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Xirú Missioneiro:
Um Velho que cheira a Pampa,
de Xirú Missioneiro e Jesus Almeida

 

09/09/2005 08:58:54
SETEMBRO DE 1835!
 
CTG Jayme Caetano Braun, no Desfile Farroupilha de 2004,
na Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF!
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SETEMBRO DE 1835: 10 – Bento Gonçalves da Silva vai a Porto Alegre e visita o Deputado Francisco de Sá Brito, homem influente do Partido Liberal, que era advogado; o convite para que este tome parte no movimento revolucionário é rechaçado e Bento Gonçalves desvia do assunto, dizendo que então “Não se fará a revolução” e, aparentemente conformado com a recusa, retira-se; 18 – José Gomes de Vasconcelos Jardim, comandando sessenta homens, atravessou o Rio Guaíba em barcaças, saindo de Pedras Brancas, e acampou no alto da estrada da Cascata, no final da Azenha, onde hoje é o cemitério municipal; pouco depois chega um forte contingente farroupilha ao local, comandado por Onofre Pires da Silveira Canto, primo de Bento Gonçalves da Silva;  fala-se em mais de 200 soldados, bem armados e com bons cavalos; 19 – os espiões de parte a parte andavam como loucos; o Presidente Fernandes Braga pede ao vice-cônsul português Vitório José Ribeiro que em caso de ataque autorize os marinheiros dos navios portugueses, então ancorados no porto, a se submeterem às ordens de oficiais do governo da Província, tomando armas, caso Porto Alegre fosse atacada; o Dr. Magalhães Calvet, médico insuspeito, era espião farroupilha; e entrou nessa tarde no Palácio do Governo, quando o Presidente Rodrigues Braga dava ordens ao major Visconde de Camamu para reunir forças com o fim de se postarem na ponte da Azenha, por onde viria o ataque farroupilha, pois já sabia desse detalhe; ainda a 19 de setembro, o Presidente alertou os Juízes de Paz e o Chefe de Polícia em Porto Alegre, mandando que se preparassem, porque a revolução romperia em poucas horas; 19/20 – das onze da noite até os primeiros momentos do dia 20 é derramado o primeiro sangue do Decênio Heróico; era uma noite fria e uma densa cerração cobria o Morro da Glória, onde estavam acampados os Liberais de Gomes Jardim e Onofre Pires; os comandantes haviam designado uma patrulha de poucos homens para que inspecionassem a estrada, desde o acampamento até a ponte da Azenha, por onde pretendiam invadir Porto Alegre, na manhã do dia 20 de setembro de 1835... (Nacos de História, Agenda Gaúcha 2005, de Dorotéo Fagundes)

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