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Walther Morais:
Nao é Gaúcho quem não gostar de cavalo

 

29/03/2008 00:24:54
O TRADICIONALISMO À MODA COUNTRY DO CTG OS PRAIANOS!
 
O Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro visa cultuar, preservar, retransmitir e
corretamente divulgar a antiga Tradição Regional
dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul,
jamais a dos sem fronteiras Texanos Estadunidenses!
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A coisa está feia no Tradicionalismo, para os lados de Santa Catarina. Não bastasse o fato de o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Estado - MTG/SC - ter um presidente com claras tendências de integração da Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul com os modismos dos cantores countries, que hoje proliferam pelo país se dizendo cantores sertanejos, ainda temos - talvez apoiados na preferência do presidente da Entidade Maior do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro no Estado Catarinense - as ações nada tradicionalistas dos CTGs que se desvirtuaram nos seus fins culturais estatutários. Cometendo barbaridades e crimes de lesa-cultura gaúcha sul-rio-grandense, continuam eles sob o amparo da sigla CTG, cujo significado é Centro das Antigas Tradições Gaúchas do Rio Grande do Sul. Contratando shows com cantores sem qualquer afinidade com a Pilcha Gaúcha Oficial do RS, os conteúdos, ritmos e compassos musicais gauchescos tradicionais do Estado Garrão-sul do Brasil, esses Centros de Tradições Gaúchas levam para um ambiente que deveria ser tradicionalista o sertanejo, o forró, o rapp, o funck, o maxixe, os sons comerciais rotulados de universitários. Tais bandas e artistas gaúchos(?) tocam e cantam de tudo, menos a nossa Música Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense. E as Patronagens, que se dizem tradicionalistas e que teriam por obrigação preservar e difundir no Tradicionalismo Gaúcho a antiga Tradição Regional dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro, ainda se sentem ofendidos quando criticados! Péssimos tradicionalistas! O CTG Os Praianos - ou deveríamos dizer CTC ou CTS Os Praianos? -, de São José-SC, incluiu no seu Rodeio Nacional a MONTARIA EM TOUROS! Talvez isso seja para agradar a presidência do MTG/SC, contando com a inércia e a conivência da CBTG - Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha, que pelo visto soltou as rédeas, permitindo às suas entidades tradicionalistas que façam o que bem entender. A montaria em touros tornou-se conhecida no Brasil no Rodeo Country de Barretos-SP, aonde peões brasileiros norte-americanizados montam touros com a indumentária própria dos cowboys texanos. Em São José-SC ainda não se sabe se o uso dessa indumentária texana será exigida aos competidores. Mas, por via das dúvidas, quem for participar da modalidade deve levar a chaparreira, a calça Jeans, o cinturão e o chapéu de cowboy. Como podemos ver, essa é uma modalidade totalmente estranha à Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil. E os organizadores, ainda, afirmam que aquele Rodeio se desenvolverá sob os Regulamentos da CBTG! Mas que regulamento? Nos estatutos da CBTG ainda não consta MONTARIA EM TOUROS! Ainda, porque pelo jeito que a coisa vai não se duvida que uma nova MOÇÃO possa vir a ser aprovada! E não bastando a mobilização das ONGs internacionais contra a Farra do Boi, mais praticada na região onde está o CTG Os Praianos, agora inventaram mais uma forma de maltratar os bovinos no meio tradicionalista gaúcho. Talvez essa seja uma maneira de continuar a Farra do Boi, que muito trabalho tem dado para a polícia. Talvez esse seja um mecanismo para burlar a fiscalização dos órgãos de defesa dos animais e de contemplar aos que gostam desse tipo de atrocidade. Mas isso nunca fez e não faz parte da antiga Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. A coisa, portanto, está feia no MTG/SC, pois a gineteada em touro não é modalidade para ser cultuada em um CTG do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro! (do colaborador e Mangrulho do ONTGB no Sul do Brasil, Ademir Canabarro: um Missioneiro!) 

