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Os Tiranos:
Bailes do Interior, de Ângelo Marques,
Ricardo Marques e Léo Ribeiro

 

16/10/2008 12:56:35
AS POLÊMICAS FABRICADAS E OS INTERESSES MERCADISTAS!
 
O Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro não cultua usos e costumes atuais
nem os modismos de hoje, mas as antigas Tradições Regionais
dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul!
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Em cumprimento aos Fins Cultural-estatutários e Filosófico-doutrinários do sistema MTG Brasileiro organizado, os Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros têm o dever e o direito de promover as ações de culto, defesa, zelo, preservação, retransmissão e adequada divulgação das antigas Tradições Regionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Respeitar para ser respeitado é a máxima a vigorar em qualquer regime que se considere democrático. Assim deve ser em todos os setores da nossa sociedade brasileira. Entretanto, após a suposta polêmica anunciada pelos jornais Zero Hora, de Porto Alegre, e Pioneiro, de Caxias do Sul, ambos da RBS, nas edições do dia 14.10.2008, podemos nos perguntar se aquele princípio fundamental está sendo praticado no MTG do Rio Grande do Sul. As respectivas matérias trouxeram as seguintes chamadas: Tradicionalistas criticam influência gay nos CTGs – Artigo de comerciante gaúcho gerou discussão sobre participação de homossexuais em danças gaudérias e Artigo é contra peões delicados – Manifesto publicado na Internet critica gays nos CTGs. Tais notícias referiram-se a um texto do nosso colaborador e Mangrulho do ONTGB no Sul do Brasil, Ademir Canabarro. Com o título As Danças Tradicionais e os peões delicados, o mesmo foi publicado no sítio Coxixo Gaúcho e posteriormente postado no item Notícias deste espaço cultural tradicionalista gaúcho, no dia 8 de outubro de 2008. E desde logo é de se destacar que o referido autor, no seu artigo, não ofendeu nem o direito à opção sexual dos cidadãos nem o de eles frequentarem o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado; e tampouco o de dançarem nas Invernadas Artísticas de Danças Folclóricas do Rio Grande do Sul. Pergunta-se: se polêmica alguma há no referido texto, por que motivos, então, inventaram uma? Poderia ser ela do interesse daqueles que supostamente desejariam mais espaço e menos Filosofia de Preservação dentro do Tradicionalismo? Poderia ser ela interessante, por exemplo, aos mercados country-texa-sertanejo, crioulista-mercosurista, musical-nativista e tchesista-urbano das gravadoras e suas empresas sem fronteiras, hoje denominadas de bandas gaúchas, despilchadas ou pilchadas conforme suas contratadas grifes comercias urbanas; da mídia e seus programas comerciais financiados pelos referidos mercados; dos Festivais que usam pilchas, instrumentos musicais e tocam arrabaleras, chacareiras, rasguidos e tangos de outras plagas e não nativos do Rio Grande do Sul? Poderia interessar a criada polêmica a certas políticas partidárias, para as quais tudo deve ser flexibilizado em troca do almejado voto?  Diante da exploração do Tradicionalismo, por muitos desses setores, é possível que sim. Segmentos como esses, não pertencentes ao Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, não possuem qualquer responsabilidade com os reais Fins Culturais do MTG Brasileiro nem com a antiga Tradição Regional Gaúcha do Rio Grande do Sul. No entanto, muitos continuam se utilizando desse Tradicionalismo que tanto criticam, por razões óbvias: exploração comercial sem qualquer respeito à Filosofia de Atuação Cultural de um Movimento Regionalista de culto, defesa, preservação e correta divulgação das genuínas Tradições dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil. Por isso, independentemente de culpa, falsas polêmicas como essa só beneficiam a quem não quer ver aplicados os princípios, os regulamentos, os estatutos, a Doutrina, a Filosofia do Tradicionalismo dentro de um disputado, controlado e há muito explorado MTG Brasileiro organizado. As consequências de estratégias como essa podem beneficiar aqueles interesses, mas causam graves danos à concretização da Ideologia Tradicionalista Gaúcha Brasileira. Interpretações precipitadas, equivocadas, levianas e tendenciosas a respeito de uma opinião pessoal amparada na Lei Maior do País e nos princípios que regem o Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro são o resultado dessas alardeadas polêmicas. Ora, se um peão gaúcho heterossexual, tosco de tudo e manco dos encontros, sem controle motor e qualquer aptidão para a prática das Danças Folclóricas Sul-rio-grandenses, não poderá impor sua vontade particular aos interesses culturais de uma Invernada Artística de CTG e dela participar, por lhe faltar as condições requisitadas para tal ato, por que, então, um peão delicado, com trejeitos afeminados que desvirtuam o fim maior dessas Invernadas de Danças Gauchescas, que é o de cultuar, preservar, divulgar e retransmitir às novas e futuras gerações de gaúchos brasileiros a histórica e tradicional virilidade dos gaúchos campeiros que dançavam nos antigos Fandangos do Pampa do Rio Grande do Sul, teria de ser obrigatoriamente aceito como um peão gaúcho dançarino, nas Invernadas de Danças dos CTGs? Em ambos os exemplos a preservação do antigo Patrimônio Sociológico-tradicional Gaúcho Sul-rio-grandense, de caráter público e pertencente ao Estado Sulino, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todo o Povo Brasileiro, deve sobrepor-se aos interesses pessoais, particulares, de determinados cidadãos, sejam quais forem as suas orientações sexuais. Em ambos os exemplos a questão é de técnica, de adequação cênica, artística, coreográfica, histórico-cultural, regionalista-tradicional e tradicionalista gaúcha brasileira. O Tradicionalismo Gaúcho tem a sua peculiar Filosofia de Atuação, a sua Ideologia Cultural própria, seus princípios tradicionalistas estatutários específicos. Aos que não se identificam ou não puderem adequar-se a esse sistema Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, um outro direito lhes assiste: o potestativo de não mais participarem de tais atividades tradicionalistas. Qualquer imposição pessoal que venha a contrariar os Fins Institucionais do Tradicionalismo é de ser caracterizada como própria dos regimes autoritários, não do regime democrático brasileiro. Se a antiga Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul – um Patrimônio Sociológico-tradicional Gaúcho Brasileiro - tem, desde a formação, o seu fundamento na moral e nos bons costumes da família interiorana sul-rio-grandense do séc XIX, assim ela deverá ser mantida no meio tradicionalista gaúcho brasileiro. Portanto, homossexuais continuarão a ser respeitados nas suas opções de vida pessoal; os Tradicionalistas Gaúchos no direito de culto, cultivo, defesa, zelo, preservação e adequada divulgação das antigas Tradições Regionais dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, em cumprimento aos Fins Cultural-estatutários e Filosófico-doutrinários do sistema MTG Brasileiro organizado!

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