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Walther Morais:
Xucro

 

20/03/2008 16:43:38
A GINETEADA TRADICIONAL DOS GAÚCHOS DO RIO GRANDE!
 
Só haverá Tradição Gaúcha Brasileira com o devido respeito aos antigos
usos e costumes regionalista-tradicionais dos Antepassados
Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!
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O que não é Tradição - antiga, regional e campeira - do Rio Grande do Sul não deve - ou não deveria - integrar as ações do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. Se Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense é o ato de retransmitir, de pais para filhos, de geração em geração, pelo tempo, de forma preservada, espontânea e contínua, o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional dos Antepassados Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, composto dos usos, costumes, doutrinas, ideias e valores morais próprios dos antigos pampeanos do Sul do Brasil, então as gineteadas comerciais e demais provas crioulistas importadas e indevidamente implementadas no MTG Brasileiro não são do Estado Sulino e não devem - ou não poderiam - fazer parte dos Rodeios Crioulos da Antiga, Regional e Campeira Tradição dos Gaúchos do Rio Grande do Sul. Assim, as estratégicas demonstrações dessas modalidades meramente comerciais não deveriam estar junto às provas campeiras tradicionais e gaúchas do Rio Grande, no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. Se elas compõem os espetáculos do mercado e seus fins lucrativos, não deveriam ser promovidas em um MTG Brasileiro comprometido com a preservação da Antiga Tradição Regional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Se os seus participantes não respeitam a tradicional, verdadeira e oficial, por lei, Pilcha Gaúcha de Honra do RS, maior razão há para que esses eventos não se realizem no Tradicionalismo. Afinal, a Filosofia do MTG requer a efetiva preservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Rio Grande do Sul, representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares, conforme previsão contida no artigo 6º da Carta de Princípios Tradicionalistas do MTG Brasileiro. Se nos Encontros de Ginetes e nos Comerciais Rodeios, por exemplo, são os interesses econômico-financeiros, pessoais e comerciais de mercados como o mercosur-crioulista, o comercial-nativista, o tchesista-urbano, o musical sem fronteiras, o country-texa-sertanejo, tudo isso integrado com as indumentárias, os estilos, as modas e as práticas impostas pelos Rodeos Texanos, toda essa Integração Cultural jamais poderia estar sendo implementada dentro de um há muito manipulado, subserviente e explorado MTG Brasileiro. Os fins comerciais e político-eleitoreiros desses eventos superam em muito os reais Fins Culturais Regionalista-tradicionais Sul-rio-grandenses e Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros das demonstrações práticas de uma doma tradicional - e portanto antiga - dos gaúchos do Pampa Sul-brasileiro. O que a gineteada tradicional do Rio Grande contempla é um palanque cravado no chão, um cavalo xucro que velhaqueie, sem o auxílio de qualquer artifício, e um ginete, que trajado com a verdadeira e oficial Pilcha Gaúcha Tradicional do Rio Grande do Sul, demonstre a todos a forma como os cavalos eram e ainda são domados nas estâncias do Estado Garrão-sul do Brasil. Se no Rio Grande do Sul a modalidade de gineteada é a em pelo, ela deve atender as disposições da Lei Estadual do RS Nr. 11.719, de 7.12.2002. Nesta, entende-se como um Rodeio Crioulo Gaúcho do Rio Grande do Sul o evento no qual se desenvolve a prática e a demonstração das atividades campeiras do gaúcho sul-rio-grandense, compatíveis com as suas tradições e o seu folclore regional, sejam elas de cunho campeiro, artístico ou desportivo. Alterada pela Lei Nr. 12.567, de 13.07.2006, aquela instituiu oficialmente o Rodeio Crioulo Gaúcho como um dos componentes da Cultura Popular Sul-rio-grandense, cujas provas são as pertencentes à antiga e campeira Tradição do Estado Sulino. A referida norma também protege os animais dos maus tratos, determinando aos organizadores desses eventos que as peças de encilhas não devem causar injúrias ou ferimentos aos animais, proibindo o uso de esporas ponteagudas, rebenques, choques ou qualquer outro artifício que venha a ferir o animal, como fazem as barrigueiras, os sedéns, as cordas das modalidades basto aberto e garupa sureña, que apertam os cavalos para que os mesmos corcoveiem. E além dessas modalidades de gineteadas estranhas à antiga Tradição do Rio Grande, nesses eventos não tradicionalistas gaúchos brasileiros presentes estão as modas das grifes comerciais, importadas, a desnaturar o Jeito Gaúcho Tradicional de Vestir dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sul. São camisas de cores pretas, vermelhas e outras fortes, berrantes; boinas coloridas importadas, bonés, chapéus claros, chaparral, copa alta, countries; rastras platinas, guaiacas porchetão freio de ouro, cintas urbanas; lencitos estampados, virados, escondidos, folclóricos, triangulares, exagerados, por fora da gola da camisa, ausentes; calças justas, fraudulentamente chamadas de bombachas (calças largas), tudo isso não condizente com os antigos, tradicionais, históricos usos e costumes dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Turistas, nacionais e estrangeiros, certamente que já confundiram tais deturpações com a autêntica, a antiga Tradição Regional dos Gaúchos Sul-brasileiros. Contudo, essas financiadas, comerciais e eleitoralmente forçadas integrações culturais, os modismos comercializados nesses eventos não tradicionalistas gaúchos brasileiros, não representam o genuíno estilo regional dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil. Essa Corrupção Cultural Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, esses desvirtuamentos do Regionalismo Gaúcho Sul-brasileiro, não passam de mais uma forma negativa de Exploração Comercial da rica Cultura Gaúcha do Rio Grande do Sul. Portanto, essas modalidades campeiras não nativas do Rio Grande e as indumentárias estranhas aos usos e costumes tradicionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense corrompem o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. Por isso, essas e outras modificações regionalista-tradicionais encontradas em determinados Encontros de Ginetes Universitários e em certos Rodeios que ofendem a Filosofia da Carta de Princípios do MTG Brasileiro não são representativos da Antiga e Regional Tradição do Rio Grande do Sul nem são Tradicionalistas Gaúchas Brasileiras. O que esses eventos estão a promover é a corrupção de um Bem Público pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo BrasileiroDessa forma, essas suas danosas ações comerciais não devem - ou não deveriam - integrar o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, uma vez que nelas se encontram o desrespeito, a desvalorização, a corrupção das autênticas, das verdadeiras Tradições Gaúchas herdadas dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sul!