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28/03/2009 23:42:07 nathanael freitas - manaus / AM - Brasil
Creio pertinente as colocações do amigo. Estou em Manaus, a trabalho, e espero, ao retornar, que meu Rio Grande ainda tenha cultura para os meus filhos. Vamos nos mobilizar, para tirar de cena os falsos gaúchos, que só envergonham o nosso Estado!
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28/03/2009 10:33:34 José Itajaú Oleques Teixeira - Taguatinga / DF - Brasil
Prezado Paulo Ricardo. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e o comentário postado neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Tens razão, chê! Se qualquer dicionário revela que bombacha é uma calça larga; se a literatura, a História e os documentos fotográficos revelam que tanto no Rio Grande como também no Uruguay e na Argentina a bombacha sempre foi larga, perguntamos, então: será que as alterações impostas na largura da bombacha, no seu cós tradicionalmente sem alças, na substituição da tradicional guaiaca sul-rio-grandense pela "rastra" platina, as cintas urbanas e as "guaiacas porchetão freio de ouro", uma criação recente dos mercadistas de cavalos sob a influência do mercado texano; na imposição dos lenços "countries", virados, e das cores pretas e fortes na indumentária típica e tradicional dos antigos interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul, por meros interesses de mercado, poderiam ser essas deturpações consideradas como parte da verdadeira Tradição Regional do Estado Sulino? A antiga Tradição do Rio Grande, forjada na região do Pampa Sul-brasileiro, com a influência predominante de açorianos, portugueses, luso-brasileiros, índios locais e negros trazidos pelos colonizadores portugueses, pode ser similar mas não é idêntica àquela que se formou nas regiões do Uruguai e da Argentina, estas com influência predominantemente espanhola, com suas ‘rastras” de pratarias, seus chapéus de copa alta, suas cores pretas, vermelhas ou de outros tons fortes na indumentária local, o que não se verifica no Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul, onde a cor preta, por tradição, fora usada apenas para o luto; e onde as cores vermelhas e fortes nunca foram do uso dos comedidos campesinos sul-brasileiros; onde retira-se o chapéu antes de entrar e permanecer em qualquer recinto coberto; onde o couro é mais exaltado que a prata, o ouro ou o diamante, por ser essa centenária Tradição oriunda da vivência dos peões campeiros, galponeiros, e não dos estancieiros que se trajavam conforme as modas da Europa e falavam francês, para que sua peonada não tomasse conhecimento dos seus conchavos políticos e econômico-financeiros, e que valorizavam mais o que era de fora do que aquilo que era representativo da Cultura Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense. E para esclarecer melhor a questão aos nossos demais prezados visitantes, salientamos que: 1) toda a Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul tem a sua origem, naturalmente, nas lidas campeiras com o gado, as ovelhas e os cavalos, nas regiões de todo o Pampa Sul-rio-grandense, e não só na Fronteira do Rio Grande, grandemente influenciada pelos países vizinhos citados; e essa antiga Tradição não abarca e não pode abarcar os modismos sem fronteiras, as importações e as criações urbanas impostas, hoje, pelos mercados, com fins estritamente comerciais; essa Tradição Regional dos Gaúchos do Rio Grande não é aquela das lidas campeiras dos Uruguaios e Argentinos, de tanto interesse dos “Crioulistas” Comerciantes de Cavalos "Crioulos" (...do Chile, e também Appaloosa, Paint Horse, Andaluz, Árabe, etc...), os "Mercosuristas" e suas "modas sem-fronteiras" do "Mercosur" (a quem muito interessa a famigerada "integração cultural" – não no sentido de reunião, para que cada um mostre o que é seu, mas no sentido de junção, fusão, para tornar uma coisa só o que é histórica e sociologicamente diverso; e suas práticas campeiras alienígenas, provenientes das parcerias com a Universidade do Texas, p. ex., e cujos interesses visam vender tudo a todos, o que sem dúvida aumenta em muito os lucros dos interessados naquela