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Mano Lima:
Depois do Andador, de Mano Lima

 

28/03/2008 12:37:42
OS ESTELIONATOS CULTURAIS DA ANTIGA TRADIÇÃO DO RIO GRANDE!
 
A Antiga Tradição dos Pampeanos Sul-rio-grandenses
é um Patrimônio Cultural do Brasil e do Povo Brasileiro!
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O antigo Patrimônio Sociológico-tradicional dos Gaúchos Brasileiros é de ser protegido dos interesses mercadistas e político-partidários, no Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil. Se na sociedade hodierna, cada vez mais explorada política e economicamente, os valores sucumbem diante de um grande número de fraudes, engodos e logros contumazes, é no MTG Brasileiro que devem se erguer os Baluartes em Defesa da Campeira e Regional Tradição do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. Se há a existência de fraudes na alimentação, nos medicamentos e serviços essenciais à saúde humana, nas manipulações do mercado financeiro, nas burladas práticas científico-educacionais públicas e privadas, nas defraudações políticas, partidárias e turísticas, não é aceitável que ocorram espoliações culturais regionalista-tradicionais sul-rio-grandenses e tradicionalistas gaúchas brasileiras no interior das entidades sem fins lucrativos responsáveis pelas ações de culto, zelo, defesa, preservação, retransmissão e correta divulgação do antigo, do autêntico Patrimônio Sociológico-tradicional Sul-rio-grandense. Dessa forma, quando nelas passa-se a alterar, modificar, substituir, integrar, corromper a essência dos antigos usos e costumes da Tradição Regional oriunda dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, os Exploradores Comerciais e Eleitoreiros da Cultura Gauchesca Sul-rio-grandense e seus patrocinados e falsos tradicionalistas, todos estão a promover um Estelionato Cultural frente à antiga, à verdadeira, à genuína, à autêntica Tradição dos Antepassados Gaúchos Pampeanos Sul-brasileiros. Ao manipularem consumidores sem consciência cultural regionalista-tradicional, os mercadistas vendem-lhes seus produtos com qualidade viciada, mediante ilicitudes empregadas na busca do lucro e dos nichos de mercado. Aos incautos ofertam, como se fossem parte integrante da centenária, da regional e campeira Tradição dos Antigos Gaúchos do Pampa do Rio Grande do Sul, aspectos culturais alienígenas, urbanos e não tradicionais do Estado Sulino. E entre os absurdos desse Estelionato Cultural estão os chapéus claros, chaparral, copa alta, as boinas coloridas importadas e os estilos country-texa-sertanejos; as gineteadas comerciais em gado vacum, garupa sureña, basto aberto e outras com pilchas não tradicionais do Rio Grande; as touradas; o uso das rastras platinas, das "guaiacas porchetão freio de ouro", das cintas urbanas; das camisas pretas, vermelhas e de outras cores fortes, berrantes, contrastantes; das calças justas com alças no cós e bolsos traseiros, das botas curtas à meia canela, dos fivelões, coletes e lencitos virados de caubói; as músicas sertanejas e outros ritmos, conteúdos e compassos musicais imorais e estranhos à antiga e campeira Tradição do Rio Grande do Sul; os modismos comercial-nativistas, crioulista-mercosuristas, tchesista-urbanos, sertanejistas e outros do mercado sem fronteira. Aos lesados consumidores oferecem tudo isso, como se tais apetrechos fossem próprios da antiga e interiorana Tradição Regional do Rio Grande do Sul e dos Gaúchos Brasileiros. Naturalmente que as referidas modas poderão ser usadas nos Bailões da Cerveja, mas não no interior das Entidades Culturais filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado. No mesmo sentido os artistas gaúchos, duplas e bandas musicais sem qualquer compromisso com a Filosofia de Atuação do MTG Brasileiro, quando contratados ou convidado$ para apresentações nos ambientes tradicionalistas. Se não são tradicionalistas na Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, prevista na legislação do Estado (lei 8.813/89), e nos conteúdos morais, ritmos e compassos musicais não tradicionais do Estado Sulino que executam, não é nos palcos do Tradicionalismo que eles devem estar, pois essas e outras criminosas e fraudulentas ações podem alterar, modificar, desnaturar a Cultura Gaúcha do Rio Grande do Sul nos Bailões Comerciais e nos empreendimentos de negócio, mas jamais nos recintos e eventos dos Centros das Antigas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. Por isso, para que não se venha a compactuar com as ações desses Estelionatários Culturais, corruptores do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional pertencente ao Estado do Rio Grande do Sul, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro, é que a Filosofia de Atuação do Tradicionalismo exige de todos aqueles que o integram e o frequentam a devida e efetiva proteção à autenticidade das Antigas e Regionais Tradições dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil! 

