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Pedro Ortaça:
Está na Hora, de
Jayme Caetano Braun

 

05/10/2008 17:53:13
O MTG E A GRANDE FESTA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA!
 
A antiga Tradição Gaúcha Brasileira, preservada de pais para filhos,
deve, com a requerida autenticidade, ultrapassar gerações!
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O Estado do Rio Grande do Sul, diante do Título VII do Capítulo II da Seção II de sua Constituição, e o Movimento Tradicionalista Gaúcho, frente ao art. 2º de seu Estatuto Social, têm o dever de assegurar a preservação da Cultura Natural do Estado, nela incluída a antiga, a centenária Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. Contudo, por motivos eleitoreiros e comerciais essa obrigação tem sido solenemente descumprida. Além disso, no Brasil há um consenso geral no sentido de que dia de eleição é sinônimo de Festa da Democracia. Para muitos o governo do povo, pelo povo e para o povo concretiza-se, apenas, no isolado ato de votar. Nessa democrática prática, no pleito de 2008 460 municípios em 14 Estados mereceram a proteção de forças federais. Vários homicídios, por todo o país, tiraram a vida de inúmeros candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. E o voto obrigatório continuou sendo defendido com garras e dentes pelas oligarquias que dele sempre se beneficiaram pela via do poder econômico, e por certas forças políticas de índole mais totalitária do que propriamente democrática. No entanto, se uma epidemia vier, por exemplo, pôr em risco muitas vidas no Brasil, o cidadão não será obrigado a se vacinar, podendo contaminar e levar à morte um grande número de pessoas. Já o eleitor, no nosso democrático regime, mesmo não se sentindo representado por nenhum dos candidatos a ocupar um cargo público terá de, necessariamente, deslocar-se até uma urna eleitoral para efetivar um outro direito humano que lhe deve ser assegurado: o de não votar em quem não está a merecer o seu voto. Dezenas de candidatos e centenas de cabos-eleitorais, por todo o país, foram presos no dia da votação. O eleitor, diante de tudo isso, continuará sendo, e cada vez mais e mais, eternamente obrigado a votar para aprender a ser cidadão. Porém, sonegada continuará sendo-lhe a informação de que a consciência de bem votar, de cobrar e de fiscalizar as ações de seus representantes políticos são mecanismos mais importantes até que o próprio ato de elegê-los, uma vez que eleitos eles passam a representar todo o povo, independentemente da escolha individual de cada cidadão. Muitos, certamente, continuarão a acreditar que os candidatos eleitos é que irão administrar a coisa pública, desconhecendo que eles são apenas instrumentos dos grandes grupos político-econômicos mundiais, que de muitas formas se beneficiam do que é público com fins privados, e que, por isso mesmo, pretendem ver eternizado esse manipulado e antidemocrático sistema do voto obrigatório. A Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Brasileira, nesse imbróglio todo, continuará a ser maltratada por alguns ocupantes de cargos públicos e representantes do Povo Gaúcho Brasileiro, e seus financiadores mercados. Muitos continuarão a servir-se de um Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, cuja essência de Entidade Cultural não deveria jamais estar vinculada à política partidária nem aos interesses comerciais, de acordo com a sua própria Filosofia Tradicionalista de Atuaçãohá muito já violentada por politiqueiros e mercadistas que exploram o Tradicionalismo como se essa instituição cultural fosse um sindicato, um partido político ou um ente empresarial. No plano nacional, políticos continuarão, em estratégicas madrugadas congressistas, a votar empréstimos em dólares norte-americanos para algumas cidades sul-rio-grandenses, em que pese as fortes suspeitas de que tais financiamentos tragam neles imbutidos cláusulas culturais estranhas aos interesses dos donos da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha do Rio Grande do Sul, quais sejam o Estado Sulino, os Sul-rio-grandenses, o Brasil e todo o Povo Brasileiro. Enfim, essa é a Festa da Democracia Brasileira! Mas o que é mais lastimável nisso tudo é que a grande massa do eleitorado continuará acreditando, piamente, que as máfias se mataram, se digladiaram, com o nobre fim de bem representá-la e bem administrar a coisa pública, tudo em prol do bem-estar social do há muito mal representado eleitor brasileiro. Enquanto isso, os cidadãos continuarão obrigados, democraticamente, a irem a uma urna eleitoral, mesmo naqueles casos em que pretendam exercer o seu Direito Humano de dizer não aos finalistas escolhidos pelos nacionalistas patrocinadores da política brasileira. Alguns deles irão para dizer não aos que atendem aos apelos da internacional, lucrativa e criminosa indústria do aborto, os quais não respeitam a vida de seres humanos em pleno desenvolvimento, deixando, portanto, de respeitar suas próprias vidas, que um dia também passaram pelo mesmo e necessário processo. Outros irão para dizer não aos candidatos porque eles demonstram ser eticamente inviáveis para gerir o que é de todos, uma vez que suas fichas criminais e cíveis assim bem o demonstram. Porém, sem outra democrática opçãocidadãos continuarão a ir até uma das seções eleitorais, mesmo que para votar em branco ou para anular seus votos. Lá terão de ir, forçosamente, mesmo que para dizer um não a esses assassinos de seres humanos inocentes e indefesos, ou a esses corruptos que se utilizam dessa falsa democracia para espoliar e dilapidar, por interesses pessoais e de grupos, o que pertence ao povo mal representado nas estruturas estatais e governamentais. Os mais conscientes votarão com o fim de viabilizar a possibilidade de alguns raros e dignos candidatos virem a bem representá-los, como seus verdadeiros procuradores na gestão da res publicaou seja, daquilo que é deles, cidadãos eleitores, do país e de todo o Povo Brasileiro. Mas enquanto as Primaveras da Festa da Ética na Política e no Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro não vierem, continuaremos com esta bianual, desgastada e já sucumbente Grande Festa da Democracia Brasileira; e essa lamentável e corrente Corrupção Cultural que, no MTG e nas instituições públicas do Estado Sulino, em benefício dos poliqueiros e dos mercadistas sem fronteiras, está a desnaturar a autenticidade da antiga e regional Tradição  do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul!

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