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Mano Lima:
Coió Desenvolvido

 

10/04/2008 14:21:56
TRADICIONALISMO? OU CORRUPÇÃO CULTURAL GAÚCHA BRASILEIRA?
 
Touro Mecânico na Festa Campeira do Rio Grande do Sul:
Tradicionalismo? Ou Corrupção Regionalista-tradicional
Gaúcha Sul-rio-grandense?
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O Movimento Tradicionalista Gaúcho - MTG - fora criado para a promoção dos atos de culto, zelo, defesa, retransmissão, preservação e adequada divulgação da antiga, autêntica e regional Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. O seu Fim Cultural, portanto, não é nem econômico-financeiro nem lucrativo nem eleitoreiro. No entanto, como há muito é constatado na prática, o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado tem sido palco para interesses pessoais, político-partidários, financeiros e comerciais. O ENART - Encontro de Artes e Tradição Gaúcha, por muitos anos realizado em Santa Cruz do Sul-RS, e a FECARS - Festa Campeira do Rio Grande do Sul, por anos seguidos realizada na cidade de Gravataí-RS, não fugiram à regra. E mesmo que se faça um grande esforço para desvincular essas atividades tradicionalistas - de responsabilidade do MTG do Estado do Rio Grande do Sul - da inevitável capitalização eleitoreira e mercadista local, não se conseguirá justificar qualquer argumento contrário a essa clara, evidente e cristalina constatação. O resultado da referida promiscuidade, entretanto, é devastador para a preservação da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense e a consecução dos próprios Fins Culturais da instituição Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. É evidente que pessoas jurídicas de caráter público, como o Estado e os Municípios, administradas por pessoas físicas filiadas a siglas partidárias - e, portanto, políticos com enormes interesses eleitoreiros -, somados aos diversos setores dos mercados – musical, comercial-nativista, tchesista-urbano, crioulista-mercosurista, country-texa-sertanejo, seus artistas, músicos, grifes, estilos e apetrechos importados -, todos eles sem fronteiras e sem qualquer compromisso com a Filosofia de Atuação do Tradicionalismo, jamais poderiam agir, efetivamente, como Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. Quando o MTG autoriza Associações Tradicionalistas Municipais, de caráter eminentemente político-eleitoreiro, a se apropriarem das suas Entidades Tradicionalistas filiadas, esta é uma prova cabal de que o próprio Tradicionalismo não cumpre nem pretende cumprir a sua Filosofia de Atuação Tradicionalista estampada em sua Carta de Princípios (item X - Respeitar e fazer respeitar seus postulados iniciais, que têm como característica essencial a absoluta independência de sectarismos político, religioso e racial). Contudo, mesmo com a contínua insistência de seus manipuladores em classificar como tradicionalistas ou do Tradicionalismo os seus atos, eventos e promoções, nada disso é ou poderá ser considerado como Tradicionalista ou próprio do MTG Brasileiro. Na verdade, tais vinculações não passam de notórias Fraudes Tradicionalistas, propagadas - na imprensa, nos entes públicos e dentro do próprio Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro - por aqueles que desvirtuaram e desvirtuam seus Fins Culturais estatutários em prol de seus interesses próprios, comerciais, eleitoreiros. Continuarão estes com as suas estratégicas Ações Beneficentes, a justificar as diversas formas de Corrupção Cultural. Seguirão eles não observando a legislação pertinente aos eventos relacionados à Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Estado do Rio Grande do Sul e abrindo caminhos para a exploração de outras culturas alienígenas e seus produtos de mercado, seus eventuais financiadores. O resultado disso tudo são inúmeros crimes de Lesa-Cultura Gaúcha Sul-rio-grandense, praticado contra um Bem Público de propriedade do Estado Sulino, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro. Resta-nos, na condição de Cidadãos Tradicionalistas, exigir daqueles que ocupam, em todos os níveis, os cargos de direção do MTG Brasileiro, que eles honrem as suas bombachas – se é que já não estão a usar as calças justas impostas pelos referidos e globalizados mercados – e o rico e antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Povo e do Estado do Rio Grande do Sul; que todos eles, no meio tradicionalista, respeitem e façam respeitar os Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro e a autenticidade das verdadeiras, antigas e regionais Tradições oriundas dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Sul do Brasil!

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