pretendida, apregoada, inconstitucional e corrupta "integração cultural"; 2) se este espaço cultural tradicionalista gaúcho defende a Filosofia Preservacionista do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, a Carta de Princípios do MTG, a qual exige respeito ao Regionalismo Gaúcho Sul-rio-grandense, à conservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado do Rio Grande do Sul e dos Gaúchos Brasileiros, é porque esse é o único caminho para a preservação do Gauchismo Sul-brasileiro (e não é por outra razão que há tanta corrupção cultural no MTG Brasileiro!); e nessa Doutrina Tradicionalista Gaúcha Brasileira não há espaço para a Tradição de outros países com outra formação, como é a dos “Gauchos” do Uruguai e da Argentina, formada quando nem havia Rio Grande, mas apenas para a antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros verdadeiramente Crioulos do Pampa do Rio Grande do Sul; 3) é óbvio que este sítio não pretende que todos os jovens que se achegam, hoje, ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, para dançar nas Invernadas de Danças Folclóricas Gaúchas Sul-rio-grandenses, para praticar provas campeiras nativas e tradicionais do Estado Sulino, para tocar instrumentos musicais típicos do Rio Grande, para exercitar as atividades relacionadas com a antiga e campeira Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, sejam eles “campeiros” como os nascidos “lá fora”, ou os que trabalharam ou trabalham nas lidas com o gado, as ovelhas e os cavalos, pois isso não se faz necessário, uma vez que o culto, a preservação, a retransmissão e a adequada divulgação daquela antiga Tradição forjada pelos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro não exige nem que o Vivente tenha nascido no Estado do Rio Grande do Sul nem que ele tenha a posse de cavalos, de gado ou de campo; nem que o jovem ou o adulto, identificados com o Jeito Gaúcho de Viver dos Antigos Interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul, venham a ser "campeiros", até porque a sua esmagadora maioria é de citadinos. O que a Coerência Tradicionalista Gaúcha Brasileira exige de todos é o respeito ao que é verdadeiramente nativo, crioulo, do Rio Grande do Sul; é o respeito aos usos e costumes regionalista-tradicionais dos Antigos Gaúchos Pampeanos do Estado Garrão-sul do Brasil, e não o uso ou o deslumbramento com os modismos que os mercados - musical, “comercial-nativista”, “mercosurista-crioulista”, “tchesista-urbano”, “country-texa-sertanejo”, - e suas grifes, impõem, de forma nada democrática, a seus subjugados artistas “Gaúchos do Rio Grande”, e aos Gaúchos Brasileiros; 4) a todos esses “mercadistas” é natural que não haja regra alguma a obstaculizar suas pretensões bem particulares, diante de um Bem Público pertencente ao Estado do Rio Grande, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro; 5) assim como os demais países, o Brasil tem na sua região meridional - o RS - um jeito próprio e regionalista-tradicional de ser, tendo sido seus usos e costumes gaúchos tradicionais, antigos, sul-rio-grandenses locais, repassados, pelo tempo, de pais para filhos, de forma preservada, por Tradição; e se para "crioulistas" e outros “mercadistas” as únicas regras que interessam são as que lhes incentivam maiores vantagens econômicas, financeiras, oriundas dos comércios de seus cavalos e suas "modas sem-fronteiras"; se para integrantes de um mercado musical muito pouco 'nativo do Rio Grande', o que interessa é a maior vendagem de seus trabalhos musicais em todo o território do Brasil, em toda a América do Sul e, se possível, em todo o mundo, nem que para isso tenham de alterar, mudar, desnaturar, deturpar, “integrar”, unir Diversidades Culturais Regionalistas autônomas, de formação e propriedades diversas, corrompendo o antigo Patrimônio Cultural Regionalista-tradicional dos Gaúchos Sul-rio-grandenses, para o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro e seus Tradicionalistas Gaúchos de qualquer naturalidade, idade, sexo, raça, cor, ideologia política, profissão, nascidos no campo ou na cidade, que gostam e valorizam a antiga Tradição Regional dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul, a