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Lobisomem:
Não faz isso pro pai,
de Baitaca e Xirú Missioneiro

 

08/06/2008 11:42:17
TCHÊ MUSIC: SE NÃO É TRADIÇÃO, DO TRADICIONALISMO NÃO É!
 
A Tradição que o Tradicionalismo deve cultuar, defender, preservar,
retransmitir e corretamente divulgar, para o mundo, é a oriunda dos
Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!
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A Música Gaúcha a ser executada no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado é a Regionalista-tradicional Sul-rio-grandense, e não essa comercial que destoa dos conteúdos morais, ritmos e compassos musicais da autêntica, antiga e regional Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. A constatação é elementar, pois toda a Tradição Gaúcha Brasileira teve a sua formação nos antigos usos e costumes da vida rural dos antepassados interioranos do Pampa Sul-rio-grandense. Por consequência, todas as importações, criações e modismos urbanos dos mercados não representam as verdadeiras e antigas Tradições do Povo Gaúcho do Sul do Brasil. Tão-pouco as alterações, as mesclas e as invencionices estranhas ao Regionalismo Gaúcho Brasileiro podem ser tidas como da centenária Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul. Essas são tendências integracioni$ta$ que jamais podem ser confundidas com o regional, típico e tradicional Jeito Gaúcho Sul-rio-grandense de musicar, dançar ou vestir. Olvidar dessa simplória constatação é compactuar com a prática de uma grave Corrupção Cultural vinculada à desmoralização, à decomposição, à desnaturação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. Tal Corrosão Cultural é de ser equiparada à hediondez e à repugnância de um Genocídio Cultural. Aceitá-la é legitimar o direito ao lucro a qualquer custo e negar o direito que o Povo Gaúcho Brasileiro tem ao culto de seu Folclore, das suas Tradições Regionais, da preservação de sua Identidade Cultural Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira. Se grupos musicais, duplas, artistas, músicos, gravadoras e patrocinadores maltratam o bom senso com estilos, composições poéticas, ritmos e compassos musicais impróprios à autenticidade da antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul e ao ambiente familiar do MTG Brasileiro, é porque esses são mercadistas e empresas com objetivos econômico-financeiros, comerciais, os quais podem desenvolver livremente seus trabalhos em qualquer ambiente. No entanto, dentro do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro não devem, ou não deveriam, dessa forma proceder. Os Bailões da Cerveja, os clubes sociais diversos, as apresentações em praça pública e em outros eventos patrocinados por interesses político-eleitoreiros e comerciais estão à disposição de todos: artistas e empresas do ramo musical crioulista-mercosurista, comercial-nativista, tchesista-urbano, country-texa-sertanejista, enfim, de todos os sul-rio-grandenses, brasileiros ou gaúchos não tradicionalistas. Por evidente, o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, seus Órgãos e suas Entidades Culturais filiadas, todos eles sem qualquer fim lucrativo, têm um escopo bem diverso desse mercadismo, que é o de preservar o Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense, fundado na região do Pampa Sul-brasileirosua Carta de Princípios e sua Filosofia de Atuação Cultural, e o antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul, oriundo do Jeito de Viver dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. Por isso, a CBTG, seus MTGs regionais, os CTGs e demais Sociedades Culturais Tradicionalistas filiadas ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro não devem – ou não deveriam – contratar, "convidar" ou compactuar com a apresentação em seu meio tradicionalista de Bandas e artistas gaúchos, cujos estilos, indumentárias e produtos são notadamente contrários à Filosofia de Atuação, aos Estatutos, Regulamentos