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Léo Almeida:
Prece Pampeana, de Mário Barros

 

01/12/2008 17:42:55
AS TRAGÉDIAS E O SOLIDARISMO DO BRAVO POVO BRASILEIRO!
 
A força de uma natureza ressentida da proteção e do respeito dos habitantes do planeta Terra!
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Dor, pesar e tristeza. Vidas inocentes ceifadas: de crianças, jovens, adultos, idosos e de animais de criação e estimação. Desastre, sinistro, lástima. A região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, transformou-se em palco de mais uma tragédia anunciada, previsível, esperada. A fúria de uma natureza ressentida, agressiva, é uma consequência não só das fortes chuvas, mas também da falta de respeito para com as políticas ambientalistas, dispositivos constitucionais, legais, de preservação e proteção ao meio ambiente, às margens dos rios, às encostas das elevações. Como acontece com a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira, aonde os interesses econômicos, financeiros e eleitoreiros flexibilizam princípios filosóficos tradicionalistas e a preservação da autenticidade dos usos e costumes tradicionais dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil, nos temas envolvendo o meio ambiente a mesma flexibilização ocorre.  O desrespeito à legislação, aos Planos Diretores de Desenvolvimento e à Sustentabilidade Ambiental, urbana e rural, por órgãos e instituições, públicos e privados, visam, como acontece no âmbito da Cultura Regional Gaúcha Sul-brasileira, flexibilizarem, a todo e qualquer custo, essas e outras políticas protetivas, tudo em prol do mercado imobiliário, do voto e de outros interesses não menos lesivos à estabilidade social. E enquanto a natureza continua sendo apontada, insistentemente, como a única vilã daquela e de outras tragédias, o Povo do Rio Grande do Sul, por meio da Defesa Civil do Estado, de seus voluntários e dos donativos, desde o primeiro momento da referida catástrofe prestou a sua humana solidariedade de vizinho-irmão do Povo Catarinense. E assim agiu todo o Povo do Brasil. Mais de 800 toneladas de alimentos, de 1 milhão de litros de água, de 60 toneladas de roupas e de valores na ordem dos 8 milhões de reais, em doações em dinheiro ao Fundo Estadual da Defesa Civil do Estado, em poucos dias chegaram à Santa Catarina. Voluntários de ONGs estrangeiras, solidários na ajuda humanitária às vítimas da Tragédia do Vale do Itajaí, também se fizeram presentes. E muitos voluntários continuaram a chegar às regiões atingidas pela enchente, inclusive dos mais variados pontos do Rio Grande do Sul. Bombeiros sul-rio-grandenses, a exemplo de muitos outros heróis, arriscaram a própria vida nos árduos trabalhos de resgate às vítimas. Milton Pitan e o soldado Vieira - o primeiro internado na UTI de Itajaí, e o segundo atendido no Posto Médico de Luís Alves, com uma luxação no ombro -, foram, com outros seis companheiros, também vítimas de um deslizamento ocorrido na região do Braço do Joaquim, no instante em que socorriam uma criança de 6 e um adolescente de 16 anos de idade. Os Órgãos Tradicionalistas Gaúchos também exerceram as suas responsabilidades sociais. A CBTG, em seu sítio eletrônico http://www.cbtg.com.br convocou Entidades Federativas e Tradicionalistas filiadas para a sua Campanha da Solidariedade Pró-Santa Catarina. Contudo, até a data da publicação da presente matéria não havia qualquer referência a essa mobilização tradicionalista no sítio do MTG/SC. E assim como fizeram os psicólogos, os assistentes sociais e a ONG Save the Children, setores do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro, que sempre promoveu a Solidariedade à Tradição Gaúcha Sul-rio-grandense, certamente que também colaboraram com o seu apoio moral aos que precisaram não só de assistência material, mas de uma palavra de conforto ou de um gesto simples, como o que envolve a oferta de um mate-amargo, do Chimarrão da Caridade, a quem se encontrava em estado de aflição, consternação e solitária tristeza. Como salientou a Defesa Civil de Santa Catarina, as doações em dinheiro foram muito mais eficazes. No entanto, todo o cuidado foi pouco diante de golpistas e inescrupulosos que exploraram a desgraça alheia, com fins meramente particulares. Informações nesse sentido foram encontradas no endereço eletrônico http://www.desastre.sc.gov.br. Outras Instituições idôneas, como o IVA - Instituto Voluntários em Açãohttp://www.voluntariosonline.org.br/pt-br/eventos/visualizar/121, mereceram, também, credibilidade pelas suas histórias de atuação solidária. Todas as ações desenvolvidas no apoio imediato inicial, prestado ao Estado de Santa Catarina, mostrou o quanto o Povo Brasileiro é piedoso, tem bom coração. A reconstrução das áreas atingidas por aquela gigantesca enchente e pelos inúmeros deslizamentos de terra deu-se lenta e progressivamente. A consternação nacional, a compaixão mundial, a resposta prática do pronto atendimento, dos governos e da sociedade brasileira, serviram para tornar o abatimento, a desesperança, a imensa tristeza de milhares de pessoas atingidas, em sentimentos de ânimo, coragem e nova esperança. A nossa prece, à época, foi no sentido de que as medidas estruturais necessárias para evitar outras novas catástrofes fossem efetivamente implementadas; que desgraças como aquela não viessem a se transformar em uma Indústria da Enchente. Inescrupulosos explorando acontecimentos funestos, como aquele ocorrido no Vale do Itajaí, estarão, sabemos todos, sempre presentes em futuros sinistros. Porém, o Solidário e Bravo Povo Brasileiro saberá resistir a essas forças estranhas e a outras externas, que agem, igualmente, sem qualquer escrúpulo. O Solidarismo Brasileiro, em todos os níveis, haverá de promover a Consciência Ambiental, o Bem-estar Social, assim como a defesa de seus Patrimônios Culturais Regionalista-tradicionais. Os Direitos Humanos à vida, ao Meio Ambiente equilibrado, saudável, e à preservação da Cultura Popular Regionalista-tradicional devem ser sempre respeitados, sob pena de se ver prosperar a nefasta continuidade das desumanas explorações, das gigantescas calamidades e dos enormes prejuízos materiais e imateriais; e, sobretudo, de mais dor, pesar e tristeza, para todos!

 

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