qual não é apenas da região fronteiriça com o Uruguai e a Argentina, mesclada, não pura, mas de todo a vasta região do Pampa Sul-brasileiro, o que interessa é a preservação efetiva de todas as coisas boas do passado pampeano do Rio Grande; é a conservação dos verdadeiros, genuínos, autênticos, antigos, usos e costumes regionalista-tradicionais dos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense, e não os usos e os costumes dos Campeiros Uruguaios ou Argentinos ou os modismos sem fronteiras e urbanos impostos pelos “mercadistas“, que alteram o que é tradicional de um povo para auferir lucro; 7) o Tradicionalismo e a antiga Tradição do Rio Grande exigem Coerência Regional Gaúcha Sul-rio-grandense e Coerência Tradicionalista Gaúcha Brasileira, nos necessários Manuais de Educação Tradicional Sul-rio-grandense e nos imprescindíveis Regulamentos Culturais Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, por meio dos quais todos os jovens e adultos chegados ao MTG Brasileiro, na sua grande maioria citadinos, podem conhecer, aprender, orientar-se, tornarem-se, enfim, não Marionetes dos Mercados, mas verdadeiramente Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, cultuando, zelando, defendendo, preservando, retransmitindo e corretamente divulgando, para o Rio Grande, o Brasil e o mundo, as autênticas, as antigas e campeiras Tradições Regionais dos Centauros das Coxilhas do RIO GRANDE DO SUL! Agradecendo, mais uma vez, a tua importante participação, encaminhamos a esse prezado Vivente as Saudações Tradicionalistas e o quebracostelas cinchado do sítio Bombacha Larga: na luta pela preservação das autênticas Tradições dos Gaúchos Brasileiros!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
28/03/2009 09:26:55 José Itajaú Oleques Teixeira - Taguatinga / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é, o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com indumentárias de coloridos fortes, pretas, calças, cintas urbanas, “guaiacas porchetão freio de ouro”, “rastras” platinas, coletes e lencitos atexanizados, virados, botinhas à meia-canela, chapéus chaparral, claros, copa alta, aba caída, “countries”, e boinas coloridas importadas à cabeça dentro dos recintos cobertos e ao dançar; a masculinização comercial das Prendas Gaúchas; o maxixe, a "tchê music", a música sertaneja, o forró, a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e as provas comerciais crioulistas importadas do “universo texano” e outros assassinatos culturais regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista - "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Comercial-nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
18/10/2008 18:05:23 Paulo Ricardo da Luz Gonçalves - Bagé / RS - Brasil
Ser gaúcho não é o simples ato de vestir-se como tal, ou andar exibindo uma gigantesca cuia; é algo bem mais complexo! É algo passado de pai para filho! O meio rural é o elemento que forja o verdadeiro gaúcho! Sou de Bagé e conheço os costumes da minha região, que engloba também o vizinho Uruguay. Somos rurais por excelência! Na região Sul do Estado sabemos verdadeiramente o que é ser gaúcho. Até aqui, em Bagé, se o homem não é nascido no meio campeiro dificilmente se tornará campeiro! Poderá admirar, tal e coisa, mas ser campeiro, jamais!!! Não se aprende isso em manuais ou regras! A Forma de vestir-se do homem do campo mudou um pouco; as bombachas agora geralmente são de brim e estreitas (talvez até estreitas demais). No mais o campeiro se esmera nos aperos e vestimentas; bonitos coletes de couro de capincho, rastras e guaicas com detalhes de ouro e prata, enfim, tudo isso é aceitável. Agora, não dá nem pra falar o que esses catarinas estão fazendo com a sigla CTG. Por favor, é inaceitavél! E não é bairrismo!! É deboche, por parte deles!!! Abraços!!!
Sítio: *****
08/04/2008 18:27:32 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida, coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando assim necessitar, e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: Não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
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