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Xirú Missioneiro:
Imagens do Sul

 

30/03/2009 11:33:47
UMA LESÃO AO DIREITO HUMANO DE UM POVO MANTER SEU PATRIMÔNIO
 
O Regionalismo Gaúcho forjado pelos antigos Pampeanos do RS
é um Patrimônio Sociológico-tradicional a ser preservado por todos:
entes e agentes públicos, políticos, MTG Brasileiro, empresários
e cidadãos em geral!
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No cumprimento de seus Fins Culturais o Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro não deve - ou não deveria - ceder aos interesses econômico-financeiros, comerciais e eleitoreiros dos Exploradores do Antigo Partrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. A preservação da Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira é um Direito Humano a ser garantido aos Sul-rio-grandenses e a todo o Povo Brasileiro. Instituições Estatais, governos, agentes públicos e políticos, empresários, cidadãos do Brasil e do mundo, todos devem respeito a esse direito assegurado aos detentores da Cultura Gauchesca Sul-rio-grandense. Entretanto, diante das insistentes tentativas de se instituir a falaciosa Integração Cultural no Mercosul, perguntamos: estariam os "representantes" do Povo Sul-rio-grandense no Congresso Nacional defendendo os interesses culturais regionalista-tradicionais da população do Estado do Rio Grande do Sul e dos Gaúchos do Brasil, quando atendem aos lobbies dos mercadistas sem fronteiras e eventuais financiadores de suas campanhas político-partidárias, ao tentarem alterar a legislação brasileira para formar uma Nova Cultura na grande faixa territorial fronteiriça do Rio Grande e do país, com fins estritamente comerciais? A globalização da Nova Ordem Mundial, sabe-se – como restou bem comprovado na recente crise financeira mundial – , é um artifício criado pelas economias consideradas centrais com um único fim: o de capitalizar, dentre elas, os lucros, e de socializar os seus eventuais prejuízos com as chamadas Economias Terceiromundistas dos países periféricos. E nos seus propósitos de comércio, os Assassinos Culturais, em nome de um Mercado Comum estritamente econômico, tentam dizimar a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, modificando-a, corrompendo-a, fundindo-a àquela dos países platinos, também por eles alterada, em prol dos seus globalizados interesses e em detrimento de um Direito Humano garantido tanto aos sul-rio-grandenses como a todos os demais brasileiros: o de manter, cultuar, zelar, preservar, corretamente divulgar e retransmitir para as novas e futuras gerações a Antiga Tradição Regional dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, um Bem Público de propriedade do Estado do Rio Grande do Sul, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro. A referida falácia, fundada nas afirmações de que todas as regiões do mundo apresentam essa mesma tendência de fundir suas culturas regionais é inverídica, enganosa, fraudulenta. Ou alguém pode afirmar que, por pertencer ao Mercado Comum Europeu, este com integração econômica e monetária, mas não cultural, a França estaria a integrar o folclore e a tradição regional da Itália ou da Alemanha, países com quem tem limites fronteiriços; ou a Espanha teria modificado seus usos e costumes locais, incorporando aqueles que são próprios de Portugal, país com quem faz extensa fronteira, em desrespeito ao Direito Humano dos cidadãos espanhóis e portugueses, em nome dos interesses de um Mercadismo Sem-fronteiras? E os Estados do Texas e do Arizona, nos EUA, teriam feito uma fusão com a Cultura Mexicana em alguma faixa interna, em seus territórios? Naturalmente que não! Em que pese todas essas insistentes tentativas de integrar os Patrimônios Culturais Regionalista-tradicionais dos países sul-americanos, o que veremos são alemães, italianos, franceses, portugueses, espanhóis, ingleses, e todos os povos do mundo, especialmente os texanos estadunidenses, preservando o que é seu, por direito, e rejeitando, prontamente, qualquer proposta no sentido de fundir suas respectivas culturas regionais com outras vizinhas, por interesse estritamente comercial. Quanto ao Direito que tem o Povo Brasileiro à sua Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense, perguntamos: exercerá ele a sua cidadania, diante desses crimes de lesa-Cultura Gauchesca Tradicional do Rio Grande do Sul? E o Povo do Rio Grande honrará as expressões Liberdade, Igualdade, Humanidade, contidas na Bandeira de seu Estado? Ou o Povo Sul-brasileiro passará a ter cerceada sua liberdade de cultuar, defender, zelar, preservar, retransmitir e adequadamente divulgar, para o mundo, a antiga, centenária, Tradição Regional herdada de seus bisavós, avós e pais? Será que a população sul-rio-grandense, com sua maioria de cidadãos simples, continuará fazendo jus à igualdade no ato de preservar o direito à Cultura Regionalista-tradicional de seu Pago? Poderão os Gaúchos Brasileiros exercerem seu Direito Humano de manter incólume a imagem do que é seu, de fato e de direito? Ou esse direito lhes será subtraído, em nome dos interesses de alguns comerciantes e seus financiados e efetivos representantes no Parlamento Nacional Brasileiro? Com as respostas todos os interessados no culto do Regionalismo Gaúcho Brasileiro; na difusão de nossa História Regional Gaúcha Sul-rio-grandense; na divulgação da nossa Formação Territorial e Sociológica-tradicional; na preservação do nosso Folclore Agro-pastoril e da nossa Centenária Tradição Regional, construídos na região do Pampa Sul-brasileiro, como Substância Basilar da Nacionalidade, nos termos do item II do Art. 2º do Estatuto do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Estado do Rio Grande do Sul. O que prevalecerá, afinal? O Direito Humano garantido ao Estado do RS, aos Sul-rio-grandenses, ao Brasil e a todos os Brasileiros, de ver mantida e preservada a Cultura Gauchesca do Sul do Brasil, ou os interesses dos Mercadistas Sem Fronteiras? Mas, é evidente que as ações de culto, zelo, defesa, preservação, retransmissão e adequada divulgação da antiga e regional Tradição Gaúcha forjada pelos Antepassados Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense não podem ceder a meros interesses econômico-financeiros, comerciais e eleitoreiros de alguns corrompidos pelos globalizados Exploradores Sem Fronteiras do Antigo Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul!

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