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16/11/2009 19:09:39 Bombacha Larga - Brasília / DF - Brasil
Prezado Anderson. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que o artigo A Tradicional Gineteada dos Gaúchos do Rio Grande do Sul, acima publicado, é da autoria de José Itajaú Oleques Teixeira, fundador do sítio Bombacha Larga e do ONTGB - Observatório Nacional do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. E desde já desejamos a esse Vivente êxito, sucesso e felicidades no referido trabalho final de graduação. Com as Saudações Tradicionalistas segue o nosso quebra-costelas cinchado a esse prezado visitante!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
16/11/2009 17:40:03 ANDERSON MULLER - SANTA MARIA / RS - Brasil
BUENAS AMIGO! NÃO É UM COMENTÁRIO QUE GOSTARIA DE FAZER, MAS SIM UMA PERGUNTA! ESTOU REALIZANDO MEU TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE FISIOTERAPIA E USEI UMA DE SUAS MATÉRIAS NELE, PORÉM NÃO HAVIA NOME DE QUEM A ESCREVEU! GOSTARIA DE SABER QUEM FOI O AUTOR DA MATÉRIA ´´A TRADICIONAL GINETEADA DOS GAÚCHOS DO RIO GRANDE DO SUL!``. GOSTARIA QUE, SE NÃO FOSSE MUITO PEDIR, ME MANDASSEM O NOME DO AUTOR DESTA MATÉRIA, POIS PRECISO PARA CONSTAR NO MU TRABALHO! POR HORA AGRADEÇO A ATENÇÃO! ANDERSON MULLER.
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