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31/03/2009 00:44:31 José Itajaú Oleques Teixeira - Taguatinga / DF - Brasil
Prezado Ivan. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, o comentário postado e os elogios proferidos a este espaço cultural tradicionalista gaúcho. Quanto às críticas formuladas, como espaço democrático que é, o Bombacha Larga as recebe, embora se permita de algumas delas discordar, especialmente quanto à recomendada "flexibilidade", à forma “sem didática” e às “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, atribuídas ao trabalho desenvolvido neste sítio. Por primeiro, prezado Ivan, se o Tradicionalismo chegou ao ponto em que se encontra foi justamente pela prática da tal “flexibilidade” que os comercialistas e os políticos almejam impor, em benefício próprio, ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado; por segundo, didática há que terem os Posteiros Culturais, as Primeiras Prendas, os senhores "Tradicionalistas" das Patronagens, os quais têm o dever institucional-estatutário e a obrigação moral de formar as consciências culturais regionalista-tradicionais e tradicionalistas entre os jovens e os adultos chegados ao Tradicionalismo, e não o fazem; por terceiro, se cobrar a devida coerência entre as ações “tradicionalistas” e os ditames morais, culturais, sociais e filosóficos da Carta de Princípios do MTG - a Filosofia Tradicionalista Gaúcha Brasileira - é para esse xiru velho “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”, podemos considerar que aí, sim, há uma grave contradição. Perguntamos-te: como poderemos evitar que a Chama da Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense venha a se apagar, definitivamente, se não cobrarmos de todos os que integram o MTG Brasileiro organizado as suas responsabilidades para com os fins do Movimento Cultural a que pertencem? Consentir e compactuar com as ações dos "Calaveiras da Tradição", que há muito exploram o Tradicionalismo com fins politiqueiros, econômico-financeiros e comerciais, flexibilizando tudo em prol dos votos e do mercado e seus lucros, seria bom para a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul ou para os interesses daqueles que manipulam e alteram o Patrimônio Sociológico-tradicional dos Sul-brasileiros em prol dos seus mercantilismos sem escrúpulos e sem fronteiras? Infelizmente, não podemos concordar com esse prezado visitante. Podes chamar do que for, até de “pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego”. Porém, no confronto com um poder econômico e politiqueiro que corrompe a Riqueza Regional Gaúcha Sul-rio-grandense os verdadeiros Tradicionalistas não devem ou não deveriam se achicar, mas lutar com as armas da verdade, nua e crua. Pelo menos aqui estamos informando e conscientizando aos atuais e futuros Tradicionalistas Gaúchos do Brasil, algo que, naturalmente, não interessa a um grande número de "Exploradores da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul"; desses que se agarram aos cargos do Tradicionalismo organizado para se locupletarem, contribuindo apenas para a desnaturação dos usos e dos costumes gaúchos tradicionais e a corrupção dos valores morais dos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Se há quem permita, incentive e compactue com a Corrupção Cultural da Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, com indumentárias de coloridos fortes, pretas, calças, cintas urbanas, “guaiacas porchetão freio de ouro”, “rastras” platinas, coletes e lencitos atexanizados, virados, botinhas à meia-canela, chapéus chaparral, claros, copa alta, aba caída, “countries”, e boinas coloridas importadas à cabeça dentro dos recintos cobertos e ao dançar; a masculinização comercial das Prendas Gaúchas; o maxixe, a "tchê music", a música sertaneja, o forró, a montaria em bois, as touradas, as mesas da amargura, o futboi, as gineteadas e as provas comerciais crioulistas importadas do “universo texano” e outros assassinatos culturais regionalista-tradicionais gaúchos brasileiros, que contrariam aos próprios fins do Tradicionalismo, essas atitudes certamente que não podem ser tratadas como “ações tradicionalistas" de Instituições e indivíduos “Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros”! Não, pois isso é um crime praticado contra um Bem Público pertencente a todo o Povo Brasileiro; um crime cultural bárbaro; uma grave violação à Constituição do Estado do RS, à Constituição Federal do Brasil e a todos os documentos básicos do Sistema Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado. Por isso, Ivan, acreditamos que “choques de ego” são próprios daqueles que