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Os Filhos do Rio Grande:
Não deixe a gaita parar

 

29/10/2008 09:18:57
O SOCIOLÓGICO E O TRADICIONAL, O NATIVISTA E O NATIVO DO RS!
 
Se um dia a gaita morrer, o Rio Grande morre também!
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Aos Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros um conhecimento é imprescindível: nem todo o fato social sul-rio-grandense é pertencente à antiga Tradição Gaúcha Brasileira e nem tudo aquilo que dizem ser nativista é realmente nativo do Estado do Rio Grande do Sul ou parte integrante das autênticas, das antigas, Tradições Regionais dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Sul do Brasil. Ou seja, nem todos os fatos sociais sul-rio-grandenses e nem tudo o que dizem ser nativista pertencem à antiga Tradição dos Gaúchos Brasileiros. Pois o Patrimônio Sociológico do Estado do Rio Grande do Sul abarca, além dos usos e costumes tradicionais oriundos da região do Pampa Sul-brasileiro, outros procedimentos que, embora presentes na vida dos campesinos do Estado, não foram repassados, de pais para filhos, de forma espontânea, contínua, reiterada e pelo tempo, até os dias de hoje. E algumas dessas práticas não o foram porque faltou-lhes a moral que sempre embasou a vida das famílias interioranas do Pampa Sul-rio-grandense. Portanto, algumas manifestações regionais dos gaúchos campeiros do Sul do Brasil não integram a antiga Tradição Gaúcha Sul-brasileira. Esta, necessariamente, calcada se encontra na moralidade e nos bons costumes dos homens e mulheres interioranos da campanha do Estado Sulino. É por esta razão que um Centro de Tradições Gaúchas, enquanto Sociedade Tradicionalista Familiar que é - ou que deveria ser -, não pode abrir espaço, por exemplo, para as narrações poéticas, musicadas ou não, que venham a relatar experiências vivenciadas por gaúchos em bailes de chinaredo e nos ambientes próprios das tascaspois tais fatos sociais desprovidos estão do valor moral dos Antepassados Gaúchos Pampeanos do Rio Grande do Sul, repassado de geração em geração até os dias atuais. Fatos desse tipo jamais poderão vir a ser confundidos com os usos e os costumes da antiga Tradição dos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Também é certo que o sentimento nativista integra os Fins Culturais do Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, uma vez que o Tradicionalismo visa o culto, a defesa, o zelo, a preservação, a retransmissão e a correta divulgação não de todo o Patrimônio Sociológico Sul-rio-grandense ou do Patrimônio Cultural Regionalista-tradicional dos países platinos, mas dos fatos sociais sul-rio-grandenses compatíveis com a reconhecida, costumeira e tradicional moralidade pertencente à Cultura Regionalista-tradicional dos Antigos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. Por isso, não há que se confundir o Movimento Comercial batizado de Nativista, gerador de modismos, de importações e de criações comerciais recentes, com os termos Nativo ou Nativa do Rio Grande do Sul, porquanto estes últimos referidos estão ao que é da Terra Sul-rio-grandense, ao que é próprio do Estado do Rio Grande do Sul. É por esta razão que tais Eventos Nativistas não devem ser promovidos no MTG Brasileiro organizado, primeiro porque o sentimento nativista gaúcho sul-rio-grandense que se encontra contemplado no próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro restrito está ao que é moral e verdadeiramente tradicional, antigo, do Núcleo da Formação Gaúcha Sul-rio-grandense, ou seja, da região do Pampa Sul-brasileiro; e segundo porque eventos comerciais do referido Movimento Nativista Gaúcho é de ser considerado como uma impropriedade cultural regionalista-tradicional, uma vez que o mesmo, por interesses de comércio, desvia-se do que é realmente nativo, crioulo e tradicional do Estado Garrão-sul Brasileiro para incorporar usos e costumes do Mercosul e do mercado nacional. Atrelar um Movimento meramente Comercial a um Movimento Cultural Regionalista-tradicional Gaúcho Sul-rio-grandense sem fins lucrativos, como é - ou deveria ser - o Movimento Tradicionalista Gaúcho do Brasil, é o mesmo que incentivar o descumprimento de seus Fins Culturais e Filosóficos de Atuação; é permitir, contrariando o seu dever institucional-estatutário e moral-tradicionalista, que a Música Regionalista-tradicional e a Pilcha Gaúcha de Honra e Oficial do Rio Grande do Sul, assim como os demais aspectos da Cultura Gauchesca Tradicional Nativa do Estado Sulino, sejam corrompidos em prol dos interesses econômico-financeiros dos diversos mercados e do capital eleitoreiro dos inúmeros politiqueiros por aqueles financiados. Portanto, ao Público Tadicionalista Gaúcho Brasileiro imprescindível se faz este conhecimento: nem todo o fato social sul-rio-grandense pertence à antiga Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense e nem tudo aquilo que dizem ser nativista é realmente nativo do Estado do Rio Grande do Sul ou parte integrante das autênticas, das antigas, Tradições Regionais dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!

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