e Diretrizes Culturais do MTG Brasileiro. Nem poderiam tais Órgãos e Entidades do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro contrariar os usos e os costumes regionalista-tradicionais, a moralidade e os bons costumes da antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. Por isso, em que pese as sofismadas tentativas de logro ao senso comum, as continuadas, corriqueiras, Fraudes Tradicionalistas, a Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul continuará sendo, como sempre foi, o ato de transmitir, de pai para filho, pelo tempo, para as novas e futuras gerações, de forma espontânea, contínua, preservada e abrangente, por todo o Povo Gaúcho Brasileiro, os genuínos usos e os costumes autênticos forjados e enraizados na região do Pampa Sul-brasileiro pelos Antepassados Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil; o acervo cultural regionalista-tradicional conservado pelo tempo e recebido por herança, dos antigos gaúchos da campanha do Estado do Rio Grande do Sul. Todo o resto, especialmente as inovações e importações mercadistas, os modismos comerciais, urbanos, atuais e futuros, Tradição Gaúcha do Rio Grande nunca foi, não é e nunca será, pois essas são meras explorações de mercados como o mercosurista-crioulista, o musical-nativista, o tchesista-urbano, o country-texa-sertanejo. A finalidade institucional do Sistema MTG Brasileiro organizado não se coaduna com tais interesses comerciais estritamente de mercado, mas com os atos de culto, defesa, zelo, preservação, retransmissão e correta divulgação, para o mundo, das autênticas, antigas e regionais Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. Invenções, perversões, explorações, importações e integrações de quem nunca foi, não é e jamais virá a ser verdadeiramente gaúcho, chê, e menos, ainda, Tradicionalista Gaúcho, não se encontram entre os Fins Culturais, Institucional-estatutários e Filosóficos do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro. E a própria ausência de moralidade em certos produtos indevidamente ofertados dentro desse Movimento Cultural Tradicionalista Gaúcho Sul-rio-grandense, por si só já denota a falta de alguns dos requisitos básicos da verdadeira Tradição Gaúcha Sul-brasileira, dentre eles a decência, o pudor, os bons costumes, a moral crioula dos interioranos, dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul. Assim, o que o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado deve cultuar, dentre outros aspectos da antiga Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, é a música gauchesca com conteúdo moral, regionalista, e os ritmos e compassos genuinamente tradicionais do Estado Sulino, e não esses arremedos, essas invencionices, esses modismos, essas criações e importações comerciais de alguns citadinos disfarçados de gaúchos, que agem em falso e enganam o mundo todo ao explorarem com seus atos de comércio um antigo Patrimônio Sociológico-tradicional que é do Estado Sulino, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro: as autênticas, antigas e regionais Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!

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25/11/2008 15:46:08 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Nelthon. Agradecemos a tua participação neste espaço cultural tradicionalista gaúcho e respeitamos a tua posição a respeito do tema abordado na presente matéria. Aproveitamos, apenas, para ressaltar que qualquer grupo musical tem a liberdade de inventar e executar qualquer ritmo, qualquer "music"; e qualquer pessoa pode gostar e consumir tal produto comercial. Contudo, por não fazer parte da Tradição dos Gaúchos Campeiros do Rio Grande do Sul, não deve a "Tchê Music" ser executada dentro das Entidades Tradicionalistas. E nem as "Bandas", as duplas, os artistas, com indumentárias e repertórios que também não são tradicionais dos gaúchos sul-rio-grandenses, devem explorar no âmbito do Tradicionalismo