juraram perante a Bandeira Farrapa do Rio Grande do Sul cuidar, zelar, preservar e corretamente divulgar as autênticas Tradições dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, e depois cederam aos interesses econômico-financeiros dos mercados - musical e modista - "Country-texa-sertanejo", "Mercosurista-crioulista" e "Comercial-nativista", todos motivados sabemos muito bem por qual "$entimento cultural". Esses, sim, estão a massagear seus egos com o produto criminoso de suas ações lesa-cultura regional gaúcha sul-brasileira; esses não querem educação tradicionalista dentro dos CTGs, já que fantasiados de tradicionalistas estão a agir como raposas a cuidar de um galinheiro que, na verdade, diante das incoerências praticadas - culturais, regionalista-tradicionais e tradicionalistas - pode estar repleto de "modistas", mas não de Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros. E o Tradicionalismo, por não visar lucro e perseguir fins essencialmente culturais, não é palco para os alegados "profissionalismos", mas para ações desvinculadas dos objetivos econômico-financeiros daqueles que dele se utilizam para auferir vantagens ilícitas, de ordem mafiosa, setorial ou particular. Portanto, agradecemos as palavras elogiosas proferidas a este espaço cultural tradicionalista gaúcho, recebemos as tuas críticas e as respeitamos. No entanto, com o mesmo direito democrático, não podemos concordar com elas, pelos motivos acima expostos. Saudações Tradicionalistas e um quebracostelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.org
08/04/2008 18:19:55 Ivan - Curitiba / PR - Brasil
Saudações a todos do Site Bombacha Larga e seus freqüentadores. Todas as matérias noticiadas (com muitas verdades que incomodam), suas críticas e elogios há todas as formas e entidades Tradicionalistas, são um alento para quem estava cansado de ver, ouvir e engulir verdadeiras ofensas a Tradição e Memória dos Antepassados do nosso povo Gaúcho. O melhor é que vocês abriram espaço para uma discussão que a muito já deveria de existir. Que rumo vai tomar nossas tradições? Como resgatar a essência já perdida? Como apresentar as novas gerações a expressão correta da nossa cultura? Como unir todas as entidades Tradicionalistas numa sólida, coerente e principalmente competente Forma Cultural? Se muitos erros são cometidos ou negligenciados no âmago do Coração das Tradições (C.T.Gs do Rio Grande do Sul) o que se esperar de outras entidades no País afora? Essas e outras perguntas pulsão no peito daqueles que viveram com muita emoção tempos de glória dos C.T.Gs, quando pediram com lágrimas de orgulho; “Não deixem a chama apagar gurizada! ’’ Elogio vocês pela idéia inovadora de utilizar essa ferramenta de comunicação, mas também tenho minhas críticas. Não podemos somente levantar bandeiras e montar vigilância contra tudo aquilo que julgamos depreciador e incoerente com os ensinamentos passados da Tradição Sul Rio Grandense. A cobrança e os apontamentos deve existir sim! Mas sem deixar de ser flexíveis quando assim necessitar, e não ser de forma disciplinadora sem didática. Sempre achei que objetivo do rapasse das Tradições era despertar todos (Gaúchos ou não) para as coisas que realmente brotam da origem e fazem sentido a nossa vida. E não fazer nossas mentes e corações viverem sempre uma eterna contradição. Nisso vocês pecam e muito ao usarem do conhecimento que possuem, em pequenas irrelevâncias provocadas por choques de ego. Isso é muito pequeno diante dos desafios que surgem nessa evolução sem abrir mão da Tradição. Agradeço muito o espaço aqui nesse florão de tradição e espero sinceramente que se atinja o objetivo que vocês traçaram com essa rica idéia. E que todos aqueles que se sintam donos do que chamamos de Centros de Tradição Gaúchas, saibam: Não existe mais espaço para amadorismo! Um forte abraço a todos.
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04/04/2008 09:51:27 LUIZ CARLOS NAIME - CAPANEMA / PR - Brasil
Excepcional matéria. Parabéns! Na qualidade de Tradicionalista Gaúcho Capanemense e Cônsul Honorário do Rio Grande do Sul, vez por outra escrevendo uma coluna em jornal de boa circulação no Sudoeste do Paraná, peço-lhes permissão para publicar essa matéria, acompanhada de um comentário que farei a respeito da invasão alienígena em nosso meio, já preparada. Informo que bato, e firme ,em cima do modismo que querem implantar no meio tradicionalista, também levando pau e pedra pelos despreparados e gananciosos "gaúchos". Saudações Tradicionalistas. Luiz Carlos Naime - Gaúcho Capanemense Consul Honorário do Rio G. do Sul
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