético? Poderia haver verdadeira Tradição do Rio Grande quando são os órgãos públicos municipais e os mercados indevidamente conveniados do MTG/RS, ambos não tradicionalistas, que organizam esses pretensos "Eventos do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro"?
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
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