Gaúcho Brasileio os Fandangos Tradicionalistas, ou, p. ex., lançarem seus trabalhos comerciais no interior do MTG, pois esses atos caracterizam uma baita de uma Corrupção Cultural. A isso não se pode considerar Tradição nem Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro. No mais, o direito ao livre arbítrio é uma garantia tanto para grupos como para cidadãos, podendo tal comercialismo ser explorado em qualquer lugar, menos nas Entidades Culturais filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, por uma questão de coerência com a Filosofia de Atuação, a Carta de Princípios, os Estatutos e as Diretrizes Culturais do Tradicionalismo. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado a esse prezado Vivente!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
25/11/2008 09:52:02 NELTHON ALVES - URUGUAIANA / RS - Brasil
OLHA EU SOU UM TCHÊ MUSIC, E TE DIGO UMA COISA O TCHÊ MUSIC NAUM É TRADIÇÃO. ISTO SEI MAS POR QUE AINDA OS "TRADICIONALISTAS" FICAM ENXENDO NÓS, QUEM SABE O NOSSO SUCESSO LHE CAUSA INVEJA... É NOSSA MANEIRA DE MOSTRAR O QUANTO GOSTAMUS DE VANER,MILONGA ........ É FATO TCHÊ MUSIC É O TITULO DA GURIZADA, ELE APARECEU PARA QUE NÓS ENTRASSEMOS NA "TRADIÇÁO";AI FICAM BATENDO DE FRENTE, OU ACHAM QUE GOSTAMOS DE SER BARRADOS POR ESTES (QUE NEM O HINO RIO GRANDENSE SABEM) É SOMOS REALIZADOS, APROVEITAMOS ESTE MOMENTO E SOMOS FELIZES ASSIM ORIGINAIS..... ABRAÇOS NELTHON DE URUGUAIANA RS
Sítio: *****
19/09/2008 16:51:29 CLAUDIO FREITAS - ALVORADA / RS - Brasil
Tchê, muito boa esta matéria! Não podemos e não devemos dar espaço pra estes grupos. Desde a indumentaria até as letras das músicas nada têm a ver com o nosso querido Rio Grande do Sul. Dói na alma, no coração! Por força do trabalho me deparo com esses grupos e o que é triste de ver são gurias dançando com gurias; elas montadas na perna dos guris. E acham que estão abafando! É muito triste, mesmo! Freguento vários CTGs. Em minha cidade conversamos muito sobre isso. Tem dado resultado. A grande procura pelo cursos de danças gaúchas já é um passo...
Sítio: http://direto@brigadamilitar.rs.gov.br
28/08/2008 10:11:20 RUBENS LUIS MONTEIRO STAUMEISTER - Quaraí / RS - Brasil
Concordo plenamente com o que foi escrito nessa matéria. Concordo também com o Edinho, vamos boicotar esses logros culturais, sem conteúdo, nós que somos sócios de CTG's e entidades filiadas ao tradicionalismo organizado, não podemos nos calar. O que devemos fazer é formar grupos tradicionalistas fechados, e não compactuar com esse tipo de manifestação que não seja a autêntica gauchesca. Vamos formar comunidades de preservação dos usos e costumes do gaúcho. Quem concordar comigo é só entrar em contato. Meu abraço mui fraterno!
Sítio: http://boca-braba.blogspot.com
13/06/2008 11:44:59 edinho - ponta grossa / PR - Brasil
Táaaaaa lokoooo com essses tche lokos... BANDO DE BAGAÇOS... Querem acabar com a tradição. Mas aqui comigo não! E se todos boicotassem esses manés, não daria muito tempo para eles pedirem penico atá para tocar de graçaaa... Tenho dito! Abraços!
Sítio: *****
13/06/2008 11:28:16 Andréia - Ponta Grossa / PR - Brasil
Bom dia a todos! Sou prenda de CTG, aqui no Paraná, e pensamos da mesma forma. É inaceitável que certos grupos usem no começo de suas carreiras a música gaúcha para se promoverem (já que a música gaúcha tem muitos adeptos fiéis), e após fazerem sucesso desviem-se do tradicioanlismo, mas continuando com o TCHÊ em seu nome. Temos que ter a consciência de conservar a tradição no Tradicionalismo. Isso deve começar a acontecer também nas formaturas de danças de salão, que muitas vezes não são organizadas por CTGs, que aceitam e convidam esse tipo de grupo "gaúcho" para tocar os bailes. Vamos preservar essa cultura bela; vamos dizer não a esses grupos sem consciência. Tradicionalismo é cultura regional gaúcha, tradição. Temos a honra de cuidar e preservar!!!
Sítio: *****
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